Terça-feira, 16 de Outubro de 2012
A consolidação como?

 

 

Subida generalizada da carga fiscal

 

Quando se discutia o Orçamento de Estado para 2012, uma das medidas mais gravosas implementadas foi o corte dos subsídios de férias e de Natal para os funcionários públicos e pensionistas. Debaixo de fogo, na altura, o Governo afirmou que a troika impunha uma consolidação de 2/3 pelo lado da despesa e 1/3 pelo lado da receita.

 

Volvido um ano, onde assistimos a uma fraca execução orçamental, o que resta para 2013?

 

Em 2013, segundo o OE, a consolidação far-se-á em 80% do lado da receita e 20% pelo lado da despesa.

 

O FMI já veio questionar as excessivas medidas de austeridade e a CE veio dizer que é ao Governo que cumpre estabelecer as políticas e opções apresentadas.

 

Prefiro não comentar. Atesto apenas um facto.



uma psicose de Hugo Carneiro às 14:59
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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012
Vítor Gaspar gastou muito dinheiro a estudar

 

 

 

Dr. Vítor Gaspar, hoje disse que retribui ao país a sua educação «extraordinariamente cara». Acha que alguém quer saber disso no momento em que sofre a maior ablação de rendimentos alguma vez vista?
Acha, honestamente, que esse discurso reforça a confiança dos portugueses?
Eu acho que não!


uma psicose de Hugo Carneiro às 21:51
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
Portugal, país triste.

Está triste o meu País.

Desanimado. Sem futuro?

Vejo as caras de sempre, as soluções de sempre, os entraves de sempre.

Serão sempre os mesmos a pagar, serão sempre os mesmos a lucrar.

Classe média nem cheirá-la.

Continuo a pagar impostos, muitos impostos. Continuo sem saber porquê nem para quê!

É por isto que sou PSD. É por isto que sou de Social Democrata. Não considero que mais ninguém saiba o que fazer com o meu dinheiro como saberá o PSD. Não será perfeito, mas não será esta anestesiante realidade cor de rosa que vivemos desde os tempos do verdadeiro engenheiro.

Isto sim é fracturante, a economia. Tudo o resto é conversa e é acessório.

E ando desiludido com a falta de pragmatismo económico do meu partido. Tantas mentes brilhantes, mas ninguém se chega à frente para dizer as coisas tal e qual como são. E quem o faz é apelidado por dissidente, traidor ou como querendo o mal do partido.

Há muito mais em jogo que egos, lugarezinhos para os do costume, e manutenção de posição social. É o futuro que se joga a cada momento, a cada dia que passa.

Cada dia perdido a interpretar mal os companheiros é um dia que se perde na luta pelo futuro do país. Cada dia perdido a não tomar as soluções de outros também como válidas, por orgulhos incompreensíveis, é um outro dia que se perde na luta pelo futuro do país.

Todos esses dias perdidos, são dias em que o povo anestesiado continuará a seguir o sonho cor de rosa.

Em que os nossos activos humanos sairão para outros países para não mais voltar.

Em que mais uma mão cheia de famílias passarão fome.

Outra mão cheia ficarão sem casa.

Alguém deixará de estudar porque não tem como pagar as despesas.

Alguém comerá a última carcaça que tem em casa.

Alguém pensará; "Assim como assim, votarei PS..."

Alguém retorquirá ; "Pois... que confiança nos dão os outros?"

 

De todos os pontos de vista. Está na altura, e espero que não seja tarde, de colocar os pés no chão. Abrir bem os olhos e trabalhar em prol do país. E se isso significa que é preciso olhar para dentro e apontar o que está mal, com a esperança que se torne melhor, não percamos tempo com o que é acessório. Façamos das nossas fraquezas a força da mudança.

Não sejamos como o PP em Espanha que está à beira da ruptura, principalmente em Madrid, devido a egos, falta de sã convivencia com a crítica e pouca atenção aos militantes.

 

Portugal merece mais e melhor.

Devemos isso a todos os portuguêses, a começar em cada um de nós.

 

Portugal não é um triste país. Apenas está triste.

 

 



uma psicose de jfd às 10:58
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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008
É a vez do futuro!!!
Pedro Passos Coelho é candidato a Presidente do Partido Social Democrata.
Assisti à apresentação da sua candidatura. Foi uma apresentação sóbria, com uma mensagem convicta. Assenta em valores que me fizeram acreditar na mensagem de esperança, renovação e de futuro.
Não menosprezando o grande passado do nosso mui amado partido, centrou-se no que aí vem. As suas declarações estão amplamente divulgadas, e já foram debatidas por todos os pundits do costume. Os dados estão lançados!
Eu apoio o PPC. E apoio porque gostei de ouvir o seguinte:

"Sou um reformista e sou um liberal, não sou de direita nem sou de esquerda, acredito nas pessoas e na sua iniciativa e acredito que são as empresas que criam riqueza, que criam emprego e que criam valor, não é o Estado que cria riqueza e que cria valor"

Explicando...

”Sou um liberal; sou um homem que acredita na democracia liberal. Sou um reformista porque sou contra o imobilismo. Sou solidário; acredito que a sociedade não pode ser uma selva com a lei do mais forte"

Sobre o Estado...

”(...)tem um papel regulador essencial e insubstituível na produção de bens públicos: aquilo que nenhum privado oferece e que no entanto é necessário para toda a gente, é para isso que existe o Estado".

Sobre a Autoridade...

Defendo que o exercício do poder democrático deve ser claro e determinado na defesa do no bem comum. Rejeito, sem hesitar, todo e qualquer autoritarismo»

E para mim, a cereja em cima do bolo...

” Quero uma liberdade responsável, onde cada um possa viver com a consequência das suas decisões. Esta candidatura vai falar de liberdade, com liberdade.

PPC acredita também na meritocracia, acredita que um Governo se compõe com os melhores, com os que detêm as ideias, com os que se preocupam.

Tudo isto, para mim, é parte da Visão que antecede a Estratégia que deverá delinear um programa de um novo PSD; Um Partido virado para o reformismo, para o liberalismo humanista com consciência social, tudo muito bem e realisticamente doseado.

Como poderia eu, não estar em linha com este pensamento?
Segue o meu voto de confiança e que não seja defraudado. Os Líderes existem, porque os militantes existem :P E que esta campanha tenha isto sempre presente!

Para as outras candidaturas desejo as maiores felicidades, e que continuem a dignificar o grande partido que nos une!

E como já (bem) disse anteriormente;

Para mim, é tempo de dar lugar aos novos. Novas ideias, novos pontos de vista, novas formas de pensar e viver o PSD.
Por mais que me custe deixar de votar em A ou B. Sempre os terei no lugar especial que merecem. Mas agora, com licença; É a vez do futuro.
Tenho dito!


uma psicose de jfd às 00:45
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