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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Acreditar, trabalhar, acontecer.

jfd, 30.06.11

O estado a que chegamos pede medidas drásticas, pragmáticas e que nos façam a todos abrir os olhos. Esta é a hora de ser sério e de fazer o sacrifício que de facto servirá um interesse que é de muitos e não de apenas uma mão cheia de interesses. É com gosto e grado que aprovo de peito cheio esta medida. E façam o favor de levar os 100% para sempre. É um subsídio sem sentido. Trabalho 11 meses por ano. Paguem-mos. Tudo o que receber a mais que me seja devido pelo mérito e valor que acrescentei à minha entidade patronal e não às custas de uma filosofia caduca e sem par nos tempos que correm. Agradeço as palavras sinceras e sem ruído do sr Primeiro-Ministro;

 


 

(...)

O Governo está a preparar a adoção, com carácter extraordinário, de uma contribuição especial para o ajustamento orçamental que incidirá sobre todos os rendimentos que estão sujeitos a englobamento no IRS, respeitando o princípio da universalidade, isto é, abrangendo todos os tipos de rendimento

(...)

Esta medida, cujo detalhe técnico está ainda a ser ultimado, será apresentada nas próximas duas semanas. Mas posso adiantar que a intenção é que o peso desta medida fiscal temporária seja equivalente a 50 por cento do subsídio de Natal acima do salário mínimo nacional. Esta contribuição especial apenas vigorará no ano de 2011

(...)

Sei bem que as pessoas se perguntam até quando terão de ser elas, com o fruto do seu trabalho, a acudir aos excessos das despesas do Estado. Neste ponto, permitam-me que fale com toda a clareza. Não deixo as notícias desagradáveis para outros, nem as disfarçarei com ambiguidades de linguagem. Temos objetivos a cumprir, o que não nos deixa alternativas exequíveis

(...)

2 comentários

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    jfd 30.06.2011

    Espera, parou!

    com o teu subsidio de natal lá dentro, e demais compensações contratuais

    já não tem aspas?
    se é um valor anual porque referem 14 vezes? O ano tem 12 meses, ACHO EU! Aprendi na Rua Sésamo.
    E já que estás numa de anglo-saxão os meus fringe referem:
    -carro
    -gasolina
    -telecom
    -etc
    Mas não referem subsídio de natal nem de férias que não são fringe mas sim imposições do Estado.

    Será que vamos chegar a algum lado agora ou vais continuar a desconversar?
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