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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

A liberdade de um termina onde começa a liberdade de outro?

Rui Cepeda, 29.06.11

O bem-estar animal venceu à liberdade de culto. O Parlamento holandês votou maioritariamente a favor da proibição do sacrifício ritual dos animais para consumo humano.

A diferença entre os dois métodos é que nos matadouros tradicionais o gado é aturdido antes de ser morto, ao passo que segundo os rituais muçulmano e judeu, os animais são degolados e dessangrados sem qualquer anestesia por um matador que faz o sacrifício em nome do seu Deus.

O produto final deste sacrifício é a carne halal para os muçulmanos e a carne kosher para os judeus.

 

Hoje fiquei positivamente surpreendido com esta decisão. Numa Europa onde cada vez há menos identidade e com o "politicamente correcto" a ganhar permanentemente terreno ás convicções, houve quem dissesse basta! Se na Europa não é permitido sangrar animais no estado consciente, como justificar a excepção para os abates rituais que nem sequer fazem parte da tradição ou cultura de nenhum país europeu?

 

Acredito que os judeus ou muculmanos com bom senso não se importarão de comer carne de animais com um fim de vida significativamente menos violento, assim como os seus deuses certamente perdoarão a ofensa....

 

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