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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Mas que carnaval

Diogo Agostinho, 15.03.11

 

Deixem-me ver se entendi esta semana e meia que passou.

 

O nosso Primeiro recebeu uns jovens num comício e com a maior cara de pau disse que poderiam jantar com os militantes socialistas quando eram expulsos ao pontapé. Deu ainda uma entrevista a dizer que deveria ser uma partida de carnaval. Nisto chegou atrasado à cerimónia de tomada de posse do Chefe de Estado Português, o Senhor Presidente da República e ainda se meteu a dar entrevistas no momento dos cumprimentos.

 

Seguiu-se depois um PEC4 antecipado, qual puto traquinas que passa a perna a todos e dá o trabalho primeiro à professora antes do colega, mas não diz nada aos Líderes dos restantes Partidos e sobretudo ao Presidente da República.

 

Quando está em Bruxelas, o animal feroz que vira gatinho manso, desvaloriza a Manifestação à Rasca a dizer que os Jovens já estão satisfeitos, pois têm um País moderno que aprovou o aborto, a lei da paridade e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Porque esses são os temas que interessam aos jovens. Qual emprego, qual ter dinheiro para comer ou constituir família. Seus grandes incultos pá! Somos já um país moderno.

 

E termina na noite de ontem com uma declaração de que ele é o garante da estabilidade em Portugal. ELE!

 

Entendi. Quando há profissionais destes, a máscara do Carnaval vencedora este ano já tem palhaço destinado!

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