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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

A Revolução do Jasmin & os neocons de Bush.

jfd, 19.01.11

 

Na Tunisia vivem-se momentos históricos. O povo ergueu-se contra a tirania. Contra a injustiça. Contra um futuro sem liberdade. Contra um presente sem futuro.

 

Tanto tem de bonito atendendo aos ideiais como tem de duro atendendo à forma. Há quem se imole, há quem dispare, há quem fuja do país.

Uma brisa sedenta de democracia varre o mundo Árabe. Lentamente se aloja nestes países que procuram liberdade daquilo que sempre foi.

Sem ajuda da Europa, sem ajuda da Ásia e mais importante ainda, sem a ajuda dos EUA e da sua política bélica de democratização do mundo.

Peter Beinart escreve isto na sua coluna

(...)Since the Cold War’s end, three different groups of American intellectuals have been arguing about the future of global democracy. Call them the optimists, the relativists, and the militarists. The optimists, led by Francis Fukuyama, argued that democracy would spread to more and more of the globe because only it could meet people’s aspirations for a better life. The relativists, led by Samuel Huntington, denied that democracy was a universal creed, and argued that the more the U.S. pushed it, the more civilizations would clash. Finally, the militarists, led by Robert Kagan, argued that democracy could spread further, but only if American power did, too.

In the last few years, the relativists and militarists have had the optimists on the ropes. The great “third wave” of democratization that washed across Eastern Europe, Latin America, Asia, and parts of Africa in the 1980s and 1990s has crested and begun to recede. According to Freedom House, which grades countries on how free they are, liberty has declined every year for the last four. For relativists, this is nothing to weep about: Russia is reasserting control over its authoritarian sphere; China is asserting control over its, and the fact that America can’t, or won’t, do much about it is good for world peace. For the militarists, it’s a calamity: America must return to the confrontational policies of the Bush era or the frontiers of freedom will continue to recede. But whether they welcome authoritarianism’s return or rue it, the relativists and militarists both believe that democracy and American power must march hand in hand(...)

 

 

 

Eu recomendo a leitura completa e pode ser que chegem também  a esta conclusão The lesson is that even in a post-American world, democracy has legs.

3 comentários

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    jfd 20.01.2011

    São como as cerejas correcto?

    Eu faço quotes de sites generalistas. Tu de sites onde geralmente se pensa como tu. Só para que fique claro.
  • Imagem de perfil

    Miguel Nunes Silva 20.01.2011

    Não.

    Tu fazes quotes de sites jornalísticos, eu faço de sites académicos.

    Uma vez mais eu repito que quando quiseres contestar algo do que eu digo estás à vontade.

    Mas longe de ti alguma vez ires contra o politicamente correcto certo?
    Se os media o dizem e repetem, TEM que ser verdade.......


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