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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Homem do Leme

Diogo Agostinho, 15.12.10

 

Estamos em tempos incertos. De profunda depressão causada pela palavra feia: crise! A crise justifica tudo. Ele é baixar salários, ele é subir preços, ele é aumentar impostos, ele é cortar, cortar e cortar.

 

Não ignoro, estamos mesmo mal. Mas o nosso problema é também a carência que temos de um rumo e de quem segure o leme.

Ontem ouvia os Xutos & Pontapés e pensava: ora aqui está a enorme falta que temos neste país. Um País que se perde em engenhocas, negociatas, golpes baixos. Um País que vive com políticos egoístas, que apenas pensam na sua carreira, no seu trajecto. Um país que vive com políticos de corredor, incapazes de deixar uma ideia política, mas que manobram, influenciam e mandam verdadeiramente no sistema. Um País que precisa desesperadamente de alguém que nos guie pelo caminho a trilhar. Alguém que assuma o barco, que no meio deste túnel, descubra a luz que brilha lá no fundo. Que ultrapasse as ondas, as marés, que perante as adversidades lute com fé, com a sua vontade a romper. Sem medo de perder, de arriscar. Sem temer.

 

Precisamos de um verdadeiro homem do leme, que se rodeie de pessoas capazes e competentes. A liderança é uma solução para a saída da crise. Liderar pelo exemplo, liderar a inspirar, mas sobretudo liderar a rasgar os MUITOS interesses instalados, sobretudo dentro dos próprios partidos.

6 comentários

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    Diogo Agostinho 15.12.2010

    Não quero um homem providencial. Quero alguém normal, que seja capaz de rasgar. Alguém que seja capaz de viver uma vida perfeitamente natural, que tenha os mesmos problemas de todos, mas que lidere.

    Estou cansado de ver não líderes em lugares de liderança!
  • E isso não é o "teu" homem providencial? ;)
  • Imagem de perfil

    Diogo Agostinho 15.12.2010

    Meu? Eu quero um nosso! Não quero tipos incapazes, não quero tipos dos "interesses". Quero alguém com rumo e desprendimento. Não é fácil...
  • Your making my point?

    Tu queres um homem providencial. Meu, nosso, é meramente qualificativo.

    The point stands:
    Homens providenciais não resolvem os problemas duma sociedade fraca.
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    Diogo Agostinho 15.12.2010

    Não se trata de providencial. O que eu quero é os homens certos nos lugares certos.

    A questão da sociedade fraca é ultrapassada com lideranças fortes e mobilizadoras. Contagia.
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