Segunda-feira, 16 de Outubro de 2006
Banqueiro do povo

Um artigo de Marta Rocha
 
O Prémio Nobel da Paz foi atribuído ao economista Muhammad Yunus, do Bangladesh, e ao seu banco Grameen. O Nobel da Paz defende o direito ao crédito como um direito fundamental.

"No Grameen, o crédito é uma arma eficaz para combater a pobreza e serve como catalizador para o desenvolvimento das condições sócio-económicas de pessoas com poucos recursos, que têm sido mantidas fora da órbita dos bancos por serem pobres". in Comunicado do Comité Nobel

É bom de ver que a luta pela paz se faz nas mais variadas áreas do conhecimento.


uma psicose de Paulo Colaço às 18:56
editado por Essi Silva em 20/12/2012 às 11:55
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10 comentários:
De opovodefelgueiras a 16 de Outubro de 2006 às 22:36
Há mais e melhor PAZ com a barriguinha cheia...


De psico-fã a 17 de Outubro de 2006 às 01:17
Concordo!
acho também que é preciso perceber que a paz passa sobretudo pela economia!
nao nos eludamos numa coisa: aquilo que consideramos guerras religiosas nao sao mais que conflitos instigados e manipulados em torno de interesses.
Ou seja: tudo é economia!

E quando se consegue usar correctamente a economia, tudo evolui!

é este o caso, feliz, de um senhor que ajudou o seu POVO.

E parabens a este blog!


De Bruno a 17 de Outubro de 2006 às 02:40
Realmente é original (pelo menos ao que a minha memória me diz) um economista, por acção nessa mesma área, ser distinguido com um Nobel. Seja como form, parece-me justo pois só com equilíbrio entre sócio-económico é possível haver paz e um Mundo mais justo.


De Nuno da Costa Ferro a 17 de Outubro de 2006 às 02:50
Um dia as pessoas hão de perceber que um pescador precisa de ferramentas para pescar, não que lhe mandem peixe congelado.


De Paulo Colaço a 17 de Outubro de 2006 às 14:05
concordo com o que aqui foi dito, mas realço o comentário do psico-fã: a economia (leia-se "interesses") é a causa dos principais conflitos.

Resolvê-la (ou dar luta aos interesses menos aceitáveis) é dar um grande passo para a paz mundial.

Isto pode parecer uma banalidade, mas nao o será se atentarmos que uma parte das pessoas acha que os conflitos armados resolvem tudo!


De Nuno da Costa Ferro a 17 de Outubro de 2006 às 14:28
Colaço: raios partam esses neocons.


De Carla fernandes a 17 de Outubro de 2006 às 14:32
E uma das coisas mais bonitas na acção deste homem, é o facto de a única garantia é a palavra do Homem, e neste caso os créditos são cedidos maioritariamente a mulheres. E vê-se o cumprimento das simples regras em 98% dos casos.


De Lisete Rodrigues a 18 de Outubro de 2006 às 11:21
De facto é curiosa a escolha do Nobel da Paz! Mais curioso ainda considero ser a exequibilidade do projecto.
Em Portugal, estamos com os tribunais a abarrotar de processos de endividamento não cumprido...Infelizmente, a 'palavra de honra' não sobreviveu em todas as sociedades...


De Anónimo a 18 de Outubro de 2006 às 12:10
Nao sobreviveu nem a palavra nem a honra...


De Rita Nave Pedro a 21 de Outubro de 2006 às 18:33
Quando escolhi ser economista foi precisamente por achar que tudo é economia!
Como não conseguia optar por uma vertente única do conhecimento resolvi especializar-me naquela que está presente em todas as outras vertentes.
Penso que a atribuição deste Nobel vem reforçar a ideia de que cada um de nós, no seu dia-à-dia, na sua aldeia, no seu grupo de amigos, pode ajudar a construir um mundo melhor para todos.


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