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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Bem haja

Diogo Agostinho, 07.04.10

 

Primeira declaração de interesses: não tenho quota na empresa, nem acções, não participo nos lucros, não conheço nem donos ou funcionários. No outro dia a chegar a casa deparei-me com um panfleto na maçaneta da minha porto. Dizia-me "bem haja". Que topete! Desejarem-me bem haja a entrar na minha própria casa! Mas, depois lá li mais um panfleto, a pensar que iria muito rápido para o caixote do lixo. Mas não. Depois da mini provocação, uma imagem de um pão delicioso. Era um panfleto de uma empresa que se estava a estrear. E qual o intuito dessa empresa? Levar pão fresco até às nossas casas. Mas até às nossas casas mesmo, de manhã, em que nos basta abrir a porta e lá está o pão fresquinho.

 

Quantas vezes não ouvimos nós a dizer que o pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia. Que é o equilibrio necessário para um dia completo? Pois. Imensas. E aqui está uma excelente ideia. Arrojado, em tempos de crise, em tempos de loucuras com horários, que as pessoas não contam com disponibilidade para sair de casa, ir comprar o pão e voltar, eis que surge esta ideia.

 

Não sei se irá funcionar, ainda não sei se irá render, mas sei que é por aqui o caminho. Um novo serviço, uma ideia que chega até ao mercado. Concorrência aos cafés e supermercados? Pois claro. Mas salutar, obriga a todos a inovar. O mundo há muito que deixou de ser estático.

 

Bem haja a novas ideias!

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