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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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Lobby: sim ou não?

Paulo Colaço, 27.07.07

Jaime Gama não quer equiparar o lobbying à imprensa.

O Presidente da Assembleia da República recebeu de duas “agências de comunicação” pedidos para livre acesso aos trabalhos parlamentares, prerrogativa idêntica à dos jornalistas.
Mas Jaime Gama está relutante e faz a sua distinção: a actividade jornalística está sujeita a leis e ao interesse público e as agências de lobbying situam-se na área comercial.

Luís Paixão Martins, presidente da LPM (uma das empresas que pretende livre acesso ao Parlamento), refuta. Quer obter uma informação mais fidedigna de todo o processo legislativo, acompanhando atenta, tempestiva e regularmente o trabalho parlamentar.
"O nosso objectivo não é de forma alguma o de nos substituirmos ao papel dos media, nem o de interferir com o processo legislativo, o que seria inapropriado e estranho", acrescenta.

E nós? O que achamos? Que tal um psico-debate sobre este tema?

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