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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Como se sentirão eles neste final de época?

Luís Nogueira, 14.04.09

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Numa altura em que caminhamos para o final da época futebolística e um pouco mais tarde, de mandato político na AR, importa fazer a seguinte reflexão.

 

Fará sentido contratar jogadores para passarem uma época quase inteira no banco de suplentes? Fará sentido existirem 230 deputados, quando muitos deles tiveram quase por missão o "aquecer dos bancos" na AR, enquanto decorriam os períodos de votação?

 

Como se sentirá um jogador como Javier Balboa, quando um treinador não acredita nele? E um deputado, quando passa 4 anos sem apresentar uma proposta aos demais? Que justificações dará ele aos cidadãos do seu circulo eleitoral?

 

Os clubes de futebol e os partidos políticos portugueses deveriam ter mais critério na selecção dos seus actores. Mais qualidade possibilita uma maior rotatividade na acção e traduz um melhor desempenho dos intervenientes no terreno de jogo. Contudo, tanto na bola como na política, a maior quantidade de elementos na arena, pode muito bem ser contrária aos bons resultados. Será que "o plantel" na AR deveria ser reduzido? O dos clubes não tenho dúvidas que sim.

2 comentários

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    Paulo Colaço 14.04.2009

    Voltarmos a ter círculos uninominais é regressarmos aos tempos de Calisto Elói de Barbuda, da Queda de um Anjo.

    Parece uma opção lógica, que linkaria o deputado a quem o elegeu, que faria do deputado um real representante do eleitor, mas que seria do Parlamento e da Governação?

    Uma manta de retalhos em que orçamentos seriam votados com negociatas, em que as trocas limianas seriam a regra e não escândalos ocasionais, em que os deputados não constituiriam verdadeiros grupos parlamentares porque estariam mais interessados no populismo individualista que lhes possibilitaria a reeleição, e outras perversões.

    Para pessoas inteligentes como o Né e o Guilherme, defenderem este sistema, devem haver nele virtudes que eu não vejo. Isso descansa-me caso embalemos (enquanto Povo) nesse modelo que é para mim um retrocesso.
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