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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

SorRir ainda é o melhor Remédio...

Elsa Picão, 02.03.09

 

 

 

 “O que é que há de comum entre uma praia de Gaza e um bando de miúdos em Kigali? Ou, dito de outra maneira: qual é a distância mais curta entre duas pessoas? O sorriso, segundo Jordi Baiget, que, tal como Georges Matichard, anda pelo mundo a arrancá-los de graça.”

Começa assim um artigo sobre os Palhaços sem Fronteiras, publicado no Público (28.02.2009)

 

Para quem quiser ler o artigo na íntegra aqui fica o link:

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1367148&idCanal=11

 

2 comentários

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    Elsa Picão 02.03.2009

    Este post viveu um dia atribulado, mas sobreviveu e acabou por ganhar vida própria:)

    Dizia o Paulo (para os mais desatentos, o AB desnaturado:P) "Até porque o sorriso é linguagem que vale por si mesma."

    Concordo 100% com ele, e por isso conseguindo recuperar o texto, graças a uma incrível coincidência, optei por publicá-lo na caixa de comentário, lugar onde faz mais sentido;)

    Escrevia esta manhã:

    Há umas semanas conversando sobre projectos de Ajuda Humanitária, uma colega americana dá como exemplo os Palhaços sem Fronteiras, ao que um francês responde Oui, e um espanhol Si. Eu pergunto, Como?
    Foi assim que conheci este projecto de ajuda internacional que organiza espectáculos em regiões dificies, para crianças e crescidos vitimas de guerra, da exclusão ou miséria, sem olhar á cor politica, confissão religiosa ou etnia.

    Estes artistas, actores, músicos, marionetistas, trapezistas, ..., abandonam temporariamente as suas actividades profissionais, levando na mala apenas o narizinho vermelho, muita boa vontade e um único objectivo: devolver sorrisos e esperança a lugares onde a cultura há muito não respira.
    Partem de forma voluntária para bairros desfavorecidos, campos de refugiados, cenários de guerra, de pobreza.

    Tanto quanto consegui apurar ainda não existe uma “versão portuguesa” dos Palhaços Sem Fronteiras.

    Mas que não seja essa a razão que nos impeça de diariamente espalhar sorrisos e esperança numa sociedade sufocada pelo espartilho da Crise, numa sociedade carente e deprimida.

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