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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Pontapé de Saída

André S. Machado, 06.01.09

 

E é hoje, dia de Reis, que aumento o meu nível de psicose, ao postar o primeiro texto no Psico!

Antes de mais, quero agradecer ao Paulo Colaço o convite que me endereçou, em nome do blog e de todos os psicóticos residentes. Não posso deixar, também, de agradecer os votos de uma boa psicose que recebi de muitas pessoas. Agora, resta-me corresponder às expectativas. Obrigado a todos!

 

Hoje a palavra do dia é recessão. Não se fala de outra coisa senão da crise económica e financeira, das trapalhadas dos bancos "criminosos", do "ano das tormentas da crise".

Não posso deixar de estar preocupado com esta realidade, num momento em que todos começamos a sentir a crise e a tomar consciência de que o problema está mesmo a entrar pelas nossas casas.

 

Porém, nos últimos dias, não consegui ficar indiferente ao que se passa na Faixa de Gaza...

Um território de 40 km de comprimento e 6 km de expansão onde (sobre)vivem mais de milhão e meio de pessoas! O local com maior densidade populacional do planeta, que se vê numa situação miserável, fruto de um conflito que, alimentado há anos, não parece ter fim à vista.

O conflito israelo-árabe toma, nestes tempos, proporções gigantescas. Estão em causa centenas de milhares de vidas civis que nada têm a ver com as disputas de poder que motivam esta guerra.

 

Israel é um Estado soberano que tem todo o direito a responder a ameaças efectivas vindas do exterior contra o seu território e contra o seu povo.

Neste momento, o importante, para além de encontrar um caminho para o cessar-fogo na Faixa de Gaza, é mobilizar a comunidade internacional para a ameaça que se afigura ser o Hamas e a força armada da Palestina. O alvo desta guerra deve ser o Hamas e os seus dirigentes, que alimentam o ódio contra a comunidade israelita, apoiados por Governos radicais que fomentam o clima de instabilidade, com apoios políticos e militares a uma "guerra santa" repugnante.

Europa e Estados Unidos, bastiões da liberdade e da democracia, líderes do mundo ocidental, têm de assumir as suas responsabilidades! Urge tomar posição! Não podemos continuar a tentar ser amigos de gregos e de troianos.

 

Deixo aos psicóticos a reflexão: Tempos como o que vivemos não são pioneiros na história da humanidade. Como é que, hoje, se conseguirá uma verdadeira aliança internacional para vencer as dificuldades? É tempo de repensar todas as nossas estruturas? A nível internacional, vamos assistir a um agudizar da polarização Ocidente-Oriente? Para onde caminhamos?!

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