Terça-feira, 7 de Outubro de 2008
Não consigo parar de rir

A JP Sá Couto, empresa responsável pela produção dos computadores “Magalhães”, é arguida num processo de fraude e fuga ao IVA, onde o Estado terá saído lesado em mais de cinco milhões de euros.

 

(por solidariedade com o Tiago, que não está a conseguir inserir imagens, também me abstenho de lançar uma neste post.

Ass: Paulo, a rir como um perdido)



uma psicose de Paulo Colaço às 13:41
link directo | psicomentar

12 comentários:
De Luis Melo a 7 de Outubro de 2008 às 14:03
Esta notícia era digna de aparecer no Euronews, na rubrica "No comments".

É que realmente não há nada a dizer. É mais do mesmo Governo que conhecemos. É mais do mesmo Sócrates que conhecemos.

Tal como o Paulo, é só rir...


De João Torres a 7 de Outubro de 2008 às 14:24
Um dos princípios do sistema judicial nacional é a presunção de inocência até trânsito em julgado das decisões judiciais. Além disso, arguido e culpado são duas figuras distintas.

Em todo o caso, e não obstante a ressalva supra referida.... sou levado a comentar este post com um sorriso nos lábios.

Caso para dizer que afinal... não há coincidências e, muito para além de e-escolas e e-escolinhas... "Há quem tenha a escola toda" :)

Cumprimentos aos psicóticos!


De Luis Melo a 7 de Outubro de 2008 às 14:58
Depois de saber qual era o esquema utilizado para esta "operação de fuga aos impostos", sou obrigado a concordar contigo, "há quem tenha a escola toda"... :)


De jfd a 7 de Outubro de 2008 às 15:57
Empresa que produz «Magalhães» em tribunal por fraude

A JP Sá Couto, empresa que produz os computadores «Magalhães», é arguida num processo de fraude e fuga ao IVA, onde o Estado terá saído lesado em mais de cinco milhões de euros, avança hoje a Rádio Renascença.
Segundo a emissora, um dos administradores, João Paulo Sá Couto, é, juntamente com a empresa, acusado da prática dos crimes de associação criminosa e de fraude fiscal.

Ao todo são 41 arguidos, acusados de pertencer a um esquema no ramo da informática, conhecido como «fraude Carrossel».

No esquema em causa eram feitas transmissões sucessivas em círculo dos mesmos bens entre diversos operadores sedeados em mais do que um estado da União UE. Desta forma, os operadores no seu país conseguiam não pagar o IVA, que tinham em dívida.

Os arguidos rejeitam a acusação, alegando que o processo está construído com base em presunções e não em factos.

Além da acção penal, o Estado português pede uma quantia de mais de cinco milhões de euros pelos danos do crime, acrescido dos juros de mora.




De Rui Badana a 7 de Outubro de 2008 às 16:47
A JP Sá Couto, empresa que produz o Magalhães, confirmou esta tarde, em comunicado assinado pelo presidente da empresa, que «está em fase de julgamento neste momento um processo de fraude fiscal, em que o Estado reclama da JP Sá Couto o valor de 71.620,54 euros, relativamente ao ano de 2000 e 2001, sendo arguida a empresa e um dos seus administradores».


De Luís Nogueira a 8 de Outubro de 2008 às 00:30
"Um dos princípios do sistema judicial nacional é a presunção de inocência até trânsito em julgado das decisões judiciais. Além disso, arguido e culpado são duas figuras distintas." - Ainda assim só há uma frase (ainda que algo violenta) para caracterizar tudo isto - Este governo já não tem vergonha na cara!


De Joana a 8 de Outubro de 2008 às 04:49
O Governo a enterrar-se cada vez mais e mais e mais...


De macxdream a 8 de Outubro de 2008 às 14:49
" arguido e culpado "

Em portugal a diferença esta no facto do culpado ser sempre quem não tem poder nem algum "amigalhaço" bem instalado no sistema( não é o sistema do apito dourado, mas alguns dos intervenientes são os mesmos ), vulgo ZÉ POVINHO", arguido é só para os eleitos, aqueles que nos fod....m todos os dias o dinheiro que com suor ganhamos e temos que entregar ao estado como forma de imposto, com esses fdp não se passa nada, há sempre uma forma de contornar a justiça.
Porreiro pá!!!!!!!


De Frederico Carvalho a 8 de Outubro de 2008 às 18:58
Fiquei a saber da noticia pelo psico.

A beleza do lobby e deste sistema...

Uma Empresa não pode concorrer a fundos de apoio do Estado, não pode concorrer a fundos comunitários e não pode recrutar estagiários se não tiver os importos certinhos com o estado.

Mas ALGUMAS empresas já podem... candidatar-se a concursos e receber dinheiro do estado.

E eu digo ALGUMAS, porque quando foi com a minha empresa e um dos meus clientes "ACIDI" que pertence ao Estado, as condições da empresa foram vistas a pente fino!

Dá-me cá uns azeites, estes Lord's...


De Bruno Ribeiro a 8 de Outubro de 2008 às 21:41
As empresas que fazem negócios com o Estado (incluindo autarquias e institutos públicos) não são obrigadas a apresentar uma certidão conferindo o facto de não terem qualquer compromisso em atraso, relacionado com impostos e contribuiçoes sociais???


Comentar post

Notícias
Psico-Social

Psico-Destaques
Psicóticos
Arquivo

Leituras
tags
Subscrever feeds
Disclaimer
1- As declarações aqui pres-tadas são da exclusiva respon-sabilidade do respectivo autor.
2 - O Psicolaranja não se responsabiliza pelas declarações de terceiros produzidas neste espaço de debate.
3 - Quaisquer declarações produzidas que constituam ou possam constituir crime de qualquer natureza ou que, por qualquer motivo, possam ser consideradas ofensivas ao bom nome ou integridade de alguém pertencente ou não a este Blog são da exclusiva responsabilida-de de quem as produz, reser-vando-se o Conselho Editorial do Psicolaranja o direito de eliminar o comentário no caso de tais declarações se traduzirem por si só ou por indiciação, na prática de um ilícito criminal ou de outra natureza.