Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008
Crónica de uma morte anunciada???

Momento 0

Freddy Mac e Fanny Mae.

 

Momento 1º

14 de Setembro - Leham Brothers anuncia que vai pedir falência 613 mil milhões de dólares de dívida.
 
Momento 2º
14 de Setembro - Merryl Lynch aceita 15 mil milhões de dólares de compra de todas as acções pelo Bank of América.
 
Algo cheira mal na Banca de investimento...
Os investidores dizem que estas instituições estão carregadinhas de hipotecas tóxicas nos seus activos. Resultados de anos e anos de alavancagens feitas com hipotecas que, subindo na cadeia de valor, iam perdendo as suas origens duvidosas e melhorando miraculosamente o seu rating. Qual o modelo de investimento? GANÂNCIA! Aliás, ao puro estilo de um dos meus filmes favoritos, Wall Street, de Oliver Stone (1987), em que Gordon Gekko (Michael Douglas) tem a famosa deixa: Greed is good.
 
MAS! O Guilherme até tem razão. Quando se percebe que se pode arriscar e, dando asneira, alguém nos safa, perdemos a noção de risco. Ou seja, a ganância veio de Wall Street e também do Governo Federal. De Democratas a Republicanos, todos incentivaram empréstimos para todo o povo! Viva o capitalismo não é? Estamos a ver ;)
 
Momento 3º
16 de Setembro - O Governo Federal Americano avança com um empréstimo de 85 mil milhões de dólares à AIG, gigante mundial de seguros.
 
Ficando com 80% da seguradora com graves problemas de liquidez devido à queda abrupta dos seus activos e à exposição a 441 mil milhões de dólares em complexos credit default swaps com a nata das Instituições Financeiras Mundiais! O que são? Não interessa explicar, mas o Guilherme fará um comentário sobre isso. Nem a AIG sabia como os contabilizar correctamente nos seus balanços...
 
É o inicio da Socialização da divida Americana. A frase não é minha, com muita pena minha, pois é genial. Dizia um Senador, que a América privatiza os lucros das suas empresas em gordos bónus para os gestores, mas a sua má gestão é Socializada com o dinheiro dos contribuintes!
Gritante a meu ver! Não há solução fácil mas o caminho não é este. A bolha tem de rebentar. O mercado tem de sofrer. As pessoas têm de voltar a ter noção do que custa a ASNEIRA que se andava a fazer. Agradeço ao Guilherme ter-me ajudado a ver a luz ;) Mas não, não me tornei num porco capitalista.
 
Instala-se a confusão na mente dos investidores...
O Governo Federal deixa morrer a banca mas salva sem pestanejar a colossal seguradora... Começam logo protestos de Detroit (indústria automóvel calculem!) com desejos de bóia de salvação também.
O politicamente correcto de circunstância faz com que discursos apontem todos para a salvação de tudo o que é mais sagrado na América financeira, Wall Street. Todos concordam mas poucos sabem as consequências! Mais tarde se vem a perceber que afinal os planos que aí vêm não parecem assim tão sólidos e bem pensados!
 
Os EUA que sofrem por terem o Presidente que têm, vêem-se obrigados a ter de o esconder durante crise, que de tão mau que é, é melhor nem abrir a boca e os representantes do Governo são alguém em que se confia: o Secretário do Tesouro Henry Paulson e o Presidente da Reserva Federal Ben Bernanke. Graças a Deus Bush até agora, e no meio desta crise toda envia o melhor sinal possível para o mercado; estar longe da história e calado caladinho!!!
 
O Dow desceu segunda e terça, subiu quinta... Isto é mau. Está instalada a loucura no mercado, vende-se e compra-se à mínima noticia e isso pode servir de acendalha a algo muito pior. Catastrófico. Pior que isto, não há dinheiro para emprestar. Bancos não negoceiam com bancos, por medo de incumprimentos.
 
Momento 4º
19 de Setembro - Os salvadores da pátria, Paulson e Bernanke, lançam um plano para salvar todo o sistema financeiro Americano, hence o mundial! (decoupling anyone?!?! LOL!);
- 50 mil milhões de dólares para perdas em mercados monetários
- SEC bane o short selling em mais de 800 acções financeiras
- o grosso do plano é a compra de centenas de milhares de milhões de doláres de hipotecas que são detidas por imensas empresas em Wall Street ( parecido com o que aconteceu nos anos 80 com a Savings&Loans); tirando estas hipotecas tóxicas dos balanços destas empresas, o Governo Federal espera devolver a confiança no mercado e recomeçar o fluxo de crédito na economia...
 
Algo como isto nunca foi tentado!!!
A Bolsa sobe nessa Sexta... Como nunca na história! A semana acaba como começou. E assim se passa a semana numa montanha russa. Apenas o facto de estarmos tão perto da história, não nos dá a lucidez para ter a noção de quão grave é o que se passa à nossa volta. E ainda a procissão vai no adro....
Siga para bingo!
 
* com Guilherme Diaz-Bérrio, Business Week, Financial Times, The Economist
** revisão por AB

 



uma psicose de jfd às 16:25
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41 comentários:
De Paulo Colaço a 24 de Setembro de 2008 às 16:54
Correcção: eu não procedi a qualquer revisão.
Aliás, nem me sinto autorizado a rever um texto desta natureza, assinado por duas criaturas conhecedoras.
Apenas dei sugestões de formatação.

"e que comecem os jogos"...


De Guilherme Diaz-Bérrio a 24 de Setembro de 2008 às 17:18
complexos credit default swaps com a nata das Instituições Financeiras Mundiais! O que são? Não interessa explicar, mas o Guilherme fará um comentário sobre isso.

Credit Default Swaps(CDS), numa lógica muito simples, apólices de seguros. O activo a ser segurado neste caso é uma obrigação de empresa XPTO.

Um "segurador" vende uma Credit Default Swap a um detentor de uma obrigação de determinada empresa. Em troca, esse detentor paga um "prémio", sobre o valor seguro. Se a empresa entrar em falência, o "segurador" é obrigado a pagar o valor da apólice. (note-se: obrigações são os activos mais seguros se é só se forem detidas até à maturidade. Nos "entretantos", o preço varia de acordo com o risco percebido pelo mercado e o risco de taxas de juro, logo uma CDS é uma instrumento que oferece certeza num ambiente de incerteza).

Este mercado cresceu. Imenso. O mercado de CDS hoje vale 62 biliões de dólares (por comparação, o PIB mundial vale 55 biliões de dólares e o crédito total mundial vale 31 biliões de dólares, logo algo vai mal aqui). Como é que aqui chegámos? As CDS são transaccionadas em OTC.

Para quem pergunta: "OT...quantas?" OTC é um mercado Over The Counter, desregulado e sem back office central. Por comparação, do outro lado, têm por exemplo a Euronext - um mercado organizado, centralizado (em torno de uma empresa, a NYSE Euronext, cotada em Frankfurt e Nova Iorque). A maior diferença é o backoffice e o facto de o preço em mercado organizado é público.

Não me confundam, acho que um mercado OTC (desregulado, como OPEX, em Portugal) é extremamente útil. Permite a empresas pequenas financiarem-se e terem acesso a capital que de outra forma não teriam. O problema é tamanho. E isso vesse: quando uma empresa adquire tamanho > n, passa para mercado organizado, saindo de OTC. Isto faz sentido: size matters, os mercados são sistemas complexos, e como tal adquirem assimetrias de informação. Essas assimetrias devem ser combatidas, sob pena de "destruirem" o mercado (selecção adversa, problema principal-agente).

O que eu não entendo é como é que se deixou que as Credit Default Swaps - um instrumento válido e com sentido - ganhassem o tamanho que ganharam permanecendo em OTC. Não há informação, logo o mercado "treme" sempre com a possibilidade de um fecho de posições de CDS com uma grande falencia. Basicamente, a maior parte dos "seguradores" estão apertados e ninguém sabe quem deverá o que a quem... e aqui, os reguladores falharam de uma forma muito grave!

Já cá volto (quando ganhar um pouco mais de tempo *pff*) para explicar o que aconteceu à AIG e na última semana, para "não economistas".



De Nélson Faria a 24 de Setembro de 2008 às 18:16
jfd,

Keep the fact straight: foi Bush que anunciou ao País e que apresenta o plano. E continua a falar dele quando é necessário.

Mas terão de ser os seus capangas a defender o plano perante o congresso. Como sabes, o Presidente não negoceia directamente com o congresso a aprovação de leis.

http://www.realclearpolitics.com/video_log/2008/09/bushs_statement_on_the_economy.html


De Nélson Faria a 24 de Setembro de 2008 às 18:26
Eu não gosto desta ideia, mas tendo a acreditar naqueles que me dizem que não há outra forma.

Já antes o tinha dito que a crise que atravessamos não tem solução convencional, pois nunca estivemos perto de uma crise como estas. É o assunto a que tenho dedicado mais tempo de leitura e estou muito longe de compreender toda a abrangência. O que é preocupante é perceber que ninguém tem esta visão.

Sou um defensor de um Estado regulador, não de um agente económico; mas forte o suficiente para intervir quando tem mesmo de o ser.

Só peço é que quando (e se) a economia recuperar graças a esta intervenção, os contribuintes sejam ressarcidos pelo sacrifício que agora fazem.

P.S. Não é com o meu dinheiro que estão a brincar, mas todos nós sabemos como os governos gostam de se imitar uns aos outros.


De Guilherme Diaz-Bérrio a 24 de Setembro de 2008 às 19:35
Ai é que tu te enganas: esta não é a solução (seja do Bush, Paulson, Bernanke...)

O recente plano da Reserva Federal é, no minimo, ingénuo. A Reserva Federal quer dar (estão a ler bem, dar) 700 mil milhões de dólares a Wall Street.

Mas ele cria um grande problema adicional. Em primeiro lugar, a confiança no sistema. Isto é o “livro de regras do Japão” (e todos sabemos como essa feliz história acabou), com uma pequena diferença: o Japão tinha 30% de taxa de poupança. Os EUA são dependentes de “financiamento externo” e, em última análise, do seu Rating AAA. Ou melhor, da percepção do seu rating, porque mesmo que não o alterem, alguém julga que os investidores não vão exigir maiores prémios de risco, depois de medidas dignas de países como a Rússia, o Paquistão ou a Venezuela?

Uma solução alternativa:

Antes demais, identificar as empresas “grandes demais para falhar”, algo que não é muito dificil de avaliar. Recapitalizar as instituições trocando capital próprio (acções) pelo dinheiro dos contribuintes (a usar a solução “bailout”, ao menos que se faça como deve de ser). Podem colocar a questão - tal como Bernanke colocou no Senado, ontem - de que os bancos não vão querer participar. Desculpem meus caros mas, neste caso, não devem ter escolha!

Os accionistas actuais seriam “eliminados” (ou seja, o valor de mercado da empresa seria transferido para o balanço da empresa, recapitalizando-a). Em alternativa, para não ser muito mau, podem dar aos accionistas “deep out of the money warrants” (basicamente, para leigos: opções de compra futura de acções com o preço muito afastado do preço actual, de modo a dar incentivos aos accionistas e gestores, de modo a recuperar o dinheiro, a portarem-se bem). A dívida necessita, obviamente de ser reestruturada. Junior Debt apanha com uma “corte de cabelo” profundo (chama-se na giria “debt haircut”, ou seja, divida que vale hoje 100, é cortada, e passa a valer 80, seria um “hair cut” de 20 por cento). Isto porque os obrigacionistas também têm que aprender uma coisa: risco pagasse e due dilligence é essencial. Senior Debt (a primeira na linha de “pedidos” em caso de falencia) também é reestruturada: Secured Senior Debt deixa de ser Secured (ou seja, deixa de ter um “hipoteca” sobre o balanço).

Este processo tem duas consequências: permite que empresas alavancadas em ratios de 1 para 40, se recapitalizem (à força, admita-se) e desalavanquem para ratios próximos do 1 para 4, e torna as obrigações destas empresas mais “inseguras”. Isto tem um efeito benéfico: se há coisa que se aprendeu, ou se devia ter aprendido em 1998, foi que instituições demasiado grandes (que cresceram principalmente por má politica de juros, aka taxas a 1% nos EUA!!) são uma “externalidade negativa” para o sistema. A reestruturação acima tornaria as obrigações de empresas “potencialmente grandes de mais para falhar” demasiado arriscadas, subindo o seu prémio de risco. Seria uma especie de “imposto” que o mercado criaria sobre o tamanho, limitando o crescimento de futuros “gigantes alavancados”, também conhecidos como “too big to fail”.

Pessoalmente, preferia deixar o mercado ajustar sozinho como aconteceu na Coreia do Sul. Mas admitamos que os EUA são um nadinha maiores e mais “centrais”. Não convém a ninguém termos um dólar a cavar um buraco até ao outro lado do planeta.
Logo, a fazer um bailout, ao menos que se faça um com pés e cabeça: inflingindo a maior dor a quem prevaricou, não hipotecando o contribuinte responsável e dando um sinal ao resto do mercado, que sozinho incorporará essa lição - não é preciso começar a legislar à parva.
Considerações de risco moral não devem ser atiradas à janela nestas alturas. Aliás, é nestas alturas que se deve ter essas considerações em maior conta…


De Guilherme Diaz-Bérrio a 24 de Setembro de 2008 às 19:36
A questão essencial aqui é alavancagem. Não discutindo de quem é a culpa desta trapalhada (Reserva Federal…mas é um tema batido e, espero eu, começa a ser óbvio. Ou pelo menos devia ser para qualquer pessoa com dois neurónios activos!), a questão aqui é simples:
O “mercado” destes activos falhou por assimetrias de informação. Comprador não sabia onde andavam os esqueletos, vendedor não quis dizer (estou a sobre simplificar, mas o ponto central é mais ou menos este). Quem vende - bancos - que um preço justo (para os seus balanços, entenda-se). Quem compra quer um preço que reflicta a realidade do mercado imobiliário (ou seja, que é uma bolha monstra, e que ainda tem mais 25 por cento para cair). Ok, o Estado poderia entrar como “market maker”, oferecendo um preço mínimo aos bancos, mas os balanços dos bancos simplesmente não aguentam esse golpe.

Repara que, durante o último ano foi sendo feita uma brincadeira (eu diria fraude, mas vamos ser “simpáticos”):
Na ausência de preço “publico”, os bancos foram autorizados a fazer “mark to model”. Ou seja, “façam lá um modelo para dar um preço que vos convenha”. Isto chama-se, segundo os standards deles, Level III accounting (sendo Level I, mark to market, Level II mark to observable inputs)
Por exemplo, a Goldman Sachs tinha em Agosto último 72 mil milhões de dólares nesta conta. A conta de capital próprio, por exemplo, só tem pouco menos de 50 mil milhões de dólares. Embora válida, a ideia de Holman Jenkins - e outros, diga-se de passagem - divulgaria um “preço publico”, logo estes 72 mil milhões de dólares tinham de ser transferidos para mark to market (e mesmo que não fossem, os investidores não são assim tão burros). Ora, os valores actuais em Level III em wall street “assumem” um preço médio de 80 centimos, logo estamos a falar dum potencial “write off” de 70% daquelas contas. A Goldman por exemplo, ficava à beira da falência.

E mesmo sem esse write off oficial, tinhas uma corrida dos fundos às suas contas. Repara que o principal problema aqui é a alavancagem excessiva de balanços (com dívida a “preço de saldo”, cortesia do sr. Greenspan e pupilo Bernanke). Logo, embora valida, os bancos não aguentam esse golpe.

É exactamente por isso que vários economistas concluiram: este plano actual só funciona se se pagar um “preço justo” (justo para os balanços dos bancos). Dai o meu comentário: estás a DAR 700 mil milhões a bancos, sem contrapartida alguma.


De Guilherme Diaz-Bérrio a 24 de Setembro de 2008 às 19:37
E quanto a não seres tu a pagar, eu parava duas vezes para pensar nisso:

Não será possível evitar uma recessão nos EUA. Esta é alias necessária. Os EUA estão hoje demasiado endividados ao exterior, com uma posição externa insustentável. A única razão pela qual o dólar ainda não cavou um buraco até ao outro lado do planeta (desculpem-me a expressão) é o seu (ainda) estatuto de moeda de reserva, o que, em português corrente significa que os bancos centrais à volta do mundo têm suportado aquela dívida e aquela moeda.
Não estamos a falar de trocos. Só no último ano, os bancos centrais dos países do Golfo Pérsico, União Europeia, China e Japão, mantiveram o “motor de crédito norte-americano” a funcionar. Esta foi a única razão, não a política da Reserva Federal. Os dados são públicos Flow of Funds Data) e mostram que os EUA têm qualquer coisa como 16 biliões de dólares de divida privada. O que os bancos centrais do resto do mundo na prática têm feito é emprestar dinheiro ao consumidor norte-americano para pagar os juros deste ano (no que Brad Setser , ex-economista do Tesouro Norte-Americano e do FMI, durante a crise asiática, chama de quiet bailout ”). Ao todo, só este ano, o resto do mundo “emprestou” 1000 dólares a cada americano para este servir a sua dívida e manter os mercados de crédito a funcionar.
A única forma de resolver a situação de forma definitiva é aumentar a poupança (e reduzir divida constitui um acto de aumento de poupança) e a única forma é reduzir o consumo. Uma recessão é não só inevitável, como desejável. Não há “boas” soluções para este problema.


De Guilherme Diaz-Bérrio a 24 de Setembro de 2008 às 19:41
PS: peço desculpa pela extensão dos comments, mas esta matéria é, infelizmente, complexa até para Economistas... quanto mais para quem não seja da área.


De jfd a 24 de Setembro de 2008 às 21:00
Não Nelson
Bush fez um breve anúncio. Dias depois da crise já estar em alta. Se fala não interessa o que diz.
Decidiu-se que a sua linda cara e melhor retórica não dá nenhuma confiança à Street.
Tiveram dias a perguntar "Onde está o Presidente?"

Se soubesses do que dizes saberias que nos últimos dias têm chamado a Paulson CEO dos EUA, ou CFO do Mundo.

Mas pronto continua com os teus factos, e be happy!

McCain suspendeu a sua campanha há momentos. Sabes porquê? Porque não tem ponta por onde se lhe pegue. Mas pronto, brilhante jogada politica, Obama teve de ir atrás. É o furacão all over again.

Quais são os teus factos ?
Give me a break.



De jfd a 24 de Setembro de 2008 às 21:04
Eu não gosto desta ideia, mas tendo a acreditar naqueles que me dizem que não há outra forma.

Já agora Nelson Faria, quem são estas tuas fontes iluminadas que te informam? Queres partilhar?


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