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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

FMI Vs Capitalismo

Ricardo Campelo de Magalhães, 23.07.11

Claro que para 99% da população Portuguesa, o FMI é uma entidade ultra-liberal que defende um capitalismo total e sem princípios em que só os senhores do dinheiro beneficiam.

Cansado de dizer o contrário (é dominado por Socialistas e só deturpam as leis do mercado!), desta vez deixo o papel de exposição dos ataques do FMI ao Capitalismo à Newsweek. Vale a pena ler o artigo:

 

More Harm Than Good

 

 


 

 

Ex-ce-len-te!*

jfd, 22.07.11

 

 

O quarto poder

 

O Dono

Grande parte das notícias são rumores perigosíssimos, provenientes de pessoas que se acovardam". Quem fala assim sabe do que fala.

O Dr. Balsemão, empresário da comunicação social, sabe da realidade com que lida. E acrescenta ele, "as fontes jornalísticas, cada vez mais, não dão a cara e inventam factos".

Um saber de experiência feito, dado os vários meios de que é dono na comunicação social. Imagine-se o que era, por exemplo, o ‘Expresso’, com base apenas em fontes, publicar uma história com detalhes que vão quase até ao minuto sobre uma intriga política. Corria o sério risco de, uns números mais tarde, contar de outra maneira a mesmíssima história.

Fontes são fontes e como diz o Dr. Balsemão, inventam os factos. Eu lembro-me sempre do famoso episódio da ‘vissichoise’ e por isso, quero sempre documentos, provas assinadas, autenticadas. As notícias não podem ser desmentidas. E também, porque há "novos poderes que utilizam os media para os seus próprios fins", como alerta o Dr. Balsemão, a pessoa certa para o assunto, digo eu, que sou dona só de mim própria.

 

* ou quem escreve assim não é gago... de todo! Em Grande!!!!

 


Colossal semana... De disparates

jfd, 22.07.11

A semana chega ao fim. Os jornalecos, os comentadores do costume... À fartazana. Em volta do que disse ou não disse Pedro Passos Coelho.

Como não há por onde pegar, foi por aqui. E já havia valores e tudo. Vale tudo para vender jornais ou ser escolhido para comentar e ter a sorte e privilégio de levar com pó ou base e poder abrir a boca num canal qualquer da nossa TV.

Enfim. Vai ser assim a silly season? Seja. Cá estarei eu e muitos outros que como eu sabemos o que interessa. Os cães ladram e ladram e continuam a ladrar. É ruído. Simples e para Português se entreter. 

Mas não se julgue que os jornais e comentadores e as tvs são idiotas úteis. Sabem bem o que não querem e o que querem. E vejam como se têm comportado. E façam os vossos julgamentos. Retirem as palas. E vejam com olhos de olhar e oiçam com ouvidos de ouvir. Ou melhor, escutem!

O destaque é meu, a fonte está aqui.

 

Não tenham dúvidas, para mim não foi uma surpresa, mas há muitas pessoas que ficaram surpreendidas com o desvio que encontraram face aquilo que foi criado como expectativa pelo governo anterior”, afirmou Passos Coelho.

O primeiro-ministro disse ainda que “o trabalho que o Governo vai ter que fazer para recuperar o desvio que existe quanto as metas orçamentais que estavam previstas é colossal. É realmente muito, muito grande”.

I dag er vi alle norske – Hoje, todos somos Noruegueses

Miguel Nunes Silva, 22.07.11

 

 

 

Caso o que aconteceu em Oslo seja responsabilidade de terroristas, a Noruega terá agora a infeliz honra de se juntar à Rússia, Espanha e Reino Unido como mais um país Europeu vítima do terrorismo islâmico.

 

Dois aspectos importantes a ter em conta:

 

1 – a Noruega está presente no Afeganistão e ao largo da Somália em missões defensivas. Não foram os Noruegueses que atacaram o Afeganistão ou consentiram que uma organização a operar a partir do seu território o fizesse. Não foram tão pouco os Noruegueses que iniciaram a guerra civil na Somália ou que são responsáveis pela pirataria na zona.

 

2 – Retirar destas missões em curso seria dar legitimidade a terroristas. Se há mensagem que vale a pena enviar neste momento, é que o terrorismo deve ser combatido em todas as circunstâncias e não apenas quando é conveniente.

 

Tal como os Noruegueses, Portugal está presente no Afeganistão e na Somália e temos por isso de reflectir nas consequências e ramificações deste evento.

Ainda que a participação de Portugal nestas missões seja passível de debate, aquilo que estará agora em causa é a resposta política a este ataque e essa resposta na Noruega ou em Portugal nunca poderá ser o medo.

Cem dias de Mudança

jfd, 22.07.11

 

 

Para comemorar os Cem dias de Mudança, partilho com vocês algo que o meu caro psicótico fundador e EX-ab Paulo Colaço fez o favor de partilhar com a psicolista recentemente.

 

Eu não teria escrito melhor, por isso ficam aqui as palavras do autor. Dedico aos aziados, descrentes, chateados e simplesmente velhos do Restelo:

 

O ministro das Finanças fala pausadamente, num estilo minucioso e com uma polidez fora de moda. Pois está péssimo: há quem lhe encontre alguma sobranceria e ache que o governante, de tão explicadinho, está a ser paternalista com os jornalistas e os deputados e a insultar a inteligência dos índigenas.

O ministro da Economia prefere que o tratem pelo nome próprio. Pois é um desplante: há quem ache que um governante que prescinde do título académico (mesmo quando, como já sucedeu, não o possua) não se dá ao respeito e deve ser achincalhado na praça pública.

A ministra da Agricultura apelou à moderação na utilização do ar condicionado e aconselhou os funcionários do ministério a abdicarem da gravata. Pois é incrível: há quem ache que a ministra aterrou esta semana de Marte onde a poupança de energia é um problema real, ao contrário do que sucede neste país iluminado pela Providência Divina.

Ser pontual, valorizar a pedagogia, subordinar o título académico ao conhecimento, adoptar práticas que representam uma opção pela poupança e pela eficiência energética, não são, obviamente, um programa de governo. É preciso muito mais e exige-se muito mais a um Executivo.

Mas todos estes pequenos gestos de mudança constituem boas práticas pouco reconhecidas em Portugal. Não deixa, porém, de ser relevante o facto de os primeiros a criticarem, de forma corrosiva e ‘blasé', estes primeiros sinais, serem personalidades que têm responsabilidades na formação da opinião pública.

É um defeito português, e uma desvantagem competitiva, esta tendência para condenar ao ridículo qualquer idiossincrasia de um governante ou pequeno gesto de mudança de um governo.

Refém das aparências, deslumbrada com o aparato da forma que o anterior primeiro-ministro usou até à exaustão, boa parte de nós tende a aceitar a prepotência, a opacidade e até a mentira. Mas, conservadores empedernidos, não perdoamos que as coisas - mesmo as pequenas coisas - deixem de ser o que sempre foram.

Chegar atrasado, falar em velocidade de cruzeiro, exigir ser tratado por doutor ou desvalorizar os pequenos actos quotidianos que nos tornam melhores cidadãos, parecem, ironicamente, requisitos indispensáveis para desempenhar um cargo público. Mas, não o são num país civilizado e desenvolvido. Eis um enorme defeito português: não perdoamos, e até achincalhamos, as pequenas mudanças que nos irritam. Mesmo quando não sabemos porquê.

 

 


Miguel Coutinho

 


 

 

economico.pt

Bairrada!

jfd, 18.07.11

O sangue escorre, o suor pinga e os vampiros deliciam-se,

Está tudo histérico com um não caso em que o Governo é claro no esclarecimento.

Tenho pena que o Primeiro-Ministro tenha falado do mesmo. É demasiado cândido e solicito.

Deveria ter ignorado o jornal que quer é vender, a televisão que nos quer é entalar e os pundits mais ou menos relevantes que querem é quem os leia.

Com tanta coisa importante, o que interessa é um convite, desconvidado e um SIS que não foi convocado? Tudo isto porque alguém quer encontrar uma nódoa onde não existe? Vai ser assim a silly season? Cresçam senhores.

E o que mais me mete graça é o fogo amigo, quem anda às custas de casoides e factoides à procura de formas de ventilar frustrações e a tentar um auto-heimlich para assim se livrarem de sapos já engolidos. Cresçam senhores!

O stress da verdade... tudo o resto é conversa!

jfd, 16.07.11
Failures:
Spain:    Caja de Ahorros del Mediterraneo
          Banco Pastor
          Banco Grupo Caja3
          Unnim
          CatalunyaCaixa
Greece:   Agricultural Bank of Greece
          EFG Eurobank Ergasias
Austria:  Oesterreichische Volksbanken

Near-failures with 5 percent to 6 percent core Tier 1:
Espírito Santo Fin Group
Marfin Popular Bank
Piraeus Bank Group
Nova Ljubljanska Banka
Banco Popular Español
NovaCaixaGalicia
Bankinter
Banco Comercial Português
BFA Bankia
HSH Nordbank
Hellenic Postbank
Norddeutsche Landesbank
Grupo Banca Civica
Caixa Ontinyent
Banco Popolare
Banco de Sabadell
*aqui