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Este Governo tomou a medida, em ano eleitoral, de ser dada a possibilidade de as autarquias serem dispensadas de promover concursos públicos para obras até 5 milhões de euros.
O caminho para a corrupção começa aqui...é inadmíssivel esta situação e carece de combate político por parte da oposição.
Amigos onde estão? Tenho aqui uma encomenda no valor aproximadamente de 4.999.999 Euros interessados?
A globalização tem sido liderada por ocidentais aventureiros e empreendedores.
Começou com a revolução nos transportes.
Mais tarde, a revolução nos meios de informação teve um impacto, ainda maior na sua difusão.
As revoluções desencadeadas têm tido em comum o facto de terem permitido unir pessoas, mercadorias, serviços e ideias a pessoas, empresas e instituições.
Talvez comece a ser tempo de se conjecturar a hipótese de uma outra revolução, que exija que os governos colaborem para servir os seus cidadãos num mundo cada vez mais competitivo e interdependente: a revolução na regulação, de modo, a facilitar o movimento de capital e recursos. Dos líderes europeus e americanos aproveitarem esta oportunidade para estreitarem parcerias em matéria de regulação e concorrência. E, de o fazerem com a mesma criatividade, dedicação e cooperação que os seus antecessores.
Durante séculos, o capital, a tecnologia e os serviços têm fluído, a um ritmo crescente, de forma horizontal – alinhando com o principio da economia de mercado de Adam Smith, a teoria da vantagem comparativa de David Ricardo e a ideia de destruição criativa de Joseph Schumpeter. Os mercados, tecnologias e empresas são, por natureza, horizontais. E é esta ideia de comércio internacional que está na base da experiência europeia
As sociedades mais ricas, distinguem-se, normalmente, por terem sistemas de regulação eficazes. Um dos elementos chave para liderar a competitividade no século XXI será a capacidade e intensidade com que Governos, que funcionam com estruturas verticais, em articulação com as suas indústrias, transitem para regulação “horizontal”, normas e regulamentos internacionais. Preservando, todavia, um tecido competitivo saudável, no mercado interno. Mais que as tarifas, as normas e regulamentos serão os verdadeiros obstáculos ao comércio internacional do século XXI. A recente crise financeira revelou falhas nesta matéria que podem ser entendidas como um alerta de que Politicas de Regulação “inteligentes” são um dever.
Será possível, ou fará sentido, acelerar o ritmo da cooperação transatlântica em matéria de regulação, para que UE e US continuem a liderar num mundo cada vez globalizado?
Manuela Ferreira Leite desafiou, ontem, José Sócrates para um debate. Segundo a líder do PSD, "assistimos em poucos dias ao desmascarar das políticas prosseguidas pelo Governo nesta Legislatura" e, como tal, assente no pressuposto de que o seu partido tem apresentado alternativas e alertado para os erros do Governo, defende que este debate será uma forma de contrariar a postura do Governo que "usa a sua máquina de propaganda para deturpar ou encobrir as propostas do PSD".
Entretanto, Sócrates já mandou dizer, por Augusto Santos Silva, seu mensageiro mais activo nos últimos tempos, que o Primeiro-Ministro "debate na Assembleia da República (...) todos os quinze dias" e que "não é uma responsabilidade do Governo o facto de a drª Manuela Ferreira Leite não ser deputada do PSD".
Em resposta, Aguiar Branco, pelo PSD, perguntou "De que tem medo o Primeiro-Ministro?". Eu, que já algumas vezes critiquei o actual Vice-Presidente do PSD concordo agora com ele e reforço a pergunta! É que me parece que este debate poderia não servir a MFL (debates não são o seu forte), poderia não servir a Sócrates (Economia é a especialidade da sua adversária) mas serviria pelo menos para os Portugueses verem esclarecidas algumas das suas dúvidas sobre quem escolher em 2009.
Costuma-se apelidar de direito adjectivo todo aquele que se ocupa de regular os trâmites procedimentais e processuais, seja de que ramo específico for, ou seja, todo aquele que não verse sobre a substância das coisas, como de contrário é o direito penal, ou civil, ou comercial, etc. (esta noção não é tecnicamente perfeita, mas serve para o caso concreto): é o chamado direito processual.
Serve isto para dizer o quê? Bom, depois de ver mais uma acção de propaganda socratiana neste paraíso tecnológico em que se ameaça tornar o nosso cantinho à beira-mar plantado, lembrei-me da verdadeira (falta de) essência deste governo.
Dando de barato que a rede a 100 megabits seja uma medida importante para o futuro das comunicações no país, da mesma forma concedendo que a internet é um instrumento fundamental para o presente e futuro das nações, ainda assim, causa-me uma certa urticária ver propagandeado este "histórico" (porque não épico e sobre-humano também?)acordo como a 1.ª medida anti-crise do governo! A sério?! Isto!? Então e o desemprego? E a crise (que apareceu mesmo depois do ministro Pinho a ter avisado que não houvera sido convidada para o festim)? E o défice (invenção ferreira leitiana que impede outros voos a esta ilustre gente)???
Depois do Magalhães, dos e-escolas, e doutros desvarios tecnológicos, sobra-me a questão, mas para que é que tudo isto serve. A internet é um meio ou um fim?! Os computadores são meios ou fins em si mesmos?! É que pelo gáudio circense com que cada novo "gizmo" é distribuído por Sócrates, fica-me a impressão de que aquele homem pensa que o trabalho está feito, que agora os portugueses que se amanhem "eu já lhes dei a cana, agora eles que pesquem". Parece que se esquece que "as águas" onde (n)os abandona é tão rica em vida como o Mar Morto.
Pois bem portugueses, bem podem lançar as canas, que o máximo que pescarão serão uns pouco simpáticos adjectivos para qualificar este governo adjectivo...
Um dos meus assuntos favoritos! Os reguladores e fiscalizadores deste país.
Uma vez mais vem a Autoridade da Concorrência descurar os consumidores, manter o mercado como está e descurar a livre iniciativa de um player para manter o mercado de queixosos. Neste país o mercado não funciona. É tudo protegido. Há almofadas para tudo.
Mesmo tratando-se de uma empresa que concorre com a empresa que me dá trabalho há mais de uma década, não posso deixar de louvar a iniciativa. Espero que estes três meses passem depressa e sejam bem justificados. Este País às vezes só me deixa triste. São os consumidores que escolhem onde querem ver os filmes!
Que se criem remédios que se criem condições, mas que se pense no consumidor se se quer travar o livre mercado, de resto; DEIXEM O MERCADO TRABALHAR!
O cartão MyZONCard foi suspenso por três meses pela Autoridade da Concorrência, na sequência da queixa do produtor, distribuidor e exibidor de cinema Paulo Branco. "É uma vitória do bom senso e de todos os outros operadores cinematográficos", disse ontem Paulo Branco, segundo o qual a potencial existência de 40 milhões de bilhetes gratuitos anuais levaria ao encerramento das salas de cinema da concorrência. No âmbito da campanha, que será analisada nos próximos 90 dias pela AdC, a empresa já enviou 500 mil cartões a assinantes da TV Cabo. Salientando a posição dominante da ZON na distribuição e exibição de filmes, Branco congratulou-se com a rapidez da AdC, pois a queixa foi apresentada há dez dias. Por seu lado, a ZON considera a decisão "injustificada e lesiva dos interesses dos consumidores", prometendo recorrer "através dos meios legais adequados". O seu director de Comunica ção disse que os advogados estão a analisar o caso e defendeu que a AdC "não estará na posse de todos os dados". No entanto, "não resta, para já, outra alternativa" que não a suspensão da oferta de bilhetes de cinema aos detentores do MyZONCard, que tinha entretanto começado.
http://www.concorrencia.pt/download/comunicado2009_01.pdf
George W. Bush anunciou a criação no Pacífico de uma área protegida de superfície equivalente à de Espanha.
Bush protegeu a zona oceânica maior do mundo ao declarar "monumento nacional marinho": os recifes de coral das Ilhas Marianas, o Atol Rosa e um arquipélago do Pacífico.
Totalizam uma área de 505 mil quilómetros quadrados.
Os anúncios foram elogiados pelos defensores do meio ambiente que criticaram a Presidência de Bush pela sua oposição às quotas contra o aquecimento global.
Para os cientistas, a classificação anunciada hoje abre "perspectivas magníficas", disse Roger McManus, vice-presidente do Grupo Internacional de Protecção e Conservação do Meio Ambiente.

E é hoje, dia de Reis, que aumento o meu nível de psicose, ao postar o primeiro texto no Psico!
Antes de mais, quero agradecer ao Paulo Colaço o convite que me endereçou, em nome do blog e de todos os psicóticos residentes. Não posso deixar, também, de agradecer os votos de uma boa psicose que recebi de muitas pessoas. Agora, resta-me corresponder às expectativas. Obrigado a todos!
Hoje a palavra do dia é recessão. Não se fala de outra coisa senão da crise económica e financeira, das trapalhadas dos bancos "criminosos", do "ano das tormentas da crise".
Não posso deixar de estar preocupado com esta realidade, num momento em que todos começamos a sentir a crise e a tomar consciência de que o problema está mesmo a entrar pelas nossas casas.
Porém, nos últimos dias, não consegui ficar indiferente ao que se passa na Faixa de Gaza...
Um território de 40 km de comprimento e 6 km de expansão onde (sobre)vivem mais de milhão e meio de pessoas! O local com maior densidade populacional do planeta, que se vê numa situação miserável, fruto de um conflito que, alimentado há anos, não parece ter fim à vista.
O conflito israelo-árabe toma, nestes tempos, proporções gigantescas. Estão em causa centenas de milhares de vidas civis que nada têm a ver com as disputas de poder que motivam esta guerra.
Israel é um Estado soberano que tem todo o direito a responder a ameaças efectivas vindas do exterior contra o seu território e contra o seu povo.
Neste momento, o importante, para além de encontrar um caminho para o cessar-fogo na Faixa de Gaza, é mobilizar a comunidade internacional para a ameaça que se afigura ser o Hamas e a força armada da Palestina. O alvo desta guerra deve ser o Hamas e os seus dirigentes, que alimentam o ódio contra a comunidade israelita, apoiados por Governos radicais que fomentam o clima de instabilidade, com apoios políticos e militares a uma "guerra santa" repugnante.
Europa e Estados Unidos, bastiões da liberdade e da democracia, líderes do mundo ocidental, têm de assumir as suas responsabilidades! Urge tomar posição! Não podemos continuar a tentar ser amigos de gregos e de troianos.
Deixo aos psicóticos a reflexão: Tempos como o que vivemos não são pioneiros na história da humanidade. Como é que, hoje, se conseguirá uma verdadeira aliança internacional para vencer as dificuldades? É tempo de repensar todas as nossas estruturas? A nível internacional, vamos assistir a um agudizar da polarização Ocidente-Oriente? Para onde caminhamos?!