Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012
Pensamentos sobre negócios feitos à luz trémula das velas...

Questionado pela RTP sobre o caso investigado e divulgado pelo Público, acerca dos incrivelmente férteis negócios em comum entre PPC e MR, Ângelo Correia prontamente responde que não vê que o jornal Público esteja a revelar alguma coisa que seja criminosa.

 

Andamos tão habituados a situações deste género que já ninguém sabe onde está a fronteira.

 

O que salva estas almas é que a mão que embala o berço continua a boicotar medidas como a criminalização do enriquecimento ilícito ou o intenso combate à corrupção. E se forem publicadas, não se aplicam a todos.

 



uma psicose de Beatriz Ferreira às 20:22
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3 comentários:
De Paulo Colaço a 11 de Outubro de 2012 às 15:11
A fronteira tornou-se ténue, é verdade.
Pedro Passos Coelho diz que nunca pediu favores.
Eu conheço-o há demasiados anos para achar que os pediu, mas para cada um que conhece o nosso PM há 20 anos, há milhares indispostos a dar o benefício da dúvida.

Onde está a culpa disso?
Está, em primeiro lugar, no abastardamento do recrutamento político; em segundo, na crise de valores da própria sociedade; mas também está na incapacidade de gerir a comunicação que o Governo tem manifestado.


De ogrilofalante a 11 de Outubro de 2012 às 17:29
Há um ditado popular que diz: quando as galinhas cacarejem é sinal que há ovo. Não aconteceu o mesmo com Sócrates ou já se esqueceram?


De Beatriz Ferreira a 12 de Outubro de 2012 às 19:59
Eu não ponho as mãos no fogo por ninguém.


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