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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Endemismos futebolísticos e a palhaçada do costume

Rui C Pinto, 29.11.11

Declaração de interesses: não sou adepto de nenhum clube, tão pouco aprecio futebol. 

 

Um jogo de futebol é antecedido por uma guerra tensa entre os responsáveis institucionais de dois clubes de futebol... Um punhado de criminosos neo-nazis travestidos de adeptos sportinguistas provocam disturbios e vandalizam o Estádio da Luz. Os dirigentes desportivos trocam acusações imbecis entre si. 

 

Horas depois dos ditos incidentes tive oportunidade de ler, no meu mural do Facebook, reacções inflamadas de adeptos de ambos os clubes trocando acusações. E eu pergunto: até quando os adeptos de futebol vão branquar as atitudes criminosas das claques de futebol confundindo-as com actos de paixão desportiva? Até quando é que os adeptos vão contaminar o debate desportivo com a violência e a irracionalidade provocada por uma minoria? Cabe aos adeptos distinguir o desporto da ignorância e violência, já que, os dirigentes desportivos têm demonstrado ser mais irracionais que as próprias claques! Parece-me evidente o que diz Rui Santos: ou se acaba com as claques ou as claques acabam com o futebol

 

Os dirigentes do Sporting e do Benfica deviam ter unido as vozes em apelo ao fim da violência das claques. Os jogadores deviam, no final do jogo, ter condenado os actos de vandalismo que desviaram as atenções do próprio jogo. Continuando a alimentar a irracionalidade e a ignorância resta-nos esperar para ver a extensão do incêndio quando o "derby" se disputar em Alvalade... 

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