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PSICOLARANJA

O lado paranóico da política

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O lado paranóico da política

Quem se quer inscrever nesta campanha?

Catarina Rocha Ferreira, 16.11.11

 

“Se o amor global continua a ser uma utopia ainda que compartilhável, o convite a ‘não odiar’, a opor-se contra a ‘cultura do ódio’, representa um objectivo ambicioso, mas realista. Com esta campanha decidimos dar visibilidade mundial a uma importante ideia de tolerância, para convidar os cidadãos de todos os países, num momento histórico de grandes turbulências e não menores esperanças, a reflectir sobre como o ódio nasce, sobretudo, do ‘medo do outro’ e do que não se conhece.”

Alessandro Benetton, vice-presidente executivo do Benetton Group

 

 

Para além do grande golpe publicitário desta campanha, será que estes “polémicos e impossíveis beijos”, conseguidos através de imagens manipuladas e utilizadas sem o consentimento dos protagonistas, irão surtir os efeitos positivos que a Fundação UNHATE vem promover? 

O choque e a provocação são formas eficazes para se alcançar o amor global e o tal "unhate", ou fim do ódio?

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