Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011
Banqueiros Portugueses: Uma anedota

Banqueiros escrevam Carta a Bruxelas

Ninguém mais do que eu aqui é contra a nacionalização da banca.

Mas meus caros: vocês escavaram o buraco! Agora é tempo de entregar o comando a outros, voluntariamente (preferível) ou à força (como está a acontecer).

O Capitalismo tem regras: quem gere mal, SAI. Fora. Rua. Aspe, que já vão tarde.

Numa notícia relacionada: Banca Portuguesa afunda para mínimos históricos

 

A expansão do crédito levou a banca a lucros, bónus e detenção de empresas e património recordes. Chegou a hora de pagar o preço. Ou...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 12:30
link directo | psicomentar

13 comentários:
De jfd a 9 de Novembro de 2011 às 14:45
Completamente de acordo
O Capitalismo tem regras: quem gere mal, SAI. Força. Rua. Aspe, que já vão tarde
Ouvir os BCP a falar só dá vontade de rir...

|

De Ricardo Campelo de Magalhães a 9 de Novembro de 2011 às 19:58
Tu mata e eu esfolo!
"Capitalistas", dizem-se eles...

|

De ogrilofalante a 9 de Novembro de 2011 às 15:57
"O Capitalismo tem regras"

Discordo! Se realmente tivesse regras não estaríamos a viver esta crise. As regras que têm vigorado não passam de "leis da selva".

|

De Ricardo Campelo de Magalhães a 9 de Novembro de 2011 às 20:00
Selva é quando não há certeza jurídica e os incentivos são para os bancos serem "condescendentes" para "todos poderem ter casa" e não fazerem os checkings habituais aos potenciais compradores de casa (como agora estão a fazer, talvez até em demasia).

| |

De ogrilofalante a 10 de Novembro de 2011 às 12:35
"Selva é quando não há certeza jurídica..."


O que é isso? Com tribunais que demoram uma eternidade a fazer? (in) justiça. E quando se faz justiça, arranja-se sempre maneira de inocentar os poderosos mesmo quando têm "culpas no cartório". Como são poderosos, podem pagar a bons advogados para que estes contornem as leis. E quem faz as leis? Os senhores deputados que trabalharam e (ou) trabalham em grandes escritórios de advogados e que fazem as leis com lacunas para que quem puder pagar a bons advogados, consiga escapar às malhas (largas) da lei. Os "portugueses", estão fartos da justiça que têm!

| |

De Ricardo Campelo de Magalhães a 10 de Novembro de 2011 às 14:52
Não sabia que o David também era favorável à privatização de partes da Justiça!!!

Eu começaria por Tribunais Comerciais. E o David?

| |

De ogrilofalante a 10 de Novembro de 2011 às 17:09
Justiça privatizada? Nunca, jamais! Vocês querem não se enxergam! Querem tudo privatizado! Se agora já há injustiças com a justiça, então se ela for privatizada como será. Idade das trevas, nem pensar!

| |

De Ricardo Campelo de Magalhães a 10 de Novembro de 2011 às 17:14
Eu sou minarquista, e não anarquista, pelo que não quero privatizar TUDO. Rigor na linguagem aprecia-se. Há liberais e liberais...

Quanto a privatizações, é apenas uma questão de eficiência: as pessoas e os fins eram os mesmos, só que haveria incentivo para os cumprir.
Até parece que não sabe que no tempo dos Romanos até os colectores de impostos eram privados...

| |

De ogrilofalante a 10 de Novembro de 2011 às 17:30
"...no tempo dos Romanos até os colectores de impostos eram privados..."

Custa-me muito comparar o cobrador de impostos com o administrador da justiça. Quanto ao privado ser mais eficiente, porque não por o público tão eficiente como o privado? Interesses meu caro. Não há interesse em que o publico funcione bem.

|

De Guillaume Tell a 9 de Novembro de 2011 às 16:31
(Há urgência em fazer um texto para explicar o que é liberalismo, capitalismo e corporativismo)
"Se realmente tivesse regras não estaríamos a viver esta crise. As regras que têm vigorado não passam de "leis da selva"."

Treta, os bancos é que estiver livres das regras do mercado livre, ou seja regras que impõe por exemplo de prestar um bom serviço a um bom preço e caso não o seja és expluso do mercado pela força da concorrência (entre outras regras naturais). A banca foi subsidiada nos últimos 30 anos indirectemente pelo Estado que ao se endividar não parou de chamar por ela para manter modelos sociais, que nada tem de modelo e só de social para alguns privilegiados que são um encargo para os trabalhadores e empresários que respeitam as regras do mercado livre.

|

De Ricardo Campelo de Magalhães a 9 de Novembro de 2011 às 20:01
Eu sei q estou em falha... Sorry.

|

De IT a 9 de Novembro de 2011 às 16:35
Viva o Deutsche Bank! , melhor Heil !

Realmente estes cromos devem ser despedidos; os bancos fechados; e os nossos ricos dinheirinhos emigrarem para bancos decentes.

A razão pela qual estes bancos andam tão bem governados (cof, cof) é responsabilidade do Banco de Portugal -onde estava o Constâncio? ; e dos boys do Socas, que emprestaram dinheiro da NOSSA CGD, aos irmãos para comprar o BCP. Parece que os irmãos têm de se restringir ao terrorismo, à corrupção plítica e deixarem outros o ónus de gerir. Pelo menos a situação seria mais... mais discreta.


De Ricardo Campelo de Magalhães a 9 de Novembro de 2011 às 20:31
Bem eu responsabilizo-os a eles. Eles - os dirigentes - são os culpados: viram a oportunidade e desbastaram o país com crédito barato.

Claro que a oportunidade foi criada pelo BoP (Constâncio, portanto). E claro que os boys do Socas "forçaram" a CGD a emprestar a amigos.
Mas há pessoas que passam na rua, veem maçãs expostas sem vigillância, e não roubam. A oportunidade faz o ladrão, mas eles deviam evitar a tentação. E portanto eu culpo-os.


Comentar post

Notícias
Psico-Social

Psico-Destaques
Psicóticos
Arquivo

Leituras
tags
Subscrever feeds
Disclaimer
1- As declarações aqui pres-tadas são da exclusiva respon-sabilidade do respectivo autor.
2 - O Psicolaranja não se responsabiliza pelas declarações de terceiros produzidas neste espaço de debate.
3 - Quaisquer declarações produzidas que constituam ou possam constituir crime de qualquer natureza ou que, por qualquer motivo, possam ser consideradas ofensivas ao bom nome ou integridade de alguém pertencente ou não a este Blog são da exclusiva responsabilida-de de quem as produz, reser-vando-se o Conselho Editorial do Psicolaranja o direito de eliminar o comentário no caso de tais declarações se traduzirem por si só ou por indiciação, na prática de um ilícito criminal ou de outra natureza.