Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2012
Até no melhor pano cai a nódoa




uma psicose de Essi Silva às 15:55
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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011
Kadhafi, o defensor dos direitos humanos

Ousam duvidar? Podem ler o relatório da ONU, de 4 de Janeiro de 2011!Ora leiam:

De acordo com o relatório da 16ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, datado de 4 de Janeiro de 2011, “a protecção dos direitos humanos era garantida na Líbia; isto inclui não só direitos políticos mas também económicos, sociais e culturais”. O documento vai mais longe e fala da “experiencia pioneira no campo da distribuição da riqueza e nos direitos de trabalho”.
A delegação da ONU que visitou a Líbia “observou que todos os direitos e liberdades” estavam, na Líbia, “incluídos de forma coerente num quadro jurídico consolidado. As garantias legais formaram a base para a protecção dos direitos básicos do povo. Além disso, os abusos que pudessem ocorrer eram tratados pelo sistema judicial e os responsáveis levados à justiça. O sistema judicial salvaguardava os direitos dos indivíduos e era apoiado por outras entidades, acima de tudo o gabinete do Ministério Público.”

 

Sócrates é que era um visionário...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 18:05
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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010
Portugal no Conselho de Segurança da ONU

 

Portugal foi ontem eleito membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, depois da desistência do Canadá.

 

Esta é a terceira vez que Portugal tem assento no Conselho de Segurança, depois de ter sido eleito para os biénios de 1979-80 e de 1997-98.

 

A partir de 1 de Janeiro de 2011 o grupo dos dez membros não-permanentes passa a integrar: Brasil, Bósnia-Herzegovina, Gabão, Líbano e Nigéria, eleitos em outubro de 2009, e a África do Sul, Alemanha, Brasil, Índia e Portugal.

 

Está de parabéns a Diplomacia Portuguesa, em especial o ministro Luís Amado!

 

Nota do MNE sobre esta eleição: http://www.mne.gov.pt/mne/pt/noticiaspt/201010121900.htm

 

Esta vitória deveu-se em grande medida ao peso da CPLP, pelo apoio já dado ao Brasil para se tornar membro-permanente do Conselho de Segurança e pela ligação que Portugal tem a África, tendo em conta que a maioria do trabalho feito neste órgão versa sobre este continente. Contou ainda com o apoio da Turquia e de Cuba...

 

Existem discussões sobre a reformulação do Conselho de Segurança, que apresenta um desequilíbrio em seus membros na nova ordem mundial. Há uma corrente forte que pretende a entrada do G-4 - Alemanha, Japão, Brasil e India - como membros permanentes, mas resta uma nação africana. Este G-4 tem forte resitência de dos seus vizinhos: Paquistão (contra a Índia), Coreia do Sul e China (contra o Japão), Itália (contra a Alemanha), Argentina e México (contra o Brasil).

 

É esta a reforma que queremos? O aumento da representatividade no Conselho de Segurança das economias mais poderosas e das mais emergentes?

 



uma psicose de Paulo Pinheiro às 12:20
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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010
Política por Procuração

Na ONU existem ‘estados’ cujo maior valor é o de constituírem um voto na Assembleia Geral. Durante o século XX o número de estados aumentou dramaticamente e, sobretudo depois da segunda guerra mundial, o valor destes aumentou também visto que na ONU eles têm um voto que conta tanto quanto o das maiores potências.

 

Como em todas as ficções, a realidade acaba por se impor e assim se criou o Conselho de Segurança aonde as grandes potências têm assento permanente. Um outro artifício foi a criação de estados procuração através dos quais as superpotências podem contar com votos adicionais na Assembleia Geral.

 

Porque na realidade, como todos sabemos, uma qualquer república das bananas, não tem o mesmo valor de um estado-civilização como a China ou a Índia.

 

Assim, ‘territórios associados’ como a Micronésia ou as ilhas Marshall constituem uma reserva de voto dos EUA e durante a Guerra Fria, a Ucrânia e a Bielorrússia serviam o mesmo propósito para a URSS.

 

Mas o absurdo das ficções políticas também existe perto de nós. No parlamento Português, o Partido Ecologista ‘Os Verdes’ é uma tal ficção política. O PEV nunca foi sozinho a eleições nem nenhuma sondagem alguma vez o isolou do PCP para discernir a sua verdadeira abrangência de eleitorado. Aparentemente, os membros que o constituíram saíram do PCP para o formar de propósito e o seu programa nunca diverge ou entra em conflito com o do partido comunista.

 

A título de exemplo vejamos as barragens: a do Sabor foi duramente criticada, a do Alqueva não. Porquê? Porque o PCP obtém os votos que lhe permitem manter-se no parlamento, do Alentejo e o projecto do Alqueva é uma antiga reivindicação dos agricultores Alentejanos.

 

À direita, os conservacionistas apelidam ‘Os Verdes’ de “melancias” – verdes por fora, vermelhos por dentro.

 

O cúmulo desta ficção política são as audiências entre os partidos e o Presidente da República – aonde o PCP passa a contar com duas – e as intervenções na Assembleia da República – aonde o PCP intervém duas vezes sucessivas.

 

Em contraste, aliados do PSD como o PPM ou o MPT sempre foram partidos autónomos que o PSD graciosamente permite terem lugar no parlamento, através das suas listas.

 

Acho do mais mau jornalismo que pode haver, o facto das TVs privadas, aderirem a esta ficção política. Que a RTP o fizesse é uma coisa, a TV pública tem que – ou tende a – respeitar formalismos e ser institucional. Mas as TVs privadas também prestam atenção aos Verdes em claro detrimento de formações políticas mais pequenas que muito mais mérito possuem, por estar no combate político autonomamente e há mais tempo.

 

Em tempos de crise, o que é supérfluo é sacrificado. Vamos começar por algumas ficções.


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uma psicose de Miguel Nunes Silva às 19:08
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