Sábado, 15 de Dezembro de 2012
É pá... a sério... porquê?

:
: As tears go by - The Rolling Stones

uma psicose de José Pedro Salgado às 02:31
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Sábado, 13 de Outubro de 2012
Democratas na América: Al Gore a defender Obama

Obama teve uma má prestação no último debate. Pode ser surpreendente, até porque o opositor era Romney, mas dificilmente será algo digno de nota ou de uma risada. Agora, a desculpa dada por Al Gore... eu não consigo comentar. Só mesmo ouvindo:

Não terá sido o Aquecimento Global?


uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 08:43
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Terça-feira, 25 de Setembro de 2012
Obama Racista


uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 07:18
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Sábado, 8 de Setembro de 2012
Washington Times sobre as poupanças de Obama

Obama spins war costs to claim impossible savings.

President Barack Obama laid claim to a peace dividend that doesn’t exist when he told the nation he wants to use money saved by ending wars to build highways, schools and bridges. The wars were largely financed by borrowing, so there is no ready pile of cash to be diverted to anything else. …

OBAMA: “I’ll use the money we’re no longer spending on war to pay down our debt and put more people back to work — rebuilding roads and bridges, schools and runways. After two wars that have cost us thousands of lives and over a trillion dollars, it’s time to do some nation-building right here at home.”

THE FACTS: The idea of taking war savings to pay for other programs is budgetary sleight of hand, given that the wars were paid for with increased debt. Obama can essentially “pay down our debt,” as he said, by borrowing less now that war is ending. But he still must borrow to do the extra “nation-building” he envisions.

Ele estava a endividar-se para gastar na guerra.
A ideia é qual? Manter o crescimento da dívida só que agora para outras despesas?
E que tal abrandar o crescimento da dívida?

 

Quanto a Obama: Transparente? Honesto? Diferente? Please…



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 08:33
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2012
Obama 2016

Trailer do filme sobre Obama:

Apresentação do filme na CPAC 2012:

O filme para conhecer Obama e as suas raízes. A tese de D'Souza é que ele nasceu no Hawaii, mas que os seus tempos na Indonésia e as suas visitas a África - e mais concretamente ao túmulo do seu pai - tiveram um impacto profundo no seu pensamento e na sua determinação em seguir a carreira política. O Indiano D'Souza vê em Obama o que viu na sua família Indiana: uma opinião fortemente Anti-Colonialista que a maioria dos Americanos não conseguem identificar mas que ele ajuda a conhecer com este filme.

Ver o site do filme.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 07:36
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Sábado, 11 de Fevereiro de 2012
Hipocrisia Repulsiva

Repulsive progressive hypocrisy.

 

Excerto do último parágrafo:

I’ve often made the case that one of the most consequential aspects of the Obama legacy is that he has transformed what was once known as “right-wing shredding of the Constitution” into bipartisan consensus, and this is exactly what I mean. When one of the two major parties supports a certain policy and the other party pretends to oppose it — as happened with these radical War on Terror policies during the Bush years — then public opinion is divisive on the question, sharply split. But once the policy becomes the hallmark of both political parties, then public opinion becomes robust in support of it. That’s because people assume that if both political parties support a certain policy that it must be wise, and because policies that enjoy the status of bipartisan consensus are removed from the realm of mainstream challenge. That’s what Barack Obama has done to these Bush/Cheney policies: he has, asJack Goldsmith predicted he would back in 2009, shielded and entrenched them as standard U.S. policy for at least a generation, and (by leading his supporters to embrace these policies as their own) has done so with far more success than any GOP President ever could have dreamed of achieving.

Eu nunca gostei do Bush II. Infelizmente, Obama é mais e mais Bush III.

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 00:11
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
Democratas na América: Bill Maher sobre o seu público em estúdio

É conhecida a opinião favorável de Bill Maher por Ron Paul, sobretudo em Política Externa.

Ao menos este esquerda credita no que diz e é coerente.

Só ouvido. Escrito ninguém acredita.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 12:00
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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011
Republicanos na América (again)

Este Republicano negro é bem engraçado. Os Democratas racistas (se protestam Obama são racistas, certo?) é que não ficam tão bem na foto ;)

http://www.youtube.com/watch?v=4OlrlLZHKKY



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 11:30
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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011
6

Quantas Onças de Ouro tenho de pagar uma réplica do Índice de Dow Jones?

Ouro = 1800 USD, Dow = 10800 USD. Dividindo dá 6.

 

Era 40 quando George Warlord Bush entrou.

Depois de 8 anos de gastos em segurança social para particulares (Medicare - Part D & No Child Left Behind) e empresas (bailouts) e segurança militar (2 guerras, expansão das bases no estrangeiro e diversos programas de desenvolvimento de programas) passou a 10.

Ou seja, em 8 anos o índice perdeu 75%, quando medido em algo com valor e que ninguém pode imprimir à vontadinha.

 

Com Barack "Saint" Obama passou de 10 (duh, foi a seguir ao anterior) para 6.

Depois de 3 anos de gastos em segurança social para particulares (Obamacare) e empresas (mais bailouts e os kiwi ou QE's) e segurança militar (continuação das 2 guerras, uma terceira guerra e expansão das bases no estrangeiro) perdeu 40%.

 

Na minha Tese de Mestrado eu previ esta evolução. Muitos acharam improvável mas para mim sempre foi uma questão de tempo.

Se Bush passou de 40 a 20 e de 20 a 10, acho Obama perfeitamente capaz de destruir a economia o suficiente para passar a 5.

Só falta 1.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 23:30
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Terça-feira, 12 de Abril de 2011
Yuan tem de Desvalorizar

A China teve o 1º défice comercial em 7 anos.

 

 

 

Obama estava muito zeloso sempre a dizer aos Chineses que sempre que um país tem superavit tem de desvalorizar a moeda.

Será que agora vai pedir-lhes para desvalorizar.

Se for consistente, sim.

Mas conhecendo Obama, parece-me que desta vez vai optar pelo silêncio...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 08:13
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Terça-feira, 22 de Março de 2011
Moore Vs Obama

(imagem com link para artigo em Inglês)

 

Moore sempre foi um "pacifista".

Obama é um político "pragmático".

 

Depois da confusão com o aumento de tropas no Afeganistão, Moore vem agora criticar Obama pela sua decisão de atacar militarmente a Líbia.

 

Ao menos é coerente. Já não tem os defeitos todos.

Quanto a Obama, é mais e mais parecido com Bush: ambos se candidataram inicialmente contra o intervencionismo no estrangeiro (ver a plataforma de Bush), mas quando chamados a participar num ataque...

Vantagem de Obama: até agora, tem mantido o número de tropas no exterior, ao contrário de Bush que cometeu o erro de as aumentar. A ver vamos se Obama não cai no erro de Bush.

E já agora, se não cair, fica a pergunta: Não demonstra ele vontade de ficar também conhecido como um presidente "heróico"? O limite às tropas que coloca no exterior é ditado pela sua vontade, pela pressão dos seus apoiantes, ou pela crise financeira?

 

Por agora, o certo é que a grande coligação que elegeu Obama parece estar a abrir algumas brechas...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 20:22
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Quarta-feira, 2 de Março de 2011
Democratas na América (3)

 

 

E por fim, Obama.

O "pacifista" que prometeu retirar do Iraque em 16 meses.

Passados 24 meses da sua eleição, o número de tropas no Iraque e no Afganistão não diminuiu, aumentou.

A única coisa que diminuiu foram os "pacifistas", que se remeteram a um silêncio no mínimo cúmplice.

Eu, que sou pela paz e que apreciava o discurso do Obama contra as guerras do Bush (discurso no qual eu depositava grandes esperanças até ele começar a mentir flagrantemente na parte final da campanha) acho que foi uma oportunidade perdida. Parece que os Americanos vão ter de voltar a votar Republicanos para mais uma vez este partido acabar com a Guerra (como já fizeram durante a da Coreia e do Vietname).

 

Depois do erro de Casting que foi George W Bush, está na hora de os Republicanos voltarem às origens e serem pacifistas, pois Obama já teve a sau oportunidade. E falhou.

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 00:22
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Segunda-feira, 1 de Novembro de 2010
Robert Samuelson em relação aos TGV: "o povo prefere o faz-de-conta que está na moda"

 

A ilusão faraónica não é monopólio de Portugal...
Leiam aqui.

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 21:47
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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010
O Processo (de Paz?)

 

O politicamente correcto situacionista dos media volta a fazer das suas. Israel é já há algumas décadas a vítima preferencial dos meios de

comunicação e tal como a Coreia do Norte, um estado ostracizado de nos jours.

 

 

Em Portugal com o seu espectro político esquerdista, os papagaios entram imediatamente em acção. Mas quem em Portugal se dá ao trabalho de olhar para a questão com olhos de ver? Objectivamente? Que eu conheça ninguém, quanto mais não seja porque os formalismos e o políticamente correcto são absolutos na nossa sociedade.

 

Antes de mais, o que está na mesa? Chamam-lhe o 'processo de paz' mas não é paz que está na mesa pois a paz impera. Em termos de estabilidade geopolítica, a separação faccional que se deu entre Gaza e Cisjordânia foi dos melhores resultados que poderiam ter advindo da luta ideológica na Palestina. Hoje há paz...

Não, aquilo que verdadeiramente está em causa é a independência Palestiniana. É por isso que a administração Americana luta.

 

Porquê?

O desejo de tornar a Palestina independente assenta em três suposições que eu considero no mínimo imperfeitas: uma mantém que os Palestinianos estão a ser oprimidos pela ocupação do Estado Israelita, a segunda parte do princípio que se a Palestina conseguir a sua independência haverá menos anti-Americanismo e antisemitismo no mundo Islâmico e a terceira sustenta que a paz no Levante 'contaminará' o resto do Médio Oriente.

 

Que os Palestinianos não vivem como gostariam é um facto mas daí a serem oprimidos já é um salto muito grande. Em Gaza - aonde a situação alegadamente é pior, ninguém ocupa os Palestinianos e a economia - apesar do bloqueio Israelita - prospera. É o único 'desastre humanitário' que eu conheço aonde ninguém morre de fome...

Isto para não mencionar que os Palestinianos que vivem nos territórios ocupados gozam de melhores condições de vida que a maioria dos Árabes. No mínimo é caricato.

O preconceito anti-ocidental e antisemita no Médio Oriente tem pouco a ver com a Palestina, ao contrário do que o comentariato nos gostaria de fazer pensar. Na verdade os EUA já eram odiados ANTES de invadirem 'solo muçulmano' e organizações que emergiram para lutar contra os 'Judeus e cruzados' como a Al-Qaeda, sempre se preocuparam mais em matar muçulmanos que judeus.

Finalmente, o argumento de que a paz na Palestina alastrará ao resto do Médio Oriente parece-me basicamente o mesmo argumento que Bush 43 fazia: faça-se o Iraque democrático e a democracia liberal espalhar-se-á pelo Médio Oriente...

 

Como se não bastassem estas falácias, ainda temos os papéis invertidos: a Palestina - por todos reconhecida como a parte fraca - a exigir pre-condições para as negociações. Eu faço-me explicar: os fortes impõem condições, os fracos aceitam-nas. Israel está muito bem como está: enquanto a Palestina não for independente, eles têm poder discricionário nos territórios ocupados. Os Palestinianos não se podem dar ao luxo de sair das negociações porque quem mais tem interesse nelas, são eles!

Mas claro que os Palestinianos 'nunca perdem uma oportunidade para perderem uma oportunidade' e não é surpreendente que mais uma vez por culpa própria eles abdiquem da independência imperfeita agora, a favor da independência perfeita nunca.

 

 

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 15:39
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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010
É justa a comparação?

 

 

Ambos estão à esquerda dos respectivos espectros políticos, ambos fundamentaram a sua política económica em teses Keynesianas.

Ambos sofrem os efeitos dos grandes estímulos e subvenções que puseram em prática e ambos vêem a promessa de mais empregos desvanecer-se entre as brumas da crise sem fim.

 

É justa a comparação?



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 17:39
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Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
O tamanho meus senhores, o tamanho!

 Aqui há uns meses fiz um ponto no meu blog pessoal: um dos problemas fundamentais da banca norte americana, senão o maior, não era a solvência do sistema como um todo mas sim a excessiva concentração do sector.

 

Para se ter noção da dimensão do problema, os EUA tem pouco menos de 10 mil instituições bancárias. Na altura - estavamos em Março de 2009 - este era um dos argumentos para não se nacionalizar e separar bancos de activos "problemáticos": havia bancos a mais, não era possivel seguir o "plano sueco" [A suecia é um case study em como resolver crises bancárias: entrar, separar bancos à força, desfazer posições, voltar a privatizar]. Foi um dos argumentos que sustentou os bailouts dos Sec. Estado do Tesouro Paulson (Republicano - administração Bush) e Geitner (Democrata - administração Obama). 

 

Na altura alguns argumentaram, em vão, que não eram 10 mil bancos que estavam em causa, mas sim 10! Que este "Top10" detinha quase 50 por cento de todos os depósitos bancários, e detinham também a grande parte do risco nos seus balanços. Que era este "Top 10" que estava a ameaçar o sistema. E, o argumento tinha várias conclusões lógicas: a primeira era que o rumo que se estava a seguir (Bush e Obama!) ia exacerbar o problema (tornando bancos grandes ainda maiores) e ia "estrangular" os bancos pequenos saudáveis. Ao ajudar os bancos grandes - grandes em tamanho e contribuições para o Congresso - fez-se a vida mais dificil para a gestão de bancos prudentes: afinal, de que serve ser prudente, quando é uma questão de cara ou coroa? Cara ganha o gestor, Coroa perde o contribuinte. 

 

Duas administrações cairam no mesmo erro. E continuam a persistir nesse erro focando atenção onde ela não é necessária. Um exemplo: Bonus dos gestores. O problema de risco excessivo não veio dai, mas sim do facto de qualquer gestor da Goldman Sachs ou Citigroup sabia o que mercado também sabia: se correr mal, alguém paga a factura! 

 

Senhores, o tamanho importa! E historicamente, isto não é o "capitalismo americano"! Muito pelo contrário. Desde a sua fundação, o povo e a classe política são, ou eram, endemicamente hostis a grandes bancos. É por isso, meus senhores, que os maiores mercados de obrigações do mundo são os americanos: Não havendo grandes bancos, nenhum tinha capacidade para fazer financiamentos grandes sozinho, logo teve de se desenvolver um mercado onde os bancos pudessem dispersar os financiamentos! É por isso que o sistema financeiro americano é tão diferente do europeu: o último é concentrado na Banca, o primeiro é concentrado em mercados descentralizados! Isto só se inverte na década de 80, com o "salvamento do Citigroup e Companhia" na crise de dívida sul americana, salvamento esse promovido por sua excelência, o "Maestro" Greenspan.

 

Moral da história:

Paremos lá os desvios "turisticos". Enquanto não se partir o Top10 - que neste momento é mais Top3, com o Citigroup, Goldman Sachs e JP Morgan a concentrarem a maior parte do risco para o sistema nos seus balanços - não há recuperação sustentável do sistema bancário como um todo. E enquanto não existir esta recuperação, os mercados de crédito não voltaram à sua função normal de intermediação de poupança e consumo. Logo continuaremos a ver uma economia americana (e mundial por arrasto) disfuncional, ligada às maquinas de taxas de juro a zero (que, já agora, estão a financiar uma enorme bolha global ... e não vai ser bonito de a ver rebentar) e "estimulos temporários".

 

O tamanho, em banca, importa!


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uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 11:52
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
Um momento "opps" da "Mudança"!

 

 

Na sexta-feira passada Obama achou por bem aumentar as taxas aduaneiras sobre a importação de pneus fabricados na China de 4 para 35 por cento. No fim de semana, a China achou por bem responder, abrindo um inquérito à importação de galinha e peças automóveis, vindos dos EUA.

 

Estamos a brincar a um jogo perigoso de "Poker" com comércio mundial! Obama não resolveu nada no que diz respeito aos problemas fundamentais do sistema financeiro norte-americano. O problema dos "bonús" era um "não problema"! Não era, nem é, o fundamental.

 

Todas as semanas, os EUA emitem dezenas de milhares de milhões de euros em Obrigações do Tesouro, ao ponto de a própria Reserva Federal já ter sido obrigado a comprar algumas dessas obrigações. Os chineses são o maior credor dos EUA! Estão sentados numa bomba de reservas em dólares, dólar esse que continua a descer, devido à politica financeira e monetária dos EUA. A última coisa que a crise precisava era que Obama abrisse uma nova frente de combate, com medidas proteccionistas, de modo a satisfazer os "sindicatos de voto" do Partido Democrata! 

 

Os chineses já há muito que questionavam se deveriam continuar a reciclar reservas em dólares - o que financia os EUA, para os mais desantentos! Já tinham começado a financiar-se em moeda local, o mês passado. Agora uma Guerra Comercial? Para os desatentos... a grande recessão tornou-se na Grande Depressão devido a brincadeiras deste tipo.

 

Já bastava Obama estar a repetir os erros do Japão na resolução da crise, agora repete os erros de 1929 em relação ao Comercio Internacional?!


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uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 11:56
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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
Time's Person of the Year 2008

 


: happy
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uma psicose de jfd às 01:38
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Terça-feira, 5 de Agosto de 2008
De trepar às paredes

Obama e McCain começaram um novo debate: energia.

 

 

Debatem quem recebeu mais das companhias petrolíferas, qual a melhor estratégia para diminuir a dependência dos EUA do petróleo estrangeiro - nomeadamente o chamado offshore drilling (i.e. a prefuração em busca de reservas de petróleo localizadas em águas profundas, em zonas próximas da linha costeira) - etc., etc.

 

 

Como não podia deixar de ser, o debate sobre energias alternativas assume um carácter pouco mais do que marginal.

 

 

Assim pergunto eu:

 

 

Com previsões sérias de que o petróleo total existente no mundo hoje em dia só dá para mais 37 anos, com a ideia consolidada de que grande parte desse petróleo não é rentável de explorar, e tendo em conta que a actual procura pelo ouro negro não pára de aumentar, não deviam os candidatos a um país responsável por 25% do consumo de petróleo mundial centrar o seu debate noutro lado (sobretudo se tivermos em conta que cerca de 60% do petróleo que resta se encontra em zonas que não morrem de amores pelos Estados Unidos)?


uma psicose de José Pedro Salgado às 15:14
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