Sábado, 4 de Janeiro de 2014
5 grandes livros que você não estudou na escola

O presidente do Ordem Livre, Diogo Costa, sugere aqui 5 livros para compreender o mundo actual. Fica a sugestão de leitura:

1. Ensaios de Frédéric Bastiat
2. As Seis Lições
3. A lógica da ação coletiva | (PDF em inglês)
4. Tempos Modernos
5. O Otimista Racional | (vídeos sobre)

A imagem é um fundo de computador feito por mim.
Basta clicar nela para a ter o Bastiat em grande.

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:23
link directo | psicomentar

Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013
Alguma vez o Estado vai começar a pagar o que deve?

O endividamento do Estado Português atingiu 122,5% do PIB em 2012.
O BCE já tem mais de 10% daquele valor para ajudar a acalmar os mercados.

O governo tenciona começar a fazer descer aquele valor ou vai-se mesmo realizar a 2ª opção de Mises?

É impossível evitar o desmoronamento da actividade económica causada pela expansão do crédito.
A escolha é somente se o colapso virá mais cedo, como resultado do
abandono voluntário de políticas de crédito artificial à Economia,
ou mais tarde como uma crise catastrófica do sistema financeiro.

Ou se corta a sério (PPPs, BPPs, BPNs, Reformas acima da média, …) ou vamos todos ter de voltar a ler livros de história…



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 18:56
link directo | psicomentar

Sábado, 16 de Fevereiro de 2013
Mises e os Sindicatos



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:30
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Quinta-feira, 31 de Março de 2011
Como resolver o problema do Trabalho Infantil

Outro dia, numa discussão na mailing list do Psico fui surpreendido pelo facto de esta proposição não ser aceite por diversas pessoas. Ficou então prometido um post sobre o assunto, que aqui segue. Note-se que eu não sou tão bom quanto gostaria de ser a desenvolver argumentos destes e assim este texto é baseado num vídeo de Tom Woods, que publico abaixo.

 

A crítica é numa Economia puramente Capitalista, as crianças são exploradas, enquanto numa Economia intervencionada, os miúdos têm os seus direitos defendidos e passam o tempo na Escola, uma oportunidade que apenas o sábio, benevolente e desinteressado Estado pode proporcionar.

 

Assim, num país em que o Estado não seja muito forte, os pais desse país farão as crianças trabalhar. Não necessariamente todos, mas muitíssimos certamente. O que, claro, pressupõe uma intervenção do Estado para curar o problema.

 

Claro que o que interessa não ver é a causa do problema: Porque é que as crianças trabalham em alguns países do mundo?

As crianças trabalharem é a regra. Ocorreu em todo o lado, durante toda a história. Excepto onde o capitalismo chegou e tornou a sociedade tão produtiva, que gerando excedentes permitiu à sociedade não ser forçada a fazer as suas crianças trabalharem. Não foi “Ok, descobriu-se o Capitalismo miúdos: bora lá trabalhar”. Não, foi o contrário: os miúdos sempre trabalharam. Nunca ocorreu a ninguém antes que os miúdos não haveriam de trabalhar. Só agora, com as vantagens da riqueza proporcionada pelo capitalismo. Antes do capitalismo, as pessoas assumiam que eram pobres, e um dia morriam. Ninguém protestava contra a pobreza ou o trabalho infantile no tempo dos Afonsos. Ninguém. Era a vida.

 

Quando o capitalismo chega, e aparece a possibilidade de reduzir a pobreza, então as pessoas ficam impacientes com a pobreza. E querem eliminá-la o mais rapidamente possível (igualizando a riqueza, reduzindo o incentivo ao seu aumento e portanto parando o enriquecimento da sociedade como um todo). E então aparece o Estado.

 

Voltando ao Trabalho Infantil, este reduz-se então não porque se passa uma lei a dizer “as crianças não podem trabalhar”, mas sim porque a sociedade é

suficientemente produtiva para permitir esse os pais trabalhando geram rendimento suficiente para que os miúdos não tenham de o fazer. Achar que passar uma lei resolve todo e qualquer problema pode ser levado “ad absurdum” a: vamos passar uma lei contra a gravidade e vamos todos voar. Quão infantil é uma visão do mundo assim?

 

Um exemplo: o Bangladesh. Há alguns anos, o Trabalho Infantil era um problema no Bangladesh. Foram feitas campanhas e pressões na Europa e nos Estados unidos e, como resultado, foi passada uma lei contra esse drama num país que ainda não estava economicamente preparado para o enfrentar. Uma organização independente chamada OXFAM reportou que os miúdos ou foram para a Prostituição (e sabem, por pior que seja trabalhar numa fábrica) ou... a partir daí passaram fome. Num país daqueles, se numa família mais de metade do rendimento desaparece, em muitas passa-se fome e em outras morre-se. Morre-se!

 

Até a Organização Internacional do Trabalho (um bastião socialista, pela própria natureza da instituição, que nunca concede nada nestes domínios) admite que a razão porque as crianças trabalham é que a sociedade em causa é tão pobre que as crianças estão a contribuir com pelo menos ¼ do rendimento familiar. E quando as famílias mais pobres perdem ¼ do rendimento familiar...

 

A solução, assim, é mais capitalismo.

 

 

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:10
link directo | psicomentar | psicomentaram (8)

Notícias
Psico-Social

Psico-Destaques
Psicóticos
Arquivo

Leituras
tags
Subscrever feeds
Disclaimer
1- As declarações aqui pres-tadas são da exclusiva respon-sabilidade do respectivo autor.
2 - O Psicolaranja não se responsabiliza pelas declarações de terceiros produzidas neste espaço de debate.
3 - Quaisquer declarações produzidas que constituam ou possam constituir crime de qualquer natureza ou que, por qualquer motivo, possam ser consideradas ofensivas ao bom nome ou integridade de alguém pertencente ou não a este Blog são da exclusiva responsabilida-de de quem as produz, reser-vando-se o Conselho Editorial do Psicolaranja o direito de eliminar o comentário no caso de tais declarações se traduzirem por si só ou por indiciação, na prática de um ilícito criminal ou de outra natureza.