Quinta-feira, 4 de Abril de 2013
Adeus Relvas
Até nunca!

(e espero que o sucessor seja licenciado a sério!)

uma psicose de Essi Silva às 18:35
link directo | psicomentar | psicomentaram (3)

Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013
AE ISCTE sobre o episódio Relvas

A Associação de Estudantes do ISCTE escreveu no seu Facebook:

A Associação de Estudantes do ISCTE-IUL vem esclarecer que no que respeita aos protestos de ontem não esteve na sua organização, nem participou na mesma.

A Associação de Estudantes do ISCTE-IUL representa todos os estudantes desta nossa Instituição de forma organizada e com índole marcadamente apartidária, direccionando a cada momento os seus melhores esforços para defender os interesses dos seus representados. A Associação de Estudantes do ISCTE-IUL dispõe de diversos mecanismos de protesto e participação social e política que privilegia, como se tem verificado num passado recente. Participações em manifestações organizadas e estruturadas, a recolha de petições, encontros e debates com parlamentares e outros dirigentes políticos, plenários com outras Associações de Estudantes – entre outros –, são apenas alguns exemplos de formas que a Associação de Estudantes do ISCTE-IUL tem utilizado no passado para fazer valer a sua posição.

Somos e estamos sensíveis às diversas dificuldades que os estudantes em Portugal têm sentido no presente contexto económico e social. Convivemos todos os dias com diversas situações que nos fazem pensar nas formas em que a Associação de Estudantes do ISCTE-IUL pode dar o seu contributo. Sentimos que nos temos esforçado para fazer a nossa parte, e no último ano a Associação de Estudantes do ISCTE-IUL tem tido um papel activo em diversas áreas da vida académica no nosso Instituto e tem desenvolvido um conjunto de acções relevantes no actual contexto, desde a atribuição de bolsas de assistência social a alunos, ao debate constante com a Reitoria para facilitar os métodos de pagamento da propina, à participação em manifestações organizadas e coerentes em prol de uma ideia que tomamos como correcta.

Assim, a Associação de Estudantes do ISCTE-IUL demarca-se da organização dos acontecimentos ocorridos ontem e continuará a sua luta por um Ensino Superior Público, Universal e de Qualidade através das suas ferramentas.

Uma coisa é não concordar com as posições do governo e até achar que a política do Gago que permitiu ao Relvas ser licenciado é desleal para os demais licenciados - como eu acho - e logo não dar grande valor a licenciaturas como aquela. Todos temos direito a discordar e a demonstrar essa discordância, como a AE ISCTE tem feito em diversas ocasiões.

Outra coisa é aquele comportamento primário, animalesco e presunçoso, típico de quem pensa que tudo sabe, está acima de todos os que estavam lá para realmente ouvir o palestrante, e que a sua liberdade não tem limites - nem mesmo quando está em causa a liberdade de expressão e de comunicação de outros.

A AE ISCTE, concorde-se ou não com as suas posições, é democrata. Aqueles jovens BE não.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 23:52
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Tópicos sobre a liberdade
1º - O Direito à Liberdade de expressão e de manifestação é consagrado constitucionalmente, não podendo ser limitado à excepção de quando é usado abusivamente. Cometer crimes (como a agressão ou a difamação) em nome da liberdade de expressão, não pega. Fora a existência de uma figura no Código Civil, que tem como função gerir conflitos e regular o normal funcionamento da vida em sociedade e entre privados, chamada Abuso de Direito. 

2º - Mesmo que assim não fosse, mesmo sem princípios tipificados ou salvaguardados na lei, nacional, europeia, comunitária ou internacional; existe algo chamado respeito e regras para o bom funcionamento da sociedade. São aqueles princípios que nos incutem em crianças do género de não falar com a boca cheia, não mentir e respeitar o próximo. 

3º- Estes meninos nem sequer têm idade para ter passado por uma ditadura, nem para perceberem o valor da canção que entoam, mas aparentemente querem impor a sua maneira de pensar a todos os outros (não é essa uma forma de totalitarismo?), impedindo os demais de assistir ao que um Ministro eleito tem para dizer, do ponto de vista informativo. 

4º- Pior que isso, é impedirem que os portugueses ouçam o que os seus representantes têm para dizer ao nível de políticas a aplicar, como foi o caso da interrupção do discurso de Paulo Macedo - de longe um dos melhores ministros deste governo, com uma tarefa extremamente difícil, mas que tem desempenhado com o máximo de competência possível. Os portugueses são mais que aqueles jovens, que decidiram que a sua rebeldia vale mais que a comunicação de quem nos governa, com os restantes cidadãos. 

5º - Como aponta o José Pedro Salgado, algures nas redes sociais, este tipo de medidas têm naturalmente como consequência a falta de vontade dos governantes em comunicar, em aproximar-se do povo, reduzindo obviamente a transparência e a liberdade de se expressar como democraticamente têm direito (e dever). É o que apelidam como asfixia democrática. 

6º - E não se iludam quando apontam defeitos a Miguel Relvas. Não falamos aqui dos defeitos dele, falamos sim de respeito. Que é coisa que os meninos, que não só cantaram, mas também optaram por vias como a agressão, não sabem o que é. 

7º - Estão descontentes? Votem. Façam abaixos-assinados. Participem civicamente. Mas não me venham cá com tretas sobre a democracia porque nada justifica violência e faltas de respeito a um representante da Nação. E peçam a alguém para vos dar educação. Estão mesmo a precisar.  


Talvez esta música se adeque mais aos tempos de quem canta a Grândola.

uma psicose de Essi Silva às 13:19
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
Ainda bem que foi assim!

 

Ao contrário de algumas glórias reclamadas em favor do povo nos últimos dias, esta sim merece registo...



uma psicose de Hugo Carneiro às 11:09
link directo | psicomentar | psicomentaram (6)

Sábado, 26 de Março de 2011
O Regresso do Bom Senso à campanha do PSD

Houve nestes dias quem dissesse que o PSD chegando ao governo vai subir impostos.

Tudo porque Passos Coelho disse que entre subir impostos sobre o consumo ou sobre o rendimento, subiria o IVA ao IRS.

Calma. O PSD não mudou de repente.

Irá provavelmente subir impostos na próxima legislatura, mas o foco claramente não é esse.

 

E basta lerem o Secretário-Geral do partido para perceberem que o plano é outro.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 04:44
link directo | psicomentar | psicomentaram (16)

Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
Ringue de Ideias do PSD: Miguel Relvas

 

UM NOVO CICLO

 

Sou militante do Partido Social Democrata há mais de 20 anos. Cresci politicamente no sonho da concretização de um ideal e na luta por causas que o justificavam. Éramos jovens e acreditávamos que era possível fazer de Portugal uma democracia consolidada, um País moderno e desenvolvido, uma Nação com um futuro à altura da sua história e da sua cultura.

 

Honro-me pelo facto de o meu partido ter contribuído decisivamente para os momentos que mais marcaram a nossa história recente. Primeiro, através da acção de Sá Carneiro que deu um contributo inestimável para a “civilização” do nosso regime. Depois, por força da governação de Cavaco Silva, que mudou radicalmente a face do País.

 

Tenho um profundo orgulho no meu partido e na sua obra. Um partido muito especial. Um partido virado para a integração e não para a exclusão.

 

Ganhou quando uniu. Veja-se no exemplo da liderança de Durão Barroso a confirmação dos benefícios do que deve ser uma direcção que promove a unidade na diversidade.

 

Perdeu quando excluiu. Veja-se no exemplo da actual liderança o resultado de um certo sectarismo de que foi fazendo uso, dando ideia de que só contava quem não divergia.

 

É tempo de o PSD quebrar as barreiras do seu “muro de Berlim”. Para este partido nunca houve nem nunca poderá haver os do lado de cá e os do lado de lá.

 

A diversidade é uma força, quando promovida, e um factor diferenciador quando respeitada.

 

Não tenhamos medo do debate. Elejamo-lo como o instrumento de trabalho de que as forças políticas mais necessitam. Não pode dialogar com a população quem não sabe internamente dialogar.

 

O PSD sempre foi um partido interclassista e foi nisso que forjou a sua identidade e o seu músculo político. Este é um dos maiores factores do seu sucesso, ao nível da sua implantação nacional e no plano de acção política concreta.

 

O PSD sempre foi um partido ousado e reformista nas propostas, visionário e estratégico nas políticas e foi por isso que os portugueses nos deram a sua confiança para governar. Os momentos de maior mudança, transformação e modernização de Portugal ficaram a dever-se ao ADN reformista do Partido Social Democrata.

 

O PSD sempre foi um partido alegre, arejado e avançado, nos procedimentos e nas ideias  e foi isso que lhe permitiu integrar uma força politica com o relevo da JSD e promover a adesão de tantos e tantos jovens que em 1981, em 1985, em 1991 e em 2002 foram absolutamente decisivos para as vitórias que o partido obteve.

 

Ousemos acreditar que temos condições para voltar a ser a força política transformadora do País. Mas tal só será possível se empreendermos um caminho de debate e de reflexão que não pode estar limitado por preconceitos e dogmas que não fazem qualquer sentido.

 

O PSD não precisa apenas de um lifting de imagem. Precisa de causas, ideias e propostas para os velhos e os novos problemas, para as actuais e futuras gerações. Precisa de se identificar com os sectores mais dinâmicos da sociedade, na classe média, nos meios universitários e culturais e junto dos jovens. Precisa de voltar a ser um partido activo e atractivo.

 

Este caminho faz-se com todos, renovando, integrando e unindo. E faz-se, sobretudo, virando a página. O partido defensivo, conservador, sem alma nem emoção dos últimos tempos, deve dar lugar a um partido “novo”, com iniciativa, ambição e espírito aberto e reformador, capaz de gerar uma nova esperança em Portugal.

 

Está em marcha um novo ciclo. Neste novo ciclo há que ter ideias e pessoas diferentes. Perceber isto é perceber algo de elementar em política. E quanto mais cedo melhor. Para o Partido e para o País.

 

 

 

Miguel Relvas

 

 



uma psicose de PsicoConvidado às 10:32
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 23:32
link directo | psicomentar | psicomentaram (27)

Notícias
Psico-Social

Psico-Destaques
Psicóticos
Arquivo

Leituras
tags
Subscrever feeds
Disclaimer
1- As declarações aqui pres-tadas são da exclusiva respon-sabilidade do respectivo autor.
2 - O Psicolaranja não se responsabiliza pelas declarações de terceiros produzidas neste espaço de debate.
3 - Quaisquer declarações produzidas que constituam ou possam constituir crime de qualquer natureza ou que, por qualquer motivo, possam ser consideradas ofensivas ao bom nome ou integridade de alguém pertencente ou não a este Blog são da exclusiva responsabilida-de de quem as produz, reser-vando-se o Conselho Editorial do Psicolaranja o direito de eliminar o comentário no caso de tais declarações se traduzirem por si só ou por indiciação, na prática de um ilícito criminal ou de outra natureza.