Sábado, 15 de Dezembro de 2012
Umas dicas para o jornalismo Português

mas úteis para qualquer um:



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 03:26
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Domingo, 20 de Maio de 2012
O Declínio do Jornalismo


uma psicose de Miguel Nunes Silva às 08:44
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011
Imprensa "Justa"

 

Fonte:William Warren

 

Vá, digam-me que a imprensa não é de esquerda e que trata todos por igual.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 12:50
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Sexta-feira, 15 de Abril de 2011
Para os senhores da comunicação social

 

 

 

A governação a curto prazo pode ser culpa dos politicos mas a apatia ou desinteresse na política deriva e muito da fixação sensacionalista dos media...

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 10:28
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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Dizem que é feio, e não é bonito

 

Sou fã da Sábado. Sempre gostei mais desta públicação do que da Visão. Também já fui Jornalista um ano (na Revista Carteira), por isso sei que é uma profissão ingrata.

É por isso desnecessário que alguns jornalistas a façam ainda mais ingrata do que ela já é! Ao que me refiro? Ao artigo da Sábado, desta semana, sobre os "retiros" da JS e da JSD - a Universidade de Verão da JSD/PSD e o "Summer Festival" da JS/PS.

 

Dispamos um pouco a camisola, e ignoremos o facto de a diferença entre um "Summer Festival" e uma "Universidade de Verão" é próxima da diferença da noite para o dia. Com as iniciativas da Juventude Socialista, honestamente, posso eu bem. Com o artigo da Sábado, já tenho algumas questões existenciais!

 

O artigo começa com uma citação de um aluno apanhado num momento de descontração. Ou seja, muito próximo do que se chama "off the record". Não se publica sem autorização do próprio. Não é ético! Além de que nem é uma boa tactica de carreira: quem falará ao pé dela da próxima vez, sabendo que ela cita daquela forma, e sem no minimo inquirir se o pode fazer?

Em segundo lugar, eu não faço pretenções de querer ver "jornalismo isento". Isso não existe meus senhores. Todos os jornalistas têm a sua opinião! São humanos, não maquinas! Mas espero ve-los a tentarem ver o "outro lado da questão". Foi por isso que o meu antigo director  da Carteira [David Almas] me ensinou: "Usa sempre no mínimo três citações nos teus artigos, e de preferência que não sejam todas do mesmo ponto de vista". Ver o reverso da medalha, tentar equilibrar o artigo com os vários lados da questão. 

 

A jornalista não o fez. O artigo não mostra a Universidade de Verão. Eu estive lá! E dúvido muito, do outro lado da barricada, que o "Summer Festival" da JS também tenha sido apenas uma cambada de meninos bebados, que não sabem bem o que "socialista" quer dizer a cair para uma piscina. Os dois artigos - são assinados por pessoas diferentes - altamente enviesados.

Não vou falar do Summer Festival da JS, mas da UV2009 falo com toda a tranquilidade: o artigo não mostra o trabalho feito, algumas perguntas pertinentes, 6 dias de conferências, 2 trabalhos de grupo, uma simulação de uma Assembleia - e sim, também bebemos alguns copos nas horas vagas, dado que ninguém ali é uma maquina!

 

Há alunos melhores, e alunos piores! Intervenções melhores e intervenções piores! E eu assisti a grandes perguntas e grandes intervenções. Focar um artigo no pior não é mau jornalismo. É jornalismo sectário, de opinião já formada. Ora, isso não é jornalismo, é uma "coluna de opinião"!

 

Razão tinha o Duarte Marques, que é citado no artigo por "policiar a Sábado", em estar preocupado. O que dali saiu não foi bonito! É pena... era fã da Sábado!


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uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 15:20
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Domingo, 26 de Julho de 2009
Até Sempre...

Foi hoje a enterrar Rui Cartaxana.

 

Habituei-me a conhecê-lo como director do Record, o jornal desportivo que sempre li, desde miúdo. Ficou, por isso, como uma das minhas referências jornalísticas.

 

A avaliar pelo que sempre fui lendo dele, não me arrependi. Foi um homem corajoso, sempre defendendo a(s) sua(s) dama(s) e nunca se deixando afectar pelos fortes ataques que o vi sofrer, por exemplo de pessoas ligadas ao F. C. Porto.

 

Soube hoje que era, como eu, adepto fervoroso do Benfica. O facto de eu nunca me ter preocupado com isso durante a sua vida é prova da consideração que tinha por ele pois sempre me pareceu que manteve a insenção e o profissionalismo.

 

Aqui lhe deixo a minha homenagem, como não podia deixar de ser num lugar como o Psicolaranja, onde se defende a liberdade de expressão como um valor fundamental, algo por que Rui Cartaxana sempre pugnou.

 

Até Sempre, Senhor Rui Cartaxana.



uma psicose de Bruno Ribeiro às 14:40
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