Terça-feira, 8 de Outubro de 2013
Resumo...
 

...do que deveria ser um formulário de pré-candidatura a nomeação para o Governo.

 

 

 

 



uma psicose de Essi Silva às 18:22
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Quinta-feira, 20 de Junho de 2013
Rui Rio não terminou com feriado do S. João. Expresso mentiu...


Que a comunicação social merece cada vez menos crédito já sabíamos, mas esta questão do S. João é um ultrage.

 

Comecemos pelo início...

 

O Expresso online publicou: "Rui Rio 'acaba' com feriado de São João"

Realçando:


"Por decisão do presidente da Câmara do Porto, aplicando uma nova lei do Governo, o dia de 24 de junho deixa de ser feriado, criticando Rui Rio a Assembleia da República por ter fechado no dia de Santo António".


Parece que se dá a entender que Rui Rio acha muito bem e que os feriados deviam terminar.

Contudo, uma análise factual evidencia outra conclusão e mostra como a comunicação social manipulou títulos e entrada de notícias, sem preocupação com a verdade ou, então, e ainda mais grave, por pura incompetência.


Eu explico...


Em Dezembro o Governo publicou a Lei nº. 66/2012 que prevê uma alteração à Lei nº. 59/2008 e determina a sua aplicação a trabalhadores da função pública.

Nessa lei é alterado o art. 8-A da Lei 59/2008, passando a ter a seguinte redação:


«Artigo 8.º-A
Feriados
1 - (...)
2 - A observância dos feriados facultativos previstos no Código do Trabalho 
depende de decisão do Conselho de Ministros, sendo nulas as disposições de 
contrato ou de instrumento de regulamentação coletiva de trabalho que 
disponham em contrário. 
3 - (...)»

Perante esta alteração legislativa feita em Dezembro passado, a Associação Sindical dos Juízes Portugueses emitiu o seguinte comunicado:

"FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS TÊM GOZADO ILEGALMENTE FERIADOS MUNICIPAIS"


O Município do Porto perante a obrigatoriedade de despacho do Conselho de Ministros para que o dia 24, dia de S. João, fosse feriado percebeu que se nada fosse feito e os funcionários do Município do Porto não comparecessem ao trabalho, seria obrigatório aplicar faltas injustificadas, algo que seria desrazoável e que contraria a tradição no Porto e a prática centenária da edilidade.

 

Assim, e para proteger os funcionários do Município desta alteração legislativa, e uma vez que o Conselho de Ministros nada fez, então foi concedida tolerância de ponto a todos os funcionários do Município.



Rui Rio não terminou com nenhum feriado, porque o mesmo foi decretado pela Assembleia Municipal em tempos idos ao abrigo da Lei nº. 169/99 (Lei das competências das Autarquias), e tal facto não carece de renovação anual.

 

Contudo, a alteração introduzida em Dezembro pelo Governo com a Lei nº. 66/2012 passou a impor a determinação de feriado facultativo (caso do S. João), da tal resolução do Conselho de Ministros.

 

É correcto, por isso, o título do Jornal Público quando escreveu hoje: 

Rui Rio dá tolerância de ponto para “salvar” feriado de S. João

 

O Governo, pelos vistos, através da Presidência do Conselho de Ministros diz que o problema não existe, porque aquela alteração legislativa de Dezembro visava apenas o Carnaval. O que é certo é que o problema é factual e existe.

 

Tanto assim, que o próprio Governo reconhece que a questão ficará clara com outra alteração legislativa em curso, com uma norma ad hoc metida na proposta de Lei 153/XII. Esta proposta visa aumentar o horário de trabalho dos funcionários públicos de 35h para 40h, mas nela vai à socapa uma norma que altera a lei feita em Dezembro:


«Artigo 8.º-A
[…]
1 - […].
2 -A observância dos feriados facultativos previstos no Código do Trabalho,
quando não correspondam a feriados municipais de localidades
estabelecidos nos termos da lei aplicável, depende de decisão do Conselho
de Ministros, sendo nulas as disposições de contrato ou de instrumento de
regulamentação coletiva de trabalho que disponham em contrário.
3 - […].»



Mas esta proposta de Lei só entrou na A.R. em 07/06/2013 e ainda está longe o término do processo legislativo.


Conclusão: todos os feriados que têm sido gozados por funcionários públicos em Lisboa e noutras localidades têm sido ilegais e podem conduzir a faltas injustificadas dos funcionários públicos.

No caso dos funcionários públicos, perante inspecções da IGF ou outras entidades tutelares pode, inclusivé, originar reembolso do vencimento diário desses funcionários.


Foi isto que foi acautelado, no limite em que podia, pelo Município do Porto quanto aos seus funcionários.

O Município do Porto não tem competência para mais, à luz da intromissão legislativa do Governo.


O que isto demonstra, até com o exemplo de outros processos legislativos recentes (subsídio de férias, Orçamentos inconstitucionais, etc), é que existe uma clara incapacidade legislativa do Governo.


Já quanto ao sector privado prevalece o Código do Trabalho (Lei nº. 7/2009), que determina:


Artigo 235.º
Feriados facultativos
1 - Além dos feriados obrigatórios, podem ser observados a título de feriado, mediante instrumento de regulamentação colectiva de trabalho ou contrato de trabalho, a terça-feira de Carnaval e o feriado municipal da localidade.
2 - Em substituição de qualquer feriado referido no número anterior, pode ser observado outro dia em que acordem empregador e trabalhador.




Fica o esclarecimento público a bem da verdade.




Fontes:


Associação Sindical dos Juízes Portugueses: 

http://www.asjp.pt/2013/06/08/funcionarios-publicos-tem-gozado-ilegalmente-feriados-municipais/


Notícia do Expresso: 

http://expresso.sapo.pt/rui-rio-acaba-com-feriado-de-sao-joao=f814972#ixzz2WnUs0GDn


Jornal Público: 

http://www.publico.pt/politica/noticia/rui-rio-da-tolerancia-de-ponto-para-salvar-feriado-de-s-joao-1597844


Lei nº. 66/2012: 

http://www.ispa.pt/ficheiros/documentos/lei_66_2012.pdf


Proposta de Lei 153/XII na A. R.:

http://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c3246795a5868774d546f334e7a67774c325276593342734c576c756156684a5358526c65433977634777784e544d7457456c4a4c6d527659773d3d&fich=ppl153-XII.doc&Inline=true 

 



uma psicose de Hugo Carneiro às 23:13
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Sábado, 25 de Maio de 2013
O Porto Unido pela Reabilitação Urbana revolta-se contra o Governo...

 

 

Rui Rio e mais de 50 personalidades do Porto e do Norte defendem a reabilitação urbana

e o património da Cidade do Porto.

 

Não é uma luta contra Lisboa, mas um grito de revolta contra o Governo que não paga

desde 2009 o que deve (1,2 milhões/ano).

 

A reabilitação urbana promovida através da Porto Vivo, SRU gerou, por cada euro público investido, dez euros de investimento privado.

 

No Quarteirão das Cardosas esta proporção é de um para quinze.

 

(Video)

 

Subscreve a Carta Aberta ao Governo

 

Primeiros 50 subscritores



uma psicose de Hugo Carneiro às 15:43
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Sábado, 26 de Janeiro de 2013
Falta de Respeito do Governo...


A Junta Metropolitana do Porto insurge-se contra o autismo e a falta de respeito do Governo.


uma psicose de Hugo Carneiro às 02:37
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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2013
Ainda os Gabinetes

Ao que parece, segundo a auditoria do Tribunal de Contas, afinal o Estado não está a emagrecer assim tanto e continua a não poupar no que toca aos Gabinetes dos Srs. Ministros.

 

Gostava que tudo isto fosse mais transparente.

 

 Não me sinto bem em viver num país onde os comuns vivem em austeridade mas onde restam dúvidas sobre como se gasta o dinheiro nos gabinetes ministeriais. Não me consigo sentir bem sem saber quais as regras de atribuição de cartão de crédito do estado ou de utilização de viaturas por parte dos membros de um qualquer gabinete.

 

Ouvi muitas vezes Pedro Passos Coelho dizer que ia cortas às gorduras do Estado, que se ia poupar, que se ia ter atenção às nomeações, e até cheguei a acreditar.  Hoje, depois deste relatório, acredito cada vez menos.

 

Acima de tudo o Estado tem de dar o exemplo, tem de gastar cada vez menos, tem que se deixar de mordomias, tem que deixar de ser pobre com vida de rico.

 

Ao estilo Isabel Jonet, o Estado "não pode comer bifes todos os dias".





uma psicose de Pedro Miguel Carvalho às 23:22
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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012
PSICOCONVIDADO - Joaquim Castro de Freitas

 

“Desculpe Sr. Manifestante, está a obstruir a via e a arrancar o paralelo e, por isso, solicito a sua compreensão para a desimpedir calmamente se isso não lhe causar incómodo uma vez que a manifestação já terminou. Muito obrigado!”

 

 

Ainda acerca da manifestação, dos avisos da policia, da reiterada birra e da carga policial que se seguiu:


Muitos portugueses cumpriram o seu direito à greve.

Os números das adesões foram o costume, o que mais interessam a cada um dos intervenientes.


Mas, dois dias depois, quando tudo voltou à normalidade e nenhum dos problemas, até ver, foi resolvido ou está sequer mais próximo da solução, eis um balanço possível:


Nesta altura o país perdeu muitos milhões de euros, os grevistas perderam o salário de um dia de trabalho, as empresas perderam produção, os utentes perderam serviços...

No fim, nesta como em outras, ontem todos perderam...

 

E hoje tudo está como anteontem!

Mas anteontem o que mais perdeu foi, verdadeiramente, a democracia.



A polícia esteve horas a fio a ser alvo de provocações, ameaças e violentas cargas de pedras e outros projéteis.

Pediu, reiterada e educadamente aos manifestantes que dispersassem porque a manifestação estava já terminada.

Mas não se terminou o dia sem carga policial. Alguns dos manifestantes não sairiam dali sem ela, era por isso que ali estavam.


Precisavam de sangue e circo. Infelizmente.

 

E alguém ouviu propostas? Alguém vislumbrou por entre os vultos maiores da manifestação caminhos alternativos? Não senhor! Apenas protestos.


Que o direito à greve nunca desapareça!


Mas que a responsabilidade individual seja, cada vez mais, um dever inalienável!



uma psicose de PsicoConvidado às 10:00
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 21:48
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012
OE em causa...


No primeiro dia após a entrega do OE, e pelo meio das fragilidades evidenciadas pela coligação e de duras críticas de economistas da área do PSD e do CDS, o FMI vem evidenciar algo que já era visível e expectável. 

O Orçamento de Estado para 2013 assenta num cenário macroeconómico irrealista.


Menciona-se um decréscimo do PIB de apenas 1%.

Conforme se verifica pela capa do Público de hoje, as previsões do FMI para a economia portuguesa são bem diferentes.

Mesmo no cenário mais favorável, dadas as circunstâncias, o decréscimo do produto deverá ficar num minímo de 2,8%, atentas as medidas fiscais propostas.


Esta divergência, aparentemente pequena, transforma este OE em algo insusceptível de execução e num previsível agravamento da situação do país a breve prazo.


uma psicose de Hugo Carneiro às 00:43
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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012
Vítor Gaspar gastou muito dinheiro a estudar

 

 

 

Dr. Vítor Gaspar, hoje disse que retribui ao país a sua educação «extraordinariamente cara». Acha que alguém quer saber disso no momento em que sofre a maior ablação de rendimentos alguma vez vista?
Acha, honestamente, que esse discurso reforça a confiança dos portugueses?
Eu acho que não!


uma psicose de Hugo Carneiro às 21:51
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2012
O maior assaltante de sempre

Se o Governo/Estado fosse um comum mortal, um cidadão, e se apropriasse de algo que não é, de direito, seu, haveria a necessidade de contextualizar o crime como furto ou como roubo. A distinção principal entre estes dois, é que o segundo exige que a subtracção da coisa alheia seja feita através de violência ou ameaça à integridade física, de modo a impossibilitar resistência. 

Portanto, se o Estado fosse um cidadão, o que estaria a fazer neste momento, seria um roubo. Mas como estamos numa crise, que se lixe tirar aos outros o que é seu e para o qual trabalharam, vamos lá levantar o país. Ladrões são só os outros, o Estado nunca rouba. 

 

Por achar que as coisas estão a ficar demasiado gravosas e sérias para desculparmos tudo em nome da crise, vou chamar ao Estado ladrão, sim. Quando nos pede mais impostos, quando recebemos cartas das finanças com valores absurdos e irreais de aplicações de taxas fiscais a rendimentos que não temos, quando nos tenta tratar a nós, cidadãos, como burlões. 

 

E ao que parece, não são só os manifestantes de esquerda que concordam comigo. Até Marques Mendes ontem, acusou o Governo de fazer um "ataque à mão armada". Se isto não é chamar ladrão ao Estado e a quem por e para ele decide, então não sei o que é. 

 



uma psicose de Essi Silva às 13:25
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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010
O fantasma que assombra o chumbo do OE

 

Confirmando-se o cenário do chumbo do Orçamento do Estado por parte do PSD - e sem apoio de qualquer outro partido -, a crise política será imediata: José Sócrates demite-se, como já anunciou.

 

O Presidente da República tem duas opções, uma vez que não pode dissolver a Assembleia da República (cfr. artigos 133.º alíneas e) e f) + 172.º n.º1 e 187.º n.º1 da Constituição):

- pedir ao PS que forme um novo governo (o que Sócrates não aceita, nem idilicamente aponta outro nome),

- pedir a outro partido (mas não há maioria alternativa, ou seja, PSD e CDS juntos não chegam para formar governo) ou então aguentar um governo demissionário à espera de umas eleições que só poderão ser convocadas depois da tomada de posse do Presidente da República eleito, que ocorre em Março.

 

Respeitando todos os prazos legais, as eleições poderiam ainda ocorrer em Maio e o país viveria sem Orçamento do Estado e sem o PEC III, defraudando, assim, os mercados financeiros, a Comissão Europeia e a OCDE.

 

A escolha impõe-se:

quererá o PSD evitar ser responsabilizado pela abertura da crise política num momento frágil para a economia portuguesa, viabilizando (abstendo-se) o OE ou manter uma posição firme no que deve ser - corte da despesa - distanciando-se definitivamente do PS e assumir-se, perante os olhos dos portugueses, como verdeira alternativa a Governo?

 



uma psicose de Paulo Pinheiro às 11:43
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Sábado, 5 de Junho de 2010
Apologia de um tiro no pé

Crise. Luís Amado em vias de abandonar governo de Sócrates

Dizem que o melhor cargo no Governo português é o de Ministro dos Negócios Estrangeiros. Não por uma questão de conforto, pois não se adivinha que seja uma função particularmente propensa ao relaxamento, mas porque é uma que geralmente está escondida do olhar da opinião pública, devido à especificidade da função, e à forma de trabalhar da diplomacia portuguesa. Por outro lado, das poucas vezes que tem algum foco de atenção, costuma ser quando o líder do Governo se associa a uma vitória conseguida, dando um ar positivo às poucas aparições a que tem direito.

 

Pessoalmente, devo dizer que não sei se é por este factor, mas sempre tive uma ideia positiva de Luís Amado como um dos melhores Ministros de José Sócrates, não só pela sua capacidade, mas também pela sua competência e seriedade.

 

Não sei se é sintomático que ele queira agora - como, aparentemente, já quis no passado - sair do Governo, mas devo dizer que é com pena que o vejo partir, se estas notícias se confirmarem.


:
: Hungarian Dance No. 5 - Johannes Brahms

uma psicose de José Pedro Salgado às 13:40
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Sócrates pisca o olho à esquerda.

 

... é tempo de preparar medidas: a primeira será o casamento 'gay'.
 



uma psicose de nunodc às 11:25
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Habemus Governo!

 Segundo a SIC, temos fumo branco em S. Bento. Não há grandes alterações...

 

Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros 

Luís Filipe Marques Amado 

 

Ministro de Estado e das Finanças 

Fernando Teixeira dos Santos 

 

Ministro da Presidência 

Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira 

 

Ministro da Defesa Nacional 

Doutor Augusto Santos Silva 

 

Ministro da Administração Interna 

Rui Carlos Pereira 

 

Ministro da Justiça 

Alberto de Sousa Martins 

 

Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento 

José António Fonseca Vieira da Silva 

 

Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas 

António Manuel Soares Serrano 

 

Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações 

António Augusto da Ascenção Mendonça 

 

Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território 

Dulce dos Prazeres Fidalgo Álvaro Pássaro 

 

Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social 

Maria Helena dos Santos André 

 

Ministra da Saúde 

Ana Maria Teodoro Jorge 

 

Ministra da Educação 

Isabel Alçada (Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar) 

 

Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 

José Mariano Rebelo Pires Gago 

 

Ministra da Cultura 

Maria Gabriela da Silveira Ferreira Canavilhas 

 

Ministro dos Assuntos Parlamentares 

Jorge Lacão Costa 

 

Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros 

João Tiago Valente Almeida da Silveira 

 

SIC Online

 

Duas notas rápidas:

a) Augusto Santos Silva a Ministro da Defesa!??! É uma piada?

b) Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações é, se a memória não me atraiçoa, o antigo presidente da minha Alma Mater (ISEG) e, segundo sei, um Keynesiano convicto (aka, favoravel a TGVs e obras públicas afins)

 


:

uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 18:11
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
E que tal irem "gozar com o D. Pedro"!? (II)

 Auto-estradas


Passivo da EP dispara 1400% num ano e meio


O passivo da Estradas de Portugal (EP) ultrapassou no final de Junho passado os 15,2 mil milhões de euros, o equivalente a quase 10% do PIB.


(...)


Em ano e meio, o passivo da empresa liderada por Almerindo Marques passou de 1.024 milhões de euros para mais de 15 mil milhões. 

 

Fonte: Jornal de Negócios

 

Para quem não percebeu eu explico: Desorçamentação!

 

Se não sair dos cofres do Estado (aka, Orçamento Geral do Estado) não é despesa pública - Contabilidade Pública funciona segundo a Optica de Fluxos de Caixa, ou seja, só há despesa quando o dinheiro é gasto. Se não sair dos OE mas, uma empresa pública gastar o dinheiro equivalente ao que se queria, então:

a) Não entra nas contas públicas, logo não conta para o deficit,

b) Quando for altura de pagar, o Estado emite obrigações e paga tudo duma vez, fazendo uma "passagem ao Ás", versão orçamental - passa directo para dívida pública sem nunca ter contado para as contas do "saldo orçamental".

 

Uma sugestão: que tal, já que se fala tanto em reformas fiscais, começar por esta:

Alargar o perimetro orçamental para incluir despesas do Sector Empresarial do Estado e alterar a optica de contabilização da despesa?

 

O contribuinte agradecia que começasse a haver a "necessidade imperiosa" de deixar de gozar com ele!


:

uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 17:16
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E que tal irem "gozar com o D. Pedro"!?

Reforma fiscal

 

Peritos querem imposto especial sobre café, refrigerantes e sacos de plástico

 

Café, refrigerantes, latas, embalagens e sacos de plástico poderão sofrer um aumento de preço, caso o próximo Governo acolha a proposta do grupo de trabalho a quem encomendou um estudo sobre a política fiscal de lançar impostos especiais sobre o consumo (IEC) sobre estes produtos. 

 

(...)

 

Em defesa deste agravamento da tributação aparecem dois argumentos: o estímulo de hábitos de consumo ambientalmente mais sustentáveis e a necessidade imperiosa de compensar a perda de receita fiscal. 

 

Fonte: Jornal de Negócios

 

"Necessidade imperiosa de compensar a perda de receita fiscal"?! E pararem de gozar com o contribuinte? Não seria também uma "necessidade imperiosa"?!


:

uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 15:07
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009
Mobilidade? Para lado nenhum! VIVA!

Após um ano em Situação de Mobilidade Especial (SME) sem receberem qualquer salário ou qualquer explicação para este facto, dois funcionários públicos receberam uma carta a informá-los de que, devido a um despacho do ministro das Finanças e da Administração Pública, não poderiam estar nesta situação por trabalharem em Entidades Públicas Empresariais (EPE) criadas em 2005 – antes da lei da mobilidade.
 

in cm



uma psicose de jfd às 16:01
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009
Viva o Governo! Viva Sócrates!

 Numa análise à evolução dos principais indicadores económicos em Portugal e no resto da Europa desde que o executivo de José Sócrates tomou posse, conclui-se que o rendimento médio de cada português está actualmente mais longe da média europeia do que em 2005.

A tendência vinha desde 1999 mas agravou-se no último ano com uma descida recorde no Produto Interno Bruto (PIB) per capita de 2,5 pontos percentuais face à média da União Europeia.

Dados provisórios do Eurostat apontam para um crescimento do PIB em 2008 que fica 0,9 pontos percentuais abaixo da média comunitária, o que constitui uma diferença mínima face à evolução de 2004.

No que se refere ao trabalho, José Sócrates herdou o país com um desemprego abaixo da média europeia, que foi entretanto ultrapassada. Segundo o gabinete estatístico da Comissão Europeia, Portugal apresenta actualmente uma taxa de desemprego que fica 0,7 pontos percentuais acima da média dos 27.

Pela positiva, a produtividade de cada português aumentou 2,0 pontos percentuais desde 2004, mas continua longe da média comunitária.


in TSF (o destaque é de minha autoria)


:

uma psicose de jfd às 00:34
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
Estímulo à Economia, versão Governo PS!

O Governo prometeu à Comissão Europeia aumentar os impostos em 2010 e 2011. A decomposição da receita fiscal, prevista no Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) aprovado no final de Janeiro no Parlamento e já entregue em Bruxelas, deixa claro que os impostos directos e indirectos vão aumentar nos próximos dois anos. Depois do alívio aplicado em 2009, a carga fiscal aumentará 0,3 pontos percentuais nos próximos dois anos. E, caso o PIB seja próximo dos 160 mil milhões de euros por ano, os portugueses pagarão mais 320 milhões de euros em impostos, em 2010.

in CM



uma psicose de jfd às 16:24
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
"De que tem medo o Primeiro-Ministro?"

Manuela Ferreira Leite desafiou, ontem, José Sócrates para um debate. Segundo a líder do PSD, "assistimos em poucos dias ao desmascarar das políticas prosseguidas pelo Governo nesta Legislatura" e, como tal, assente no pressuposto de que o seu partido tem apresentado alternativas e alertado para os erros do Governo, defende que este debate será uma forma de contrariar a postura do Governo que "usa a sua máquina de propaganda para deturpar ou encobrir as propostas do PSD".

 

Entretanto, Sócrates já mandou dizer, por Augusto Santos Silva,  seu mensageiro mais activo nos últimos tempos, que o Primeiro-Ministro "debate na Assembleia da República (...) todos os quinze dias" e que "não é uma responsabilidade do Governo o facto de a drª Manuela Ferreira Leite não ser deputada do PSD".

 

Em resposta, Aguiar Branco, pelo PSD, perguntou "De que tem medo o Primeiro-Ministro?". Eu, que já algumas vezes critiquei o actual Vice-Presidente do PSD concordo agora com ele e reforço a pergunta! É que me parece que este debate poderia não servir a MFL (debates não são o seu forte), poderia não servir a Sócrates (Economia é a especialidade da sua adversária) mas serviria pelo menos para os Portugueses verem esclarecidas algumas das suas dúvidas sobre quem escolher em 2009.



uma psicose de Bruno Ribeiro às 18:47
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
Que lata...

 

 O Governo deu portáteis às nossas crianças: o Magalhães está aí.
Mas a factura de Internet também. Quem a paga? As autarquias, claro.
O Ministério da Educação está a intimar as Câmaras a custearem os modems e o acesso à Internet.
A situação foi hoje denunciada por Agostinho Branquinho: "o Ministério da Educação mandou para todas as câmaras do país propostas - aquelas pressões que não são bem pressões - para pagarem os modems, que custam 45 euros, e a totalidade ou parte da assinatura anual da Internet, que se eleva a 250 euros".
A isto é que eu chamo engravidar a mãe e depois não assumir a paternidade…

 



uma psicose de Margarida Balseiro Lopes às 23:45
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008
Obrigado meu querido Governo!

 

Esta notícia do DN mostra bem como o nosso querido Governo tem andado preocupado com o bem estar dos Portugueses e por isso não tem tido tempo para preocupar-se com coisas de somenos...

 

É por isso que temos um país que está, neste momento a crescer fervorosamente, com uma Educação do melhor que há, um Sistema Nacional de Saúde exemplar, uma Taxa de Desemprego ínfima, um equilíbrio demográfico assinalável, etc.

 

Não tomámos posição sobre a independência do Kosovo, apesar de não termos motivos para hesitações, mas... o que é que isso interessa???

 



uma psicose de Bruno Ribeiro às 10:11
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