Terça-feira, 8 de Outubro de 2013
Resumo...
 

...do que deveria ser um formulário de pré-candidatura a nomeação para o Governo.

 

 

 

 



uma psicose de Essi Silva às 18:22
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Sexta-feira, 4 de Outubro de 2013
Nas autárquicas, a Culpa, não é a Tia solteirona - I
Em 2009 fui eleita pela primeira-vez para a - quase extinta - freguesia do Alto do Pina. Foi a minha quarta campanha autárquica, terceira a sério, sendo que já me metia nisto antes de ser militante de coisa alguma.

Há quatro anos, apoiei Pedro Santana Lopes e não me arrependo disso. A campanha foi, por vezes, caótica. Mas tínhamos um bom candidato e na altura, mesmo com uma agenda de campanha confusa, fizemos boas acções de campanha, com um candidato sério e seguro. Seguro que era, o melhor para Lisboa.

Os resultados para a minha área de Secção - extinta em Fevereiro 11' - foram positivos em 2009: Alto do Pina com clara maioria do PSD, o mesmo em S. João de Brito, S. João de Deus, Nossa Senhora de Fátima, Alvalade e vitória, à tangente, no Campo Grande. Era o nosso oásis laranja e tirando um caso, sei que os presidentes dessas freguesias fizeram (um bom) trabalho.

Hoje a realidade é diferente. A freguesia do Areeiro - Alto do Pina e S. João de Deus - é do PSD por uma unha negra. Nossa Senhora de Fátima (que se fundiu com S. Sebastião da Pedreira) também - não sei bem como. Mas perdemos Alvalade para o PS. E Alvalade foi sempre um bastião social-democrata. Um forte do PSD.

Já sabíamos que estas eleições nos iam correr mal. Começando pelo factor de penalização nas eleições autárquicas pelas medidas tomadas pelo Governo de Pedro Passos Coelho. Com isso já contávamos. Especialmente em freguesias habitadas por uma maioria idosa, afectada com as alterações nas pensões e mais do que isso, a nova lei das rendas.

Igualmente grave, foi a escolha de alguns candidatos por Lisboa. Impostos pelo partido por questões de força e poder e nem tanto pelo factor de mérito e credibilidade. Pelas Avenidas Novas, a facção que durante dois anos andou a criticar duramente a presidente, eleita pelo PSD, pelas atenções que concentrou à volta do candidato, deveria ter levado a uma vitória mais soberba sobre o PS. No Areeiro, se calhar teria sido igualmente boa ideia não colocar em destaque o nome de um ex-presidente (não me refiro obviamente ao cabeça de lista, nem à "família" do Alto do Pina - cujo património é, no mínimo, simpático) que, segundo consta, desfalcou o património da freguesia, pela má gestão que fez.

uma psicose de Essi Silva às 09:08
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Sexta-feira, 30 de Agosto de 2013
Sobre responsabilidade: Prof. José António Salcedo


Só acho um pouco exagerado todo o conceito de "lá fora é que é bom", mas de resto, está uma excelente aula no 2º dia de UV.

uma psicose de Essi Silva às 17:30
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Terça-feira, 27 de Agosto de 2013
Triagem: 10 anos depois é de quem?
 
Enfermeira - Então o que se passa?
Paciente - Dói-me a cara toda, os dentes do maxilar superior no lado direito e estou a escorrer muco das narinas. 
Enfermeira - Tem dores na cara. Ora isso deveria ser de Maxilofacial. Ou então de Otorrinolaringologia. O que acha melhor?

Esta conversa passou-se há um ano no Hospital S. José. Não teria corrido tão bem se eu não tivesse o mínimo conhecimento de Saúde e percebesse que tinha uma sinusite. 

A verdade é que não é suposto ser o paciente a saber o que tem e qual o serviço que melhor o ajudará a resolver o seu problema de saúde. 
Mas também duvido que os médicos - a não ser os mais jovens - se queiram submeter a prestar este serviço, o que pode dar no mesmo. 

Para além disso, haverá staff suficiente para assegurar esse serviço? E o que acontecerá aos enfermeiros "a mais"?


uma psicose de Essi Silva às 16:04
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Arrancou ontem!
Arrancou ontem mais uma UV da JSD, PSD e IFSC. 
Como sabem, a iniciativa tem importância para o Psicolaranja, tendo em conta que, não só o blog nasceu de ex-alunos da UV, como sempre foi recrutar autores à UV.

Para além das aulas e dos jantares-conferência que preenchem a mente, ou os trabalhos e projectos que ocupam o tempo, temos na UV algo que enche o espírito e trabalha o lado empírico da política: o contacto humano com jovens de várias faixas etárias, de ambos os sexos, com origens nas mais variadas zonas do país, sempre à conversa.

Quem já foi a uma UV sabe que é uma experiência inesquecível. E embora não se consiga repetir (já que só se pode frequentar uma vez a UV), é possível ao ex-aluno, de sua casa, acompanhar as aulas em streaming e colocar questões aos oradores. Assim, aprender é sempre possível, ainda que a Km de distância de Castelo de Vide. 

O Programa está disponível aqui



uma psicose de Essi Silva às 14:07
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Domingo, 25 de Agosto de 2013
1949 - 2013


Licenciado em Economia e Finanças pelo ISCEF, mestrou-se e doutorou-se nos Estados Unidos. Foi Vice-Governador do Banco de Portugal, professor de Economia na Univ. Nova, Vice-Presidente do Conselho de Administração da Goldman Sachs em Londres, para além de ter passado também pela administração do Citibank, BNP Paribas, Petrogal, Sonae, Jerónimo Martins, Cimpor e Vista Alegre.
Foi ainda consultor do Departamento do Tesouro dos EUA, da OCDE e colaborador na UE aquando a criação da UEconómica e Monetária.
No PSD foi Vice-Presidente da Comissão Política Nacional de 2008-2010. Era considerado igualmente uma das figuras mais próximas de Manuela Ferreira Leite. (E foi meu professor na UV 2009)

Diagnosticado em 2010 com cancro no pâncreas (ainda viveu 3 anos, o que até certo ponto é uma vitória) foi nomeado director do Departamento Europeu do FMI, tendo a sua saída sido apontada como resultado de incompetência (o que não me choca num paciente de cancro, especialmente desta estirpe).
As suas últimas declarações e a consultoria que prestou no âmbito das privatizações da RTP e CTT que resultou num contrato entre a Parpública e uma empresa, na qual António Borges tinha uma quota, valeram-lhe algum criticismo.

Faleceu esta madrugada com 63 anos.

uma psicose de Essi Silva às 12:22
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Sexta-feira, 23 de Agosto de 2013
Pois Menezes. Assim, também eu.


uma psicose de Essi Silva às 13:14
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Sábado, 3 de Agosto de 2013
É oficial: estamos em período autárquico
Há mais em Lisboa que a Baixa

Não será então de estranhar que tenha sido agora - num espaço de 4 anos de mandato - que a CML tenha decidido renovar as ruas da Baixa/Rossio. Embora as alterações tenham começado há algum tempo atrás, só agora a obra se desenvolve a todo o gás. 

É fantástico saber que para além de uma CML eficiente, também é rica. Sim, meus caros, nós teremos direito a lajes de pedra a pavimentar as ruas da baixa pombalina. 

Lisboa é uma cidade com uma dinâmica interessante, sempre com sítios "trendy" a surgir todos os dias, em especial nas zonas cliché da cidade - o que aconteceu com a renovação do Terreiro do Paço e dos respectivos estabelecimentos de restauração, ou com a "noite" do Cais do Sodré (para mim, a tentativa de afastar a noite do Bairro Alto é simplesmente ridícula).

 Mas ainda assim, a cidade parece morrer um pouco quando nos afastamos destes locais. 

Lembro-me dos restaurantes na Praça do Campo Pequeno que há uns anos dinamizavam a zona, provando que há mais em Lisboa que o Chiado, mas que por não serem "legais" foram removidas às ordens de Sá Fernandes. Aquele mesmo que foi responsável (e deveria ter sido punido adequadamente, nunca devendo representar os lisboetas em órgãos municipais)  por um desvio substancial dos custos do Túnel do Marquês, obra que se provou ser um trunfo para o tráfego rodoviário em Lisboa. 

É verdade, o período autárquico começou. E os meus apontamentos a 6 anos de mandato de António Costa também. 


uma psicose de Essi Silva às 15:21
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Quarta-feira, 3 de Julho de 2013
Volta, estás perdoado! (Ou "Por mim, o MNE devia ir para...)


uma psicose de Essi Silva às 16:03
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Segunda-feira, 8 de Abril de 2013
Margareth Thatcher: The death of a Lady
Estive pelo menos 5 minutos a olhar para este espaço em branco, indecisa sobre o que deveria escrever numa análise à mítica figura da Dama de Ferro, que hoje partiu deste mundo.

De todas as lideres políticas que me inspiram, Thatcher era, sem duvida, a mais admirada. Não só pelo seu pulso, mas também pelos seus ideais políticos. 

Pertenceu a uma geração de grandes mulheres, que contra o preconceito e a tradição, sopraram ventos da mudança ao tomarem as rédeas não de uma Familia ou uma empresa, mas de uma nação. Foi forte e persistente, mesmo quando não era popular. Thatcher foi admirável, pelo menos, para mim.

Nascida em 1925, filha de merceeiros, é relativamente fácil perceber como o ambiente em que cresce - no qual o mérito, o trabalho, é a única fonte de proveitos - a influencia politicamente. 

Eleita deputada em '59, é convidada para a pasta da Educação em '70 após a vitória de Edward Heath, que eventualmente vem a desafiar internamente, levando-a à liderança em '75 do Partido Conservador, destaque nunca antes desempenhado por uma mulher. 


“O Socialismo não funciona”

É através desta premissa, que em 1979 vence as eleições e se torna na primeira mulher a desempenhar o cargo de Primeira-ministra daquele que era apontado como o "país doente da Europa". Foi, salvo erro, o mandato mais longo de um PM no Reino Unido.

Convicta que fora eleita para servir o seu país, começou o seu primeiro mandato com a árdua tarefa de contornar o declínio económico que assolava a Nação desde o desmembramento do Império Britânico pós-guerra. 

Com o propósito de reduzir a inflação, opta por medidas fiscais mais indirectas, como o aumento da taxa sobre o valor acrescentado e outros mecanismos para regular a inflação, a par da injecção de moeda. 

Faz frente ao IRA, defendendo a soberania do Reino Unido sobre o território da Irlanda do Norte; não conseguindo, no entanto, evitar um aumento substancial da taxa de desemprego, derivada maioritariamente da indústria, que ainda não se encontrava adaptada à redução na procura. 

Esta última questão, leva a que os apoiantes do seu antecessor peçam a sua cabeça, mas Thatcher aguenta-se; não sem um pouco de auxílio do seu Ministro William Whitelaw. 

E segundo documentos encontrados recentemente, do ponto de vista da sustentabilidade do Estado Social, Thatcher queria ser ainda mais radical do que foi: possivelmente pondo fim até ao Serviço Nacional de Saúde. 

As Falkland (Malvinas) e a reeleição 

A 2 de Abril de 82, uma junta militar Argentina invade as ilhas e outra província Britânica, cujo território a Argentina desde o séc. XIX reclama como seu. Reagindo de imediato, Thatcher envia tropas com o intuito de resolver o conflito por via diplomática, ou caso esta falhasse, com a expulsão dos invasores. O conflito escala mas a operação leva Argentina a render-se a 14 de Junho. 

A estabilização do sector económico e o sucesso da operação nas Falkland, vale-lhe a reeleição em 83. 

Destaca-se neste período a implementação de medidas que reduzissem o poder dos sindicatos, a tentativa de homicídio levada a cabo por uma célula derivada do IRA e um acordo com a República da Irlanda. 

Mas o legado, para mim, será o do caminho através das privatizações, empreendedorismo e liberalização do mercado. 

Éi uma das maiores aliadas de Reagan, numa política arriscada, de pulso forte face aos Russos na Guerra Fria. Mas não é nada de espantoso, analisando o seu carisma. 

O Braço de ferro com a CEE e a transformação em persona-non-grata

Por esta altura, "Maggie" já tem um catálogo fascinante de inimigos. Os russos, a Igreja (que lhe valeu a primeira derrota legislativa no Parlamento quando impediu que o comercio pudesse estar aberto aos Domingos), os Argentinos, os irlandeses, os sindicalistas, etecetera. Mas como se não chegasse, decide puxar as orelhas à CEE afirmando, que o Reino Unido dá mais à Comunidade, do que o que recebe.

Com a inflação a diminuir drasticamente, a produção a atingir níveis satisfatórios e o desemprego a afectar cada vez menos a população, Thatcher usa o seu sucesso como lema de campanha nas eleições de 87. 

Mas o sucesso económico orçamental de Nigel Lawson, em 87 está prestes a desabar. O Reino Unido tinha deixado de ser uma nação tão industrial, existindo um mar de oportunidades de emprego no sector de serviços. Mas Lawson não consegue equilibrar o boom que criou e a recessão acaba por bater à porta com a contracção na Economia no ano 1990.

O insucesso da sua política fiscal e económica no combate à inflação, que quase atinge os mesmos valores na sua saída, de quando entra, aliado a uma taxa "por cabeça" ao invés de se basear no rendimento, leva a um declínio abismal na sua popularidade.

No fim, não são os inimigos de "Maggie" que a levam a partir. São os amigos.
Quando em 1990, o seu opositor interno lhe tira a legitimidade e até o seu maior aliado abandona a pasta, Thatcher pede a demissão. 


Hoje, a mulher que andou de mão dada com Reagan e deitou a língua de fora aos russos; que fez frente aos sindicatos; pôs em causa o Welfare; sobreviveu a um atentado de bomba; deu uma coça aos argentinos; e repudiou uma Europa federal faleceu com 87 anos. 

* Desculpem qualquer erro, que isto de escrever com febre e com base numa Bio em inglês dificulta a precisão :)

uma psicose de Essi Silva às 15:51
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Sexta-feira, 5 de Abril de 2013
Tribunais - II
Supostamente o Tribunal Constitucional serve para fiscalizar a aplicação da Lei máxima no nosso país, a que carinhosamente chamam de Constituição.

No entanto, o TC, composto por juízes eleitos pela AR e outros cooptados - tipo captação - parece defender mais uma lei, que o futuro sustentável de um país.

Do ponto de vista formal, não acho transparente, democrático ou objectivo, a composição do Tribunal Constitucional partir de:
a) eleição de 10 juizes pela AR
b) Cooptação dos restantes 3 pelos anteriores
c) só seis deles (em 13) devem ser magistrados, podendo os demais ser juristas

Ou seja, os partidos decidem quem lhes dá mais jeito que se vá passear pelo TC. E os que são escolhidos seleccionam outros amigos para lhes fazerem companhia.
Para além disso, só seis destes deverão ser magistrados, podendo os demais nunca ter passado pela experiência de julgar.

Na vertente material, acho uma pouca vergonha que tipos que - salvo erro - não abdicaram dos seus subsídios (segundo o art. 2º-2 do Estatuto Remuneratório dos Titulares de Cargos Políticos) venham com um ar moralista defender com unhas e dentes subsídios dos outros, nomeadamente dos seus amiguinhos, pondo em causa a sustentabilidade de uma geração futura.

Sim, é que para tapar aquela cratera de receita que o Governo acabou de perder, o mais provável é subirem os impostos. E eu não tenho uma reforma de 4000€ para poder pagar mais impostos.

Portanto acabem com o Tribunal Constitucional e já agora renovem o Estatuto Remuneratório dos Políticos, que aquilo é uma vergonha.

Ah sim, e para aqueles que defendem que a CRP tem de ser respeitada até ser reformada - o que é urgente, de modo a adequar os direitos e deveres à realidade - eu sei que a vigência da lei é tratada no Código Civil, que é usado analogamente, mas será que se tem de aplicar uma disposição legal que coloca em risco o futuro de várias gerações?

uma psicose de Essi Silva às 22:07
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Tribunais - I
Bem sei que estou a correr o risco de uma expulsão ou pelo menos de uma carga de pancada, mas devo admitir que foi com algum prazer que soube hoje que um Tribunal Cível de Lisboa tinha rejeitado o recurso de Fernando Seara.

Não é que desgoste particularmente deste, até acho que é um bom candidato.
Mas estou mais que cansada das brincadeiras e dos braços de ferro do PSD, em especial pelos lados de Lisboa.

É que existia o risco das candidaturas de Seara, Menezes, Costa e afins, serem impedidas pelos órgãos judiciais. E o partido fez zero, para precaver uma solução atempada do problema. Esta teimosia de interpretar a lei conforme o que dá jeito a um partido ou a outro, ia dar problema.

A lei impede que se apresentem candidaturas, após três mandatos autárquicos. Para quê tentar dar a volta à lei, com interpretações restritivas e extensivas? Só fica mal.

Mas não é só o braço de ferro com a lei que impressiona negativamente. É também a imposição de determinados candidatos devido a negociatas e caciquismos, que arriscam ainda mais levarmos uma derrota soberba ao nível autárquico.

E já agora, porque raios é que andaram a interpor recursos país fora, nomeadamente em Tavira? Que teimosia! Que gasto de recursos!

E se Seara, Menezes (o tal que segundo ouvi dizer andou a confortar os militantes com mensagens de distanciamento da situação de Seara - a lei por ventura terá uma aplicação limitada ao território de Lisboa?) e Costa não se puderem mesmo candidatar? Quem os substituirá na corrida? Haverá tempo? Ou vamos pelo método "fazer agora, pensar nas consequências depois?"

Enfim.

uma psicose de Essi Silva às 20:55
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Quinta-feira, 4 de Abril de 2013
Adeus Relvas
Até nunca!

(e espero que o sucessor seja licenciado a sério!)

uma psicose de Essi Silva às 18:35
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Quinta-feira, 21 de Março de 2013
Isto sim, é triste


Estamos sensivelmente nos 60.000 desempregados. Será que atingimos um milhão até ao fim do ano? Esperemos que não. Mas só queria avisar, que sem emprego, não há economia que subsista. Nem receitas fiscais suficientes para compensar os cortes na despesa pública, que ainda não foram devidamente feitos.

Que futuro nos espera?

uma psicose de Essi Silva às 20:42
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OI?! - Parte PSD/Gaspar
Mudem a medicação do PSD. E do Gaspar também.

O PSD, e como bem relembrou Teixeira dos Santos, ratificou e contribuiu na redacção do memorando da Troika. Para além disso, assumiu-o no seu programa eleitoral, praticamente com copy-paste de algumas medidas. Defendeu o memorando com unhas e dentes, incluindo medidas que iam além da proposta da Troika, porque achava que o memorando era bom mas não era óptimo.
E AGORA VEM DIZER QUE AFINAL O DOCUMENTO FOI MAL DESENHADO?
Mas está tudo louco?
Quase dois anos de governação de braço dado com o memorando e a Troika depois, o documento foi...mal desenhado?!

A sério. Metam-se num buraco e não saiam de lá. Declarações destas não são ridículas. São um ESCÂNDALO!
Espero bem que o meu partido esteja orgulhoso de ter eleito um Governo, que primeiro pede aos portugueses para darem tudo o que têm e depois diz que a sua Bíblia, afinal de contas não é tão boa como afirmava!

(E agora vou beber qualquer coisa, a ver se me acalmo!)

uma psicose de Essi Silva às 20:15
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OI?! - parte Sócrates
Sou toda a favor da liberdade de expressão e informação. Se o Sócrates é contratado para comentar e dar a sua opinião, não tenho nada contra. Posso não gostar dele, ou concordar com a sua governação, mas cabe-me a mim decidir se ouço ou não o comentário.
Agora, coisa que NÃO ACEITO, é que ALGUÉM QUE CONTRIBUIU PARA A FALÊNCIA DE UM PAÍS, seja contratado pela TELEVISÃO PÚBLICA que todos nós pagamos, em impostos e em contribuições áudio-visuais e afins.

Não basta o que ele ganhou e ganha, ainda temos todos de pagar por ouvir as suas opiniões?????
Se isto é interesse público, vou ali e já venho. Ou então emigro mesmo e paro de pagar impostos para sustentar estes parasitas...

(Desculpem o CAPS LOCK mas houve qualquer coisa em mim que implodiu!)

uma psicose de Essi Silva às 20:07
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Segunda-feira, 18 de Março de 2013
Pois é! Direitos sociais vs. Trabalho
  O TRABALHO É A MELHOR SEGURANÇA SOCIAL

É uma excelente premissa lançada pela juventude do KOK (o partido mais próximo do PSD na Finlândia).
Gosto mais desta ideia do que dos múltiplos direitos sociais e obrigações estaduais decorrentes da Constituição. 
Afinal de contas, não deverá o trabalho e a produtividade ser recompensada?
A campanha dirige-se aos jovens, mas aplica-se a todos. Agora é preciso que todos consigam encontrar trabalho e ter condições para produzir. 

Eu acredito no mérito. E o mérito deve ser recompensado.
Será que a crise é um obstáculo ao mérito? Acho que não. E vocês? 
Concordam com esta premissa? Deveremos garantir direitos sociais iguais a todos, independentemente de produzirem ou não? A crise é obstáculo ao mérito e à vontade de produzir?


uma psicose de Essi Silva às 15:37
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Quinta-feira, 14 de Março de 2013
Poeira...



  Depois de ter visto este vídeo, acompanhado das minhas aulas de Introduction to Global Law e da fantástica sessão promovida pelo Psico com o Ricardo e o André no mês passado na Maia, não podia deixar de analisar os circunstancialismos que minam o investimento estrangeiro, com especial foco na questão legislativa/constitucional.

A razão pela qual muitos dos nossos legisladores combinam a política com a formação em Direito, deve-se essencialmente ao espectro formativo que o curso abrange. Mas é notável a falta de formação em matéria política - sobretudo do ponto de vista histórico - e económica. Ter uma cadeira de Introdução à Economia não é o suficiente para perceber como uma simples lei pode afectar com gravidade o mercado e a sociedade. 

Na aula de Global Law começou-se com a premissa que a Globalização está, indubitavelmente, a alterar o paradigma constitucional dos estados. Sobretudo do ponto de vista da soberania e do território. Não me vou aprofundar nesta questão, mas vou sim abordar um tópico que foi suscitado aquando se discutiu a influência das agências de rating na soberania dos Estados. 

Pegando neste vídeo e analisando a questão do ponto de vista legal e constitucional, sejamos claros: o mercado europeu não pode competir com o mercado americano, enquanto tivermos um principio de liberdade económica nos Estados Unidos, em comparação com Estados como o português, no qual o Estado, devido a princípios de índole socialista e de protecção ao Estado Social, intervém esquizofrenicamente, do ponto de vista legal, no mercado e na vida do cidadão. 
Se compararmos com a Constituição Alemã, que contém uma norma a encaminhar o funcionamento estatal para um sistema social/socializante; Portugal tem inúmeras normas constitucionais de protecção ao Estado Social e de direitos sociais, como é, por exemplo o direito à habitação que cria mais do que um direito, um dever sobre o Estado de promover a igualdade entre os cidadãos nesta matéria. Dever esse, que devido aos múltiplos diplomas legais que incidem sobre o arrendamento urbano, levou a maiores distúrbios e a uma maior desigualdade entre os cidadãos portugueses.

Nenhum investidor são da sua mente pode querer investir num país, no qual as leis mudam à velocidade da luz, minando o conceito de Segurança Jurídica. E se abordarmos a questão fiscal, mais grave é a situação. 
E quando temos um sistema judicial do ponto de vista administrativo e fiscal, lento e com a premissa "paga agora, dou-te razão depois", no qual o Estado está muitas vezes de má fé (culpando sistemas informáticos, que nada têm a ver com as reais ordens que os funcionários recebem), aliado a processos extremamente burocráticos quando se trata de questões que envolvem financiamento. 

Lamento, mas estes vídeos de apoio ao investimento estrangeiro são nada mais que poeira para os olhos. A beleza do país e a língua falada por milhões não são pesos suficientemente importantes na balança, quando competimos num mercado global como o actual. É preciso legislar menos, colocar menos obstáculos e sobretudo ter muito cuidado quando se promovem igualdades. Por vezes remediar é pior. 


uma psicose de Essi Silva às 18:14
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Terça-feira, 5 de Março de 2013
Os banqueiros não são cidadãos...são uma cena à parte
Só pode. É que se são coitadinhos, por verem as suas reformas a serem afectadas por uma taxa de contribuição social, que se destina a igualar as dificuldades dos mais pobres, então não entendo porque é que as usa reformas sao pagas pela Segurança Social e não por uma entidade privada. Maus são os pobres, esses é que devem pagar a crise.

Para quando colocar um tecto máximo às reformas???

uma psicose de Essi Silva às 19:14
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013
Tópicos sobre a liberdade
1º - O Direito à Liberdade de expressão e de manifestação é consagrado constitucionalmente, não podendo ser limitado à excepção de quando é usado abusivamente. Cometer crimes (como a agressão ou a difamação) em nome da liberdade de expressão, não pega. Fora a existência de uma figura no Código Civil, que tem como função gerir conflitos e regular o normal funcionamento da vida em sociedade e entre privados, chamada Abuso de Direito. 

2º - Mesmo que assim não fosse, mesmo sem princípios tipificados ou salvaguardados na lei, nacional, europeia, comunitária ou internacional; existe algo chamado respeito e regras para o bom funcionamento da sociedade. São aqueles princípios que nos incutem em crianças do género de não falar com a boca cheia, não mentir e respeitar o próximo. 

3º- Estes meninos nem sequer têm idade para ter passado por uma ditadura, nem para perceberem o valor da canção que entoam, mas aparentemente querem impor a sua maneira de pensar a todos os outros (não é essa uma forma de totalitarismo?), impedindo os demais de assistir ao que um Ministro eleito tem para dizer, do ponto de vista informativo. 

4º- Pior que isso, é impedirem que os portugueses ouçam o que os seus representantes têm para dizer ao nível de políticas a aplicar, como foi o caso da interrupção do discurso de Paulo Macedo - de longe um dos melhores ministros deste governo, com uma tarefa extremamente difícil, mas que tem desempenhado com o máximo de competência possível. Os portugueses são mais que aqueles jovens, que decidiram que a sua rebeldia vale mais que a comunicação de quem nos governa, com os restantes cidadãos. 

5º - Como aponta o José Pedro Salgado, algures nas redes sociais, este tipo de medidas têm naturalmente como consequência a falta de vontade dos governantes em comunicar, em aproximar-se do povo, reduzindo obviamente a transparência e a liberdade de se expressar como democraticamente têm direito (e dever). É o que apelidam como asfixia democrática. 

6º - E não se iludam quando apontam defeitos a Miguel Relvas. Não falamos aqui dos defeitos dele, falamos sim de respeito. Que é coisa que os meninos, que não só cantaram, mas também optaram por vias como a agressão, não sabem o que é. 

7º - Estão descontentes? Votem. Façam abaixos-assinados. Participem civicamente. Mas não me venham cá com tretas sobre a democracia porque nada justifica violência e faltas de respeito a um representante da Nação. E peçam a alguém para vos dar educação. Estão mesmo a precisar.  


Talvez esta música se adeque mais aos tempos de quem canta a Grândola.

uma psicose de Essi Silva às 13:19
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2013
Saber Mais
Há que séculos que estou para ir a uma formação destas! Desta vez, acho que vou conseguir aceitar o convite que o Bruno Duarte nos dirigiu. Juntem-se a mim no dia 2 de Março, em Odivelas!



uma psicose de Essi Silva às 18:40
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013
Políticas de Natalidade ≠ Acabar com o aborto

Pois. Não estou a falar de benefícios fiscais ou da Segurança Social.

De todo. Aparentemente para o PSD, medidas de apoio à natalidade passam por reavaliar a legalização do aborto, do casamento homossexual e da mudança de sexo.

 

Pelo menos é o que retiro das palavras de Nuno Reis, coordenador do grupo parlamentar do PSD na Comissão de Saúde, que reagiu à petição Defender o Futuro que contesta as “medidas ideológicas” – como o casamento homossexual, o aborto e a mudança de sexo – legisladas pelo anterior governo da seguinte forma: "A petição merece a nossa concordância já que também apoiamos o aumento de políticas de apoio à família”.

 

Não só a ideia me parece uma profunda estupidez*, sendo um retrocesso nos direitos que foram conferidos aos homossexuais, transsexuais (que ainda passam por etapas burocráticas terríveis) e a todas as mulheres férteis; como me parece que se está a atirar areia para os olhos - temos problemas bem mais sérios para discutir - e a olhar para estas pessoas como culpadas da taxa de natalidade ser cada vez mais negativa. 

 

Meus caros srs. deputados e ex-deputados do PSD - sim, houve uma aprovação à toa de legislação com impactos na sociedade, fruto de força de vontade ideológica por parte do PS mas - o aborto não é o principal culpado da redução da natalidade em Portugal. Simplesmente cada vez há menos condições sociais e económicas para se ter um filho, quanto mais dois ou três. Querem obrigar as mulheres a terem filhos que não podem manter só porque não nascem suficientes crianças? Querem obrigar os casais homossexuais a viverem uma farsa? Se pagarem os psiquiatras e psicólogos que os deverão tratar por uma vida de miséria, por mim tudo bem.

 

 *agora em bold, para ver se percebem o que digo

 



uma psicose de Essi Silva às 15:56
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Sábado, 2 de Fevereiro de 2013
Enquanto o Costa e o Seguro andavam às turras, eis o que passou despercebido...
  Artigo de Paulo Rangel sobre a Regionalização in Público 

Entre vários argumentos, o eurodeputado justifica quais são os efeitos da austeridade e do centralismo. Aponto os principais: o facto da região Norte ser a mais pobre de Portugal; a diferenciação dos portugueses em primeira classe e segunda, o que provoca tensões sociais e desigualdades; o facto da política de assistência/caridade do Governo só se focar na esfera familiar e não nas diferenças do desenvolvimento territorial; a má distribuição da riqueza não opera só através das classes, mas também através das desigualdades territoriais; é fulcral promover justiça territorial até para demonstrar a coesão do país aos olhos das entidades internacionais que nos estão a supervisionar. 

O artigo completo pode ser lido aqui

A qualidade da RTP - Entrevista do Público a Paulo Ferreira

Se é verdade que concordo com a premissa da selectividade de conteúdo e com a melhoria da qualidade que a televisão pública presta - afinal de contas não pagamos uma televisão que custa uns trocos do dinheiro dos contribuintes. 
Preocupa-me qual será o critério de selecção da secção noticiosa. É que sou completamente a favor que nos afastemos do tipo de notícias à jornal O Crime, que os privados fazem. Mas preocupa-me que a selecção implique o percurso de subjectividade e de falta de isenção que pautou o conteúdo noticioso da televisão pública durante os anteriores governos. Mais aqui e aqui.

Enquanto Costa ladra, a CML e os Lisboetas pagam

É pequenina, mas merece o meu destaque. Dois milhões?! Sr. Presidente - quantos buracos se podiam tapar? Quantos lisboetas poderiam beneficiar do investimento deste dinheiro em acção social das freguesias? 
Pois...


uma psicose de Essi Silva às 16:00
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Burocracias...parte II
  Lembram-se no meu post anterior,  da história dos computadores, das cartas sem sentido e dos enganos da Administração pública? 

Riam-se com esta: o meu avô, que se casou numa igreja em comunhão geral, a 7 de Maio de 1956 e fará 80 anos esta próxima sexta-feira, aparentemente é...SOLTEIRO/VIÚVO/DIVORCIADO. Pelo menos, para efeitos de retenção na fonte. 

Isto segundo o que consta no Centro Nacional de Pensões - onde a minha avó - a que partilhou o altar em 56 com ele - esteve há pouco tempo a pedir certidões. (Não foi pedida actualização de dados nenhuma...se havia actualização a fazer depois de 56 anos de casamento, claro. E porquê só aplicar um Decreto-Lei de 91 em 2013?!)

O que me leva a inquirir: Com quem é que a minha avó - a qual já ofendi por ter enganado a nossa familia durante anos...NOT - está casada então? 



uma psicose de Essi Silva às 14:20
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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013
Burocracias...

Os computadores foram uma excelente invenção. Mudaram o mundo. Facilitaram tarefas, ajudaram a circulação e eficiência na transmissão de informação. 
Porém, nada substitui uma pessoa. A sensibilidade e o discernimento. Um computador não vê. Faz cálculos de acordo com os dados que neste são inseridos. 

Hoje em dia, em todos os serviços públicos do país, usam-se computadores. O que, em regra, é um beneficio até para o próprio cidadão, depara-se com uma grande excepção: a autoridade tributária. (E quando se recebem comunicações para pagar consultas hospitalares na véspera de Natal, também é um mimo)

Avaliações de IMI's, sem deslocações reais de peritos; cartas automatizadas, que oneram contribuintes a pagar taxas, por prazos que nunca ultrapassaram; avaliações incorrectas de IRS, que se às vezes trazem mais chatices que efectivamente um acréscimo no imposto a pagar, são coisas não tão incomuns assim. 

É verdade que a lei nos dá a hipótese de reclamar, mas a burocratização do sistema, em especial no que toca ao fisco, é lastimável. Em especial quando os casos são mais sérios. 

No Natal de 2010, um membro da minha família alienou um imóvel que, por virtude de ter sido adquirido antes da entrada em vigor do regime das mais-valias em 1989 (que tributa a diferença entre o valor de compra e venda de uma casa - o nosso "lucro" como Rendimento Singular), não estaria sujeito a tributação. 

Porém, como o computador decidiu mudar a data de aquisição de 1971 para 2005, apareceu um imposto generoso para pagar. A quem, não fosse o pequeno lucro que teve - o mercado imobiliário está terrível - teria alguma dificuldade em cumprir. E que por exceder determinado limite, só com autorização do Ministro das Finanças poderia ser parcelado. 

Caricato é que desde o principio que tínhamos razão. E essa razão, por motivos de extravio da reclamação dentro das Finanças (não é brincadeira não), demorou - deixem-me cá contar - sim, é isto mesmo, Um ano e dois meses a chegar.  

Imaginem se o imposto fosse de uns milhares...

Casos como este, por parte das Finanças, têm-me chegado à caixa de correio, com mais regularidade do que gostaria. 
Em todos tenho a lei do meu lado. 

Porquê? Porque primeiro a autoridade tributária obriga a pagar e só depois é que analisa se tem razão. E isto não seria preocupante se a justiça administrativa funcionasse eficientemente. Mas no nosso país, a Justiça não funciona. 
Só me resta perguntar Quid juris quando a lei não é o suficiente?


uma psicose de Essi Silva às 15:00
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013
Da Praça do Município ao Largo do Rato são 8 minutos (com motorista)
Falava-se que Pedro Santana Lopes era um boémio. Que não perdia uma Moda Lisboa. Que gastava dinheiro a rodos em projectos para a cidade. 
Pois é, mas se Pedro Santana Lopes pensava na cidade e os seus projectos trouxeram uma qualidade substancial à cidade; os de António Costa nem por isso. 

Desde rotundas experimentais (sem sistema de escoamento de águas) que teimosamente decidiu implementar, aos 350.000€ que se destinaram à Moda Lisboa, o Município da capital parece nadar em dinheiro. 

O impulso esbanjador de Costa não é novo. Mas é irónico, que no dia em que, mais uma vez, se candidata a Lisboa fale de tudo menos de...Lisboa. 

Pois é. Afinal de contas, os residentes e os não residentes nestes dois mandatos o que têm visto de novo e de positivo na cidade?!
Ah sim...para mim foi a Fonte Luminosa. A cuja inauguração o Presidente se atrasou mais de meia-hora...

E acham mesmo que um mau presidente de município, pode ser um bom líder de um dos maiores partidos e maior responsabilidade nos desígnios da nação? 
Quando nem da sua cidade lhe interessa falar? 

Pois....Costa anda à procura é duma oportunidade de destaque. Daí contradizer-se tanto. 
Nem todos têm qualidade para governarem uma cidade, quanto mais um país.  


uma psicose de Essi Silva às 12:03
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
Deve ser muito o desespero! (ainda sobre as autárquicas)
 É a única coisa que, para mim, explica a candidatura de alguns autarcas, especialmente os que ultrapassam os três mandatos, aos municípios vizinhos. 
Até percebo que possa ser útil, procurar nomes conhecidos da esfera política e pública, para darem a cara pelos municípios de maior destaque no país. Mas corre-se o risco da receita que até possa ter funcionado com a vizinha, não se adapte à nossa realidade. 

E retomo o alerta que o Filipe Lopes fez aqui: a escolha do candidato não pode ser reflexo só dum nome espampanante para iludir, nem da máquina para favorecer. 


uma psicose de Essi Silva às 00:23
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Alguém me explica...
  ...porque é que se apoiarmos um candidato, que até está mais próximo da base social de apoio e das linhas programáticas do Partido, estamos sujeitos à expulsão; mas se falsificarmos dados de militantes, ninguém vê nem faz nada?

Podemos mesmo sujeitarmo-nos a perder um nome como Miguel Veiga, por o partido achar que Menezes é mais importante e termos de ser extremistas a aplicar os estatutos?!
É que se assim for quero ver, se no fim do dia, há mais militantes reais ou "fantasmas" no PSD...


uma psicose de Essi Silva às 00:08
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013
Experiências da CML

Como a nossa Câmara Municipal em Lisboa está com um activo impressionante, decidiu-se fazer uma experiência com duas rotundas ao invés de uma, no Marquês de Pombal, e mudando sentidos na Av. da Liberdade (o que a mim já levou a 1 hora e meia a tentar estacionar na zona e chegar ao Politeama!). Felizmente o terror dos automobilistas, está quase a chegar ao fim, tendo em conta que o município decidiu recuar nas alterações que fez na Av. da Liberdade

Para quem é sócio do Automóvel Clube de Portugal, saberá que desde o início que estes se apresentam contra as alterações. O estudo que desenvolveram está disponível aqui e sugiro a sua leitura. 


uma psicose de Essi Silva às 12:14
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PS diagnosticado com demência recorre à ADSE

 Estou confusa. Afinal de contas o PS quer ou não quer acabar com a ADSE? 

Correia de Campos diz que sim, Carlos Zorrinho diz que não, Álvaro Beleza acha que sim. 

E no meio disto tudo, Relvas quer bater palmas mas pede ao PS que se decida...
Enfim. Rico país, o nosso. 


uma psicose de Essi Silva às 11:45
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013
Terroristas: cada vez mais novos
Pais desesperados com gémeos que aterrorizam escola no Porto

E umas palmadas valentes, não?
É que algo de muito grave se está a passar, quando duas crianças metem medo a miúdos e graúdos. E não me venham com desculpas sobre crise: a boa educação não é uma qualidade só dos ricos.

Mais, aqui:
http://niii.ws/3Zi

uma psicose de Essi Silva às 22:10
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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2013
This is how we do it


Não conhecem a pessoa na imagem? Deviam!

Sauli Niinistö foi eleito há relativamente pouco tempo e já dá o exemplo.
Sim, isto porque o Presidente da Finlândia, (OH YEAH!) formalizou um pedido para reduzir o seu salário em mais de 20%.
À semelhança desta medida, o Presidente do Parlamento Finn tem vindo a sugerir cortes também nos salários dos deputados.

Falamos de figuras de partidos distintos, ambos com a mesma premissa: cortar na despesa pública, dando o exemplo.

Poderão ler mais, aqui:

http://www.helsinkitimes.org/index.php/finland/finland-news/politics/4886-niinistoe-and-heinaeluoma-to-cut-presidential-and-parliamentary-salaries

http://www.helsinkitimes.org/index.php/finland/finland-news/politics/4912-executives-and-mps-ready-for-pay-cuts
: Proud To Be a Finn
: Sibelius - Finlandia

uma psicose de Essi Silva às 17:50
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Domingo, 30 de Dezembro de 2012
Best of 2012: Política Nacional

Decidi fazer um top 10 dos acontecimentos que marcaram o 2012 político em Portugal. Se quiserem poderão sempre trazer mais contribuições à caixa de comentários.

 

 

 

 

 10. RTP, RTP, RTP

Com privatizações ou não privatizações, o que vale é que a nossa televisão nacional é um estouro! Até o coitado do director de informação se demitiu! Sempre pensei que a nossa televisão pública fosse composta por dois canais generalistas mas o conteúdo afinal é mais na ordem de comédia. 

 

 

 

 

 

 

 

 

9.  Secretário de Estado da Saúde e os portugueses maus que dependem demasiado do SNS

 


Até percebo o que o Exmo. Sr. Secretário quis dizer. Mas era desnecessário. Foi uma afirmação pouco feliz. E mais: acho que seria muito mais importante/relevante, o Ministério andar em cima das Administrações a perceber porque raios é que quando pago 20€ de taxa moderadora me prescrevem medicamentos que são incompatíveis com as minhas demais patologias e nem me fazem um diagnóstico ou exames; quando há médicos a ganhar balúrdios com horas extraordinárias, do que cortar a regra e esquadro porque gastamos e vamos muito ao Sr. Dr. 

 

 

 

8. Cândida Almeida e a caça às bruxas

 

Quando o BPN dá no que dá, o Mário Lino e o Sócrates andam por aí a passear (o último a fazer jogging em Paris), o processo Freeport foi um flop mas o contribuinte continua a gastar em processos crime por enriquecimento ilícito, corrupção e afins; que as poucas provas exibidas antes dos arguidos serem avisados e sucessivas contradições dos mesmos, convencem, pelo menos o contribuinte da mínima sujidade dos intervenientes; não percebo como é que se afirma que não existe corrupção em Portugal. Certamente que a visada mora num país diferente do meu.

 

 

 

 

 

 

 

7. O Povo e a Manif de 15 de Setembro


 É bom saber que os portugueses não estão a dormir. Independentemente de possíveis confrontos e manifestações de violência das manifestações que se seguiram, o ponto principal é que a soberania é do povo e nós não somos tão passivos assim. Não quer isto dizer que andemos a partir tudo para provarmos o que pensamos. Não obstante a ligeireza com que nos manifestamos, estamos lá para relembrar ao governo e aos deputados, que quem paga os seus salários são os contribuintes. E para tirar fotos bonitas, como é claro.

 

 

 

 

6. Há PS e PS's - Porque não te calas? vs. Mea culpa

A JSD esteve muito bem na resposta que deu a Mário Soares. Percebo que haja quem tenha ficado ofendido: afinal de contas, devemos ter clemência por quem tem Alzheimer e Tourette. Ah pois, mas não, não é o caso. É altura de sua Exca. olhar para o que fez, o que ainda faz e ser humilde. 

Mas, para compensar, Guterres esteve muito bem ao reconhecer que cometeu erros na sua Governação. Só por isso, o PS não acaba com a pontação tão negativa (Seguro - 100; Soares -1000; Guterres +100; Burlão da ONU -2)

 

 

 

 

 

 

5. Bye-bye Louçã

 

Foi uma boa tentativa de golpe de asa dividir o poder no BE por duas pessoas. Tentou vender-se como algo de novo. Não é.

 

 

Será que vai resultar? Até agora parece ter deixado muitas dúvidas e ainda dará muito que falar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4. Together forever? Portas e travessas, OE 2013 e afins


 Pois é, nuestros amigos de coligação estão a fazer desta governação uma aplicação prática dos ensinamentos d'O Último Tango em Paris. (quem viu o filme percebe de certeza a analogia -  para quem não viu, são precisos dois para dançar o tango e neste caso, também há um a levar por...tabela...). Ou estão on board, ou não estão.

E já agora, não querem fazer um saneamento ali ao Portas? É que o diz que não disse, não sei, sou inocente, já não funciona. 

 

 

 

 

 

 

3. Centralização e concentração ou Lisboa vs. Porto


 É um tópico novo nos media, mas anda por aqui há muito tempo. Com a remodelação da Administração pública e de muitos serviços ligados ao Estado, não é só o interior a penar com a crise, o Porto também sofre. E injustamente. Palmas a Paulo Rangel e a Rui Moreira por levantarem bem as suas vozes por quem se sente injustiçado. 

 

 

 

 

 

2. Equivalências de Miguel Relvas


 

A lata de um Ministro que afirmou que Sócrates devia ter vergonha, que não sai do governo e ainda se ri devido à sua impunidade, é um escândalo. Não fosse a gravidade da situação, até teria piada, mas só prova que a geração que nos governa, está preocupantemente mal preparada e formada. E pior do que isso, é não ser caso único. Sim, porque não foi culpa do Relvas que a situação tenha sido possível: foi do legislador e da universidade. Mas vá, estas falhas de preparação académica explicam a falta de conhecimento no que toca aos princípios da vida política, nomeadamente o facto que se fazemos pressão à imprensa, devemos fazê-lo com cuidado e de forma a não dar "cana".

 

 

 

 

 

 


1. Os remates de Vítor Gaspar.

Para o bem e para o mal, a figura de 2012

O Governo, de facto, fez uma má contratação no que toca a Vítor Gaspar. É que parece mesmo que faz os remates todos, mas nenhum deles entra na baliza. Exemplos disso são a TSU e a tristeza que foi aquela hesitação; o corte dos subsídios aos funcionários a que o Tribunal Constitucional disse "not gonna happen"; ou, o último remate, a publicação de uma portaria que faz referência a um diploma que, aparentemente, não existe. Quando é que mandam este jogador para o banco? É que qualquer dia o país dá ao Governo um GAME OVER. 

 

 

 

 

 

 


: Psy - Gangnam Style

uma psicose de Essi Silva às 15:28
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2012
Até no melhor pano cai a nódoa




uma psicose de Essi Silva às 15:55
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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012
Feliz Psico-Natal


uma psicose de Essi Silva às 10:24
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012
Presente de Natal antecipado


Mas meninos e meninas, comportem-se que isso não quer dizer que possam estourar a mesada em presentinhos!

uma psicose de Essi Silva às 13:08
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Já que o mundo vai acabar...
Só queria dizer que estou cansada de greves do metro, portanto até é melhor que não haja depois de amanhã.

Que tenho pena e estou desconfiadíssima do facto da TAP não ter conseguido melhor comprador. Mas pronto, já percebi que o Efromovich quer obter cidadania portuguesa, ao estilo do que fez com a colombiana. (Se o fim do mundo for em breve, haverá sempre um país que o acolherá)

É uma chatice que Nogueira Leite tenha saído da CGD antes do fim do mundo - presumo que ele queira ficar nas boas graças do Senhor.

E que o Cavaco decidiu não enviar o OE para o Tribunal Comstitucional, coisa que acho lamentável já que se não existissem inconstitucionalidades, pelo menos haveria o descarte de consciência e uma representação muito melhor de quem o elegeu - que para que conste, não foi só o PSD - e no caso de estas serem patentes no diploma, pelo menos não andávamos a aprovar Orçamentos que violam a nossa lei máxima. E eu bem sei que a Constituição para muita gente já não serve de nada, é do tempo dos dinossáurios e não merece respeito, mas não deixa de ser o que temos e de vigorar. Portanto agradeço que a respeitem, já agora. (O Cavaco já sabe que vai para o Inferno, portanto nem se esforça!)

uma psicose de Essi Silva às 11:55
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Domingo, 16 de Dezembro de 2012
Parabéns!

 

 

A todos os eleitos para os órgãos nacionais, em especial à Beatriz Ferreira, ao Paulo Pinheiro, ao José Baptista, ao João Marques e à Margarida Balseiro Lopes!

 

E se me permitem, um carinho especial para o Pastor - João Gomes da Silva - que sempre foi um grande psico-amigo!

 

Ao Hugo Soares, muitas felicidades para o seu mandato, que implicará grandes responsabilidades mas que sei que cumprirá cada uma com rigor e com o máximo de sucesso!

 

À Joana Barata Lopes, também nossa psico-amiga, muitos parabéns e votos de um mandato frutífero!



uma psicose de Essi Silva às 17:21
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Carlos Reis in a Nutshell

Custa-me reconhecer, mas tenho de concordar que podia ter-se discutido mais política neste Congresso. Sem papas na língua. Sem bloqueios. Nem obstáculos de oposição.

 

Mas não foi tão mau como o Carlos pinta.

 

Falta de ideias novas: talvez alguma razão neste aspecto. Acho que existem novas propostas, e se faltam ideias novas, falta também cumprir com as velhas.

 

Mas ainda assim, porque é que Carlos Reis não voltou a candidatar-se?

 

Excelente orador. De facto. Calmo, sem exaltações, conciso e incisivo. A JSD tem de dar o passo para não seguir cegamente o Governo: ter a capacidade de defender os jovens dos cortes cegos.

 

Mas como disse outro orador posteriormente, é preciso mais do que falar sobre exemplos, é preciso estar no terreno para conhecer a realidade.

 

Overall 5 em 10.

 

É uma pena é ter como referências ou exemplo figuras que denigrem a JSD. E com esse remate, toda a legitimidade deste discurso perde-se.



uma psicose de Essi Silva às 03:48
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Sábado, 15 de Dezembro de 2012
Açores

Apontam-se dedos à competência. Mas diga-se o que se disser, verdade ou mentira, não é em congresso nacional que se dizem as verdades, quando não se assume a oposição e se sujeita às urnas e ao voto.



uma psicose de Essi Silva às 20:46
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