Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013
Alguma vez o Estado vai começar a pagar o que deve?

O endividamento do Estado Português atingiu 122,5% do PIB em 2012.
O BCE já tem mais de 10% daquele valor para ajudar a acalmar os mercados.

O governo tenciona começar a fazer descer aquele valor ou vai-se mesmo realizar a 2ª opção de Mises?

É impossível evitar o desmoronamento da actividade económica causada pela expansão do crédito.
A escolha é somente se o colapso virá mais cedo, como resultado do
abandono voluntário de políticas de crédito artificial à Economia,
ou mais tarde como uma crise catastrófica do sistema financeiro.

Ou se corta a sério (PPPs, BPPs, BPNs, Reformas acima da média, …) ou vamos todos ter de voltar a ler livros de história…



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 18:56
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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2012
Who are you?!...




It doesn't matter who we are, what matters is our plan

 

We're Portugal's reckoning

 

Here to end the borrowed time you've all been living on



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 22:02
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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2012
Resposta às ilusões da Esquerda


uma psicose de Miguel Nunes Silva às 14:58
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Domingo, 27 de Novembro de 2011
Itália: O próximo alvo

E Espanha safou-se, por agora. Neste momento, o FMI está fixado em Itália.

 

Ora, a os 600 000 Milhões são mais do que os 4 pacotes anteriores (GR, IE, PT e GR2) juntos.

Está em causa a Zona Euro e a política de "fomentar dívida para estimular a Economia".

 

A Itália cai?

A Zona Euro desmantela-se?

As políticas liberais são finalmente abraçadas?

 

Ficam as questões. As respostas seguem nas próximas semanas.

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:15
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Sábado, 28 de Maio de 2011
Duelo de Credibilidade: Pinto da Costa Vs José Sócrates (2)

Lembram-se do Post Original, de 10 de Março?

 

Pois bem, o Porto está agora a lançar obrigações a 8%, a 3 anos.

O Estado já não emite, simplesmente anda à esmola ao MEEF (ou seja, Europa - porque tem de ser - e Asiáticos - porque querem ganhar peso político). A dívida ainda em circulação caiu tanto em valor que quem a comprar hoje obtém rentabilidades de 9,887% a 10 anos e 11,804% a 3 anos.

 

É esta a situação que Sócrates nos deixa.

Dizem que PPC não dá garantias. Bem, Sócrates dá. E mostra serviço. Resta ver que serviço ele deixa.

E o serviço da dívida é já maior do que a despesa em educação e aproxima-se do valor da despesa em saúde...

Socialismo nos lábios, Favoritismo na prática: de uns o voto pelo engano, de outros o voto pelo clientelismo. E assim ele pensa ganhar as eleições.

 

E para quem ache que o Passos vai conseguir livrar-se do FMI em 3 anos, leiam isto.

Como já disse, Portugal só se livra quando mudar de política e centenas de milhares ou mesmo milhões deixarem de viver à custa do estado.

Até lá, vamos viver do dinheiro de usuários. E isto nem a malta do Rossio pode evitar (aliás, até agravam, pois produzir é coisa que não lhes vejo e eles alguma coisa têm de consumir...)

 

Não sei se foi uma opção de vida correcta conhecer a política económica e as suas consequências. Se calhar devia concentrar-me mais nos mercados financeiros...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 09:00
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Sábado, 12 de Março de 2011
Curvas de Taxas de Juro

O que é isto?

 

Bem, isto é muito mais simples do que parece:

Pega-se nas obrigações de um país (digamos, Portugal), e colocamos a taxa exigida por todas as Obrigações com diferentes prazos por ordem, e ligam-se os pontos.

Isso dá uma linha. Fazendo para vários países, dá o gráfico aqui em cima.

 

OK. E qual é a relevância deste? Bem, este diz-nos qual a credibilidade de um país, para todos os horizontes temporais.

Reparem também nas diferenças entre países e o que nos pode esperar se deixarmos a situação escorregar para a situação grega: 18%!

Note-se que, por exemplo, Portugal paga 8% (sim, 8%) pela dívida a 5 anos, o que sinaliza risco muito elevado (o BCE cobra 1% aos bancos)

Quem quiser investir, financia-se a 1% + spread e pode obter um retorno de mais de 7%. Incrível!

 

E pensar que vivi para ver estes dias...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 02:56
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