Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2012
PS pronto para governar

Carlos Zorrinho: “O PS está preparado para governar”

Imagem

Adivinhem onde foi tirada esta foto ;)

 

(post n'O Insurgentefoto no 31 da Armada)



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 03:00
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Domingo, 30 de Dezembro de 2012
Only in America =)

Para acabarmos 2012 numa onda menos negativa, uma história que só na América.

Reparem que o mesmo podia ser feito por uma mulher patroa que achasse um assistente demasiado excitante.

Não sendo um caso de género, é pelo menos um caso engraçado.

 

A norte-americana Melissa Nelson passou mais de 10 anos a trabalhar como assistente dentária, até que foi despedida por ser "Irresistível".

Segundo o ex-patrão, Melissa era uma ameaça ao seu casamento – uma opinião partilhada pela esposa deste.

“Apesar deste tipo de despedimentos não serem justos, não constituem uma discriminação ilegal à luz da Lei dos Direitos Civis do Iowa”, refere a sentença citada pela ‘CNN’.

Melissa negou que a sua roupa fosse inapropriada, já o ex-patrão queixa-se que usava roupa demasiado justa… e que era uma “distracção”.

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 18:15
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Sábado, 29 de Dezembro de 2012
O valor do Prémio Nobel da Paz



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 23:23
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Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2012
Mais um sinal da Bomba Demográfica

 

14 - 4,2 - 1,7.

Em Portugal o número de pessoas em idade activa sobre o número de pessoas reformadas era em 1960 de 14, hoje é de 4,2 e quando eu me reformar em 2050 será de 1,7.

 

Seja qual for o governo, estes números são mais ou menos inevitáveis. Numa sociedade de deireitos adquiridos, os jovens partem ou decidem não ter filhos. Os idosos recebem muito mais do que alguma vez descontaram mas também não são eles que vão equilibrar a pirâmide demográfica.

 

Hoje foi notícia que "houve mais 16 mil funerais do que partos só no primeiro semestre". Faz sentido. Ou se produz riqueza e se dimunui a terrível injustiça inter-geracional neste país, ou estamos condenados a vender património físico e empresarial ao estrangeiro, a diminuir de população e viver para pagar juros.

 

O diagnóstico creio que é fácil para alguém que não esteja em transe ideológico.

A resolução do problema parece que vai implicar uma crise a sério que faça perceber ao povo o quanto tem vivido acima das suas possibilidades ou, se preferirem, o quanto vão ter de mudar para que os empresários deste país possam criar a riqueza para sustentar todos os direitos adquiridos.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 11:11
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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012
Produção deslocou-se para a Ásia, o Consumo segue dentro de momentos

20121220_global

Fonte: Zerohedge.

 

A produção foi para a Ásia.
O Ocidente adiou enquanto podia recorrendo ao crédito.
Agora seguirá o consumo.
Álvaro Santos Pereira chegou tarde.
Viva Jorge Moreira da SilvaViva Assunção Cristas.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:22
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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2012
The Hobbit

Estreia hoje em Portugal a Prequela de um dos livros mais lidos do Século XX.

 

The Hobbit, a tale by Bilbo Baggins.

Trailer oficial

Reunião de trailers realizada por Fã

Todo o material diz 14, mas acreditem: podem vê-lo já hoje.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 02:30
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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2012
Estonia Vs Eurozona

Um artigo recomendado sobre diferentes opções de política económica.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 14:32
editado por Essi Silva às 20:44
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Sindicatos do Michigan vão mesmo ter de ser mais eficazes

Detroit é uma das cidades mais decadentes da América. E porquê? Porque desde 1962 sempre teve um Presidente de Câmara do Partido que tudo dá depois de extorquir aos que têm a capacidade de criar riqueza. Conseguiu aliás ser pior que Cleveland, que já é mau suficiente para merecer uma série de vídeos da Reason TV sobre o assunto.

 

Consequentemente, Detroit é a cidade líder em Pobreza infantil (53,6%, à frente de Cleveland que tem um esperado 2º lugar), uma das líderes em abandono escolar (75% não terminam o secundário), a cidade líder em mortes em legítima defesa (2200% acima da média nacional dos EUA), onde se compem comprar casas por 80 Euros da população que foge, e é um exemplo - entre vários - de como NÃO deve ser gerida uma cidade ou um país. Colocou-se até a hipótese de em Dezembro de 2011 ser tomada pelo Governo Estadual - uma hipótese obviamente rejeitada pelo presidente de câmara, que é tipo o Sócrates ao cubo. Só para ilustrar: em 2010 queria deitar abaixo um quarto da cidade (ora aí estava uma oportunidade de crescimento económico, não é Sr. Paul Krugman?) Enfim...

 


Bem, e porque está Detroit nas notícias... agora?

Porque até agora, no estado de Michigan, ou se era membro de um sindicato ou têm de pagar umas taxas o que, na prática, leva a que muitos se tenham tornado membros de sindicatos mesmo sem grande vontade. Mas agora com o fim das taxas, vai haver claramente um incentivo a que muitos deixem os sindicatos, sobretudo na conjuntura económica actual.

E qual foi a estratégia da esquerda? Apanhados em minoria nas câmaras legislativas (!), retiraram diversos senadores e representantes (em protesto) e colocaram lá milhares (dependendo dos dias... chegaram a ser 12.500: vejam aqui as fotografias) de sindicalistas a berrar e a dificultar os trabalhos. Obama já expressou o seu apoio aos sindicatos. O movimento Occupy também.

 

No fundo, os sindicatos tinham os seus números garantidos. Agora vão ter de se esforçar para captar membros. E esforço era uma coisa que eles não estavam a contar fazer. Ainda por cima agora vão ser questionados os preços dos serviços e, como dizem os americanos, "no one wants to be the low bidder" - ninguém quer a austeridade nas suas contas.

 

Michigan sempre foi dos Estados com mais desemprego (foi dos primeiros a ficar roxo neste mapa) e esta é uma oportunidade histórica para atacar esse problema e, na verdade, tornar os sindicatos mais activos e mais eficazes - pois agora só terão membros se demonstrarem a sua utilidade ao apoiarem os trabalhadores nos seus problemas do dia-a-dia. Vai ser como exercício físico: custa, mas fica-se melhor no fim. Mas os senhores sindicalistas não queriam isso pois não?

 

 

 

Anexo: Right to Work states a vermelho. Sounds familiar?



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 09:50
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2012
O Populismo Atroz de António Costa

Excelente artigo de André Abrantes Amaral n'O Insurgente:

 

Preparando-se as eleições que se aproximam, António Costa prometeu reduzir para 2,5% o IRS retido pela autarquia de Lisboa. A redução de impostos é, não apenas excelente e necessária, mas também justa. Um verdadeiro estado de direito implica apenas a cobrança dos impostos absolutamente necessários para a prossecução das suas funções minimamente indispensáveis.

Infelizmente, a redução dos impostos não é acompanhada de uma redução da despesa da autarquia. Não existem menos serviços, menos regulamentação, nem menos burocracia. Qualquer pessoa que tenha contactado profissionalmente com a Câmara de Lisboa sabe que é um monstro a evitar e com que se lida apenas quando é obrigatório.

A redução de impostos no próximo ano em Lisboa reflecte um populismo atroz: continuar a gastar, mas cobrar menos para ganhar votos. Depois, mais tarde, logo se vê. No fundo, continuar a agir como sempre se fez. Como se nada se tivesse passado entretanto e 2012 não tivesse existido. A prova comprovada que quem governa o estado, tanto a nível central, como local, não aprende com os erros, porque raramente paga por eles. Veja-se que pode ser tão fácil baixar impostos que até o CDS e o PSD apresentaram propostas mais audazes. Estamos perante um problema que afecta não apenas António Costa e o PS, mas toda a classe política. De um extremo ao outro do panorama político.

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 00:01
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Domingo, 2 de Dezembro de 2012
Retrato da UE em 2012

A revista The Economist publicou recentemente uma série de mapas sobre a Europa em 2013.
Ficam os dados – sem comentários, que ficarão para outros posts – sobre a situação actual da Europa.
Podem encontrar esta informação, se ainda estiver disponível – neste artigo da revista.

1-Currency

Referências adicionaisMapas da UE em 2008 por regiõesMapa por ano desde o ano 1000 DC.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 23:49
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Domingo, 25 de Novembro de 2012
25 de Novembro - Comunismo e Fascismo nunca mais!

Para quem quer quer recordar, fica aqui um blog especialmente sobre o assunto.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:28
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012
Conceito de Superávite

A quantidade de pessoas que não sabe o que é ou o que significa um…

Superávite

É incrível o número de pessoas formadas que eu encontro que não sabem o que é.
E das que sabem, as que não conseguem escrever a palavra.
Testem vocês mesmos e assustem-se!


(se não sabiam, vejam aqui o significado na Wikipedia e finjam que sempre souberam)



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:43
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Conceito de Cessar-Fogo

O conceito de Cessar-Fogo do Hamas é muito curioso:

Hamas dispara 12 Rockets na hora após o cessar-fogo.

 

Isto não vai acabar bem para a malta das cavernas...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:37
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Terça-feira, 13 de Novembro de 2012
Vale e Azevedo devia ser o novo negociador com a Troika!

Ao fim de 6 meses, era a Troika que vinha a Portugal e pagava o que nos devia!



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:54
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012
Bem-vinda Srª Merkel

A nossa credora está cá hoje.

Pareçam ocupados.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 13:28
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Domingo, 11 de Novembro de 2012
É possível ser um bom líder?
Material para pensarem...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:30
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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2012
Democratas na América - Bloomberg impõe regras a quem ajude os mais pobres

Sim, porque a ajuda pode ser sobre a forma de comida com demasiado... Sal!

NEW YORK (CBSNewYork) — Mayor Michael Bloomberg’s food police have struck again!

Outlawed are food donations to homeless shelters because the city can’t assess their salt, fat and fiber content, reports CBS 2’s Marcia Kramer.

Glenn Richter arrived at a West Side synagogue on Monday to collect surplus bagels — fresh nutritious bagels — to donate to the poor. However, under a new edict from Bloomberg’s food police he can no longer donate the food to city homeless shelters.

It’s the “no bagels for you” edict.

“I can’t give you something that’s a supplement to the food you already have? Sorry that’s wrong,” Richter said.

Richter has been collecting food from places like the Ohav Zedek synagogue and bringing it to homeless shelters for more than 20 years, but recently his donation, including a “cholent” or carrot stew, was turned away because the Bloomberg administration wants to monitor the salt, fat and fiber eaten by the homeless.

Richter said he was stunned. He said his family has eaten the same food forever and flourished.

“My father lived to 97; my grandfather lived to 97, and they all enjoyed it and somehow we’re being told that this is no good and I think there is a degree of management that becomes micromanagement and when you cross that line simply what you’re doing is wrong,” Richter said.

But Mayor Bloomberg, a salt-aholic himself, was unapologetic.

“For the things that we run because of all sorts of safety reasons, we just have a policy it is my understanding of not taking donations,” Bloomberg said.

Told that his administration recently enacted the policy, the mayor was Grinch-like.

“If they did in the past they shouldn’t have done it and we shouldn’t have accepted it,” Bloomberg said.

Richter said that over the years he’s delivered more than two tons of food to the homeless. He said Mayor Bloomberg is eating away at his ability to do good.

The ban on food donations was made by an inter-agency task force that includes the departments of Health and Homeless Services.

 

A Madre Teresa de Calcutá com este "Mayor" tinha de ter cuidado. Ou então era explusa da actividade.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:21
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Balsemão quer pagar tráfego à Google

Só assim se podem justificar afirmações destas…

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 10:55
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012
Democratas na América - A isenção da MSNBC

Que a Fox era injusta com o Obama, qualquer Português já sabia (rácio de 7,67 notícias negativas por cada positiva)

Agora o enviesamento da MSNBC contra Romney (rácio de 23,67!) até a mim me surpreendeu!

Podem ler o artigo completo aqui.

Opinião do The Baltimore Sun:

That’s not a news channel. That’s a propaganda machine, and owner Comcast should probably change Phil Griffin’s title from president to high minister of information, or something equally befitting the work of a party propaganist hack in a totalitarian regime. You wonder how mainstream news organizations allow their reporters and correspondents to appear in such a cauldron of bias.

I thought show host Sean Hannity of Fox News defined party propagandist. But while his channel was bad, it wasn’t as bad-boy biased as MSNBC.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:29
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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012
Instrumentalização

Tema: O Orçamento tem Inconstitucionalidades? O meu artigoO da esquerda.

Instrumentalização

A questão constitucional não surge do nada. Uma certa esquerda continua a acreditar que é possível manter o nível de despesa actual sem aumentar impostos.

“A dívida não é para se pagar”, “a austeridade rebenta com o País”, e portanto uma pessoa “com coração” deve defender défices eternos. A matemática não interessa, logo a luta continua. Derrotada nas urnas para o parlamento, com um presidente desfavorável pela primeira vez na história, e sem a possibilidade de influenciar o Banco de Portugal para efectuar “desvalorizações competitivas”, vira-se então para o Tribunal Constitucional (TC) como última esperança de impor a sua ideologia.

Na Constituição, o artigo dedicado ao Orçamento é o 105º. Neste artigo, o número 1 define o conteúdo do Orçamento: “A discriminação das receitas e despesas do Estado, incluindo as dos fundos e serviços autónomos e o orçamento da segurança social”. Onde estavam as mesmas vozes a pedir a Cavaco para enviar para o TC a desorçamentação de José Sócrates? No mesmo artigo, no número 4 lê-se que “o orçamento prevê as receitas necessárias para cobrir as despesas”. Onde estavam os mesmos a pedir a todos os presidentes que enviassem para o TC todos os orçamentos deficitários desde 1974?

O TC, quando chamado a pronunciar-se sobre o orçamento anterior, ignorou aquelas questões e focou-se num artigo mais genérico: o 13º, do princípio da igualdade. Usando uma divisão artificial da sociedade, ignorando a desigualdade gritante à partida (por exemplo face aos recibos verdes), os juízes fizeram um julgamento ideológico contrário ao do órgão eleito para o efeito e criaram um precedente. Este ano a esquerda pede mais. Mas se o TC se deixar instrumentalizar para defender direitos adquiridos impossíveis de suportar e na prática (impedindo os cortes) exigir mais um “enorme” aumento de impostos, então ficará em causa muito mais do que o Orçamento.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 14:00
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Domingo, 28 de Outubro de 2012
PPP, por Mariana Abrantes de Sousa

PPP em Portugal. “Havia crédito, havia megalomania e a factura era para pagar depois”, no jornal i:


Mariana Abrantes de Sousa foi controladora financeira do Ministério das Obras Públicas no primeiro governo de Sócrates.

A economista Mariana Abrantes de Sousa será das pessoas em Portugal que melhor conhecem o universo das parcerias público-privadas (PPP). O seu percurso profissional passa pela banca comercial que financiou a Lusoponte, concessionária da Ponte Vasco da Gama, até ao Banco Europeu de Investimentos (BEI) e ao Estado, onde assumiu funções de controladora (controller) financeira no Ministério das Obras Públicas de Mário Lino e Paulo Campos, do governo de José Sócrates. Hoje segue o tema com paixão no seu blogue (PPP Lusofonia). Na hora de apurar responsabilidades pela aventura portuguesa das PPP não poupa o Ministério das Finanças, então liderado por Teixeira dos Santos, que falhou no controlo da despesa de uma factura que era adiada, nem o Banco Europeu de Investimentos (BEI), que financia sem correr o risco e sem assumir a responsabilidade por apoiar projectos não viáveis.




uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 19:20
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Sábado, 20 de Outubro de 2012
KPMG: Taxa de IRS no trabalho dependente está a atingir níveis incomportáveis

Luís Magalhães (partner da KPMG), ao Jornal de Negócios:

A taxa de IRS no trabalho dependente está a atingir níveis incomportáveis, quer do ponto de vista absoluto quer em comparação com o praticado noutros países, considera o 'partner' fiscal da consultora KPMG, Luís Magalhães.

"A taxa de IRS de facto, nesse ponto de vista, (estou a referir-me apenas ao trabalhado dependente) está a atingir, se é que não ultrapassou já, níveis, quer do ponto de vista absoluto, quer do ponto de vista de comparativo com outros países, que podemos qualificar de incomportáveis e as consequências disso podem ser várias. Não consegui imaginar nenhuma boa, consegui imaginar várias indesejáveis", afirmou o responsável num encontro com jornalistas.Numa análise às principais medidas da proposta de Orçamento do Estado para 2013, o responsável destacou também o rápido agravamento da tributação dos rendimentos de capitais, após as taxas liberatórias aumentarem nos últimos anos 8 pontos percentuais, demonstrando o seu receio que o repatriamento de capitais feito nos últimos anos possa ser revertido com estas medidas penalizadoras.
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"Tenho receio e começa a haver alguns indícios que este agravamento não só em sede de IRS, mas também de capitais, possa inverter este caminho que todos têm feito no sentido de regularizar capitais no exterior", afirmou Luís Magalhães.

O responsável teceu ainda duras críticas na limitação da dedutibilidade de juros e outros gastos de financiamento incluída na proposta de orçamento, afirmando que discordam "em absoluto por várias razões", entre elas porque a consideram "extemporânea e inspirada em outros países que nada têm a ver com Portugal".

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Para Luís Magalhães, numa altura de dificuldade das empresas para se financiarem, esta medida acaba por ser "completamente desajustada, quer no 'timing', quer na sua essência".

 

De positivo, o responsável pela área fiscal na consultora aponta as autorizações legislativas contidas pelo Governo na proposta para estimular o crescimento, defendendo que seja feita uma análise com coragem e sem pressas para estimular o crescimento económico que já existe nalgumas partes do país.

 

Luís Magalhães defende que sejam tomadas medidas com grande impacto, dando como exemplo uma descida na taxa de IRC de forma generalizada mas de forma significativa.

"É preciso ter coragem para rasgar completamente o paradigma. Acho que com falinhas mansas e aspirinas ninguém vai lá. Penso que neste momento os portugueses já perceberam que estamos doentes e com uma doença grave. (...) É preciso que se faça rapidamente alguma coisa que mexa o ponteiro", afirmou, defendendo que este é a altura certa para se tentar uma medida destas, tendo em vista a aprovação em Bruxelas.

 

"Se estivesse tudo bem, se Portugal o fizesse há 15 anos, era chumbado. Nesta altura eu duvido que seja recusado, se for pedido na próxima semana e se for temporário", adianta.

Defender hoje uma redução de Impostos não é já um conceito apenas Liberal. É cada vez mais mainstream. O centro político deslocou-se e, com novas medidas de Austeridade já prometidas para o OE 2014, cada vez vai haver mais palco para quem defenda essa descida.


uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 07:28
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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012
Democratas na América: Bill Maher - "I am consistently pro-death"
Olho muitas vezes para países como EUA, França e Inglaterra para saber o que aí vem, que ideias vão ser ditas com pompa pela esquerda Portuguesa. Fica mais um exemplo do que vou encontrando. Para um futuro melhor para todos nós, alguns...

BILL MAHER: I have a lot of ideas that you might consider conservative. But, I feel like on [the death penalty], I’'m just consistent, like the Pope is consistent. The Pope is consistently pro-life. I am consistently pro-death. I am for the death penalty, although I do believe in more DNA testing. My motto is: Let’s Kill The Right People. I’m pro-choice, I’m for assisted suicide, I’m for regular suicide. I’m for whatever gets the freeway moving. That’s what I’m for. It’s too crowded. The planet is too crowded and we need to promote death.

O debate entre Ricardo e Malthus continua. Eu prefiro Ricardo. Bill Maher prefere Malthus. Eu só não sabia até o extremo a que ele está disposto a ir...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 09:41
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Sábado, 13 de Outubro de 2012
Democratas na América: Al Gore a defender Obama

Obama teve uma má prestação no último debate. Pode ser surpreendente, até porque o opositor era Romney, mas dificilmente será algo digno de nota ou de uma risada. Agora, a desculpa dada por Al Gore... eu não consigo comentar. Só mesmo ouvindo:

Não terá sido o Aquecimento Global?


uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 08:43
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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012
Is Capitalism Evil?

Uma defesa do Capitalismo para quem ainda não percebeu a superioridade prática e teórica (ética) do sistema. Não é muito detalhada, mas creio que em pouco tempo aborda todos os pontos mais relevantes.

Podem ver aqui o site da Freedom Foundation.

Vá, quem é o 1º dos comentadores a culpar o Capitalismo e o Mercado Livre - e não os Governos - da Crise Europeia das Dívidas Soberanas?



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 07:54
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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012
Mais IVA, Mais Défice

Aconselho-vos a leitura do assustador Relatório dos empresários do sector da Restauração (AHRESP), realizado pela PricewaterhouseCoopers (wiki) e sugerido n’O Insurgente pelo André Azevedo Alves:

Reposição da taxa de IVA nos 13% permitirá um benefício de €854 milhões nas contas públicas no próximo ano
Mantendo-se a taxa de IVA a 23% estima-se que, até final de 2013, se verifique:
- A redução do volume de negócios no setor em € 1750 milhões;
- O encerramento de 39 mil empresas;
- A extinção de 99 mil postos de trabalho;
- O aumento de despesa da Segurança Social em mais de €550 milhões.

         (…)

O estudo revela que importará ainda atender a que o aumento do desemprego no setor criará crescentes pressões sociais, com particular ênfase nos gerentes e empresários em nome individual, que não tendo acesso ao subsídio de desemprego, carecerão de proteção social, sublinhando-se, também, o caráter provisório do subsídio de desemprego que tornará mais gravoso o efeito social, em particular a partir de 2014, data em que não se espera uma inflexão da curva de rendimento e consumo privados.

O setor em números
- O setor da Restauração e Bebidas em Portugal é heterogéneo e com forte predominância de micro e pequenas empresas.
- O setor de Alojamento, Restauração e Similares é constituído por 81.341 empresas, sendo responsável por € 9,5 mil milhões de volume de negócios e empregando 227,6 mil trabalhadores.
- Cerca de 90% das empresas apresentam um volume de negócios inferior a € 500 mil, verificando um peso significativo de Empresários em Nome Individual no setor.

O setor no contexto europeu

- Portugal está, perigosamente, no topo Europeu da Taxa de IVA aplicável ao setor da Restauração.
- Portugal é o país em que o setor da restauração mais contribui para o emprego e para a economia (VAB/PIB).
- As empresas portuguesas de hotelaria e restauração são as que apresentam menor volume de negócios médio por empresa (€117 mil) e menor número de trabalhadores (2).
- Em julho de 2011, a Irlanda, país intervencionado pela Troika, decidiu baixar a taxa de IVA de serviços turísticos (incluindo a restauração) de 13,5% para 9%, de modo a estimular o setor.
- Portugal não tem competitividade internacional na sua oferta Turística, basta comparar o nosso IVA de 23% com Holanda 6%, França 7%, Irlanda 9%, Espanha e Itália 10%.

Anexos: Destaques do Estudo do IVA – 7 SlidesSumário Executivo do Estudo – 39 Slides pela PWC.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:15
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2012
Steve Jobs

Faz hoje 1 ano que desapareceu Steve Jobs. Deixo-vos com alguns clássicos.

 

Introdução do 1º iPhone

 

Conheçam Steve Jobs!

“I don’t care about being right. I just care about success.” Bilionário Steve Jobs



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 08:12
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Terça-feira, 25 de Setembro de 2012
Obama Racista


uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 07:18
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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012
Temperança

O meu artigo sobre Vitor Gaspar no Diário Económico:

O ideal seria um ministro liberal. Um ministro que, como foi pedido nas manifestações do dia 15 de Setembro, cortasse a fundo nos privilégios e nas despesas do Estado.

Um ministro que, como foi prometido no programa do governo, corrigisse o défice em dois terços pelo lado da despesa.

Mas quem seria essa opção ideal? António Borges, o responsável das privatizações que sugeriu a concessão? Braga de Macedo, o homem que deseja a desvalorização fiscal? Uma outra figura sem credibilidade internacional?

Portugal é hoje um país intervencionado e na mão dos credores Europeus. Consequentemente, o ministro das Finanças era o conselheiro chefe do presidente da Comissão Europeia e o governador do BdP um vice-presidente do BEI. Neste contexto, Gaspar é um técnico executor com a aprovação de Bruxelas, Washington (FMI) e Frankfurt (BCE).

Gaspar é apenas o técnico e o mensageiro. Como técnico, tem provas dadas a nível Europeu. Como mensageiro, não é responsável pela mensagem que tem de entregar, embora o pudesse fazer de uma forma mais humana e mais adaptada à comunicação.

As políticas de Gaspar não são as minhas políticas. É certo que cortou fundos a 60% das fundações avaliadas e é certo que já poupou mais de mil milhões em renegociações de SCUTs, mas é muito financeiro e falta-lhe a coragem para legislar sobre as pensões mais elevadas ou avançar com medidas de impacto como o cheque-ensino.

O povo está revoltado e tem razão para isso: os 5.000 milhões em falta não podem vir de novos impostos sobre a classe média mas antes de genuínos cortes na despesa. A austeridade é inevitável, mas o mix de políticas pode e deve ser negociado com os credores. E este é um debate em que todos devemos participar!

Mas remodelar o Governo e retirar de lá o melhor técnico e a referência de credibilidade dos credores não é certamente uma opção.
____

Ricardo Campelo de Magalhães, Consultor Financeiro



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 19:00
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Domingo, 9 de Setembro de 2012
Qual a motivação dos "salvadores do mundo"?

Generais, Ambientalistas, Banqueiros, Políticos, ...

Sempre que me falam em "urgência" para "salvar o mundo" tenho exactamente esta reacção.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:42
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Sábado, 8 de Setembro de 2012
Washington Times sobre as poupanças de Obama

Obama spins war costs to claim impossible savings.

President Barack Obama laid claim to a peace dividend that doesn’t exist when he told the nation he wants to use money saved by ending wars to build highways, schools and bridges. The wars were largely financed by borrowing, so there is no ready pile of cash to be diverted to anything else. …

OBAMA: “I’ll use the money we’re no longer spending on war to pay down our debt and put more people back to work — rebuilding roads and bridges, schools and runways. After two wars that have cost us thousands of lives and over a trillion dollars, it’s time to do some nation-building right here at home.”

THE FACTS: The idea of taking war savings to pay for other programs is budgetary sleight of hand, given that the wars were paid for with increased debt. Obama can essentially “pay down our debt,” as he said, by borrowing less now that war is ending. But he still must borrow to do the extra “nation-building” he envisions.

Ele estava a endividar-se para gastar na guerra.
A ideia é qual? Manter o crescimento da dívida só que agora para outras despesas?
E que tal abrandar o crescimento da dívida?

 

Quanto a Obama: Transparente? Honesto? Diferente? Please…



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 08:33
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2012
Churchill sobre o socialismo



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 00:20
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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2012
Democratas na América: Vamos banir o Lucro!

Incrível mas verdade: são estas as "bases" democratas.

Foi com multidões destas que o Adolfo se tornou o líder democraticamente eleito da Alemanha...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 23:55
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2012
Obama 2016

Trailer do filme sobre Obama:

Apresentação do filme na CPAC 2012:

O filme para conhecer Obama e as suas raízes. A tese de D'Souza é que ele nasceu no Hawaii, mas que os seus tempos na Indonésia e as suas visitas a África - e mais concretamente ao túmulo do seu pai - tiveram um impacto profundo no seu pensamento e na sua determinação em seguir a carreira política. O Indiano D'Souza vê em Obama o que viu na sua família Indiana: uma opinião fortemente Anti-Colonialista que a maioria dos Americanos não conseguem identificar mas que ele ajuda a conhecer com este filme.

Ver o site do filme.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 07:36
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2012
Vai Ensinar, Nogueira!

 

 

 

O Carlos Guimarães Pinto d'O Insurgente oferece 20 Euros "à primeira pessoa que for filmada em público com um cartaz que diga “Vai ensinar, Nogueira!”. Podem enviar as provas de tal feito para o email do Insurgente". Para quem não saiba, o mail é: correioinsurgente@gmail.com

 

Esperam-se candidaturas :)



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 04:18
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Terça-feira, 31 de Julho de 2012
CGTP defende Desemprego de 20%

CGTP defende salário mínimo de 515 euros ainda em 2012.

Piada tem o erro do jornalista que motivou a correcção:

"Notícia corrigida às 22h13: a CGTP defende subida do salário mínimo para 515 euros e não 500 como estava escrito".

Até o jornalista ficou surpreendido.

 

A mim, o que me surpreende, é porquê um salário mínimo inferior ao de "nuestros hermanos". Somos menos que eles?
Os Portugueses por acaso serão Ibéricos de 2ª?!? Em Espanha ganham 641,4 Euros!
Igualdade, já!

 

Ficávamos todos com desemprego de 25% e depois era fácil: os 3 com salário contribuíam para o 4º!

Porquê 515 Euros e 20% de Desemprego?!? Este engravatadinho já aprendia alguma coisa sobre Igualdade e Fraternidade...

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 16:58
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Domingo, 15 de Julho de 2012
Detroit - O Plano Democrata para a América

Onde haja políticos que, para serem eleitos prometem "algo por nada", acabamos com uma sociedade viciada em receber sem trabalhar e, inevitavelmente, com uma cidade como Detroit...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:50
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Domingo, 8 de Julho de 2012
Alberto João Jardim, o Estimulador

Jardim diz que é tempo de Portugal dar "um murro" na mesa de negociações da União Europeia:

Ao discursar na cerimónia de abertura da XXIX Expomadeira, Alberto João  Jardim referiu haver "caminhos para solucionar" o problema das dívidas dos  Estados soberanos. "É preciso que o Estado português, membro da União Europeia, com os  mesmos direitos dos outros da União Europeia, dê um murro na mesa e consiga  uma reunião mínima de países que proponha um alargamento dos prazos de pagamento  da dívida soberana e uma redução dos juros", defendeu. 

Para João Jardim, os juros teriam "como limite não prejudicar os depósitos que os aforradores têm na banca". O governante madeirense elencou, em seguida, uma série de medidas que, no seu entender, resolveriam a situação económico-financeira da União Europeia.

Essas medidas incluiriam a subordinação dos interesses financeiros aos interesses públicos e do Estado, a emissão de mais moeda pelo Banco Central Europeu para investimento e para fazer a economia crescer e gerar mais receita  fiscalmas com inflação controlada, o protecionismo extracomunitário, ou  a realização de uma "profunda reforma" em Portugal, da Justiça à Administração  Pública, no sentido da sua desburocratização. 

O presidente do governo regional defendeu igualmente a manutenção do  Estado social e a revisão do sistema de greves, bem como a descentralização e o reforço e alargamento das competências da autonomia política, porque "até agora foi um logro". Recusou ainda a ideia de o Estado dar prioridade à satisfação dos interesses  do sistema bancário em detrimento dos produtores de riqueza: "O meu Governo não aceita a estratégia de pagar primeiro à banca e à alta finança e só depois pensar na economia e naqueles que produzem riqueza, nem está para  ser colaboracionista neste caminho", frisou. 

Alberto João Jardim recordou que, entre 2007 e 2012, o Governo Regional  apoiou 2.600 empresas madeirenses, num total de 143 milhões de Euros. Salientou ainda que, desde janeiro, "o Instituto de Desenvolvimento Empresarial apoiou o mercado das empresas com mais 10 milhões de Euros". "Este apoio conseguiu, nesta fase social difícil, garantir a estabilidade  de 11.000 a 12.000 postos de trabalho", disse. 

Revelou ainda que, na Madeira, em 2010 foram constituídas 1.149 empresas  e dissolvidas 641, que em 2011 foram criadas 1.297 empresas e extintas 645  e que "até ao dia 15 de maio deste foram constituídas 446 novas empresas  e extintas 217". "A partir de fevereiro, e com o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro,  o governo já injetou 140 milhões de euros no mercado regional para pagamento  de dívidas deste ano e de anos anteriores", acrescentou.  

O presidente da Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF),  Duarte Rodrigues, chamou a atenção para o "enquadramento macroeconómico particularmente difícil" para as empresas madeirenses, mas frisou que, mesmo  assim, 79 aderiram à mostra das atividades económicas deste ano, agradecendo o empenho e a atenção dada pelo governo regional ao tecido empresarial.

Só cá faltava mais este a dizer disparates. Aqui ficam algumas ideias de perguntas para jornalistas "cubanos" que eu gostava de ver respondidas:

  1. Está a dizer que as dívidas dos Estados são diferentes das demais? Isso significa que quem quer que compre dívida estatal não deve esperar que esta seja paga?
  2. Portugal deve pedir mais anos para pagar... Isso significa que devemos estar mais anos em austeridade?
  3. A Finlândia já disse que talvez seja melhor sair do Euro do que andar a pagar países caloteiros... Acha mesmo que esses murros na mesa vão resultar? Com que base diz isso?
  4. Falou em "não prejudicar os depósitos que os aforradores têm na banca". Quer dizer que caso a Europa não altere as condições do empréstimo a Portugal as pessoas devem temer pelas suas poupanças em bancos Portugueses?
  5. Ao falar em "não prejudicar os depósitos que os aforradores têm na banca" não acha que isso é uma forma de chantagem?
  6. E ao falar em não pagar à "alta finança", não está a pôr em causa esses mesmos depósitos desses mesmos aforradores?
  7. Não acha que uma "emissão de mais moeda pelo Banco Central Europeu" e ter "inflação controlada" são objectivos mutuamente exclusivos?
  8. Como pensa resolver problemas regionais com medidas Europeias? Como vai justificar aos outros Europeus que devem pagar pelos excessos da Madeira? Está a implicar que os Madeirenses não têm a capacidade de pagar as suas dívidas e que por isso tem de ser impressa moeda para ajudar?
  9.  Se até hoje défice atrás de défice para financiar estímulo atrás de estímulo resultou na situação actual, porque acha que a solução é mais dívida e mais estímulo?
  10. Com o défice o número de empresas criadas foi superior às que fecharam. E quando tiver de pagar essa dívida, não vão fechar mais do que abrir? Se com a situação actual - com as contas ainda deficitárias - o desemprego já está a aumentar, como acha que vai ser o saldo no final?

Para quando perguntas como estas?



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:23
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2012
Hollande quer acabar com a Seg. Social Francesa

François Hollande anula decisão de Sarkozy e volta a definir idade da reforma aos 60.

Hollande cumpriu uma das suas promessas eleitorais e voltou a definir a idade da reforma nos 60 anos. O anterior Presidente, Nicolas Sarkozy, tinha alterado a idade da reforma dos 60 para os 62 anos, decisão que foi agora revogada pelo actual Presidente francês.

Quando a SS foi criada, ela foi criada ao nível da EMV (Esperança Média de Vida) e era sustentável. Com o evoluir da EMV - e de outras variáveis como a pensão média - a situação da SS tornou-se cada vez mais insustentável. Políticos por toda a Europa estão a tentar salvar a SS para que ela, nem que seja por menos anos, se mantenha de pé. Daqui a uns anos vai falhar o dinheiro à França e depois "Ai, quem me salva dos mercados".

Já estou cansado de ver este filme. E tenho pena que o povo Francês, que tem tão boa opinião de si próprio e da sua capacidade de separar o trigo do joio, tenha eleito este "homem comum" que faz o 1º disparate que lembra àquela cabeça. A política é uma actividade para líderes com a capacidade de aguentar o barco e tomar decisões difíceis. Este claramente não tem esse calibre e nem percebe as consequência do que faz.

 

Entre ter SS por menos anos ou não ter SS, Sarkozy preferiu a 1ª, Hollande prefere a 2ª.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 09:48
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Terça-feira, 29 de Maio de 2012
There is no 'social justice' without economic freedom

The good citizens of Chicago experienced several days of protests this month surrounding the NATO summit. The demonstrators took to the streets to denounce everything from climate change to the military to “the rich” to capitalism itself.

There was a common noble yearning underlying their eclectic set of grievances, however: a demand for “social justice.”

While this hallowed demand allowed them to claim the moral high ground, the demonstrator are really motivated by something far more base: crass materialism and covetous greed.

Here is what I mean:

In countless debates and conversations with modern proponents of social justice, I have noticed that they are less interested in justice than in material equality. They borrow the language of justice and the common good but have either forgotten or rejected the classical meanings of those terms.

In the classical tradition of reflection on justice (especially seen in Aristotle, St. Thomas Aquinas, and their intellectual descendants) it is clear that inequality—in the sense of unequal wealth or social status—is mostly compatible with justice, because justice is “to give to each his due.”

What one is due, of course, differs from person to person—in addition to those things due everyone: life, dignity, and liberty for example.

When we speak of the idea of the common good, we need to be open-minded about the most likely way to bring it about. The common good is, after all, a range of conditions, not a set of policies. It cannot be achieved by way of the “commonality of goods” proposed by socialists, but rather through the institutions that the socialists worked so hard to discredit.

 

Rev. Robert A. Sirico is the president and co-founder of the Acton Institute and author of “Defending the Free Market: The Moral Case for a Free Economy” (Regnery, 2012)

 

Excelente artigo que creio que resume muito bem a minha posição sobre a Esquerda Portuguesa e Mundial, escrito por um dos maiores especialistas mundiais na fundamentação moral do Capitalismo. Podem ler o original aquiReferido aqui. Sublinhados e negritos meus.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:48
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