Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2012
2012 foi "um ano de luta"

PORTUGAL GENERAL STRIKE

Está prestes a terminar o ano de 2012. É frequente, por esta altura do ano, fazerem-se rescaldos do ano. Aqui deixo um apanhado das lutas populares e dos trabalhadores realizadas em 2012. É um mero apanhado, usando a agenda da CGTP e nas notícias do Avante!; não é exaustivo. Ainda que parcial, este resumo deixa patente como 2012 foi um ano de intensa luta de classes. Foi um ano marcado por duas Greves Gerais históricas, a 22 de Março e 15 de Novembro, e várias manifestações nacionais, incluindo as de 11 de Fevereiro e 15 e 29 de Setembro. Lutas contra o pacto de agressão da Troika, contra o novo Código de Trabalho, contra o Orçamento de Estado de 2013. Mas também várias lutas sectoriais e regionais, em defesa dos contratos colectivos, em defesa dos serviços públicos, contra as privatizações, contra os ataques ao Poder Local, contra a política de direita, de cortes cegos. Um ano que demonstrou que os trabalhadores e as populações resistem e lutam por uma outra política. Tendo já realizado tais rescaldos, 2012 destaca-se pela continuidade da luta, pela sua força, pela sua abrangência. Lutas que dão esperança que 2013 não se irá caracterizar pela mera implementação das políticas impostas pela Troika.

 

JANEIRO 2012 

  1. Greve dos Bombeiros Sapadores de Lisboa, iniciada a 28 de Dezembro, até 8/Jan, contra a intenção de criar um quinto turno de trabalho sem o devido aumento de efectivos
  2. Dezenas de trabalhadores do Grupo Carlos Saraiva manifestaram-se dia 8, junto ao Grande Hotel Salgados, no concelho de Albufeira, onde decorria um congresso de uma marca automóvel, para assim denunciarem a falta de pagamento de salários desde Setembro.
  3. Manifestação Nacional dos trabalhadores da EMEF (Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário), junto à Administração da CP (11/Jan)
  4. O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) desconvocou a greve marcada para o dia 13, após o Ministério da Justiça (MJ) ter garantido alterar o estatuto profissional e contratar novos guardas prisionais.
  5. Greve dos trabalhadores portuários, iniciada dia 9/Jan, convocada para reivindicar a suspensão ou a retirada da insolvência da Empresa de Trabalho Portuário (ETP) do porto de Aveiro, desencadeada pela Aveiropor e a Socarpor. Além 62 postos de trabalho, estavam em causa o intuito patronal de desregulação e precarização de todo o trabalho portuário ali realizado.
  6. Acções da Interjovem pelo trabalho com direitos, denunciando a grave situação de desemprego entre os jovens trabalhadores. A taxa de desemprego nacional é de 12,4% e é de 17,3% nos jovens até aos 35 anos. Famalicão (16/Jan); Porto, com os trabalhadores do Centro Comercial Vivace (20/Jan); Setúbal (10/Jan), Lisboa (25/Jan)
  7. Acção de protesto contra o aumento das taxas moderadoras na Saúde, em Beja. (14/Jan)
  8. CGTP-IN abandona reunião da Concertação Social, e alerta para a gravidade das medidas ali cozinhadas pelo Governo, pela UGT e pelos patrões (16/Jan)
  9. Desfile da Rua do Carmo para a AR, de activistas sindicais com o objectivo de entregar os pareceres contra a proposta de trabalho gratuito (proposta de lei n.º 36/XII que “estabelece o aumento excepcional e temporário dos períodos normais de trabalho sem acréscimo de retribuição”) (18/Jan)
  10. Marcha de trabalhadores no Vale do Ave, contra o aumento do Horário de Trabalho e o roubo dos direitos contratuais pelo Governo, com concentração e saída de Nespereira até à cidade de Guimarães. (21/Jan)
  11. Em plenário diante da administração da Amarsul, na Moita, os trabalhadores aprovaram por unanimidade uma resolução onde se afirma que «outra política é possível e necessária» e se diz «não à exploração, às desigualdades e ao empobrecimento». (24/Jan)
  12. Concentração desde o início da tarde junto aos portões que dão acesso ao edifício da TAP, localizado na zona no Aeroporto de Lisboa para protestar contra os cortes salariais e a suspensão dos subsídios de férias e de Natal (27/Jan).
  13. Vigilia/Concentração dos trabalhadores da Cerâmica Valadares, em Gaia, que decidiram, em plenário, parar a laboração da fábrica até receberem os salários em atraso e concentraram-se em frente aos portões da empresa. (30/Jan- 13/Fev). No dia 2 de Fevereiro os trabalhadores desfilaram pelas ruas de Vila Nova de Gaia, em luta pelo pagamento dos salários de Dezembro e Janeiro. Em 13 de Fevereiro, os trabalhadores, em Plenário, decidiram retomar a laboração, depois de ter sido feito um acordo com a administração e assinado um compromisso de que o pagamento do mês de Janeiro será feito até ao dia 20, e que o mês de Fevereiro será pago a tempo e horas.

FEVEREIRO 2012

  1. Dia de greves no sector dos Transportes (2/Jan), incluindo Transtejo e Soflusa, Carris, CP, CP-CARGA E REFER, STCP PORTO. Pela defesa do serviço público de qualidade ao serviço do País e dos cidadãos; Contra a redução de carreiras e serviços; Contra as privatizações da concessão das empresas públicas do sector; Pela negociação colectiva e aumento do poder de compra; Pela defesa e cumprimento dos Acordos de Empresa; Contra os despedimentos e aumento da precariedade no trabalho; Contra qualquer tentativa de imposição do aumento dos horários de trabalho; Contra a repressão nas empresas.
  2. Manifestação dos trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, pelas ruas da cidade, aberta a trabalhadores, antigos funcionários, familiares e população que culminou num plenário na Praça da República, em defesa da manutenção da empresa e dos postos de trabalho. (3/Fev)
  3. Concentração dos trabalhadores da JADO-IBERIA, em Braga, seguida de deslocação até à Segurança Social, em solidariedade com a luta dos trabalhadores vitimas do lay-off e em protesto contra o “acordo social”. (3/Fev)
  4. Contra alterações unilaterais aos contratos de trabalho, cerca de 90 trabalhadores da empresa portuguesa ProCME, subcontratada da distribuidora eléctrica francesa ERDF e a de gás natural GRDF, estavam, dia 9, concentrados há dez dias, em protesto, diante dos escritórios da empresa, em Ramonville-Saint-Agne, nos subúrbios de Toulouse. Provenientes de Marselha, Nice e Montepellier, mantinham uma greve contra a eliminação do direito a viagens pagas a Portugal, de cinco em cinco semanas, e o pagamento do alojamento em França.
  5. Grande Manifestação Nacional, em Lisboa contra o medo e resignação. Mais de 300 mil pessoas responderam ao apelo da CGTP-IN e fizeram, no Terreiro do Paço, a maior manifestação desde há mais de 30 anos. (11/Fev)
  6. Greve dos trabalhadores da FDO, pelo pagamento dos salários em dívida (Novembro, Dezembro e Janeiro) bem como do subsídio de Natal de 2011. (13/Fev)
  7. Centenas de sargentos, praças e militares no activo e aposentados protestaram, dia 16, em várias cidades, «contra o desmantelamento das Forças Armadas». Na residência oficial do primeiro-ministro entregaram as suas reivindicações.
  8. A Onopackaging Portugal foi condenada a reintegrar um dirigente sindical e dois trabalhadores que sofreram um despedimento colectivo, num acórdão do Tribunal da Relação de Évora. Em Almada, o Tribunal de Trabalho sentenciou a SN Seixal a reintegrar um trabalhador com vínculo precário que desempenhava funções de trabalho permanente.
  9. Acções de protesto e denúncia dos trabalhadores das Cantinas e Refeitórios, pela atitude da AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal) em querer retirar direitos aos trabalhadores: no Refeitório da TAP (22/Fev); no Refeitório da SIC (23/Fev)
  10. Greve dos trabalhadores da Mirandela – Artes Gráficas, SA, que na falta de resposta da empresa decidiram em reunião de trabalhadores, entrar em greve pelo pagamento dos salários em atraso a todos os trabalhadores. A situação do não pagamento atempado dos salários e de outras prestações pecuniárias já se arrasta há alguns anos na empresa, os trabalhadores já não recebem os subsídios de férias e de Natal há 4 anos. (22/Fev)
  11. Concentração dos trabalhadores do sector público, diante da delegação da Comissão Europeia, em Lisboa, contra as políticas das, no âmbito de uma jornada de luta europeia, promovida pela União Internacional de Sindicatos de Serviços Públicos e Similares, da Federação Sindical Mundial. (23/Fev)
  12. Vigília dos trabalhadores da Frente Comum, frente à residência Oficial do Primeiro Ministro, pelo emprego com direitos, por horários de trabalhos justos e contra a destruição das carreiras (28/Fev)
  13. Dia Nacional de Acção e Luta, contra a austeridade, a exploração e a pobreza; pelo emprego, salários, direitos e serviços públicos, enquadrado na jornada de luta europeia, promovida pela CES – Confederação Europeia de Sindicatos, a que a CGTP-IN se associou (29/Fev)
  14. Uma greve de duas horas dos trabalhadores portuários das ilhas do Faial, Pico, São Jorge, Flores e Corvo, para reclamarem as mesmas condições de trabalho praticadas nas restantes ilhas do arquipélago pela empresa Portos dos Açores (29/FEv-2/Mar).

MARÇO 2012

  1. Cerca de dois mil profissionais da GNR, de todo o País, repudiaram o novo regime remuneratório e a extinção do seu subsistema de saúde, num «Passeio contra as injustiças», em Lisboa. (1/Mar)
  2. No Vale do Côa, os trabalhadores do Parque Arqueológico e do Côa Museu protestaram contra o fim do seu vínculo público, conquistado com a sua luta e que ficou contemplado no diploma de criação da Fundação Côa Parque. (1/Mar)
  3. Plenário Nacional de Dirigentes, Delegados e Activistas Sindicais da Administração Pública, na Casa do Alentejo, com posterior deslocação para o Ministério das Finanças. (2/Mar)
  4. Centenas de professores participaram numa vigília da Fenprof, de «24 horas contra a precariedade e o desemprego». Nos últimos seis anos aposentaram-se mais de 23 mil professores mas só entraram nos quadros 396. Ao mesmo tempo tem vindo a acentuar-se a instabilidade, havendo escolas em que mais de metade dos professores têm vínculos precários «há 10, 20 ou mais anos». (2-3/Mar)
  5. Concentração de activistas sindicais da empresa Horários do Funchal, em frente à Secretaria Regional dos Transportes, onde entregaram um abaixo assinado de trabalhadores e utentes contra a privatização. (3/Mar)
  6. Manifestação dos trabalhadores da EMEF, em Lisboa. (7/Mar)
  7. Concentração nacional de dirigentes, delegados e activistas dos sectores das cantinas, refeitórios, restaurantes e pousadas, junto às sedes das associações patronais para exigir a revisão dos CCT´s e o aumento dos salários (14/Mar)
  8. GREVE GERAL contra o pacote de exploração e empobrecimento, Por uma Mudança de Política, Emprego, Salários, Direitos, Serviços Públicos (22/Mar)
  9. Concentração contra o “pacote da exploração e empobrecimento”, em Lisboa (Largo do Camões), seguida de desfile para a Assembleia da República, onde a proposta de Lei do governo para a alteração do Código do Trabalho era debatida na generalidade. (28/Mar)
  10. Greve na Transtejo, prosseguindo a sua luta contra a alteração das escalas de serviço, contra a redução de carreiras e pela discussão e negociação do seu AE (28/Mar)
  11. Manifestação no Dia Nacional da Juventude, em Lisboa, com o lema “Queremos Trabalho! Exigimos Direitos! Esta País também é para Jovens”, para protestar contra o desemprego e a precariedade; pela exigência de políticas que garantam os direitos e respondam aos problemas dos jovens trabalhadores. (31/Mar)

ABRIL 2012

  1. Greves parciais dos trabalhadores da NAV Portugal, pela defesa da empresa e dos postos de trabalho (13/Abr).
  2. Concentração de dirigentes e delegados sindicais, no Largo do Intendente, onde funciona o gabinete do presidente da CM de Lisboa, pela continuação dos refeitórios municipais sob a alçada do município. O STML – Sindicato do trabalhadores do Município de Lisboa – entregou um abaixo-assinado contra a «privatização camuflada» daquela área e contra a política de desresponsabilização social do actual executivo. (13/Abr)
  3. Greve de 24 horas, por aumentos de salários, respeitando a dignidade e os direitos dos trabalhadores, na fábrica de travões Robert Bosch, em Alferrarede, Abrantes. (13/Abr)
  4. Acções nos centros de emprego de Setúbal e do Seixal e em postos de apresentação quinzenal, no Barreiro e no Vale da Amoreira, do Movimento dos Trabalhadores Desempregados (13/Abr)
  5. Manifestação Nacional em Defesa do Serviço Nacional de Saúde (organizada pelo Movimento de Utentes dos Serviços Públicos), em Lisboa, Porto e Braga (14/Abr)
  6. Greve e manifestação nacional dos guardas-florestais, em Lisboa, com concentração no Largo do Carmo, seguida de desfile até ao Terreiro do Paço, para defronte da secretaria de Estado da Administração Interna e, em seguida, junto ao Ministério das Finanças. (18/Abr)
  7. Concentração de Dirigentes, Delegados e Activistas Sindicais, na cidade da Covilhã – Pela Negociação Colectiva, Contra o Roubo de Direitos, por Melhores Salários. (18/Abr)
  8. Plenário Nacional de Trabalhadores não docentes das escolas da rede pública, em Lisboa donde partiu um desfile até ao Ministério da Educação e Ciência (20/Abr)
  9. Desfiles celebrando os valores e conquistas da Revolução dos Cravos (25/Abril) que constituíram simultaneamente um acto de resistência às políticas de austeridade e à ingerência da Troika.

Maio 2012

  1. Grande jornada de celebração e luta no 1º de Maio.
  2. Luta dos trabalhadores da Cel-Cat, em Morelena (Sintra), pelo direito a um salário digno, pela defesa da contratação colectiva e pela valorização do trabalho (21/5-1/6).
  3. Protesto de agricultores contra o «programa de desastre nacional», acordado entre as troikas e o Governo, e por melhores políticas agrícolas.defesa da produção nacional, a melhoria dos preços e o combate à especulação (4/5)
  4. Greve na EDA (Electricidade dos Açores) ao trabalho suplementar e às deslocações.
  5. Greve no sector dos transportes contra o roubo dos salários e dos subsídios de férias e de Natal, é pela manutenção dos postos de trabalho(17 e 22/5)
  6. Vigília dos trabalhadores da Ensul Meci frente às instalações da sede da construtora, no Monte de Caparica, reclamando o pagamento de remunerações em atraso (17-24/5)
  7. Greve dos trabalhadores da Artlabel (ex-Califa), em São João da Madeira para exigirem o pagamento dos salários. (25/5)
  8. Greve na Portucel em defesa do Acordo de Empresa (25-29/5)

Junho 2012

  1. Concentração, em Cacilhas, de pescadores, que exigem um novo local para colocarem as suas embarcações (1/6)
  2. Protesto do Barreiro e do Funchal, na banca e na limpeza, «contra a exploração e o empobrecimento, pela mudança de política» (2/6)
  3. Concentração pela manutenção do Instituto de Oftalmologia Gama Pinto, que o Governo quer encerrar. (6/6)
  4. Protesto dos trabalhadores da administração local, no Porto e Lisboa, contra a exploração e o empobrecimento. (8 e 16/6)
  5. «Concentrações de desagrado» dos sargentos e praças num «requiem pela condição militar, pelas promoções, contra o corte nos subsídios». (5 e 20/6)
  6. Greves parciais dias 11, 12, 18 e 19, dos trabalhadores dos centros de atendimento da EDP, subcontratados à Tempo-Team, em Odivelas e Lisboa, e à Reditus, em Seia (11,12,18,19/6)
  7. Greves no sector dos transportes, Soflusa e Transtejo (14 e 18/6), na CP e CP Carga, na EMEF e na STCP, contra o novo código de trabalho.
  8. Greves parciais dos trabalhadores da limpeza urbana da Câmara Municipal de Lisboa (11 e 17/6)
  9. Vigília dos enfermeiros do Centro de Reabilitação da Região Centro contra a precariedade, os baixos salários e a violação dos seus direitos decorrente do regime de subcontratação em que se encontram há três anos merece (21-22/6)
  10. Manifestação nacional de trabalhadores da Função Pública como forma de protesto contra o roubo dos subsídios de férias e de Natal.(22/6)
  11. Protesto dos trabalhadores das cantinas, refeitórios e fábricas de refeições, em Lisboa, contra o boicote patronal à contratação colectiva e para reivindicar a retoma das negociações. (28/6)
  12. Concentração dos trabalhadores da Fiequimetal e o SITE-Norte contra o bloqueio à contratação colectiva e os baixos salários impostos pela associação patronal, de cuja a Herdmar é membro dirigente. (28/6)
  13. Manifestação dos trabalhadores do sector das cantinas, refeitórios e fábricas de refeições de todo o País, em defesa do Contrato Colectivo de Trabalho, por melhores salários e condições de trabalho e contra a precariedade, os horários de trabalho escravizantes e as alterações ao Código do Trabalho (28/6)
  14. Acção de protesto, na Covilhã, face ao ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, quando se preparava para sair do Parque de Ciência e Tecnologia (28/6)

Julho 2012

  1. Concentração de trabalhadores da Grandupla, na Marinha Grande, em protesto contra o despedimento colectivo de que foram alvo, quando não foram cumpridos os prazos estipulados por lei. (2/7)
  2. Protesto dos trabalhadores da ESABE, empresa que efectua limpeza nos comboios e bilheteiras da CP, em Lisboa, pelo pagamento dos salários como está na Lei e no seu Contrato Colectivo de Trabalho, ou seja no último dia de cada mês, e de todos os salários em atraso. Os trabalhadores estiveram ainda em luta contra a alteração unilateral do plano de férias. (3/7)
  3. Protesto dos bolseiros de investigação científica frente ao Ministério da Educação e Ciência, em Lisboa, para reclamar o reconhecimento como trabalhadores, e o fim dos atrasos nos pagamentos que lhes tornam a vida precária.(5/7)
  4. Protesto nacional de professores e educadores (12/7)
  5. Greve dos médicos contra o concurso público lançado pelo Ministério da Saúde, para contratação de dois milhões e meio de horas de trabalho médico através de empresas de trabalho temporário e ao mais baixo preço por hora.(11-12/7)
  6. Manifestação dos trabalhadores das creches e dos equipamentos pré-escolares da Segurança Social, contra a transferência de 24 equipamentos para as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) (13/7)
  7. Protesto dos trabalhadores da Saint Gobain Sekurit Portugal, de Santa Iria da Azóia, em defesa e manutenção do emprego com direitos, da produção nacional, do aumento dos salários e da contratação colectiva. (13/7)
  8. Concentração de trabalhadores do call-center da Optimus, frente à sede da Sonaecom, no Parque das Nações, chamando a atenção para as graves consequências da política de subcontratação da marca de telecomunicações de Belmiro e Paulo Azevedo. (19/7)
  9. Protesto dos enfermeiros, através de «hospital do protesto», a fim de denunciarem publicamente a política do Ministério da Saúde e reafirmarem que: necessidades permanentes devem corresponder a vínculos laborais permanentes. O ministro da Saúde e o Governo propõe-se pagar aos enfermeiros subcontratados 3,96 euros à hora. (20/7)
  10. Greve dos enfermeiros com contrato individual de trabalho do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes contra o não pagamento dos turnos e do trabalho extraordinário. (24-26/7)
  11. Concentrações de professores contra a extinção deliberada de postos de trabalho. (-27/7)
  12. Greve a todo o trabalho suplementar na Somincor, em resposta à intenção da administração de aplicar as alterações do Código do Trabalho.
  13. Greve na Carristur, pela uniformização das relações contratuais e das condições salariais, pelo cumprimento integral do contrato colectivo, pela negociação de um acordo de empresa, por melhores salários, contra o roubo dos subsídios de férias e de Natal e contra a redução a metade do valor do trabalho suplementar (20/7)
  14. Protesto e greve dos carteiros de Leiria contra a alteração dos horários de trabalho e consequente  perda de salário e qualidade do serviço postal. (25/7-10/8)

Agosto 2012

  1. Greve na seguradora Cares contra a deslocalização de serviços para o call-center em Évora, entregue à Reditus, parte de uma estratégia de «emagrecimento à força», que visa preparar a privatização daquela empresa do Grupo Caixa Seguros e Saúde. (3 e 6/8)
  2. Greve nas cimenteiras Secil e CMP, que fazem parte do Grupo Semapa, a partir das zero horas de sábado, dia 4, contra o novo código de trabalho e suas normas de retribuição do trabalho suplementar. (4/8)
  3. Na  fábrica de semicondutores CSP, em Almada e na Visteon, greve ao trabalho suplementar depois de o patrão anunciar que iria reduzir o pagamento do trabalho suplementar em 50 por cento e eliminar o respectivo descanso compensatório. (4/8)
  4. Greve dos mineiros da Panasqueira e de Neves-Corvo contra a aplicação do novo código de Trabalho (4/8)
  5. Greve de 24 horas na Luís Simões, a maior empresa nacional de transporte de mercadorias e a maior da Península Ibérica na área da logística, porque a administração pretende reduzir as remunerações dos motoristas. (6/8)
  6. Greve dos trabalhadores portuários e marítimos contra a modificação do regime jurídico do trabalho portuário (14/8)
  7. Greves nos transportes a todo o tipo de trabalho suplementar, na CP, CP Carga, na Refer, no Metropolitano de Lisboa, na Carris e STCP no primeiro feriado sob o novo Código do Trabalho, que eliminou o descanso compensatório remunerado e reduziu para metade a retribuição por trabalho suplementar.(15/8)

Setembro 2012

  1. Vigílias dos trabalhadores da RTP,  junto à residência oficial do primeiro-ministro e na delegação da empresa no Porto, contra a privatização da RTP (17/9)
  2. Milhares de pessoas manifestaram-se frente ao Palácio de Belém, enquanto ali decorria a reunião do Conselho de Estado (21/9)
  3. Greves dos pilotos de barra e pessoal do controlo marítimo, nos dias 17, 18 e 25; dos estivadores, a 19 e 20; dos trabalhadores das administrações portuárias, nos dias 21 e 24, contra a alteração do regime laboral do sector marítimo-portuário, que traria de volta a praça de jorna.
  4. Greve na Rodoviária do Alentejo e na Trevo (Transportes Rodoviários de Évora) (19/9)
  5. Greve parcial no Metropolitano de Lisboa (27/9)
  6. No Hospital de S. Teotónio, os trabalhadores da SUCH que manuseiam os resíduos decidiram parar o trabalho, exigindo da empresa fardamento, luvas, calçado e todo o tipo de equipamento de segurança adequado ao serviço que executam (26/9)
  7. Milhares de pessoas manifestam-se no Terreiro do Paço, em Lisboa (29/9)

Outubro 2012

  1. Pessoal da limpeza urbana de Lisboa manifestou-se até ao Largo do Intendente, em protesto contra a degradação das condições de segurança e saúde no trabalho, a falta de material básico e a falta ou desadequação de equipamentos de protecção individual (1/10)
  2. Marcha dos trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo contra a privatização da empresa (1/10)
  3. Greve na Number One, que assegura a limpeza industrial no Hospital do Barreiro, contra constantes atrasos no pagamento de salários, pelo pagamento de horas descontadas indevidamente e pelo cumprimento do contrato colectivo do sector e do acordo laboral específico do local de trabalho (1/10)
  4. Lutas e greves no sector dos transportes, incluindo Transtejo e Soflusa, Scotturb, Rodoviária de Lisboa, STCP e na EMEF, Rodoviária do Alentejo, e Metropolitano de Lisboa, em defesa da contratação colectiva, dos Acordo de Empresa e a salvaguarda do serviço público de qualidade e acessível a todos.
  5. Greve ao trabalho extraordinário dos trabalhadores da indústria e energia, nos casos em que o patronato, a pretexto das alterações ao Código do Trabalho, tentou reduzir a sua remuneração: Sakthi, Groz-Beckert, Tegop, MBO Binder, Camo, Petrogal, Europac Embalagens, Continental Mabor, Funfrap, Renault Cacia, Grohe, BTW (Minas da Panasqueira), Somincor (Minas de Neves-Corvo), Multifllow, Fapajal, Copan, Portucel, AdP, Fima, INCM, EPAL, Iglo Olá, Lisnave, Alstom, Portucel, REN Gasodutos, Parmalat, Visteon, Delphi (Seixal), CSP, MFS, Exide (Tudor), EDP Distribuição, EDP Produção (Central de Sines).
  6. Milhares de trabalhadores, por todo o país participam na «Marcha Contra o Desemprego, por um Portugal com Futuro», contra a política de direita e o pacto de agressão, determinados a prosseguir a luta para travar o passo ao Governo e impor uma alternativa ao rumo das troikas.
  7. Vigília e Tribuna Pública na Moveaveiro, em Aveiro, (16/10). Os trabalhadores da empresa municipal de transportes condenam a entrega à Transdev, gratuita e sem concurso público, dos circuitos mais lucrativos enquanto a Moveaveiro ficará com as actividades mais deficitárias, em preparação da sua privatização.
  8. Greve nas refinarias de Matosinhos e de Sines da Petrogal, em defesa de direitos acordados, contra o aumento da exploração do trabalho (17-19/10)
  9. Greve dos jornalistas e demais trabalhadores da LUSA para exigir que o Governo mantenha o valor do contrato-programa (18-21/20)
  10. Protesto nacional dos GNR vindos de todo o País, em Lisboa, reclamando a restituição dos subsídios, o cumprimento das tabelas remuneratórias, a concretização das promoções em atraso e «um horário de trabalho digno e humano», defendendo que «Segurança pública exige profissionais motivados» e «melhores instalações, mais equipamento», exigindo o direito ao sindicato naquela força de segurança (24/10)
  11. Greve dos trabalhadores da Rodoviária do Tejo e da Ribatejana (entre outas na órbita da Barraqueiro Transportes) (26 e 29/11) e paralisações (30/10 - 2/11)
  12. Greve dos trabalhadores da Scotturb (2 e 31/10). A 31 a empresa chamou a GNr e a força policial foi usada contra o piquete de greve, chegando a ocorrer actos de agressão.
  13. Manifestação de trabalhadores frente à Assembleia da República de oposição à política de «austeridade» e ao Governo. aquando do início da discussão do Orçamento do Estado (31/10)

Novembro 2012

  1. Greve na Caixa Geral de Depósitos, com adesão de 80%, contra o roubo nos salários e pensões e a privatização da CGD, anunciada pelo Governo (2/11)
  2. Cinco mil polícias vindos de todo o País, convocados pela ASPP/PSP, manifestaram-se frente à Assembleia da República, apelidando o Governo de «gatunos» e insistindo na exigência de fazer conjugar os seus direitos e a missão da instituição com os valores da revolução de Abril (6/11)
  3. «Concentração da família militar», na Praça do Município em Lisboa (10/11).
  4. Protestos «Contra Merkel, a exploração e a colonização» assinalando a passagem da primeiro-ministro Alemã por Lisboa (12/11)
  5. Uma das maiores Greves Gerais até hoje realizadas, de rejeição do pacto de agressão das troikas, de clara afirmação que é necessário acabar com este Governo, com dezenas de manifestações e piquetes de greve por todo o país e nos mais diversos sectores. (14/11)
  6. Manifestação junto à Assembleia da República, no dia da discussão e votação do Orçamento do Estado para 2013 (27/11)

Dezembro 2012

  1. Greve na EDP para exigirem que a empresa recue na drástica redução do pagamento do trabalho suplementar e em dias feriados. (1/12).
  2. Protesto de dezenas de pessoas junto à Pousada de Palmela, onde ministro Miguel Relvas almoçar, em oposição à extinção de freguesias, a exigência de salários, emprego, direitos e serviços públicos, a reclamação de medidas concretas para fazer face aos prejuízos nas vinhas do distrito.
  3. Greves na CP, na CP Carga, na Refer e na EMEF, na Scotturb, na Soflusa, na Rodoviária do Tejo, Transtejo, Metropolitano de Lisboa, contra o embaratecimento do trabalho e em defesa dos direitos. As administrações insistem em não respeitar a contratação colectiva, preferindo remunerar o trabalho suplementar pelas regras que as troikas incluíram na legislação laboral, com alterações vigentes desde 1 de Agosto, mesmo depois de a ACT já ter esclarecido que a lei apenas delimita os valores mínimos.
  4. Greve aos feriados dos trabalhadores da BA Vidro, na Marinha Grande (1 e 8/12).
  5. Greve, seguida de paralisações parciais, dos operários da fábrica de Évora da Kemet Electronics, contra o anunciado despedimento colectivo e deslocalização da empresa (13/12-)
  6. Greve dos trabalhadores da Fehst Componentes, em Braga, contra o despedimento colectivo de 40 camaradas, e contra mais despedimentos previstos pela administração (13/12)
  7. Milhares de pessoas concentraram-se frente ao Palácio de Belém pedindo ao Presidente da República que não promulgue o Orçamento de Estado. O PR não recebeu a delegação da CGTP que havia pedido audiência há mais de um mês (15/12).
  8. Luta dos trabalhadores da TAP contra a privatização da empresa, com  plenário e na marcha (dia 18/12), na vigília à porta do Conselho de Ministros (19/12) e inúmeras outras iniciativas. A CGTP-IN  salientou que «com a privatização da TAP, tal como da ANA, está em causa o futuro de praticamente todo o sector do transporte aéreo nacional, representando mais de 20 mil postos de trabalho, mais de dois mil milhões de euros anuais, em exportações, e directamente mais de três por cento do PIB». Em resultado da luta, o governo recuou – por agora – nas privatizações.
  9. A FENPROF assinalou que  tinham sido atingidas as 100 condenações em tribunal, porque recusa pagar aos professores a compensação por caducidade dos contratos. (19/12)
  10. Tribuna pública em frente à Segurança Social em Braga, para exigir que sejam recuperados os atrasos verificados na atribuição do Fundo de Garantia Salarial (19/12).
  11. Dezenas dos 93 trabalhadores, do Bingo do Salgueiros, no Porto, despedidos em 20 de Outubro concentraram-se desmascarando as afirmações do Presidente aos trabalhadores que estavam despedidos por falta de dinheiro, quando a sala «facturou, só em 2011, mais de 12 milhões de euros»  (19/12)
  12. Tribuna de protesto «contra o Natal das desigualdades e injustiças sociais» em Lisboa, denunciando  publicamente a grave situação em que vivem milhares de pensionistas e aposentados e apontando responsabilidades à política de direita (20/12).
  13. Milhares de pessoas, vindas de Norte a Sul do País, manifestaram-se em Lisboa, frente ao Palácio de Belém, para protestar contra o Projecto de Lei da Reorganização Administrativa do Território e a extinção de um número significativo de Juntas de Freguesias (22/12)
  14. Greve dos trabalhadores da Hotelaria na Madeira pela falta de pagamento dos subsídios de Natal e da retribuição correspondente ao trabalho prestado em dias feriados (25/12 e 1/1)

Peço desculpa pela linguagem. A fonte naturalmente foi o 5 Dias, a quem agradeço este serviço público.
Total: 13+14+11 + 9+8+14 + 14+7+7 + 13+6+14 = 38+31 + 28+33 = 69 + 61 = 130 eventos. Nada mau.

 

Convém relembrar que 82,4% dos trabalhadores nunca fizeram greve e andam a pagar as regalias a estes chorões.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:16
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

PS pronto para governar

Carlos Zorrinho: “O PS está preparado para governar”

Imagem

Adivinhem onde foi tirada esta foto ;)

 

(post n'O Insurgentefoto no 31 da Armada)



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 03:00
link directo | psicomentar | psicomentaram (3)

Domingo, 30 de Dezembro de 2012
Only in America =)

Para acabarmos 2012 numa onda menos negativa, uma história que só na América.

Reparem que o mesmo podia ser feito por uma mulher patroa que achasse um assistente demasiado excitante.

Não sendo um caso de género, é pelo menos um caso engraçado.

 

A norte-americana Melissa Nelson passou mais de 10 anos a trabalhar como assistente dentária, até que foi despedida por ser "Irresistível".

Segundo o ex-patrão, Melissa era uma ameaça ao seu casamento – uma opinião partilhada pela esposa deste.

“Apesar deste tipo de despedimentos não serem justos, não constituem uma discriminação ilegal à luz da Lei dos Direitos Civis do Iowa”, refere a sentença citada pela ‘CNN’.

Melissa negou que a sua roupa fosse inapropriada, já o ex-patrão queixa-se que usava roupa demasiado justa… e que era uma “distracção”.

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 18:15
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Verdadeiros Homens do Norte face ao centralismo governativo

 

Nos últimos meses têm vindo a agravar-se as evidências de um «centralismo» bacoco face ao Norte e ao Porto. Os exemplos são inúmeros, realçando-se a questão da APDL, do tratamento desigual dado aos terrenos do aeroposto do Porto, dos quais o Município do Porto é proprietário e não foi ainda compensado como em Lisboa, da ausência de QREN para projectos essenciais como o Bolhão - que neste caso até motivou que alguns deputados do CDS (e a custo do PSD) promovessem uma recomendação ao governo -, da Casa da Música, do desmantelamento progressivo do centro de produção da RTP no Norte, da desconsideração das propostas da Junta Metropolitana no caso da ANA, da ausência de solução para a Porto Vivo, SRU, em que o Estado continua a não cumprir a parte a que está obrigado, a quebra do acordo do IHRU com a CMP, entre outros.

 

Tem sido natural, sempre que o país vive uma aflição financeira, o centralismo passar a ser uma marca da governação. Mas este caso nasce com laivos particulares que se impõe questionar.

Ao mesmo tempo que tudo isto vai sucedendo, vemos apontamentos e preocupações de certos ministros ou secretários de Estado com alguns dos seus amigos no norte, promovendo campanhas ou projectos cujo interesse, perante todos aqueles referidos, é parco, fraco ou inexistente.

Isto leva-me a pensar, ou pelo menos a assumir esse direito de questionar, se a governação que se vai fazendo não é motivada mais por interesses partidários e eleitoralistas, do que outros de índole mais pura e ao serviço do interesse público.

 

Rui Rio, Silva Peneda, Rui Moreira e Paulo Rangel têm sido as vozes que se têm feito ouvir. A estes juntam-se outras pessoas de outros quadrantes.

Em tempo alertei uma certa "estrutura partidária" para a necessidade de olhar estes temas, em vez de promoverem outro tipo de filmes. Desconsideraram ou ignoraram e o desfile centralista foi progredindo.

 

Isto leva-me a concluir que apenas com uma sociedade civil forte e esclarecida, se os partidos não se mostrarem capazes para esse desiderato, pode de facto conseguir defender-se não só o Norte, mas todo o país "fora de Lisboa" que assiste a esta política de destruição da coesão nacional e do território.

 

Esperemos que o governo saiba ouvir e corrigir...



uma psicose de Hugo Carneiro às 15:45
link directo | psicomentar | psicomentaram (7)

Best of 2012: Política Nacional

Decidi fazer um top 10 dos acontecimentos que marcaram o 2012 político em Portugal. Se quiserem poderão sempre trazer mais contribuições à caixa de comentários.

 

 

 

 

 10. RTP, RTP, RTP

Com privatizações ou não privatizações, o que vale é que a nossa televisão nacional é um estouro! Até o coitado do director de informação se demitiu! Sempre pensei que a nossa televisão pública fosse composta por dois canais generalistas mas o conteúdo afinal é mais na ordem de comédia. 

 

 

 

 

 

 

 

 

9.  Secretário de Estado da Saúde e os portugueses maus que dependem demasiado do SNS

 


Até percebo o que o Exmo. Sr. Secretário quis dizer. Mas era desnecessário. Foi uma afirmação pouco feliz. E mais: acho que seria muito mais importante/relevante, o Ministério andar em cima das Administrações a perceber porque raios é que quando pago 20€ de taxa moderadora me prescrevem medicamentos que são incompatíveis com as minhas demais patologias e nem me fazem um diagnóstico ou exames; quando há médicos a ganhar balúrdios com horas extraordinárias, do que cortar a regra e esquadro porque gastamos e vamos muito ao Sr. Dr. 

 

 

 

8. Cândida Almeida e a caça às bruxas

 

Quando o BPN dá no que dá, o Mário Lino e o Sócrates andam por aí a passear (o último a fazer jogging em Paris), o processo Freeport foi um flop mas o contribuinte continua a gastar em processos crime por enriquecimento ilícito, corrupção e afins; que as poucas provas exibidas antes dos arguidos serem avisados e sucessivas contradições dos mesmos, convencem, pelo menos o contribuinte da mínima sujidade dos intervenientes; não percebo como é que se afirma que não existe corrupção em Portugal. Certamente que a visada mora num país diferente do meu.

 

 

 

 

 

 

 

7. O Povo e a Manif de 15 de Setembro


 É bom saber que os portugueses não estão a dormir. Independentemente de possíveis confrontos e manifestações de violência das manifestações que se seguiram, o ponto principal é que a soberania é do povo e nós não somos tão passivos assim. Não quer isto dizer que andemos a partir tudo para provarmos o que pensamos. Não obstante a ligeireza com que nos manifestamos, estamos lá para relembrar ao governo e aos deputados, que quem paga os seus salários são os contribuintes. E para tirar fotos bonitas, como é claro.

 

 

 

 

6. Há PS e PS's - Porque não te calas? vs. Mea culpa

A JSD esteve muito bem na resposta que deu a Mário Soares. Percebo que haja quem tenha ficado ofendido: afinal de contas, devemos ter clemência por quem tem Alzheimer e Tourette. Ah pois, mas não, não é o caso. É altura de sua Exca. olhar para o que fez, o que ainda faz e ser humilde. 

Mas, para compensar, Guterres esteve muito bem ao reconhecer que cometeu erros na sua Governação. Só por isso, o PS não acaba com a pontação tão negativa (Seguro - 100; Soares -1000; Guterres +100; Burlão da ONU -2)

 

 

 

 

 

 

5. Bye-bye Louçã

 

Foi uma boa tentativa de golpe de asa dividir o poder no BE por duas pessoas. Tentou vender-se como algo de novo. Não é.

 

 

Será que vai resultar? Até agora parece ter deixado muitas dúvidas e ainda dará muito que falar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4. Together forever? Portas e travessas, OE 2013 e afins


 Pois é, nuestros amigos de coligação estão a fazer desta governação uma aplicação prática dos ensinamentos d'O Último Tango em Paris. (quem viu o filme percebe de certeza a analogia -  para quem não viu, são precisos dois para dançar o tango e neste caso, também há um a levar por...tabela...). Ou estão on board, ou não estão.

E já agora, não querem fazer um saneamento ali ao Portas? É que o diz que não disse, não sei, sou inocente, já não funciona. 

 

 

 

 

 

 

3. Centralização e concentração ou Lisboa vs. Porto


 É um tópico novo nos media, mas anda por aqui há muito tempo. Com a remodelação da Administração pública e de muitos serviços ligados ao Estado, não é só o interior a penar com a crise, o Porto também sofre. E injustamente. Palmas a Paulo Rangel e a Rui Moreira por levantarem bem as suas vozes por quem se sente injustiçado. 

 

 

 

 

 

2. Equivalências de Miguel Relvas


 

A lata de um Ministro que afirmou que Sócrates devia ter vergonha, que não sai do governo e ainda se ri devido à sua impunidade, é um escândalo. Não fosse a gravidade da situação, até teria piada, mas só prova que a geração que nos governa, está preocupantemente mal preparada e formada. E pior do que isso, é não ser caso único. Sim, porque não foi culpa do Relvas que a situação tenha sido possível: foi do legislador e da universidade. Mas vá, estas falhas de preparação académica explicam a falta de conhecimento no que toca aos princípios da vida política, nomeadamente o facto que se fazemos pressão à imprensa, devemos fazê-lo com cuidado e de forma a não dar "cana".

 

 

 

 

 

 


1. Os remates de Vítor Gaspar.

Para o bem e para o mal, a figura de 2012

O Governo, de facto, fez uma má contratação no que toca a Vítor Gaspar. É que parece mesmo que faz os remates todos, mas nenhum deles entra na baliza. Exemplos disso são a TSU e a tristeza que foi aquela hesitação; o corte dos subsídios aos funcionários a que o Tribunal Constitucional disse "not gonna happen"; ou, o último remate, a publicação de uma portaria que faz referência a um diploma que, aparentemente, não existe. Quando é que mandam este jogador para o banco? É que qualquer dia o país dá ao Governo um GAME OVER. 

 

 

 

 

 

 


: Psy - Gangnam Style

uma psicose de Essi Silva às 15:28
link directo | psicomentar | psicomentaram (3)

Praça da Alegria para a Cidade da Inveja

 

Quando o programa “Portugal no Coração” foi deslocalizado para Lisboa no seu pico de sucesso, os argumentos lógicos e coerentes eram nulos. Anos volvidos e deparamo-nos com a possibilidade de deslocalização do programa “Praça da Alegria”. Trata-se somente do programa mais rentável da televisão pública, tendo gerado em 2011 lucros de quase quatro milhões de euros, no entanto, o prémio de tanto esforço e trabalho árduo é o castigo. A punição cruel e injusta de uma administração centralista e egocêntrica.  

Os programas dos estúdios da RTP Porto têm sido ao longo dos anos vítimas do seu próprio sucesso. Programas resultantes do esforço de uma equipa habituada a trabalhar arduamente com salários inferiores aos atribuídos em Lisboa.  Programas que manifestam um esforço real em trazer até nós um serviço público de proximidade.

Um dos argumentos utilizados pela direcção da RTP é que a gestão dos dois programas juntos “Portugal no Coração” + “Praça da Alegria”, trará uma melhor rentabilização de meios de produção e de gestão de equipas”. Mas qual rentabilização? Porque não transmitir novamente o “Portugal do Coração” a partir dos estúdios do Porto uma vez que 3h de transmissão do programa “Praça da Alegria” custam menos 1100 euros por dia do que o supradito “Portugal no Coração”.

Não há qualquer tipo de justificação para que tal medida seja tomada, nem económica,  nem social, nem coisa nenhuma.

Resta a inveja e o interesse de terceiros como argumentos.



uma psicose de VilmaCR às 14:40
link directo | psicomentar | psicomentaram (10)

O Triplo Embaraço de François Hollande

 

 

Eu não gostaria de ser François Hollande por estes dias já que a lei mais emblemática que se propôs passar (taxação a 75% sobre as grandes fortunas) acaba de ser declarada inconstitucional pela Justiça Francesa.

 

Hollande sai mal e muito mal de toda a polémica: 

 

1 - Todos disseram que tal lei iria provocar uma fuga de capitais; a esquerda teimou que não; viu-se...

 

2 - Hollande chegava como arauto da anti-austeridade; em França não teve alternativa se não fazer cortes e na Europa, aonde ele iria trazer solidariedade quando Sarkozy e Merkel apenas traziam austeridade, aquilo que se verifica é que Merkel é hoje mais popular que nunca, a política de austeridade continuou (os bolsos que a pagam não são Franceses) malograda a tentativa latina de lobby pela França, Espanha e Itália, e os novos poderes do BCE aumentam a discreção Alemã sobre política fiscal.

 

3 - Hollande era também um euro-federalista sendo a Europa um ideal de unidade pelo qual lutar mas todo este episódio mostrou que na realidade para a França a Europa pode ser tanto uma oportunidade como um risco: influência de países mais fortes nas decisões tomadas, competição no mercado comum de economias mais dinâmicas que a Francesa.

 

As esquerdas são isto: muita promessa para no final restar apenas a vergonha e a desilusão. Bem vindo ao planeta Terra Sr. Hollande.



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 10:26
link directo | psicomentar | psicomentaram (5)

Sábado, 29 de Dezembro de 2012
O valor do Prémio Nobel da Paz



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 23:23
link directo | psicomentar

A Guerra Esquerdalho-Mediática Contra a Responsabilidade Individual

 

Meros dias depois de os media fazerem o mea culpa sobre a vergonha que foi o caso Baptista da Silva, a fé nesses mesmos media cai outra vez por terra. Veja-se a manipulação sensacionalisto-preconceituosa em vigor:

 

1 - O Secretário de Estado da Saúde Fernando Leal da Costa diz muito sensatamente que não é tarefa exclusiva do governo velar pela saúde dos Portugueses, os quais também têm de se responsabilizar pelos seus actos menos saudáveis. Leal da Costa remata constantando o óbvio: os recursos do Ministério não são ilimitados.


2 - Para publicitar as declarações, os media promovem a polémica com o soundbite provocativo 'Governo diz aos Portugueses para não ficarem doentes'.


3 - Como de costume, os tolinhos da esquerdalha reagem pavloviamente expressando a sua consternação...


4 - ... e maravilha das maravilhas, os media apressam-se a cobrir a controvérsia artificialmente gerada por eles próprios.



Mas que asco de órgãos de comunicação a que estamos sujeitos!



Pior ainda é a mensagem que passa: ai de quem responsabilize os Portugueses pelos seus erros!


Claro que esta é apenas a sequela de outra novela sensacionalista, a das declarações de Isabel Jonet. Porque é pecado educar os Portugueses a gastarem apenas aquilo que têm.



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 21:04
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

A Ilusão do Universalismo

Vi recentemente um documentário no Canal de História que tratava da história de Fordlândia no Brasil. Esta povoação foi edificada por Henry Ford numa tentativa de se tornar independente no fornecimento de borracha para os seus veículos mas também de estabelecer no meio da Amazónia, um paraíso de desenvolvimento à Americana.

 

As diferenças culturais depressa condenaram o empreendimento ao fracasso. Não só porque a standardização agrícola tentada era impraticável no meio da selva mas também porque a ética de trabalho protestante chocava com a mentalidade tropical dos Brasileiros.

 

 

Ainda que esta história seja mais radical, poder-se-ia facilmente fazer uma analogia com os vários projectos de desenvolvimento para Portugal, que nomeadamente os líderes socialistas tentaram desde o 25 de Abril: Soares com a social-democracia Alemã, Guterres com o modelo Sueco ou Sócrates com o Finlandês.

 

 

Todos tentando trazer para Portugal, e forçando top-down, um modelo em nada adaptado à realidade Portuguesa. Quem não gostaria que nos tornassemos na potência industrial e tecnológica que são os estados protestantes? Mas infelizmente a realidade periférica, amena e rural de Portugal não se proporciona a tal.

As políticas económicas deveriam destinar-se a valorizar aquilo que temos de único e diferente, em vez de tentar 'transformar' através da engenharia social, a população Portuguesa.



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 13:07
link directo | psicomentar | psicomentaram (17)

Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2012
Até no melhor pano cai a nódoa




uma psicose de Essi Silva às 15:55
link directo | psicomentar | psicomentaram (10)

Fundo de resgate dos Municípios


Ontem ficou a saber-se que o Governo pretende criar um Fundo de resgate dos Municípios em "falência". Mais, do que se conhece, parte desse fundo beneficiará de verbas a retirar aos Municípios "bem geridos". Esta nova medida, a inserir na reforma das Finanças Locais, surge meses depois de ter sido criado o PAEL - Programa de Apoio à Economia Local, que mais não era do que uma forma de sanear as dívidas "descontroladas" dos Municípios a fornecedores em atraso com mais de 90 dias.


Se, por um lado, não se percebe o porquê da criação de um PAEL quando a reforma das Finanças Locais viria criar um novo fundo que poderia resolver o mesmo problema, ficam por responder questões de maior importância, a saber:


1) Serão responsabilizados os autarcas que endividaram as suas autarquias?

2) Porque têm os Municípios bem geridos de contribuir com parte do seu orçamento para os Municípios mal geridos?

3) Não foi o PAEL uma forma de ocultação da má gestão? E não vem este programa fazer perdurar uma lógica de beneficiação do infractor?

4) Onde andam as inspecções da IGF (que absorveu a IGAL) e as inspecções do Tribunal de Contas?

5) Quando se dotará, finalmente, a IGF de meios humanos e técnicos para realizar inspecções regulares e abrangentes aos Municípios e Freguesias?


Enfim... logo veremos o que a lei diz em concreto, mas parece-me que o essencial ficará de fora...


uma psicose de Hugo Carneiro às 12:04
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2012
Excepção de não cumprimento

 

A entrada no ano de 2013 vem assombrada pela reforma das “gorduras do Estado”. Julgo que nem os foguetes do ano novo ou qualquer ameaça de fim do mundo são já suficientes para diminuir a angústia do que poderá ser 2013.

 

Sentimento que vem agudizado quando percebemos que as reformas em curso avançam muito pouco ou nada (ex. da justiça), e que continuam a vir a público polémicas como as do custo da nacionalização do BPN, que sempre achei má solução, da venda de património nacional ao desbarato ou de forma pouco transparente (ex. “tentativa com a TAP”).

 

A par de tudo isto, os funcionários públicos foram os principais visados em matéria de redução de despesa, para se cumprir a regra que a certa altura deixou de ser argumento – consolidação orçamental com 1/3 pelo lado da receita e 2/3 pelo lado da despesa e sem mais receita extraordinária.

E, também neste ponto, haverá novidades, quando se percebe que a Comissão Europeia já foi exigindo que o governo vá preparando mais medidas de austeridade, para se dar o caso provável de o Tribunal Constitucional obstaculizar algumas das medidas imaginativas deste governo, e que terão impacto, pasme-se, sobre os funcionários públicos.

 

O delírio governativo é de tal ordem, que uns dias temos TSU, depois temos propinas no ensino (obrigatório) até ao secundário e no dia seguinte tudo corre bem, mas não temos o “natal que merecíamos”.

 

Um comportamento moral ajustado, a humildade e a sabedoria são virtudes fulcrais em qualquer governante, para que do seu povo possam ser exigidas as contraprestações ou os esforços pretendidos. Quando vemos alguns exemplos do modus operandi de membros deste governo chego mesmo a pensar que os almanaques de rectidão deixam de ser importantes.

 

Rousseau falava de um «contrato social», que exigiria uma «vontade unânime» dos concidadãos para que o Estado pudesse actuar em nome daqueles, momento a partir do qual este passava a imperar em conluio ou para lá da «vontade da maioria». Se é certo que o tempo da prática ou da teoria do «centralismo democrático» não têm revisão nos nossos dias, porquanto o Estado acha-se, ele próprio, condicionado pelo seu sentido ôntico, que se materializa no carácter instrumental de exercício das funções para que se encontra vocacionado, certo é que a proclamação de uma refundação do Estado vem colocar em causa tudo isto.

 

É a partir deste momento, em que os governantes pretendem “demitir” o Estado das suas funções, ou de parte delas, que também nós, cidadãos, nos podemos questionar se não podemos invocar o instituto jurídico da «excepção de não cumprimento», atendendo ao elevado volume da carga fiscal. Uma refundação do Estado que contrarie o quadro institucional e constitucional vigente poderá representar em si mesmo um golpe constitucional silencioso ou uma verdadeira fraude à constituição.

Que a constituição possa precisar de reforma, até concordo, mas cuidado com os limites dessa reforma impostos pelo poder constituinte originário. Lembre-se que o mandato deste governo restringe-se ao quadro constitucional vigente, pelo que se encontra limitado pela existência de uma maioria funcionalizada a um certo fim.

Aqui surge, de imediato, uma preocupação pessoal. Deixar o PS ou a Concertação Social de fora deste processo é um crime de «lesa majestade». Sempre se poderá afirmar que o PS quis ficar de fora, mas convenhamos, em abono da verdade não houve grande esforço do PSD para que ele ficasse dentro.

 

Ainda há tempo para corrigir o caminho, assim o espero.



uma psicose de Hugo Carneiro às 12:19
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Sócrates...de novo

 

 

Enquanto hoje fazia a habitual ronda matinal de leitura dos principais sites noticiosos, tive oportunidade de ser presenteado com uma auditoria do Tribunal de Contas, às operações de alienação de património do Estado realizadas entre os anos de 2006 e 2011, ou seja durante os mandatos de José Sócrates.

 

Ao "Jornal i", o Tribunal de Contas questiona a "deficiente e inapropriada, ou mesmo inexistente, fundação das decisões de alienação de imóveis face ao exigido pela lei”. “Não foram observados os critérios legais em matéria de gestão e alienação de imóveis por insuficiente ou inexistente fundamentação. O tribunal alerta também para a não responsabilização dos intervenientes responsáveis pelos atrasos das diligências e incumprimentos dos prazos”

 

 

Caros amigos, sou da opinião que das duas soluções, uma:

 

Ou levamos os responsáveis destes tempos à barra dos tribunais, ou ao belo estilo matrimonial, nos calamos para todo o sempre.

 

Mais uma situação que não é nada "porreira, páh!".



uma psicose de Pedro Miguel Carvalho às 11:30
link directo | psicomentar | psicomentaram (4)

Mais um sinal da Bomba Demográfica

 

14 - 4,2 - 1,7.

Em Portugal o número de pessoas em idade activa sobre o número de pessoas reformadas era em 1960 de 14, hoje é de 4,2 e quando eu me reformar em 2050 será de 1,7.

 

Seja qual for o governo, estes números são mais ou menos inevitáveis. Numa sociedade de deireitos adquiridos, os jovens partem ou decidem não ter filhos. Os idosos recebem muito mais do que alguma vez descontaram mas também não são eles que vão equilibrar a pirâmide demográfica.

 

Hoje foi notícia que "houve mais 16 mil funerais do que partos só no primeiro semestre". Faz sentido. Ou se produz riqueza e se dimunui a terrível injustiça inter-geracional neste país, ou estamos condenados a vender património físico e empresarial ao estrangeiro, a diminuir de população e viver para pagar juros.

 

O diagnóstico creio que é fácil para alguém que não esteja em transe ideológico.

A resolução do problema parece que vai implicar uma crise a sério que faça perceber ao povo o quanto tem vivido acima das suas possibilidades ou, se preferirem, o quanto vão ter de mudar para que os empresários deste país possam criar a riqueza para sustentar todos os direitos adquiridos.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 11:11
link directo | psicomentar | psicomentaram (7)

Terça-feira, 25 de Dezembro de 2012
Há Burlões e Burlões

 

Muito tenho aqui escrito sobre burla. Para responder às massas que cegamente reivindicam mais apoio estatal simultaneamente chamando aos políticos 'gatunos', tenho tratado os esquerdistas por 'burlões'.

 

É que simplesmente não há mais dinheiro para distribuir pela população e prometer mais apoio - ou a manutenção do actual - através da racionalização de recursos - o mítico rigor Vs austeridade - é uma quimera destinada exclusivamente a servir o interesse eleitoralista e demagógico da liderança do PS. Quando é que uma sociedade mediterrânica alguma vez foi rigorosa ou sequer eficiente na gestão dos seus recursos (excluindo o Salazarismo...) ?

 

Não, a austeridade é o único caminho minimamente credível e aquilo que há a discutir são os moldes dessa mesma austeridade.

 

Mas tal como as crises desmascaram burlões, também fazem emergir outros. Nassir Ghaemi no seu livro 'A Mente Louca dos Grandes Líderes Mundiais' explica que certas personalidades são mais hábeis no exercício de liderança em tempos de prosperidade, e outras em tempo de crise. O que está na base desta discrepância é o passado - sobretudo tempos de infância - da pessoa em questão: caso tenha vivido em estabilidade, o individuo está adaptado a afirmar-se em contextos de estabilidade e vice-versa. Logo, aqueles que em tempos de crise prosperam são pessoas habituadas a fazerem passar mensagens radicais e a adaptarem-se a circunstâncias difíceis. Assim, tal como os políticos radicais sobressaem em tempos de crise, os burlões do improviso sobressaem contrapostos aos burlões dos esquemas de pirâmide, os quais estão no jogo para o longo prazo.

 

No entanto, a sofreguidão com que Artur Baptista da Silva foi escutado E DIVULGADO pelos media é um indicador na minha humilde opinião, de algo mais para além de habilidade de burlão: é um indicador do pendor esquerdista dos media Portugueses. Depois de meses e meses de descrédito da liderança socialista assim como da 'rua esquerdista' - criticando tudo e todos e falhando redondamente não só em oferecer uma alternativa mas também em escapar ao inevitável facto de que a direita havia previsto a crise muito antes de ela chegar - eis que emerge um D. Sebastião das brumas...

 

... Aqui está pela primeira vez alguém com credibilidade independente (ONU) que defende o fim da austeridade em Portugal. Ironia das ironias, acaba por ser exposto como burlão de primeira categoria.

No fundo o caso Artur Baptista da Silva deve ser visto com bons olhos pela direita: ele acaba de validar a política de austeridade por mais uns anos.



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 10:36
link directo | psicomentar | psicomentaram (9)

Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012
Bloco de Esquerda à Direita

 

Bloco de Esquerda, no debate da Assembleia da República, descobriu que 87% dos pensionistas portugueses não serão afectados pelas novas medidas, uma vez que, as suas reformas são inferiores a 600 euros mensais.

Esse facto não impediu a revolta profunda do partido, que luta afincadamente pelos restantes 13%, pobre coitados! Parte destes fortemente afectados nas verbas mensais dirigidas ao Golf e as charutos Cubanos.



uma psicose de VilmaCR às 14:58
link directo | psicomentar | psicomentaram (3)

Feliz Psico-Natal


uma psicose de Essi Silva às 10:24
link directo | psicomentar | psicomentaram (3)

Produção deslocou-se para a Ásia, o Consumo segue dentro de momentos

20121220_global

Fonte: Zerohedge.

 

A produção foi para a Ásia.
O Ocidente adiou enquanto podia recorrendo ao crédito.
Agora seguirá o consumo.
Álvaro Santos Pereira chegou tarde.
Viva Jorge Moreira da SilvaViva Assunção Cristas.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:22
link directo | psicomentar | psicomentaram (5)

Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012
JASD - O Reforço do Intermunicipalismo

 



Portugal precisa de mudar de paradigma, o Poder Local não pode ficar à margem da profunda alteração que o nosso País está a viver, temos de reformar o presente para reforçarmos o futuro do Municipalismo democrático.

 

Todos conhecemos a vertente reformadora do Poder Local, sabemos bem da importância que desencadeou no desenvolvimento que Portugal teve nas últimas décadas. Estar próximo das pessoas, ter uma intervenção transversal na sociedade, tudo isto fez com que o hoje o Poder Local esteja mais preparado para auxiliar e executar políticas que contribuam para o desenvolvimento e crescimento de Portugal.

 

É verdade que ouvimos, há muitos anos, e de vários quadrantes políticos que é preciso reformar o Poder Local, mas nunca passámos da teoria à prática! A reforma que o governo está a levar a cabo altera esse paradigma, altera profundamente o modelo de gestão autárquica.

 

Mais do que nunca, precisamos de racionalizar os nossos recursos, fazer mais e melhor com menos, reduzir o endividamento público e responder com mais eficiência às populações.

 

Esta reforma é um imperativo de consciência e, tem como principais objectivos: reforçar a coesão territorial, fomentar a cooperação entre municípios, descentralizar o Estado, reforçar a qualidade da prestação dos serviços públicos a nível local e modernizar o aparelho administrativo. É importante realçar os resultados positivos de todas estas alterações. Para muitos, falar é fácil, dar o exemplo é o mais difícil.

 

Ora vejamos: o Governo prevê a extinção de 673 cargos de adjuntos e secretários de gabinete, prevê-se ainda a redução do número de Comunidades Intermunicipais, que poderão passar das 23 atuais para 20, estima-se que no total esta reforma provoque uma poupança de 12.5 milhões de euros.

 

O Municipalismo sai reforçado e as competências da Administração Local serão necessariamente colocadas a uma escala intermunicipal. Sempre com o objectivo de prestar melhor serviço público maximizando os recursos existentes. Esta reforma tem de ser virada para o futuro, numa lógica de cooperação entre municípios com objetivos comuns e com uma gestão mais equilibrada, assente no respeito da partilha de recursos, evitando-se políticas desfasadas e descoordenadas que prejudicam os portugueses, principalmente as novas e futuras gerações.

 

 

Psico-convidado

João Teixeira Leite

 

Jovens Autarcas Sociais Democratas



uma psicose de PsicoConvidado às 16:38
link directo | psicomentar | psicomentaram (5)

Presente de Natal antecipado


Mas meninos e meninas, comportem-se que isso não quer dizer que possam estourar a mesada em presentinhos!

uma psicose de Essi Silva às 13:08
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Já que o mundo vai acabar...
Só queria dizer que estou cansada de greves do metro, portanto até é melhor que não haja depois de amanhã.

Que tenho pena e estou desconfiadíssima do facto da TAP não ter conseguido melhor comprador. Mas pronto, já percebi que o Efromovich quer obter cidadania portuguesa, ao estilo do que fez com a colombiana. (Se o fim do mundo for em breve, haverá sempre um país que o acolherá)

É uma chatice que Nogueira Leite tenha saído da CGD antes do fim do mundo - presumo que ele queira ficar nas boas graças do Senhor.

E que o Cavaco decidiu não enviar o OE para o Tribunal Comstitucional, coisa que acho lamentável já que se não existissem inconstitucionalidades, pelo menos haveria o descarte de consciência e uma representação muito melhor de quem o elegeu - que para que conste, não foi só o PSD - e no caso de estas serem patentes no diploma, pelo menos não andávamos a aprovar Orçamentos que violam a nossa lei máxima. E eu bem sei que a Constituição para muita gente já não serve de nada, é do tempo dos dinossáurios e não merece respeito, mas não deixa de ser o que temos e de vigorar. Portanto agradeço que a respeitem, já agora. (O Cavaco já sabe que vai para o Inferno, portanto nem se esforça!)

uma psicose de Essi Silva às 11:55
link directo | psicomentar

Terça-feira, 18 de Dezembro de 2012
Coisas que se calhar não sabia sobre o Orçamento da União Europeia

 

 

Quer saber mais? Vá aqui.


:
: Donna Summer - She Works Hard For The Money

uma psicose de José Pedro Salgado às 20:36
link directo | psicomentar | psicomentaram (3)

Domingo, 16 de Dezembro de 2012
Parabéns!

 

 

A todos os eleitos para os órgãos nacionais, em especial à Beatriz Ferreira, ao Paulo Pinheiro, ao José Baptista, ao João Marques e à Margarida Balseiro Lopes!

 

E se me permitem, um carinho especial para o Pastor - João Gomes da Silva - que sempre foi um grande psico-amigo!

 

Ao Hugo Soares, muitas felicidades para o seu mandato, que implicará grandes responsabilidades mas que sei que cumprirá cada uma com rigor e com o máximo de sucesso!

 

À Joana Barata Lopes, também nossa psico-amiga, muitos parabéns e votos de um mandato frutífero!



uma psicose de Essi Silva às 17:21
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Carlos Reis in a Nutshell

Custa-me reconhecer, mas tenho de concordar que podia ter-se discutido mais política neste Congresso. Sem papas na língua. Sem bloqueios. Nem obstáculos de oposição.

 

Mas não foi tão mau como o Carlos pinta.

 

Falta de ideias novas: talvez alguma razão neste aspecto. Acho que existem novas propostas, e se faltam ideias novas, falta também cumprir com as velhas.

 

Mas ainda assim, porque é que Carlos Reis não voltou a candidatar-se?

 

Excelente orador. De facto. Calmo, sem exaltações, conciso e incisivo. A JSD tem de dar o passo para não seguir cegamente o Governo: ter a capacidade de defender os jovens dos cortes cegos.

 

Mas como disse outro orador posteriormente, é preciso mais do que falar sobre exemplos, é preciso estar no terreno para conhecer a realidade.

 

Overall 5 em 10.

 

É uma pena é ter como referências ou exemplo figuras que denigrem a JSD. E com esse remate, toda a legitimidade deste discurso perde-se.



uma psicose de Essi Silva às 03:48
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Sábado, 15 de Dezembro de 2012
Açores

Apontam-se dedos à competência. Mas diga-se o que se disser, verdade ou mentira, não é em congresso nacional que se dizem as verdades, quando não se assume a oposição e se sujeita às urnas e ao voto.



uma psicose de Essi Silva às 20:46
link directo | psicomentar | psicomentaram (5)

Porque por vezes há que fazer chamadas de atenção






Porque as disputas internas são para resolver dentro de casa. E transparência é coisa que nunca faltou, aos meus olhos, nas funções exercidas pelos órgãos nacionais. Afirmar que são os meios de comunicação que procuram a polémica custa-me a acreditar: há muitos, que procuram na imprensa, o palco que não conseguem obter por si próprios!


uma psicose de Essi Silva às 18:01
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Obrigada Joana!

 

Por não aceitares que por erros de outros, chamem, a quem nunca teve responsabilidade na delapidação da Economia portuguesa e no aumento da dívida pública, ladrões. Eu não aceito isso e acho muito bem que a JSD também não aceite!

 

E também por não aceitar que quem saiu do Governo, afirme que não existem problemas de sustentabilidade, quando foram necessários pedidos de ajuda e a intervenção externa!



uma psicose de Essi Silva às 17:59
link directo | psicomentar

Hugo Soares apresenta a Moção de Estratégia Global

 

Notas:

- Boa opção aproximar os Observadores das estratégias da próxima CPN. Afinal de contas, e como Hugo Soares frisou bem ontem, são uma parte importante deste congresso, querendo estar mais próximos das decisões. 

 

- "Cabe à nossa geração dizer de uma vez por todas, que a Constituição que nos fez chegar aqui, a constituição dos nossos pais, falhou". Tem toda a razão. Mas será que uma reforma constitucional não é mais uma recauchutagem

 

- Criação da figura do alto representante das gerações - emissão de pareceres não vinculativos, para se poder fazer o balanço custo-benefício dos investimentos e políticas financeiras. Mas não será mais uma figura redundante, sem poder para evitar essa mesma oneração?

 

- Sustentabilidade do Estado Social: "temos de discutir novos modelos de financiamento da saúde e educação...Nós não somos liberais, somos sociais-democratas, defendendo a gratuitidade para quem não pode." Para quem argumenta que isso é promover cidadãos de primeira e segunda e que os impostos já fazem essas separações: essa distinção de classes já existe e o esforço fiscal não é justo nem equilibrado, muito menos eficiente. 

 

- Deve haver um limite máximo às pensões - 100% de acordo!

 

- Taxa de IVA para produtos essenciais para crianças baixar ao mínimo possível, benefícios para as famílias com constrangimentos económicos - Muito bem! Não só pela natalidade, mas porque as crianças, as próximas gerações não podem pagar pelos erros dos outros! (Mas onde vamos buscar financiamento para colmatar essa redução?)

 

- Reduzir as assimetrias litoral-interior: por exemplo, através de redução dos custos dos automobilistas nas auto-estradas do interior. 

 

(Hugo, pelo meio, já me convenceste. Tens o meu voto! :)

 

- As quotas e falta de pagamento, não devem ser motivo de varrimentos das listagens. E não faz, de todo, sentido que os jovens tenham de se refiliar aos 18. 

 

- Os militantes da JSD devem receber notificações do trabalho dos deputados! Todo o apoio: transparência mas sobretudo incentivo à participação política e à proximidade com os deputados que representam os jovens sociais-democratas!

 

- Combate ao enriquecimento ilícito - criminalização de actos políticos, sem colocar em causa os princípios do Estado democrático! 

 

- Conseguir justificar aos portugueses que os sacrifícios valeram a pena. (Vai exigir uma mudança abismal da comunicação que é feita pelo Governo!)

 

- Desemprego jovem: amanhã serão apresentados um conjunto de medidas essenciais ao combate a este flagelo. Vou aguardar com atenção!

 

 

 

 

 

 

 



uma psicose de Essi Silva às 16:51
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Sumário de 2 anos de CPN


uma psicose de Essi Silva às 16:30
link directo | psicomentar

Notas de rodapé

 

Para quem estuda Direito, sabe que por vezes, as notas de rodapé são mais importantes que o a referência de que originam. 

 

E portanto, gostei bastante da intervenção do Filipe Lopes, que fez uma chamada de atenção para as trocas de autarcas, entre diversas autarquias, para as próximas eleições.

É um excelente ponto. 

 

O Filipe deu vários argumentos para este tipo de situações serem perigosas. Mas o que mais destaco, foi o aviso sobre as elacções que se podem retirar: que a escolha destes candidatos vem de cima e não da vontade das Concelhias. O que nos leva a interrograr, se a escolha dos nossos candidatos é feita legitimamente por quem devem representar; ou por interesses externos - e obviamente qual a consequência e significado desse factor. 

 



uma psicose de Essi Silva às 16:16
link directo | psicomentar

Mais momentos de ontem

 



uma psicose de Essi Silva às 15:37
link directo | psicomentar

Balanço do primeiro dia de congresso

Lamentavelmente, o XXII Congresso Nacional da JSD, com listas únicas para todos os órgãos, à excepção do Conselho Nacional em que existem duas listas, (que poderão ver aqui), não só tem apelado pouco à discussão de ideias - exceptuando-se obviamente as discussões das áreas temáticas, que decorreram hoje - como tem sido pouco divulgado nos media. (Esperemos que tenha sido uma pontualidade)

 

Ontem, após a abertura do Congresso assistiu-se a uma panóplia de agradecimentos e elogios rasgados à CPN cessante; culminando num discurso fervoroso de Hugo Soares, candidato à  Presidência da Comissão Política Nacional da JSD. 

O discurso, embora bom, com uma apresentação da sua equipa e de algumas ideias estruturantes a serem abordadas pelo mandato que se aproxima, não me deixou plenamente convencida. 

Ainda assim, Hugo Soares surpreendeu pela positiva!

 

De todos os discursos a que assisti, salientaria o do Simão Ribeiro, candidato a Secretário-Geral da CPN, que conseguiu canalizar bem os desafios que foram enfrentados e aqueles que se apresentarão. 

 

Destaco, novamente, todos os elogios ao trabalho de Duarte Marques e sua equipa, que nos dois anos, em que o PSD foi oposição e formou Governo, defenderam os jovens e enfrentaram com excelência os problemas da nossa juventude, muitas vezes com um passo à frente dos desafios, e com um trabalho notável dos mais variados Gabinetes, em especial do Gabinete de Estudos. 

 

Os meus parabéns a toda a CPN do mandato 2010-2012 e orgulho por cinco dos nossos psicóticos e ex-psicóticos pertencerem à próxima CPN (a Margarida Balseiro Lopes, próxima Vice-presidente; João Marques, como Vogal; o José Baptista, como director de informação; a nossa querida Beatriz Ferreira, como secretária-geral adjunta e o Paulo Pinheiro, futuro director do Gabinete de Estudos). Boa sorte a todos!



uma psicose de Essi Silva às 15:11
link directo | psicomentar

Umas dicas para o jornalismo Português

mas úteis para qualquer um:



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 03:26
link directo | psicomentar

Encerramento do Primeiro dia
fotografia.JPG


Com o discurso de Hugo Soares!

uma psicose de Essi Silva às 02:56
link directo | psicomentar

É pá... a sério... porquê?

:
: As tears go by - The Rolling Stones

uma psicose de José Pedro Salgado às 02:31
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2012
E acabou de começar!

 



uma psicose de Essi Silva às 22:04
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

E a sala começa a compor-se


A sala à chegada da psicose



Às 21.30


uma psicose de Essi Silva às 21:48
link directo | psicomentar

Guerra em tempo de paz

Este Papa, que até respeito, na sua mensagem do dia da paz faz uma declaração de guerra à liberdade individual de cada um amar e ver o seu amor reconhecido.

O representante de Jesus esquece a relação do seu representado com todos aqueles que escolheram caminhos diferentes.

A Igreja, e o Papa, esquecem que Jesus tocou nos leprosos, quando ninguém tocava, esquece que deixou ser tocado por Madalena, esquece que mandou atirar a “primeira pedra” àquele que nunca havia errado.

Se eu fosse Cristo, revogava a procuração que passou a esta Igreja.



uma psicose de Paulo Colaço às 17:16
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Quase, quase a começar!

O Psicolaranja anda em todo o lado e embora os psicóticos ainda não tenham chegado ao Congresso, já têm informações privilegiadas! ;)

 

Tudo começou assim...

 

Mais montagens...
A vista por cima deve ser muito melhor!
Reunião de staff e voluntários.
Montagem do palanque!

 

Pronto para receber os Congressistas!

Todas estas imagens foram possíveis graças ao auxílio do José Filipe Baptista, ex-psicótico, para gentilmente nos foi informando do que se passava!

 

Para além disso, escreveu-nos um pequeno balanço do mandato cessante e as expectativas para o congresso. Aqui poderão ler as suas palavras:

 

"Os últimos dois anos foram de aceleração completa. Colaborar com a CPN da JSD foi uma experiência desafiante: as pessoas diferentes, os modos de pensar distintos. A JSD, como qualquer organização de média/grande dimensão precisa de lideranças sólidas e experientes. Experientes não éramos muito... mas sólidos não há dúvida que temos sido!

 

Alterámos muita coisa de forma transparente mas sem alaridos, de modo que chegassem às pessoas as políticas pelas quais pugnamos, para que sentissem na sua pele os verdadeiros efeitos. As últimas semanas têm sido... extenuantes!

 

Grandes noitadas a ultimar o processo eleitoral e a preparar tudo para este fim de semana. Felizmente tudo está a correr bem, os voluntários estão prontos para trabalhar. Espero que o XXII Congresso Nacional da JSD seja exclarecedor para que todos os delegados, não movidas por lógicas do aparelho partidário mas pela sua vontade e espírito crítico.

 

Um abraço a todos e bem haja à Essi pela chamada para hoje me dirigir a vós, através do Psico!"

 

José Filipe Baptista

 

Obrigada nós pelas imagens que gentilmente nos cedeste e por responderes ao nosso repto! :) 

 

Até logo!



uma psicose de PsicoConvidado às 13:33
link directo | psicomentar | psicomentaram (7)

Notícias
Psico-Social

Psico-Destaques
Psicóticos
Arquivo

Leituras
tags
Subscrever feeds
Disclaimer
1- As declarações aqui pres-tadas são da exclusiva respon-sabilidade do respectivo autor.
2 - O Psicolaranja não se responsabiliza pelas declarações de terceiros produzidas neste espaço de debate.
3 - Quaisquer declarações produzidas que constituam ou possam constituir crime de qualquer natureza ou que, por qualquer motivo, possam ser consideradas ofensivas ao bom nome ou integridade de alguém pertencente ou não a este Blog são da exclusiva responsabilida-de de quem as produz, reser-vando-se o Conselho Editorial do Psicolaranja o direito de eliminar o comentário no caso de tais declarações se traduzirem por si só ou por indiciação, na prática de um ilícito criminal ou de outra natureza.