Sexta-feira, 30 de Novembro de 2012
PSICOCONFERÊNCIA - "O Papel da Juventude nas Autarquias"


Com a participação do Ex-presidente da Câmara Municipal de Santarém, o Vereador da Juventude de Oeiras e o Presidente do Conselho Nacional da Juventude e moderada pelo Presidente da JSD.

Dia 1 de Dezembro, pelas 21:30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oerias (Av. Francisco Sá Carneiro nº 17, Urbanização Moinho das Antas) contamos convosco para mais uma iniciativa com a marca Psicolaranja!

uma psicose de Essi Silva às 14:31
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Quinta-feira, 29 de Novembro de 2012
Who are you?!...




It doesn't matter who we are, what matters is our plan

 

We're Portugal's reckoning

 

Here to end the borrowed time you've all been living on



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 22:02
link directo | psicomentar | psicomentaram (3)

Passos Coelho na TVI

«Nós temos até Fevereiro de apresentar medidas e vamos fazê-lo mas vamos condicionar essas medidas ao debate que vai decorrer até ao verão. Se até ao Verão aparecerem medidas melhores do que aquelas que apresentámos em fevereiro, vamos substitui-las». Retive esta frase da entrevista de Passos Coelho ontem à TVI, justificando que as medidas que se encontram a ser equacionadas para reduzir 4 mil milhões de euros de gastos com saúde, educação e pensões não são estanques.

 

Sucederam-se ao longo deste ano avanços e recuos de medidas impopulares anunciadas, por falta de coragem política para as defender. O próprio OE é elaborado como um compêndio de medidas avulso, algumas apresentadas indevidamente, remetidas para o retificativo para ver se passavam entre os pingos da chuva. Agora o novo episódio de (des)Governo, numa entrevista de fundo feita ao canal mais visto pelos portugueses, o Primeiro-ministro afirma que a reforma mais profunda que o Estado e a Economia já viram nos últimos anos é feita consoante forem surgindo ideias para resolver a crise. O pior é que PPC o diz porque é de facto o que parece ocorrer e começo a questionar-me que plano de austeridade é este porque austeridade já vi muita, mas nenhum plano ainda.

 

PPC premiou-nos ainda com um belo exemplo enquadrado nestas cada vez mais típicas declarações governamentais: a sugestão de aplicação de propinas no ensino chamado público e obrigatório por forma a que a utilização deste serviço seja parcialmente pago pelo seu utilizador. Numa altura em que 13 mil alunos do Básico tomam todos os dias o pequeno-almoço nas escolas públicas e estas são os principais centros de identificação de famílias a passar por situações de fragilidade social, demonstra uma insensibilidade muito pouco adequada à época natalícia que vivemos.

 

Num cenário hipotético de avanço da medida, certamente que existirão apoios sociais para aqueles que não têm possibilidades de pagar e por isso, não creio que o abandono escolar aumente como a Esquerda já veio dramatizar. Pela minha experiência este não é causado pela crise, mas pela insatisfação pessoal e falta de apoio familiar. A minha preocupação recai sobre aqueles que não vão ser englobados nos escalões de apoio social, sujos problemas não são objeto de preocupação das assistentes sociais, a quem não é dado subsidio de Natal nem abono de família e cujas as crianças não desistem da escola, aconteça o que acontecer. A classe média, 2 milhões de famílias que tudo aguentam, que esperam pelos corte nas despesas e quando chegam, é uma montanha que pariu um rato.

 

E é certamente mais uma sugestão que cairá por terra, a própria Constituição assim o assegura. É a prova que são os erros de metodologia e não o objetivo final que irritam a oposição, coligação e população. Se os ministros não sabem o que andam a fazer, então levemos esta fase de experimentação económica a outro nível e experimentemos mudar o Governo também.

 

 



uma psicose de Beatriz Ferreira às 18:51
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Terça-feira, 27 de Novembro de 2012
Ainda sobre o OE
"Este é o orçamento possível, depois de não se ter cortado na despesa publica."
"E é exequível, se o aumento fiscal, for acompanhado de cortes na despesa pública."

São as palavras de José Gomes Ferreira, na SIC Noticias.

E concordo. Não chegámos já ao limite do esforço fiscal? A OCDE, o Banco de Portugal e o Governo, todos estes apontam números diferentes, nenhum deles, particularmente positivo.
Destaque-se ainda assim, que o Orçamento tinha de ser aprovado, por uma questão de congruência política, essencial para quem nos empresta dinheiro.

E é uma pena que os 18 deputados do PSD, nomeadamente Miguel Frasquilho, tenham alterado a declaração de voto; subscrita pela bancada parlamentar, mas mais soft.

By the way, Manif à porta do Parlamento a uma Terça de manhã? Então e a esta hora não se trabalha?!

uma psicose de Essi Silva às 14:23
link directo | psicomentar | psicomentaram (4)

Votação final global do OE


Depois de ter seguido a discussão no Minuto-a-minuto do Parlamento global e assistir ao canal ARTV, faço as seguintes notas:

Destacam-se já constrangimentos na coligação, com a ruptura da disciplina de voto, nomeadamente por Rui Barreto do CDS/PP.

Muita demagogia no discurso de António José Seguro, distanciando-se da responsabilidade que o PS tem na crise.

Péssimos discursos de Pedro Pinto e Vítor Gaspar. Monocórdicos, com muita pouca capacidade de explicar e justificar os sacrifícios que serão feitos, em função dos objectivos a serem cumpridos. Esperança é pouco perceptível nestes discursos. Esperar sacrifícios do cidadão mas não lhes justificar devidamente porque valem a pena, só reforça a falta de capacidade de comunicar por parte do Governo.

Muito foco no IVA sobre o sector da restauração, mas pouco foco nos escalões de IRS e noutras medidas significativas do Orçamento.

Ainda por cima a OCDE aponta que a recessão será de 1,8% em 2013. E que o OE não vai ser tão positivo quanto se espera.

Mas o pior de tudo: a aprovação de um Orçamento de Estado que passou completamente despercebida, sem alarido. Um Orçamento envolvido em polémica e com um peso brutal sobre os portugueses.

Conclusão: aprovado pela maioria PSD + CDS

Haja alguma esperança, já que a Grécia conseguiu mesmo prolongar o seu plano de reestruturação. O que, provavelmente, se aplicará a Portugal, de forma igual. Talvez se reestruture igualmente este Orçamento, para que seja menos duro, mas veremos.

Falam do PSD e do CDS, mas à esquerda soluções igual a 0.


P.S.- Revi o discurso de Heloísa Apolónio, dos Verdes. De facto, parecia mesmo um poema!

uma psicose de Essi Silva às 13:55
link directo | psicomentar

Segunda-feira, 26 de Novembro de 2012
Psicolaranja na Embaixada de Israel

 

No passado dia 19 os Psicóticos e alguns Psico-amigos foram recebidos calorosamente na Embaixada de Israel aonde puderam conversar com o Conselheiro Político Lior Keinan. A conversa abrangeu tópicos vários desde a Guerra de Gaza e os diversos desafios à segurança do Estado de Israel e dos Judeus a nível internacional, ao modelo de desenvolvimento Israelita e como este poderia servir de exemplo a outros países mediterrânicos como Portugal.

Foi uma tarde muito enriquecedora tanto para a Embaixada como para os Psicóticos; que serviu do nosso ponto de vista para obtermos informação directamente da fonte, sem passar pelo filtro dos media ou do comentariato.


Mais uma iniciativa deste blogue a que muitas outras seguirão. 

 

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 17:34
link directo | psicomentar

Domingo, 25 de Novembro de 2012
25 de Novembro - Comunismo e Fascismo nunca mais!

Para quem quer quer recordar, fica aqui um blog especialmente sobre o assunto.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:28
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Sábado, 24 de Novembro de 2012
A austeridade resulta

Fico sempre surpreendido como a nossa tão europeísta esquerda não é capaz de fazer as contas e aprender com os exemplos dos nossos 'vizinhos' Europeus.

 

Ora vejamos quem prosperou na Europa com o fim do estado social: a Europa ocidental sofreu com a deslocalização da industria mundial para a Ásia e lidou com a estagnação continuando o estado social e aumentando-o às custas de endividamento; a Europa oriental, falida depois de décadas de ditadura comunista fez o mesmo? Não, porque não podia. Foram 'renegociar a dívida' com os credores ocidentais? Não. O Leste fez a única coisa sensata: cortou salários e despesa pública, desmantelando o estado social insustentável herdado dos tempos comunistas.

 

Resultados: Europa ocidental e meridional em recessão, Europa oriental em crescimento.

 

Mas sejamos ousados e olhemos para a economia mundial. Que aconselham os países em desenvolvimento? Acabar com os paraísos fiscais? Subvencionar a economia doméstica? Não!!! Dambisa Moyo - reputada economista Africana - reclama o fim da 'ajuda' aos países em desenvolvimento porque desencoraja precisamente o desenvolvimento interno e autónomo.

Para não falar em Chinas e Índias e respectivas aberturas ao investimento internacional através de vantagens salariais competitivas.

 

E quanto aos paraísos fiscais, pessoalmente gostava de saber como o forçar a transparência bancária na Suíça, no Luxemburgo e no Liechtenstein vai resolver o problema que põem todos os outros pelo mundo fora. A menos claro que a pós-modernista UE esteja disposta a abandonar a doutrina da proibição à guerra de agressão por motivos económicos...

Mas a menos que isso aconteça, não estou a ver como as Comores ou as Maldivas ficariam muito preocupadas com ameaças da UE, sabendo elas que o grupo ACP (África, Caribe e Pacífico) tem mais votos na ONU e defensores poderosos na OMC.

 Fica aqui um mapa dos paraísos fiscais a nível mundial.

 

 

 

 

 

 

 

Mas não, a austeridade não é o caminho...



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 11:19
link directo | psicomentar | psicomentaram (12)

Está na altura de um Oscar para este Senhor

tags: ,

uma psicose de Miguel Nunes Silva às 00:17
link directo | psicomentar

Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
Na oposição e nas ruas a irresponsabilidade, no governo a sensatez
Leiam e aprendam:
"precisamos de facto de um pacto político-social que nos habitue a conviver dentro destas regras. O que implica refundar o regime e rever a Constituição, por forma a conciliá-la com as necessidades"

“não temos história de estabilidade financeira em democracia, não apenas no atual regime, mas estendendo historicamente o regime, só conseguimos estabilidade financeira em regime ditatorial”
“Uma cultura não se muda em menos de uma geração”, mas “podem criar-se instituições que limitem os efeitos mais perniciosos das escolhas de uma determinada cultura que orientem de forma mais convincente as preferências sociais”


uma psicose de Miguel Nunes Silva às 13:12
link directo | psicomentar | psicomentaram (19)

Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012
Conceito de Superávite

A quantidade de pessoas que não sabe o que é ou o que significa um…

Superávite

É incrível o número de pessoas formadas que eu encontro que não sabem o que é.
E das que sabem, as que não conseguem escrever a palavra.
Testem vocês mesmos e assustem-se!


(se não sabiam, vejam aqui o significado na Wikipedia e finjam que sempre souberam)



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:43
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Conceito de Cessar-Fogo

O conceito de Cessar-Fogo do Hamas é muito curioso:

Hamas dispara 12 Rockets na hora após o cessar-fogo.

 

Isto não vai acabar bem para a malta das cavernas...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:37
link directo | psicomentar | psicomentaram (4)

Terça-feira, 20 de Novembro de 2012
FMI avisa que Portugal poderá perder uma geração qualificada
Tia Christine - Olha Pedrinho, tens que ter cuidado com essas tácticas económicas, que se não correrem bem, os putos bazam todos e depois é só gente da Casa dos Segredos.
Tens de cortar nas gordurinhas, cobrar mais impostos, tirar os luxos aos pobres e obrigar toda a gente a pagar mais. Sê austero.

Pedrinho - Mas Tia Christine, no outro dia não disse que a austeridade não estava a correr como devia e que se calhar não era o caminho?

Tia Christine - Mais ou menos.

Pedrinho - Então qual é a alternativa à austeridade?

Tia Christine - Austeridade.

Pedrinho - E os putos licenciados sem emprego que estão a bazar?

Tia Christine - São os coitados da crise. Tenta dar-lhes portáteis à borla a ver se eles se calam!


É assim que cada vez mais imagino as conversas desta gente. Sim, porque a Lagarde é tão esperta, tão inteligente, que precisa de explicar que Portugal vai perder (nao está já?!) gente qualificada.

uma psicose de Essi Silva às 20:53
link directo | psicomentar | psicomentaram (40)

Segunda-feira, 19 de Novembro de 2012
Think Tanks



O poder do intelecto ou o elevador para o exercício de funções?

 

Seguindo uma tradição muito americana, cada vez surgem nos Estados do Velho Continente, fundações, institutos e centros de estudos associados a organizações políticas, designadamente partidos.

 

Sob o pretexto (que nem sempre será o verdadeiro motivo) de se procurarem soluções apuradas do ponto de vista técnico, alicerçadas em

 

investigação e muitas vezes comparando até realidades distintas daquela sobre a qual se pretende intervir ou propor, aparecem contributos de pessoas que temos tendência a achar credíveis…não estamos a falar de “boys” mas sim de “quadros” que trazem consigo a verdadeira (ou aparente) credibilidade.

 

Ora, isto acontece em grande parte porque não estão associados a cartões de militância nem carreirismo, logo as suas ideias, não acarretam agendas escondidas, interesses ocultos e são genuinamente apresentadas com boas intenções por aqueles que efectivamente estudaram e que assinam com “neutralidade” como nome do meio.

 

 

O pior é que a res publica tem destas coisas…É uma “coisa” tão esquisita que depois potencia que sejam esses indivíduos a exercer responsabilidades, facilmente em detrimento de pessoas competentes e válidas mas que cometem o crime de execução continuada de militar em partidos políticos.

 

Pessoalmente revelo alguma desconfiança quanto a estes governantes tecnocratas, ou ditos da sociedade civil, por vários motivos : por um lado geram

indefinição nos posicionamentos, designadamente ideológicos e de longo prazo, dos partidos. Por outro, são pessoas cujo percurso será sempre menos escrutinado. Para terminar fico com a sensação que desta forma se premeia muitas vezes agentes que quando decidiram seguir esta via, provavelmente já o fizeram, precisamente com a intenção de fugir dessa terrível acusação/doença de partidarite – e assim continuamos a descredibilizar todos aqueles que já estão descredibilizados e que com coragem se expõem permanentemente.

 

Sic transit gloria mundi!

 

Psico-convidado

João Paulo Meireles



uma psicose de PsicoConvidado às 15:30
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 21:48
link directo | psicomentar | psicomentaram (10)

Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012
PSICOCONVIDADO - Joaquim Castro de Freitas

 

“Desculpe Sr. Manifestante, está a obstruir a via e a arrancar o paralelo e, por isso, solicito a sua compreensão para a desimpedir calmamente se isso não lhe causar incómodo uma vez que a manifestação já terminou. Muito obrigado!”

 

 

Ainda acerca da manifestação, dos avisos da policia, da reiterada birra e da carga policial que se seguiu:


Muitos portugueses cumpriram o seu direito à greve.

Os números das adesões foram o costume, o que mais interessam a cada um dos intervenientes.


Mas, dois dias depois, quando tudo voltou à normalidade e nenhum dos problemas, até ver, foi resolvido ou está sequer mais próximo da solução, eis um balanço possível:


Nesta altura o país perdeu muitos milhões de euros, os grevistas perderam o salário de um dia de trabalho, as empresas perderam produção, os utentes perderam serviços...

No fim, nesta como em outras, ontem todos perderam...

 

E hoje tudo está como anteontem!

Mas anteontem o que mais perdeu foi, verdadeiramente, a democracia.



A polícia esteve horas a fio a ser alvo de provocações, ameaças e violentas cargas de pedras e outros projéteis.

Pediu, reiterada e educadamente aos manifestantes que dispersassem porque a manifestação estava já terminada.

Mas não se terminou o dia sem carga policial. Alguns dos manifestantes não sairiam dali sem ela, era por isso que ali estavam.


Precisavam de sangue e circo. Infelizmente.

 

E alguém ouviu propostas? Alguém vislumbrou por entre os vultos maiores da manifestação caminhos alternativos? Não senhor! Apenas protestos.


Que o direito à greve nunca desapareça!


Mas que a responsabilidade individual seja, cada vez mais, um dever inalienável!



uma psicose de PsicoConvidado às 10:00
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 21:48
link directo | psicomentar | psicomentaram (7)

Quinta-feira, 15 de Novembro de 2012
Não haverá Amnistia para a Amnistia na opinião pública

É assim, com eventos destes e com a reacção a eles, que se constroem ou destroem reputações.

 

A Amnistia Internacional Portugal sai muito mal na fotografia. O país em bloco elogia a actuação EXEMPLAR da Polícia mas a AI parece ter padrões mais elevados de comportamento: claramente vandalismo, agressão verbal e física, e extremismo não são tão graves como actos de contenção dessa mesma violência.

 

Quanto a mim, esta atitude da Amnistia fica registada; não deixarei de a lembrar quando a AI-PT adoptar posições sobre outras questões polémicas...



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 19:22
link directo | psicomentar | psicomentaram (4)

Resposta às ilusões da Esquerda


uma psicose de Miguel Nunes Silva às 14:58
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012
Sou JSD

Muitas vezes acusam-me de ser mais uma pessoa à procura de tacho, ou de defender quem não tem ética.

 

Devo dizer que sou da JSD por uma questão de ideologia. Se quisesse um lugar ao "sol", meus caros, não estaria aqui. Fazia já hoje uma chamada, comprava um bilhete e ia para a Finlândia. Tenho um espaço lá à minha espera. E a certeza que vou ser melhor tratada e recompensada pelo meu trabalho. Mas gosto deste país e fico.

Todos os dias tento pensar o que posso fazer por este país.

 

É bastante público que não sou a maior defensora deste Governo. Nunca fui. Mas diabos me levem, se não sou justa quando devo ser.

 

Há muito que defendo que o nosso sistema eleitoral deve ser alterado. Isto não é uma democracia. Mas também não vejo ninguém a tentar promover uma democracia mais transparente, um voto mais directo. E pior do que isso é assistir a hipocrisias.

 

Sim, eu percebo que a greve seja um direito, mas se não concordam com as soluções actuais do Governo (como eu não concordo, frise-se), o facto de aderirem a uma greve só agrava as coisas. Estamos numa crise e em vez de provarem que há melhores formas para dar a volta em vez da austeridade - mais horas de trabalho, mais produtividade, sei lá que mais - fazem com que não só o Estado, como os privados percam centenas, milhares, milhões de euros.

 

Hoje foi um dia em que muitas empresas privadas tiveram menos empregados, menos clientes, empregados ganharam menos, só por exemplo com a greve nos transportes. Se não consegui ir às aulas - apanhar um táxi não era viável - imagine-se se estaria a trabalhar. Era menos um dia de trabalho e sabe deus que há muita gente que não se pode dar ao luxo de não poder trabalhar um dia, ou de ter menos clientes por um dia.

 

Portanto uma greve neste momento, não obstante ser um direito, é simplesmente irresponsável.

 

Mas outro factor que me preocupa é o timing. QUEM se queixou por existir um subsidio de abate de automóveis? Quem interrogou de onde vinha o dinheiro para computadores, quando o mundo já estava numa crise económica e desde 2001 se dizia que estávamos de tanga? Quantos funcionários públicos não chegaram aos seus postos de trabalho por cunha/contactos?

 

E agora é que dizem que o país está num estado de descalabro? Não. Sejam menos hipócritas, que vos fica mal.

 

Defendo o meu país, o meu Portugal. Não vou parar de contribuir até saber que os filhos que poderei ter, terão um espaço para viver em liberdade e prosperidade em Portugal.

 

Tenho de saudar quem tem coragem para ir à luta. E este Governo não promete vantagens. Não oferece nada. Não pode roubar mesmo que quisesse, porque os cofres estão vazios. Mas teve a Coragem de tentar enfrentar a crise e salvar este nosso cantinho, tão delapidado por quem os antecedeu. E isso é algo que tenho de agradecer.

 

Hoje ser de uma juventude partidária, fazer política, ser do Governo, não é ir para um mar de rosas. Portanto parem de atirar pedras e tentem contribuir um bocado. Nem que seja sujeitando-se a não exercer os vossos direitos. Precisamos todos de dinheiro e como sempre me ensinaram, o dinheiro não cai do céu nem cresce nas arvores, vem sim do Trabalho. Portanto façam todos o vosso melhor e...Trabalhem.

 

Tenham um pouco de fé no Governo. Não é qualquer um que tem toma**s para tomar atitudes, por convicção, que levem a que as pessoas os queiram apedrejar. Se querem uma civilização, têm de aprender a ser civis.

 

[E depois de um debate frutífero, com quem discordou de algumas linhas deste post, acrescento que ser da JSD é termos opinioes divergentes e debatermos. Porque assim se chega, também, às soluções.]


: "God Bless America"
: Procurem no IMDB

uma psicose de Essi Silva às 20:04
link directo | psicomentar | psicomentaram (14)

VERGONHA


Fazer greve, exigindo o fim da austeridade, é dar uma bofetada na cara dos desempregados e dos que não podem fazer greve em Portugal.

É rir na cara de quem trabalha meses a fio para elevar a imagem de Portugal no estrangeiro e distanciá-la da reputação manchada da Grécia, para ver tudo ir por água abaixo à conta da irresponsabilidade de alguns. É dar razão aqueles que falam em restringir o direito à greve invocando notório abuso. É apresentar-se como a cara da crítica supérflua e vazia dos que com keffiyeh ao pescoço reclamam mais dinheiro sem explicarem aonde o vão buscar.


O fim da austeridade é o fim do estado pois não haverá financiamento internacional ao país enquanto as despesas com o sector social do estado aumentarem insustentavelmente. 


Aqueles que se apresentam pelo rigor querem nada mais senão burlar os Portugueses com promessas de eficiência governativa: o 'rigor' é inimigo da austeridade porque o 'rigor' é inseparável do fanatismo socialista que se recusa a fazer cortes no sector social do estado mesmo que isso resulte na falência do mesmo.

O 'rigor' é hoje o equivalente do 'optimismo' da era Sócrates. É uma promessa falsa  e eleitoralista. Culpar Merkel, os políticos, os banqueiros, os privilegiados, etc é um bode expiatório destinado a burlar as pessoas; levá-las a depositarem esperança num sonho que apenas beneficia uma categoria de pessoas: a liderança política socialista. 


O que são afinal as 'políticas de crescimento' que a esquerda reclama? Para os burlões, estas políticas são mais despesismo da parte do estado. Ou seja repetir e agravar o desbarato de fundos públicos das últimas décadas, que estamos condenados a pagar durante décadas mais, a juros altíssimos.

Mas claro que é fácil reivindicar 'políticas de crescimento' com o dinheiro dos outros. E se os outros não quiserem arriscar o próprio dinheiro em Portugal, então a culpa não seria de Portugal mas dos outros obviamente.


Vejamos o resultado da austeridade em Portugal: exportações estão em alta apesar da carga fiscal pesadíssima e as famílias estão pela primeira vez desde há anos, a poupar dinheiro para o futuro. 


Mas é difícil e impopular defender políticas que introduzam responsabilidade e consciência cívica nos Portugueses. Daí a minha vergonha, vergonha por ver os burlões da esquerda representarem o país no exterior. Ver populistas mesquinhos infantilizarem os Portugueses e tratarem-nos como crianças ingénuas, crédulas, tolas e sem espírito crítico. Ver os propagandistas e demagogos darem a cara por um país que merece melhor, muito melhor...


uma psicose de Miguel Nunes Silva às 15:33
link directo | psicomentar | psicomentaram (16)

Porque não há nada mais importante para se legislar...

A comissária europeia para a Justiça, Viviane Reding, apresenta esta quarta-feira uma nova proposta de quotas nos conselhos de administração das grandes empresas. O objetivo é garantir que 40% dos lugares são ocupados por mulheres.

Agência Financeira


Eu proponho uma lei alternativa... que tal taxar a parvoice a nivel europeu? Suspeito que, só com alguma classe política, a começar pela Comissária em questão, deixamos de ter problemas com a crise da dívida.


*sarcasmo*

Isso e gostaria de saber quando tenho a minha quota de jovem para ir para o board de uma grande empresa europeia. Os jovens também têm direito, não?

*fim de sarcasmo*



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 13:26
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Terça-feira, 13 de Novembro de 2012
Vale e Azevedo devia ser o novo negociador com a Troika!

Ao fim de 6 meses, era a Troika que vinha a Portugal e pagava o que nos devia!



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:54
link directo | psicomentar

Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012
Bem-vinda Srª Merkel

A nossa credora está cá hoje.

Pareçam ocupados.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 13:28
link directo | psicomentar

Domingo, 11 de Novembro de 2012
É possível ser um bom líder?
Material para pensarem...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:30
link directo | psicomentar

Sexta-feira, 9 de Novembro de 2012
中華人民共和國
Diz quem anda pela China nos últimos dias, que o Congresso do Partido Comunista, onde se escolherá o presidente do país para os próximos dez anos, levou à paranóia e a uma data de restrições por aqueles lados.

Se Xi Jinping aguentar-se nos próximos dez anos, baterá a USSR nestes concursos de "quem consegue nomear big bosses, mauzões e autoritários por mais tempo".
Mas com a corrupção cada vez mais instalada (o actual presidente comentou precisamente isso - cof cof, o tal cuja fortuna foi noticiada pelo NYTimes), num sistema demasiado burocratizado, há quem duvide que o Partido Comunista Chinês aguente por muito mais.
Também não admira, tendo em conta que o próprio poder económico e social do cidadão chinês aumentou exponencialmente. Uma coisa é mandar à força num país de milhões esfomeados, outra é mandar em pessoas cada vez mais instruídas e com possibilidades.

Mas o que quer que saia deste Congresso e do futuro da China, não podemos desprezar o impacto que uma das Nações mais poderosas no mundo terá na sociedade europeia e mundial, especialmente no que toca ao sector económico. Obama quê? Não, não, olhem com mais atenção para o Oriente.
Sim, é que China ainda nem acabou de despertar e o mundo já está a tremer.

uma psicose de Essi Silva às 10:16
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

Quinta-feira, 8 de Novembro de 2012
Já agora...
Já que estamos na onda de mudar as coisas no país, sugiro que para além de se focarem só na crise (bem sei que o € é fulcral, mas não é o único factor de que a sociedade necessita) os grupos políticos e o Governo, mas especialmente o PSD e Passos, se lembrem daquela premissa, na qual a Constituição da República Portuguesa precisava de sérias alterações, de modo a reformar-se o país. Reformar, sim, para que amanhã não se tenha de remendar o que foi feito hoje, este vício muito luso de colocar remendos sucessivos, desde o 25 de Abril. E quando o fizerem, tenham cuidado com a CRP, que coitada já foi tão retalhada e cosida de novo num curto espaço de tempo.


E pelo caminho mudem o sistema eleitoral. Lembro-me de ouvir umas declarações do actual Primeiro-ministro, quando ainda era líder do PSD, mencionando que o sistema eleitoral poderia ser melhor, referindo-se, por exemplo, ao voto preferencial. Gosto da ideia, aliada a círculos eleitorais mais pequenos. E poupa metade das criticas sobre o mérito e competência dos políticos e governantes.
Isto na Finlândia até funciona relativamente bem, e é bem mais transparente que votar num partido que escolhe quem nos representa.

A Democracia também precisa de uma lufada de ar fresco. Digo eu.

uma psicose de Essi Silva às 23:01
link directo | psicomentar

Democratas na América - Bloomberg impõe regras a quem ajude os mais pobres

Sim, porque a ajuda pode ser sobre a forma de comida com demasiado... Sal!

NEW YORK (CBSNewYork) — Mayor Michael Bloomberg’s food police have struck again!

Outlawed are food donations to homeless shelters because the city can’t assess their salt, fat and fiber content, reports CBS 2’s Marcia Kramer.

Glenn Richter arrived at a West Side synagogue on Monday to collect surplus bagels — fresh nutritious bagels — to donate to the poor. However, under a new edict from Bloomberg’s food police he can no longer donate the food to city homeless shelters.

It’s the “no bagels for you” edict.

“I can’t give you something that’s a supplement to the food you already have? Sorry that’s wrong,” Richter said.

Richter has been collecting food from places like the Ohav Zedek synagogue and bringing it to homeless shelters for more than 20 years, but recently his donation, including a “cholent” or carrot stew, was turned away because the Bloomberg administration wants to monitor the salt, fat and fiber eaten by the homeless.

Richter said he was stunned. He said his family has eaten the same food forever and flourished.

“My father lived to 97; my grandfather lived to 97, and they all enjoyed it and somehow we’re being told that this is no good and I think there is a degree of management that becomes micromanagement and when you cross that line simply what you’re doing is wrong,” Richter said.

But Mayor Bloomberg, a salt-aholic himself, was unapologetic.

“For the things that we run because of all sorts of safety reasons, we just have a policy it is my understanding of not taking donations,” Bloomberg said.

Told that his administration recently enacted the policy, the mayor was Grinch-like.

“If they did in the past they shouldn’t have done it and we shouldn’t have accepted it,” Bloomberg said.

Richter said that over the years he’s delivered more than two tons of food to the homeless. He said Mayor Bloomberg is eating away at his ability to do good.

The ban on food donations was made by an inter-agency task force that includes the departments of Health and Homeless Services.

 

A Madre Teresa de Calcutá com este "Mayor" tinha de ter cuidado. Ou então era explusa da actividade.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:21
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Aleluia! Aleluia!

É mais ou menos o que estou a ouvir pela janela por causa de uma daquelas igrejas "novas" que andam por aí.

 

No entanto, adapta-se precisamente ao que precisava de gritar depois de ter lido que "finalmente" o Governo vai cortar à séria com a despesa publica. 4 mil milhões é um número bastante razoável. No entanto, há que fazer algumas ressalvas.

 

Primeiro que tudo a medida, a meu ver, peca por tardia.

 

Num momento em que Portugal está à beira, sistematicamente, de cair no precipício da falência (salvo erro há uma probabilidade de 40%, o que é preocupante), o Governo demora um ano, quatro meses e três semanas (mais coisa, menos coisa) a chegar a um compromisso de despesa, que nem passa ainda por soluções verdadeiramente concretas?! Até entendo que seja tarefa extremamente difícil, mas também custa pagar impostos, renda, livros, transportes, etc. etc. quando o custo da vida mais básica, abarca pelo menos 50% do salário das famílias de classe média. E para quem tem empréstimos a pagar, pior ainda.

 

Nisto, tenho que conceder razão a Teodora Cardoso, presidente do Conselho de Finanças Públicas, que afirmou que, não só é obvio que já chegámos ao limite das receitas por via fiscal (coisa que eu já apontava há algum tempo) como, não basta um compromisso pré-definido sem saber o que vai ser cortado, para além de se dever apostar em eficiência na despesa.

 

Mas vá, na terça bebi um copo de vinho em celebração. Tenho fé em Portugal, senão, não estaria por cá.



uma psicose de Essi Silva às 21:04
link directo | psicomentar

"reaprender a viver mais pobres"

Vivemos claramente na era da indignação fácil e da participação real nula. Se antigamente os portugueses já reclamavam muito e passavam pouco aos atos, a democratização da tecnologia veio dar-lhes das armas que faltavam. O "Movimento" Sem Emprego (MSE), do Facebook, criou uma petição online e lançou uma carta na rede social que exige a demissão de Isabel Jonet pelas declarações prestadas à SIC Notícias na Terça à noite.

 

A presidente do Banco Alimentar Contra a Fome disse que após termos vivido acima nas nossas possibilidades, temos de "reaprender a viver mais pobres". "Há que fazer uma lógica quase doméstica, de contabilidade doméstica. Se nós não temos dinheiro para comer bifes todos os dias, não podemos comer bifes todos os dias".

 

Disseram os internautas à diretora do case study que permite milhares de pessoas e organizações ultrapassar as dificuldades referidas, "Sabemos que é rica e privilegiada e nunca falou da fome com a boca vazia".

 

Isabel Jonet tem de ter todo o cuidado na utilização das palavras, pela própria natureza da atividade que exerce e na altura que o faz, mas relativamente aos internautas em causa, chamar-lhes demagogos e recalcados é pouco. O Estado não existe, o Estado são os portugueses e é a eles que são atribuídos os sacrifícios, tal como é dada a possibilidade de decidirem quem gere o Estado e como o gere. Temos de ter, de uma vez por todas, a coragem de enfrentar os problemas do nosso próprio país como pessoas crescidas, e questionar como chegamos até aqui.

 

Os portugueses que enfrentam situações económicas e sociais dramáticas podem continuar a contam com a ajuda de Isabel Jonet e de todos os voluntários do BACF, os que passaram fome e os que nunca passaram fome.

 



uma psicose de Beatriz Ferreira às 19:31
link directo | psicomentar | psicomentaram (3)

Balsemão quer pagar tráfego à Google

Só assim se podem justificar afirmações destas…

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 10:55
link directo | psicomentar

Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012
Cuidado, Casimiro!

Quando se criou a "mal-amada" Lei da Paridade, impediu-se as listas candidatas a actos eleitorais nacionais de terem mais de dois candidatos seguidos do mesmo sexo. 

Qual era a ideia? Promover o equilíbrio de género nas instituições políticas. 
Qual era o "gato escondido com rabo de fora"? É que por cada homem ou mulher que renunciasse, suspendesse ou pedisse substituição, quem tomaria o seu lugar não era o candidato do género respectivo (não eleito) imediatamente a seguir na lista mas qualquer candidato (não eleito) subsequente. 
Não é preciso muito sagacidade para perceber que algumas senhoras saltariam da lista após a votação para darem lugar ao cavalheiro seguinte.
Conclusão: por vezes procura-se saber qual o espírito do legislador em lugar de nos perguntarmos o que raio passou pelo espírito do legislador. 
Se eu fosse maroto, diria que por vezes há uma diferença entre o "espírito" do legislador e a "reserva mental" do legislador.
Perguntarão: que post é este, Colaço?
Responderei: uma simples antevisão da discussão que será travada quando alguém perguntar a um tribunal se "fulano de tal pode fazer mais três mandatos no concelho ao lado"...


uma psicose de Paulo Colaço às 14:59
link directo | psicomentar | psicomentaram (9)

Terça-feira, 6 de Novembro de 2012
O esperado do inesperado

Dizem os analistas: esta é a eleição que Obama tem tudo para perder.

Por sua culpa ou não, o Presidente tem nas mãos: a desilusão do povo, medidas que não sairam do saco das promessas, uma situação económica aflitiva.

Mas não vai perder.

Porquê? Porque a contra-face do seu adversário amedrontou os americanos que podiam, desta vez, negar o voto a Obama.

Podem estar descontentes, mas detestariam ver o seu país governado de Bíblia na mão.

Dentro da inesperada quebra de popularidade de BO, não se espera que fique KO...



uma psicose de Paulo Colaço às 23:36
link directo | psicomentar | psicomentaram (16)

Like
Se calhar deveria ter sido menos crítica no post anterior. Vá, finalmente chegamos a um corte em 24% das despesas nas Parcerias Público-Privadas do sector rodoviário - são 7.205 milhões que nos farão algum jeito. Especialmente depois da Segurança Social ter perdido 1535 milhões na bolsa...(não podia deixar de ser um pouco má, vá).
Boa Álvaro!

uma psicose de Essi Silva às 14:46
link directo | psicomentar

Memories
E não é do espectáculo da Broadway...

A 30 de Março do ano transacto, as palavras do nosso actual primeiro-ministro, na altura líder do partido de oposição, eram publicadas pelo Wall Street Journal.
“A nosso ver, o último pacote de austeridade não iria potenciar o crescimento mas impor sacrifícios inaceitáveis aos membros mais vulneráveis da sociedade. Eram demasiados impostos e uma redução de despesa insuficiente”

A solução actual: impostos mais altos e redução da despesa - se e quando existe, está a fazer diferença? (Não respondam, é uma pergunta retórica)

(A minha memory lane continua, podia até falar de um Ministro cuja licenciatura foi obtida em modo "expresso" e que outrora chamava vergonhoso a um Primeiro-ministro, por ter um diploma datado num Domingo, mas vou-me abster de lançar mais veneno por hoje...)

uma psicose de Essi Silva às 13:36
link directo | psicomentar

Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012
Democratas na América - A isenção da MSNBC

Que a Fox era injusta com o Obama, qualquer Português já sabia (rácio de 7,67 notícias negativas por cada positiva)

Agora o enviesamento da MSNBC contra Romney (rácio de 23,67!) até a mim me surpreendeu!

Podem ler o artigo completo aqui.

Opinião do The Baltimore Sun:

That’s not a news channel. That’s a propaganda machine, and owner Comcast should probably change Phil Griffin’s title from president to high minister of information, or something equally befitting the work of a party propaganist hack in a totalitarian regime. You wonder how mainstream news organizations allow their reporters and correspondents to appear in such a cauldron of bias.

I thought show host Sean Hannity of Fox News defined party propagandist. But while his channel was bad, it wasn’t as bad-boy biased as MSNBC.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:29
link directo | psicomentar | psicomentaram (2)

A Tirania da Classe Média

Como já foi escrito neste blogue - e fruto de esclarecimento obtido de fonte directa - o pensamento político de Manuela Ferreira Leite é tipicamente social-democrata e como tal a ex-Presidente do PSD defende a classe média como o motor da economia par excellence

 

Assim se explicam as críticas recorrentes a este governo e às medidas adoptadas - e que ao contrário do que é dito pelos media, não são críticas novas. Na perspectiva de Ferreira Leite as medidas governamentais para combater a crise devem incentivar a recuperação da classe média e não penalizar esta ainda mais.

 

Aqui eu divirjo da ex-Presidente porque eu vejo na classe média Portuguesa algo mais que o motor de crescimento Português. A classe média é um trunfo da nação Portuguesa e ajuda à sua estabilidade, mas para quem queira ser mais objectivo, esta classe é também a causa de muitos dos problemas do país. O crescimento desmesurado do aparelho de Estado, apoiado pela narrativa politicamente correcta esquerdista, foi causado pelos eleitores, cuja maioria perfaz precisamente a classe média. Este aparelho de estado tem beneficiado na sua forma obesa uma classe acima das outras e esta tem sido a classe média. Como já escrevi anteriormente, as classes altas não têm necessidade do sector social do estado e as classes baixas estão condenadas a um círculo vicioso de pobreza. Sim a escola e a saúde são 'universais' mas todos temos consciência de que essa universalidade serve mais uns que outros, que as escolas são todas públicas mas que as crianças de uns são transferidas para 'certas' escolas públicas e que outras não...

 

A verdade é que a classe média nos países do sul tem mantido o aparelho estado refém e a crise revelou tal controlo como apenas mais um dos esquemas de pirâmide que foram montados quando a liquidez abundava.

 

Por conseguinte as inevitáveis medidas de austeridade e a reforma (redutora) do sector social do estado são o único caminho a seguir e tanto o governo como a Troika têm razão em insistir em cortes. 

O que poderá ser posto em questão é o 'como', e não o 'quê'.



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 09:54
link directo | psicomentar | psicomentaram (4)

Domingo, 4 de Novembro de 2012
D. Mário, o hipócrita

 

A hipocrisia desta criatura nunca me deixa de surpreender.


Então o senhor que levou Portugal para a Europa e que como tal teve que se comprometer com reformas profundíssimas incluindo uma revisão preparatória da constituição, com políticas europeias duríssimas como a destruição de grande parte da frota pesqueira Portuguesa, ou culturas agrícolas, o bobo da corte que foi de rabinho entre as pernas pedir por favor à Índia para retomar relações diplomáticas e económicas apesar de estas terem sido cortadas por um acto de agressão militar Indiano a Portugal condenado internacionalmente e que nem a hiper-falível e parcial ONU da Guerra Fria, aprovou - por falar em isolamento diplomático... - este mesmo senhor tem a gigante lata de dizer que este governo, ESTE, o mesmo que está à beira da bancarrota depois de décadas de governação socialista, ESTE GOVERNO é submisso?!!!!!!.... 

 

Sim, Sr. Soares, chamam-se credores, e sim somos submissos ...GRAÇAS A SI!!!



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 19:43
link directo | psicomentar | psicomentaram (4)

Ai aguenta, aguenta...
Qualquer semelhança entre o video e a música da academia "Afonso" é pura coincidência e improvável...

“Afonso”

 

Andava tão comprimido

Mal podia respirar

O ano estava perdido

E a raposa a espreitar

 

O pai escreveu-lhe da terra

Então filho esse estudo

Afonso não deu resposta

Pobre rapaz estava mudo

 

Afonso não deu resposta

Pobre rapaz estava mudo

 

Refrão

Ó Afonso (4x)

Olhá sebenta, olha que o ano

Rebenta (2x)

 

Lá começou a estudar

Horas e horas sem fim

Até esqueceu namorar

Afonso pobre de ti

 

O tempo era sempre pouco

E o livro tão comprido

O Afonso andava louco

Ai mais um ano perdido

 

O Afonso andava louco

Ai mais um ano perdido

 

Refrão

 

Lá regressou a casa

Tão triste, quase a chorar

O pai fez uma festa

Por o seu filho chegar

 

“Meu filho já és Doutor”

diz o pai todo possante

Ó pai, Eu sou Doutor...

Eu sou um grande estudante

 

Ó pai, eu sou doutor...

Eu sou um grande estudante

 

Refrão

 

Ó Afonso (4x)



uma psicose de Hugo Carneiro às 00:10
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Sexta-feira, 2 de Novembro de 2012
A "irresponsabilidade" dos juízes tem limites

O Presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, Mouraz Lopes, diz que a redução do salário dos juízes bem como a restrição de outras remunerações pode tolher a sua independência. Será que isto quer dizer: "com menos dinheiro ao fim do mês, os juízes podem deixar de ser imparciais"?

É notória a irresponsabilidade destas afirmações. A crise toca a todos e esta altura, em que se acentua o desagrado dos portugueses pela Justiça que temos, não é a melhor para vir um juiz dizer: não cortem nos nossos salários senão podemos deixar de ser independentes.

Segundo um estudo do Conselho Superior da Magistratura, para garantir a independência dos juízes "é fundamental que as decisões judiciais sejam fundamentadas e que haja uma postura pessoal, profissional e institucional dos senhores Juízes no modo como desempenham a sua função". Ou seja, citando o texto e a filosofia do estudo, garantida a separação dos poderes políticos e judiciais, a postura dos juízes faz toda a diferença na sua imparcialidade.

Diz-nos agora um senhor sindicalista que não basta a postura. Será que as decisões de um juiz se alteram consoante o seu salário?

Nota final: o artigo 216º da Constituição consagra o princípio da "irresponsabilidade dos juízes". É fundamental que alguns voltem a ler a doutrina para se reencontrarem com o verdadeiro significado do conceito.

 

 



uma psicose de Paulo Colaço às 15:33
link directo | psicomentar | psicomentaram (4)

Gosto!

Balsemão, príncipe da democracia portuguesa, espetou mais um ferro curto.



uma psicose de Paulo Colaço às 15:20
link directo | psicomentar | psicomentaram (1)

Quinta-feira, 1 de Novembro de 2012
Willkommen in Hamburg, Deutschland...

Qualquer dia servem hamburgers com carne de borrego, não?...

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 17:36
link directo | psicomentar

Notícias
Psico-Social

Psico-Destaques
Psicóticos
Arquivo

Leituras
tags
Subscrever feeds
Disclaimer
1- As declarações aqui pres-tadas são da exclusiva respon-sabilidade do respectivo autor.
2 - O Psicolaranja não se responsabiliza pelas declarações de terceiros produzidas neste espaço de debate.
3 - Quaisquer declarações produzidas que constituam ou possam constituir crime de qualquer natureza ou que, por qualquer motivo, possam ser consideradas ofensivas ao bom nome ou integridade de alguém pertencente ou não a este Blog são da exclusiva responsabilida-de de quem as produz, reser-vando-se o Conselho Editorial do Psicolaranja o direito de eliminar o comentário no caso de tais declarações se traduzirem por si só ou por indiciação, na prática de um ilícito criminal ou de outra natureza.