Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012
As portas que Portas abriu

Quando Portas urdiu a estratégia das reservas do CDS face às políticas de austeridade, criando a ideia de uma possível quebra da coligação mais não fez que abrir, sem o saber, caminho ao descrédito local e regional do seu partido.

No Porto, a recusa em apoiar Menezes, que eu compreendo (quem fez política ao lado de Rio terá dificuldades em alinhar com o estilo tão diferente) motivou frases como "o povo está atento para aqueles que não são solidários, para aqueles que não são leais e sobretudo para aqueles que querem fazer política estando ora um dia com uns, ora um dia com outros" (ver link).

Na Madeira, a saída do CDS do grupo Pacto pela Democracia teve a seguinte acusação: "Os partidos não podem fazer da sua acção política um mero conjunto de palavras vãs e hipócritas nem tão-pouco irresponsavelmente rasgar a palavra dada, o compromisso assumido e assinado" (ver link).

Com ou sem razão, estas críticas colam.

Com ou sem crédito dos acusadores, os acusados (dirigentes centristas) tão depressa não se livram das brasas.

Portas quis abrir um postigo para o seu futuro mas escancarou a porta ao descrédito do Partido.



uma psicose de Paulo Colaço às 11:26
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Terça-feira, 30 de Outubro de 2012
Ora, ora
Ainda ontem afirmava que, é um exagero a taxa de desbloqueio de um automóvel ser de 60€. Isto considerando, que um casal estrangeiro se queixava perto de mim, que era um escândalo serem obrigados a pagar 90€ para desbloquear o carro que teriam alugado, tendo em conta que a sinalização sobre parquímetros e taxas é escassa e pouco esclarecedora para um turista.
Aparentemente a EMEL poderá vir a reduzir as tarifas de estacionamento na capital.

Faz todo o sentido: em comparação com o Porto, custa mais estacionar em Lisboa; por outro lado, o custo de vida em Lisboa é cada vez mais pesado para os habitantes, que sofrem com a crise.
E para aqueles que advogam que as tarifas devem ser elevadas para incentivar o uso de transportes públicos, em detrimento do automóvel, bem, o uso de transportes públicos atingiu um custo tal, que se levanta a dúvida, sobre se compensa usar transportes públicos tendo em conta que o preço é um critério importante para actualidade das famílias portuguesas.

uma psicose de Essi Silva às 15:40
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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012
Instrumentalização

Tema: O Orçamento tem Inconstitucionalidades? O meu artigoO da esquerda.

Instrumentalização

A questão constitucional não surge do nada. Uma certa esquerda continua a acreditar que é possível manter o nível de despesa actual sem aumentar impostos.

“A dívida não é para se pagar”, “a austeridade rebenta com o País”, e portanto uma pessoa “com coração” deve defender défices eternos. A matemática não interessa, logo a luta continua. Derrotada nas urnas para o parlamento, com um presidente desfavorável pela primeira vez na história, e sem a possibilidade de influenciar o Banco de Portugal para efectuar “desvalorizações competitivas”, vira-se então para o Tribunal Constitucional (TC) como última esperança de impor a sua ideologia.

Na Constituição, o artigo dedicado ao Orçamento é o 105º. Neste artigo, o número 1 define o conteúdo do Orçamento: “A discriminação das receitas e despesas do Estado, incluindo as dos fundos e serviços autónomos e o orçamento da segurança social”. Onde estavam as mesmas vozes a pedir a Cavaco para enviar para o TC a desorçamentação de José Sócrates? No mesmo artigo, no número 4 lê-se que “o orçamento prevê as receitas necessárias para cobrir as despesas”. Onde estavam os mesmos a pedir a todos os presidentes que enviassem para o TC todos os orçamentos deficitários desde 1974?

O TC, quando chamado a pronunciar-se sobre o orçamento anterior, ignorou aquelas questões e focou-se num artigo mais genérico: o 13º, do princípio da igualdade. Usando uma divisão artificial da sociedade, ignorando a desigualdade gritante à partida (por exemplo face aos recibos verdes), os juízes fizeram um julgamento ideológico contrário ao do órgão eleito para o efeito e criaram um precedente. Este ano a esquerda pede mais. Mas se o TC se deixar instrumentalizar para defender direitos adquiridos impossíveis de suportar e na prática (impedindo os cortes) exigir mais um “enorme” aumento de impostos, então ficará em causa muito mais do que o Orçamento.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 14:00
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Domingo, 28 de Outubro de 2012
PPP, por Mariana Abrantes de Sousa

PPP em Portugal. “Havia crédito, havia megalomania e a factura era para pagar depois”, no jornal i:


Mariana Abrantes de Sousa foi controladora financeira do Ministério das Obras Públicas no primeiro governo de Sócrates.

A economista Mariana Abrantes de Sousa será das pessoas em Portugal que melhor conhecem o universo das parcerias público-privadas (PPP). O seu percurso profissional passa pela banca comercial que financiou a Lusoponte, concessionária da Ponte Vasco da Gama, até ao Banco Europeu de Investimentos (BEI) e ao Estado, onde assumiu funções de controladora (controller) financeira no Ministério das Obras Públicas de Mário Lino e Paulo Campos, do governo de José Sócrates. Hoje segue o tema com paixão no seu blogue (PPP Lusofonia). Na hora de apurar responsabilidades pela aventura portuguesa das PPP não poupa o Ministério das Finanças, então liderado por Teixeira dos Santos, que falhou no controlo da despesa de uma factura que era adiada, nem o Banco Europeu de Investimentos (BEI), que financia sem correr o risco e sem assumir a responsabilidade por apoiar projectos não viáveis.




uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 19:20
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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012
Malhoa

O Malhoa da pintura "O Fado" morreu há 79 anos.

O "malhoa" fado continua a fazer-se ouvir!

Eis ambos!

 



uma psicose de Paulo Colaço às 17:53
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012
The times they are a Changin'
Os tempos mudam. No Portugal de que os meus avós e pais falam, os Primeiros-Ministros não eram alvo de escutas devido a corrupção e dinheiro surripiado.

Se acreditamos que suspeitas podem não passar disso mesmo, de suspeitas; porque vivemos num Estado de Direito e afinal de contas, existe algo chamado presunção de inocência, não estaremos a leva-la muito a peito?

A Europa é, quase na sua íntegra, composta por verdadeiros Estados de Direito. Mas algo se sobrepõe a essa presunção de inocência, às acusações de quem é suspeito e de quem suspeita. Chama-se ética, meus caros. E Europa fora, este tipo de cenários acaba em pedidos de demissão.
Até podia citar Sá Carneiro, mas deve ser desnecessário.

O que se anda a passar neste país, sistematicamente, com processos a serem chocantemente esquecidos, com jornalistas a agirem como órgãos de policia criminal e magistrados do MP a cederem informações privilegiadas porque estão apaixonadas por burlões, é sinónimo de decadência.

Suspeitas não passam de suspeitas. Os jornalistas têm o direito e o dever de informar, mas não devem comportar-se como polícias. E os polícias/tribunais têm de fazer o seu trabalho.
E os políticos, bem esses devem ter alguma vergonha na cara e reconhecer quando não estão em condições de ocupar o lugar de importância que o povo lhes deu.
É uma questão de integridade e é essa que deve ganhar votos ou a simpatia do eleitor.

“The most important persuasion tool you have in your entire arsenal is integrity.”

Reinterpretando as palavras de Zig Ziglar - autor e conferencista - é preferível um político perder o cargo por sentir que precisa de demonstrar que é integro, que esperar que os amigos na esfera judicial abafem o caso, mantendo um clima de desconfiança, por o seu ego, orgulho e ambição superarem a integridade.
E estas palavras aplicam-se a todas as ideologias, mas especialmente a uma como a nossa, com os ensinamentos de alguém como o nosso fundador.

uma psicose de Essi Silva às 12:44
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2012
Uma morte que é a vitória da Vida!
Morreu Antoni Dobrowolski, aquele que era tido como o último sobrevivente dos campos de concentração nazis.

Tinha 108 anos e assistiu a coisas extraordinárias.

Ao fim da II Guerra Mundial, à criação da ONU, à televisão da cores, à queda do Muro de Berlin e da Cortina de Ferro, à exploração do espaço, aos avanços na medicina, à reconciliação entre povos e ao mundo das tecnologias da comunicação.

A nada disto assistiu o torpe regime que o agrilhoou.



uma psicose de Paulo Colaço às 00:19
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Domingo, 21 de Outubro de 2012
Fidel(idade) comunista

Foi noticiado por um jornal venezuelano que Fidel Castro já não reconhece familiares e amigos devido a um AVC que o deixou praticamente em estado vegetativo.

 

Castro, até na caminhada final, permanece inequivocamente comunista dado que o próprio comunismo não reconhece o Individuo e também se encontra em coma.

 

A prova do verdadeiro objectivo deste ideal está no facto de, em nenhum caso, este tipo de ditaduras ter evoluído no sentido da Democracia. Morrendo Castro, este comunismo está mais perto de ser enterrado de vez.

 

 

 

 



uma psicose de Beatriz Ferreira às 23:05
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A democracia no PSD/Porto... que futuro?

 

Para que percebam como as coisas andam no PSD/Porto, esta semana decorreu um plenário de militantes do maior núcleo da cidade - Paranhos. Num plenário onde cada militante de base, com as mais variadas origens e correntes de pensamento, foi confrontado com a votação de uma moção, não discutida, no final dessa assembleia. A votação de uma moção de apoio a um nome de um militante do PSD para a Câmara Municipal do Porto.

 

Ensinam os almanaques clássicos da democracia e da ciência política que a votação de um nome deve ser sempre realizada por voto secreto. E assim deve ser, ainda que seja uma moção que complete um apoio com um sem número de outros considerandos adicionais.

 

Para que percebam o estado da democracia interna do partido no Porto, não foi assim no Núcleo de Paranhos. Os militantes foram sujeitos em 5 segundos à votação de um nome de braço no ar, ao velho estilo do Estado estalinista.

 

Eu abstive-me, conforme podem observar pela notícia publicada "a correr" no JN. Abstive-me, porque discordando do timing político da questão autárquica no Porto e o processo em que está enquistado, a minha consciência e convicção assim determinaram. 

 

Observem, agora, com esta votação de um nome de braço no ar, o critério jornalístico usado. São referidas seis abstenções, mas apenas um nome é usado. Um objectivo presidiu à publicação do artigo desta forma, a tentativa de instrumentalizar um militante do PSD, que exercendo a função de adjunto do Presidente da CMP, justificaria a argumentação facciosa de alguns de que o processo político em curso no Porto nasce numa guerra Rio-Menezes. 

 

Não podia ter sido mais falhada a tentativa do jornal e de quem promoveu "a correr" a notícia. A abstenção de Hugo Carneiro não foi um voto contra um candidato, porque ele até se absteve.

 

Em Janeiro de 2012 avisei publicamente que o caminho que o PSD/Porto levava conduziria à redução ou eliminação do Porto como espaço livre de militância.


O tempo dá-me agora razão.

Este plenário era de militantes e à porta fechada; a moção não foi distribuída.

 

 

Votarei contra o perfil proposto pela Concelhia do PSD/Porto, que pretendem fazer aprovar na continuação do plenário esta quinta-feira, conforme referi já publicamente e com as razões estritas aduzidas em tempo.

 

Fica uma questão: Que PSD querem os militantes quando os nomes são votados de braço no ar e se assiste a um dos maiores condicionamentos da liberdade de expressão alguma vez visto no Porto?

 



uma psicose de Hugo Carneiro às 15:35
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Se fosse só nos Estaleiros de Viana...

Francisco Van Zeller pediu para sair da Comissão de Acompanhamento da Reprivatização dos Estaleiros de Viana do Castelo.

O pedido de demissão ocorreu após uma entrevista à Antena 1 na terça-feira, 16, onde afirmou, de acordo com a Lusa, que os ENVC têm um "passivo gigante", mas que existia "um passivo pior": A mão-de-obra "muito antiga, muito desactualizada" e com "maus hábitos" além de "um sindicato comunista muito violento" que está "enquistado" na empresa
Ler notícia.


uma psicose de Paulo Colaço às 13:02
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Sábado, 20 de Outubro de 2012
KPMG: Taxa de IRS no trabalho dependente está a atingir níveis incomportáveis

Luís Magalhães (partner da KPMG), ao Jornal de Negócios:

A taxa de IRS no trabalho dependente está a atingir níveis incomportáveis, quer do ponto de vista absoluto quer em comparação com o praticado noutros países, considera o 'partner' fiscal da consultora KPMG, Luís Magalhães.

"A taxa de IRS de facto, nesse ponto de vista, (estou a referir-me apenas ao trabalhado dependente) está a atingir, se é que não ultrapassou já, níveis, quer do ponto de vista absoluto, quer do ponto de vista de comparativo com outros países, que podemos qualificar de incomportáveis e as consequências disso podem ser várias. Não consegui imaginar nenhuma boa, consegui imaginar várias indesejáveis", afirmou o responsável num encontro com jornalistas.Numa análise às principais medidas da proposta de Orçamento do Estado para 2013, o responsável destacou também o rápido agravamento da tributação dos rendimentos de capitais, após as taxas liberatórias aumentarem nos últimos anos 8 pontos percentuais, demonstrando o seu receio que o repatriamento de capitais feito nos últimos anos possa ser revertido com estas medidas penalizadoras.
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"Tenho receio e começa a haver alguns indícios que este agravamento não só em sede de IRS, mas também de capitais, possa inverter este caminho que todos têm feito no sentido de regularizar capitais no exterior", afirmou Luís Magalhães.

O responsável teceu ainda duras críticas na limitação da dedutibilidade de juros e outros gastos de financiamento incluída na proposta de orçamento, afirmando que discordam "em absoluto por várias razões", entre elas porque a consideram "extemporânea e inspirada em outros países que nada têm a ver com Portugal".

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Para Luís Magalhães, numa altura de dificuldade das empresas para se financiarem, esta medida acaba por ser "completamente desajustada, quer no 'timing', quer na sua essência".

 

De positivo, o responsável pela área fiscal na consultora aponta as autorizações legislativas contidas pelo Governo na proposta para estimular o crescimento, defendendo que seja feita uma análise com coragem e sem pressas para estimular o crescimento económico que já existe nalgumas partes do país.

 

Luís Magalhães defende que sejam tomadas medidas com grande impacto, dando como exemplo uma descida na taxa de IRC de forma generalizada mas de forma significativa.

"É preciso ter coragem para rasgar completamente o paradigma. Acho que com falinhas mansas e aspirinas ninguém vai lá. Penso que neste momento os portugueses já perceberam que estamos doentes e com uma doença grave. (...) É preciso que se faça rapidamente alguma coisa que mexa o ponteiro", afirmou, defendendo que este é a altura certa para se tentar uma medida destas, tendo em vista a aprovação em Bruxelas.

 

"Se estivesse tudo bem, se Portugal o fizesse há 15 anos, era chumbado. Nesta altura eu duvido que seja recusado, se for pedido na próxima semana e se for temporário", adianta.

Defender hoje uma redução de Impostos não é já um conceito apenas Liberal. É cada vez mais mainstream. O centro político deslocou-se e, com novas medidas de Austeridade já prometidas para o OE 2014, cada vez vai haver mais palco para quem defenda essa descida.


uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 07:28
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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2012
Sem palavras

Supermercados gregos vão começar a vender, a preços mais baixos, comida fora do prazo de validade.



uma psicose de Paulo Colaço às 22:58
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Caros esquerdistas...

... metam isto na cabeça: se não se pode continuar a pagar, então não se trata de um corte mas sim de 'financiamento proporcional'.



 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 20:08
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Este parte, aquele parte e todos, todos se vão Galiza ficas sem homens que possam cortar teu pão

Jovem enfermeiro emigra e dirige carta a Cavaco Silva a despedir-se do país

Mas que raio de mania tem esta malta de fazer da emigração uma catástrofe, como se fossem para outro planeta ou para outra dimensão.

 

O que dizer então dos nossos emigrantes dos anos 60 e 70 que foram trabalhar para a construção civil, sem educação (sem falar sequer a língua), que não tinham Skype, telefones, e-mails - e que só recebiam novidades na volta do correio, quando tinham dinheiro para mandar cartas e os familiares para lhe responder? O que dizer dessa geração que ia viver mal lá fora enquanto enviava dinheiro para Portugal e/ou enquanto não conseguia levar a família consigo?

 

Eu sou emigrante vai para quase 4 anos, e claro que nem sempre é fácil, mas vender a emigração como algo que o Estado tem o dever de evitar é, a meu ver, difícil de aceitar.

 

Emigrar é, antes demais, uma oportunidade fantástica de conhecer coisas novas e de crescer, não é o desterro.

 

(É a segunda vez que aqui posto este vídeo, e o sentimento agora é muito mais positivo. Vamos dar tempo ao tempo, meus senhores, pode ser que até gostem de Inglaterra.)


:
: Adriano Correia de Oliveira

uma psicose de José Pedro Salgado às 14:46
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Um perigo que poucos temos ignorado

Temo-nos posto demasiado a jeito...



uma psicose de Paulo Colaço às 12:09
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Zig-zag

 

O Expresso traz-nos esta bela fotogaleria com as declarações de Lagarde. Desde a urgência de aplicar medidas e ao drama mundial, até ao prolongamento dos programas de recuperação económica, já que a austeridade à força, não está a funcionar lá muito bem...

 



uma psicose de Essi Silva às 10:26
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O estado de uma Nação

 

Ando parva com as últimas notícias. 

Só se fala de crise, de impostos, de asfixia. Aquela que era a asfixia democrática de outrora, foi substituída pela asfixia fiscal.

 

O problema, é que o país não funciona se pensarmos só em impostos e contas matemáticas. A Justiça e a Saúde, não são pilares essenciais do nosso país? E quando não pudermos confiar em quem nos deve proteger e servir?

 

Como é que situações como esta, se sucederam?

 

"Perante a comissão parlamentar, o presidente do Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST), Hélder Trindade, denunciou que no Lusocord foram encontrados kits para recolha de sangue do cordão umbilical guardados junto a sanitas, embalagens fora do prazo de validade e processos clínicos armazenados sem condições. Segundo a Lusa, Hélder Trindade, que mostrou fotos para sustentar as denúncias, afirmou também que 21% das 8441 amostras criopreservadas se encontram contaminadas e que das 6618 que estarão em condições só cerca de 2000 deverão ser usadas. Também disse, a propósito das queixas da ex-directora acerca da falta de recursos humanos, que aquela recebia um vencimento de cerca de 12 mil euros por mês. Para além disso, levantou dúvidas sobre os montantes gastos com a estrutura."


Estamos num país de terceiro mundo, só pode. 


Ou esta?


"Lorosa de Matos conseguiu enganar duas vezes a Justiça. Em 2003, convenceu a família de Rui Pedro de que conhecia o paradeiro da criança – e o Ministério Público (MP), convicto de que tinha de se fazer tudo para resgatar o menino, conseguiu que lhe fosse concedida uma saída precária. Passou a fronteira e só sete anos mais tarde, depois de ter ludibriado duas magistradas com quem manteve um relacionamento, foi apanhado pelas autoridades.

Sónia Moreira e Sílvia Marques Bom, ambas procuradoras-adjuntas do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, acabam de ser acusadas de violação do sigilo profissional, falsificação de documento e abuso de poder, entre outros crimes, por terem passado dados pessoais de cidadãos e altos quadros da magistratura e da Polícia Judiciária (PJ) ao burlão, que se fazia passar por coordenador da Interpol."

 

As duas magistradas, uma delas apontada como uma "mulher solitária (?!) que passava as noites presa a chats da internet", cederam dados pessoais de cidadãos, permitindo ao arguido forjar identidades, entregou informações sobre os dados pessoais de dezenas de juízes e membros da PJ, sabendo a determinado ponto quem o arguido verdadeiramente era, uma delas até lhe emprestou 18 mil euros...!

 

É preciso estarmos num país muito distorcido quando até os nossos magistrados, se deixam enganar, por causa de solidão e amor! O Estado reflecte a qualidade das pessoas que o compõem. 

 

Ética no nosso país?

Deixem-me rir.

 



uma psicose de Essi Silva às 09:29
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012
É preciso discutir o bullying


uma psicose de Miguel Nunes Silva às 20:02
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Quando o pecador dá lições de bons costumes...

A extinção das fundações foi a medida moralizadora do trimestre. Para o comum dos mortais terminou-se com a subsidio-dependência tendo como base a avaliação das organizações, sobretudo da sua condição financeira atual. O problema é que esta avaliação foi tudo menos clara e justa e, mais uma vez, ficaram à margem desta restruturação muitas instituições cuja existência não se justifica.

 

Em primeiro lugar, a condição financeira tem de ser desassociada do cumprimento dos objetivos para que foram criadas. Se o objetivo de uma fundação é servir sem abrigos, e assim foi publicada em Diário da República no momento da sua criação, então é porque o Governo identificou uma necessidade que podia ser suprida através deste meio. É espectável que ao dar cama a uma pessoa sem teto, a fundação não possa dar lucro, mas está à mesma a cumprir o objetivo a que se propôs. Nestes casos, o Estado tem duas opções: ou assume a despesa desta fundação, assumindo também a continuação do serviço ou publica em Diário da República a extinção da fundação, assumindo o desempenho desta função. Claro que o português gosta de optar pelos híbridos e prefere cortar o financiamento, dizendo ironicamente que terão de desempenhar o mesmo papel, mas com menos dinheiro.

 

Ficaram por extinguir as fundações convenientes ao Estados, as fiéis depositárias de dinheiros públicos não sujeitos ao olhar criterioso do Tribunal de Contas, registados no OE pela porta do cavalo. Ficam as fundações cujo fundo de maneio não acaba e que, por isso, foram avaliadas positivamente. Sendo assim, porquê acaba-las?

 

Ainda no seguimento da avaliação, foram feitas públicas as fichas que apresentam os valores que cada fundação administra, o património não tributável, sua condição jurídica, entre outros parâmetros. Aqui os erros voltam a acontecer. Por exemplo, a Fundação Calouste Gulbenkian aparece como instituição pública e são comuns as trocas entre os montantes das despesa e da receita. Numa das fichas dá-se inclusive um milagre quando o património não tributável é maior do que o valor total do património.

 

Estas são as consequências da pressa em querer atirar areia para os olhos dos portugueses. As reformas ficam a meio caminho e o resto do percurso que o faça o cidadão contribuinte. Fico com a impressão que se o Estado não tivesse feito rigorosamente nada a situação não ficava pior.

 

 



uma psicose de Beatriz Ferreira às 20:00
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OE em causa...


No primeiro dia após a entrega do OE, e pelo meio das fragilidades evidenciadas pela coligação e de duras críticas de economistas da área do PSD e do CDS, o FMI vem evidenciar algo que já era visível e expectável. 

O Orçamento de Estado para 2013 assenta num cenário macroeconómico irrealista.


Menciona-se um decréscimo do PIB de apenas 1%.

Conforme se verifica pela capa do Público de hoje, as previsões do FMI para a economia portuguesa são bem diferentes.

Mesmo no cenário mais favorável, dadas as circunstâncias, o decréscimo do produto deverá ficar num minímo de 2,8%, atentas as medidas fiscais propostas.


Esta divergência, aparentemente pequena, transforma este OE em algo insusceptível de execução e num previsível agravamento da situação do país a breve prazo.


uma psicose de Hugo Carneiro às 00:43
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2012
Não basta ser titular de um cargo de Estado para se ser Estadista

Parece-me que Portas montou no seu partido a estratégia do enfraquecimento da Coligação.

Alguns dirigentes fazem declarações venenosas sobre as medidas de austeridade, Portas aparece a dizer que não concorda com as medidas do seu Governo, algumas dessas medidas recuam, o Governo sai enfraquecido mas Portas fica bem na fotografia.

Torna-se no homem que obrigou o Governo a recuar por ser do tal “partido dos contribuintes”.

Pensando já nas próximas eleições e no seu potencial de parceiro de qualquer partido que as ganhe, Portas surge como o homem “em quem os portugueses podem confiar para os defender da ditadura do ministro das Finanças”, seja ele qual vier a ser...

 

É feio e, como acrescentaria Soares, não é bonito.

Está na altura de perguntar claramente a Portas se se quer ver livre das angústias da governação em tempos de crise. 



uma psicose de Paulo Colaço às 23:59
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Líder que é líder, tem de saber ouvir

O Orçamento de Estado (...) é inviável

Se isto não for conseguido, como é que estará o país nessa situação. 

Não há macroeconomia sem pessoas, (...) quando não se pensa como é que as pessoas, as empresas e o país está, depois de determinado tipo de receita, então mais vale não fazer nada.

Manuela Ferreira Leite


As declarações aqui e aqui.


uma psicose de Essi Silva às 15:08
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A consolidação como?

 

 

Subida generalizada da carga fiscal

 

Quando se discutia o Orçamento de Estado para 2012, uma das medidas mais gravosas implementadas foi o corte dos subsídios de férias e de Natal para os funcionários públicos e pensionistas. Debaixo de fogo, na altura, o Governo afirmou que a troika impunha uma consolidação de 2/3 pelo lado da despesa e 1/3 pelo lado da receita.

 

Volvido um ano, onde assistimos a uma fraca execução orçamental, o que resta para 2013?

 

Em 2013, segundo o OE, a consolidação far-se-á em 80% do lado da receita e 20% pelo lado da despesa.

 

O FMI já veio questionar as excessivas medidas de austeridade e a CE veio dizer que é ao Governo que cumpre estabelecer as políticas e opções apresentadas.

 

Prefiro não comentar. Atesto apenas um facto.



uma psicose de Hugo Carneiro às 14:59
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Ainda há quem comunique bem

 

"Nós somos pessoas normais" - é por esta e por outras que sempre achei que Aguiar-Branco deveria ter um papel mais activo a representar o Governo e o PSD. Nem sempre é perfeito, mas é mais subestimado que reconhecido. 



uma psicose de Essi Silva às 14:36
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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012
Vítor Gaspar gastou muito dinheiro a estudar

 

 

 

Dr. Vítor Gaspar, hoje disse que retribui ao país a sua educação «extraordinariamente cara». Acha que alguém quer saber disso no momento em que sofre a maior ablação de rendimentos alguma vez vista?
Acha, honestamente, que esse discurso reforça a confiança dos portugueses?
Eu acho que não!


uma psicose de Hugo Carneiro às 21:51
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Democratas na América: Bill Maher - "I am consistently pro-death"
Olho muitas vezes para países como EUA, França e Inglaterra para saber o que aí vem, que ideias vão ser ditas com pompa pela esquerda Portuguesa. Fica mais um exemplo do que vou encontrando. Para um futuro melhor para todos nós, alguns...

BILL MAHER: I have a lot of ideas that you might consider conservative. But, I feel like on [the death penalty], I’'m just consistent, like the Pope is consistent. The Pope is consistently pro-life. I am consistently pro-death. I am for the death penalty, although I do believe in more DNA testing. My motto is: Let’s Kill The Right People. I’m pro-choice, I’m for assisted suicide, I’m for regular suicide. I’m for whatever gets the freeway moving. That’s what I’m for. It’s too crowded. The planet is too crowded and we need to promote death.

O debate entre Ricardo e Malthus continua. Eu prefiro Ricardo. Bill Maher prefere Malthus. Eu só não sabia até o extremo a que ele está disposto a ir...



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 09:41
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Sábado, 13 de Outubro de 2012
Os ajustes de contas nem sempre correm bem

 

A UE já tem programas sem fundos, como é o caso do Erasmus e de programas para investigação.

O que é que acontece, quando os nossos credores, também não podem pagar o que prometeram, quando a despesa já foi feita? E é de milhões?

 



uma psicose de Essi Silva às 13:36
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Democratas na América: Al Gore a defender Obama

Obama teve uma má prestação no último debate. Pode ser surpreendente, até porque o opositor era Romney, mas dificilmente será algo digno de nota ou de uma risada. Agora, a desculpa dada por Al Gore... eu não consigo comentar. Só mesmo ouvindo:

Não terá sido o Aquecimento Global?


uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 08:43
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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012
Até só pelos 60 anos de paz

 

 

Sim, eu sei que a Europa está em crise e que muita gente culpa a União Europeia.

 

Mas foi a UE que nos garantiu que, contrariamente ao que seria (historicamente) normal, alemães, franceses e ingleses se degladiem com argumentos e não com armas.

 

Foi (e é) também a UE que inspira países e opiniões públicas a continuar no caminho do 'Modelo Europeu', e que garante, reforça e puxa por reformas em países recentemente saídos de conflitos e ditaduras (como a panela de pressão balcânica).

 

É também na Europa que os níveis de vida e de Direitos Humanos são mais elevados. É também a Europa que garante que a Grécia, depois de 4 anos de recessão, mantém um PIB per capita (baseado em purchasing power parity) superior a qualquer país da América do Sul, de África e de grande parte da Ásia (ver mais aqui).

 

Foi também o esforço de União Europeia que ajudou a que o muro caísse e a que a Alemanha se reunísse (independentemente do que o Hasselhoff diga).

 

É ainda a Europa que, como nos lembrou o Presidente da Comissão, é o maior financiador de ajuda humanitária e ao desenvolvimento, e lidera pelo exemplo a luta contra as alterações climáticas.

Estou muito feliz de ser Europeu!


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: O Hino à Alegria, claro está

uma psicose de José Pedro Salgado às 14:27
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Napalm na costa portuguesa

 

 

De assalto à mão armada, a napalm fiscal,  vozes dissonantes sobre actual política fiscal do Governo não faltam. 

Até o FMI agora reconhece que a política de austeridade, não é a solução ideal para a crise que a Europa está a passar.

 

Será que o Governo vai continuar na sua política de incoerência, ou desta vez é mesmo napalm neles todos?




uma psicose de Essi Silva às 10:52
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Custos da Democracia

Zorrinho diz que quatro carros são mais baratos que uma carroça. Agora Assis vem dizer que não deu ordem para comprar frota mais barata para o PS (isso é que não!).

 

Mas tanta confusão para quê?

 

O grupo parlamentar que ponha o Paulo Campos a vender os carros antigos e dão uma comissão ao pobre coitado. Com o resto, acabam com a fome no Camboja e ainda compram uma televisão para a copa da Assembleia. 



uma psicose de Beatriz Ferreira às 00:39
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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2012
Sentando o Nobel da Literatura no seu lugar

Estou tão irritado que escrevo este post na própria prancha do sapo e não em word como de costume.

Acabo de ler que a atribuição do prémio Nobel da Literatura está a ser criticada por um artista plástico chinês. Fiquei a sabê-lo disso antes mesmo de saber que já era conhecido o nome do galardoado!

Diz o crítico, Ai Weiwei, que o Nobel não poderia nunca ter sido atribuído a algué que "se dissociou das lutas políticas da China de hoje".

COMO?!

Não basta o Nobel da Paz? Por que razão temos de olhar para o Nobel da Literatura como uma sub-secção do Nobel da Paz?

Basta de prémios politicamente alinhados!

E se amanhã os cubanos vieram contestar o Nobel a Saramago por este nunca se ter oposto à ditadura de Fidel?

As letras não têm partidos!



uma psicose de Paulo Colaço às 15:14
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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012
Pensamentos sobre negócios feitos à luz trémula das velas...

Questionado pela RTP sobre o caso investigado e divulgado pelo Público, acerca dos incrivelmente férteis negócios em comum entre PPC e MR, Ângelo Correia prontamente responde que não vê que o jornal Público esteja a revelar alguma coisa que seja criminosa.

 

Andamos tão habituados a situações deste género que já ninguém sabe onde está a fronteira.

 

O que salva estas almas é que a mão que embala o berço continua a boicotar medidas como a criminalização do enriquecimento ilícito ou o intenso combate à corrupção. E se forem publicadas, não se aplicam a todos.

 



uma psicose de Beatriz Ferreira às 20:22
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(fr)Agilidades

Diz o Expresso que Passos já começa a falar em remodelação. Sendo o Expresso, duvida-se na mesma medida em que se acredita.

A notícia avança possíveis remodeláveis e potenciais novos ministros: este post não tratará de nomes mas sim de uma situação que pode estar (também) na origem desta eventual remodelação.

Quando Passos formou o seu governo, criou-o curto. Pequeno. Poucos ministros. A filosofia era simples: por um lado, os portugueses estavam fartos de governos grandes, com lugar para os amigos, os reconciliados, os parceiros, os barões, o cão e o gato; por outro lado, pensavam-se que governos curtos eram mais ágeis.

Uma possível remodelação provará duas coisas:

- que nem tudo aquilo que repugna ao povo é mau em si mesmo;

- que demasiada agilidade pode redundar em fragilidade.

 

A confluência de tantas pastas num só ministro, transforma homens e mulheres de grande potencial em potenciais incompetentes. E é uma pena pois os superministros de Passos são pessoas que respeito.



uma psicose de Paulo Colaço às 11:41
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Sobre as manifestações

 



uma psicose de Essi Silva às 11:04
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Upsssss! Até os deuses do FMI se enganam...

 

Mais uma vez, o FMI reconheceu um erro: que não sabe fazer contas assim tão complicadas e calculou mal o impacto da austeridade na economia mundial

Estamos claro, a falar das pessoas mais competentes, para impor ao nosso Governo as medidas que deve tomar e o que deve fazer...

Se me enganar a fazer as contas da renda ou da propina, será que também posso responder que subestimei os multiplicadores orçamentais de curto prazo?



uma psicose de Essi Silva às 10:29
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Is Capitalism Evil?

Uma defesa do Capitalismo para quem ainda não percebeu a superioridade prática e teórica (ética) do sistema. Não é muito detalhada, mas creio que em pouco tempo aborda todos os pontos mais relevantes.

Podem ver aqui o site da Freedom Foundation.

Vá, quem é o 1º dos comentadores a culpar o Capitalismo e o Mercado Livre - e não os Governos - da Crise Europeia das Dívidas Soberanas?



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 07:54
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2012
Não é que eu queira parecer mesquinha...

Mas estou a começar a ficar farta destes avanços e recuos do Governo.

 

Primeiro foi com a TSU. Depois colocaram um tecto máximo aos aumentos de IMI, que agora apagaram com uma borrachinha mágica que eles têm por lá.

E porque a incoerência não contagiou só o Ministro Vítor Gaspar, aparentemente, pela 5 de Outubro também mudaram de ideias quanto ao conteúdo dos Exames Nacionais. 

 

E que tal aprenderem o significado de Coerência?



uma psicose de Essi Silva às 22:16
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Facepalm!

 

 

O Público noticia hoje que foi detido um dos mais activos carteiristas de Lisboa, para cumprir uma pena efectiva de dois meses.

Isto porque, em 2010, foi detido e condenado a uma pena de seis meses, em regime de dias livres, com obrigatoriedade de recolher ao estabelecimento prisional aos fins-de-semana, que o mesmo não cumpriu integralmente.

 

Desculpem lá, mas sou só eu que acho que algo está MUITO mau, quando o mais activo carteirista da capital (segundo a PSP), é condenado só a seis meses de prisão e mesmo depois de não cumprir sentença, cumprirá apenas mais dois meses, mas de pena efectiva?

 

Que raio de Justiça é esta?! 



uma psicose de Essi Silva às 17:44
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Trabalho Sexual (também) é trabalho!

Há trabalhos fáceis e difíceis, há os cansativos e os revitalizantes, os bem e os mal pagos, os aborrecidos e os estimulantes. E todos devem ter direito a enquadramento legal, protecção e reforma!



uma psicose de Paulo Colaço às 17:25
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