Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011
Como eu esperava por isto...

 

Menezes: "Fundir Porto e Gaia era já amanhã"

 

E aí está a revelação clara do processo de intenções, do agora Conselheiro de Estado. Acho muito bem. Siga essa opção e siga também o nome do PSD para liderar essa Câmara: RUI RIO!

 

 



uma psicose de Diogo Agostinho às 20:22
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Certeira

 

«Aquilo que pessoalmente não deixo de fazer é de relembrar que o engenheiro José Sócrates e o ministro Teixeira dos Santos deixaram o país numa situação de tal forma caótica e endividada», fazendo-o de um modo «tão consciente», que «me parece impensável que o PS possa sequer abrir a boca sobre a questão da Madeira», afirmou Manuela Ferreira Leite.

 

Como sempre certeira! Alguém que diga a VERDADE neste país!



uma psicose de Diogo Agostinho às 20:21
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O Primeiro já aí está...

De seu nome...Marcelo Rebelo de Sousa. Foi no sábado passado, em entrevista ao i que Marcelo Rebelo de Sousa avançou com as primárias para 2016.

 

Temos portante o Primeiro candidato do Centro-Direita a Belém e à sucessão do Presidente Cavaco Silva. 



uma psicose de Diogo Agostinho às 13:49
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Polícia do Politicamente Correcto e dos Bons Costumes

Há coisas para o qual só dá vontade de dizer, "Aja paciência para aturar os malucos do PC*":

 

Anúncio está a ser transmitido desde dia 20 de Setembro

Governo brasileiro contra anúncio de Gisele Bundchen em roupa interior

 

Um ano depois da proibição do anúncio da americana Paris Hilton pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, por ser “demasiado sexy”, a Secretaria de Políticas para as Mulheres, dependente da Presidência brasileira, pediu agora a suspensão de um conjunto de anúncios com a manequim brasileira Gisele Bundchen. A secretaria defende que a publicidade “reforça o estereótipo, enganoso, das mulheres como objectos sexuais para os seus maridos”.

 

 

Público

 

 

 

*Não, não é Partido Comunista, é Políticamente Correcto ;)



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 12:49
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Os pesos na balança

 

Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal de Oeiras, foi ontem detido no seguimento das acusações contra ele levantadas por fraude fiscal, abuso de poder, corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais. A defesa alega que a detenção é ilegal já que a sentença, dados os recursos pendentes para o Tribunal Constitucional, só que este último afirma que já decidiu, contrariando assim alguns dos argumentos da defesa.

 

Em 2009 o Tribunal de Sintra condenou Isaltino a sete anos de prisão efectiva, pelos crimes acima enunciados. Foi também condenado a perda de mandato e ao pagamento de 463 mil euros à administração fiscal. Isaltino recorreu. 

No ano seguinte, o Tribunal da Relação de Lisboa manteve a condenação por fraude fiscal e branqueamento de capitais, mas reduziu a pena para dois anos de prisão efectiva, reduzindo ainda a indemnização para 197 mil euros e anulando a perda de mandato.
Este ano, o Supremo Tribunal de Justiça confirmou a condenação a dois anos de prisão efectiva e restituiu o valor original da indemnização ao Estado a 463 mil euros. O recurso chegou ao Tribunal Constitucional.

 

Muitos entendem que Isaltino é uma cobaia ou um bode expiatório, que as acusações só incidiram sobre este para salvaguardar outros e que o mais importante é o seu excelente trabalho como autarca. Outros acham que independentemente dos resultados finais dos seus mandatos em Oeiras, este deve cumprir pena pelo que fez.

 

É verdade que o Município de Oeiras tem, perante o que assisto e conheço (já que não sou residente), vindo a melhorar e a dar uma qualidade de vida melhor aos seus residentes. Mas também é verdade que no momento em que exoneramos um indivíduo de crimes, por ser melhor ou supostamente melhor do que a média simplesmente porque faz aquilo que é esperado deste quando é eleito, então temos uma exigência muito baixa em relação às expectativas daquilo que um autarca ou um político com um cargo de gestão pública deve fazer.

 

Se na balança pende mais o que Isaltino produziu, em relação ao que ele subtraiu, então não só não temos Justiça no nosso país, como temos um sistema político efectivamente podre. E eu acredito que se após várias instâncias, se tem chegado a elementos de prova que justificam os crimes pelos quais é condenado, então é porque os cometeu. E choca-me que ainda assim não se tenha mantido a perda de mandato, já que as acusações que incidiram sobre este estão no âmbito de crimes económicos e de corrupção, possíveis igualmente quando se tem um cargo como o de Presidente de uma autarquia.

 

Simples e claro: Não podemos permitir que aquilo que exigimos à nossa classe política, esteja num nível tão baixo, que quando efectivamente fazem aquilo que lhes compete, sejam autorizados a praticar os crimes que lhes convierem acima dos deveres de qualquer outro cidadão e lhes dêm oportunidade de os continuar a reiterar ainda que noutro cargo.

 

 

 



uma psicose de Essi Silva às 12:34
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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011
Manual de boas práticas socialistas

1º Passo: Colocar o País na falência, forçando-o (o País, não o socialista) a pedir ajuda externa, depois de um extenso momento de negação em que se taxou tudo e todos.

2º Passo: Eleger novo líder e lavar as mãos do assunto (Podemos chamar-lhe "Doutrina Poncio Pilatos").

3º Passo: Depois de lavadas as mãos, assobiar para o lado e fingir que não se esteve 12 dos últimos 15 anos no Governo.

4º Passo: Criticar tudo o que vem do Governo, muito do qual vem do Memorando da Troika assinado também pelo PS "Pré-lavagem" (porque o pós-lavagem já não tem nada a ver com isso), mostrando-se "amigo do Povo" com um "PS mais próximo das pessoas".

Cumprindo o memorando da troika, o Executivo decidiu em Agosto subir o IVA aplicado à energia de 6% para 23% (além de ter antecipado esse aumento para Outubro deste ano), mas o PS argumenta que o programa de assistência financeira não refere explicitamente “qualquer valor concreto de aumento”. Num projecto de resolução entregue esta semana no Parlamento, os socialistas lamentam que o Governo tenha optado “novamente pelo caminho mais óbvio e mais fácil – sobrecarregar ainda mais as famílias portuguesas”. E recomendam à maioria que considere na elaboração do Orçamento (a entregar até 17 de Outubro) aplicar a taxa intermédia.

Jornal de Negócios

 

Isto é tudo muito bonito caro Sr. Dr. António José Seguro. E eu, enquanto "consumidor pagante da EDP" não acho muita piada à factura da electricidade. E sim, custa-me ter de pagar mais 10 euros por mês porque temos de passar o IVA para o escalão máximo.

 

O problema excelso Secretário Geral do PS, é que em 12 anos, não só os senhores não trataram daquele pormenor de somenos importância de nome "Defice Tarifário" (para socialista ler: vocês esqueceram-se de dizer aos portugueses que a energia custava mais do que aquilo que eles estavam a pagar) como ainda juntaram umas brincadeiras "renováveis": 

"* O valor indicado incui os custos relativos ao uso das redes e os custos de interesse económico geral que decorrem das medidas de política energética, no valor de ...".

 

Isso mesmo. Metade da minha factura da EDP "decorre das medidas de política energética". Da vossa política energética! 

 

Lavar as mãos do assunto é fácil, mas façam um favor a todos: lembrem-se do estado em que colocaram o País, e lembrem-se do Memorando que também assinaram, em conjunto com o PSD. E de caminho, lembrem-se também, que fomos forçados a tal porque o Estado (latu sensu) não tinha (ou tem) dinheiro. 

 

A gerência agradece!



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 14:31
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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011
Boa vizinhança

Nasceu ontem, e conta com alguma prata da casa. Pensar Lisboa é um espaço alfacinha onde se pretende reflectir sobre a capital. Não se vai falar só de política, mas também de cultura, de agenda, de experiências, e do quotidiano desta cidade. Votos de muito futuro. 


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uma psicose de Rui C Pinto às 18:24
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Ohhhhh!*

 

À esquerda as coisas não estão famosas: CDU obtém 4% de intenções de voto e o Bloco de Esquerda apenas 2,7%, naquele que é o pior resultado de sempre neste barómetro do partido liderado por Francisco Louçã. 

Público

 

*Ler título com uma enorme dose de sarcasmo!



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 13:42
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Crianças na Madeira

 

Não só Jardim garante que a ele ninguém o pára, como os seis pobres candidatos do Partido da Nova Democracia (PND) e o animador de campanha do PND-Madeira se barricaram desde esta manhã no edifício-sede do Jornal da Madeira, no Funchal, já que são vítimas de bullying do Jornal que enxovalha, humilha e goza todos os dias com a oposição.

 

Será que as crianças não podem parar de brincar um bocado e portarem-se bem?



uma psicose de Essi Silva às 12:31
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Quer um transplante? Espere um bocado que o Estado já decide se lho pode pagar ou não.

 

Entendo que o nosso sistema de saúde precise de cortes e de novas formas de financiamento. Entendo que isso deve ser feito não só à custa de alguns utentes mas também à custa do staff dos hospitais, especialmente do administrativo. Temos demasiados administradores, muitas vezes sem resultados práticos.

 

Infelizmente serão feitos cortes que poderão custar muitas, muitas vidas.

 

O Curry Cabral, é um hospital que conheço, infelizmente, relativamente bem. É um dos maiores centros ibéricos de transplantes hepáticos e um dos maiores a nível europeu. Outro realce, é que o hospital ocupa um lugar de destaque no transplante renal, sendo um dos centros portgueses de referência no que diz respeito aos transplantes reno-pancreáticos.

 

Sim, as urgências do Curry Cabral não são as melhores, com médicos se calhar não tão qualificados (para o efeito) como deveriam. Porém, em Agosto, o Governo decidiu cortar para metade os incentivos para a realização de transplantes, com efeitos retroactivos desde o início do ano.

O problema é que para além do Curry Cabral ser bom no que toca aos transplantes, é também um exemplo de serviço aos utentes: informação não falta e organização também não.

 

Agora, tudo irá por água abaixo: o financiamento foi reduzido, ainda por cima com retroactivos, e a supremacia na área de transplantes e nefrologia acabará; a administração que promovia um dos melhores serviços ao utente demitiu-se.

 

A questão é tão simples como esta - poderemos condenar pessoas doentes à morte para salvar as saudáveis? Deveremos acabar com os mais fracos de modo a garantir a sobrevivência dos mais fortes? Será imperativamente necessário reduzir o financiamento ao Curry Cabral?

 

 



uma psicose de Essi Silva às 12:02
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Diferenças...

Passos Coelho é o líder político com maior índice de popularidade e o PSD apresenta o dobro das intenções de voto do PS. Apesar das medidas de austeridade, o primeiro-ministro e os sociais-democratas vêem a sua popularidade em alta no mais recente barómetro TSF/Diário Económico. (ler aqui)

Não se trata de estado de graça!

Esta é a prova que falar verdade compensa.



uma psicose de Paulo Colaço às 11:35
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Aleluia!

 

No âmbito da Reforma da Administração Local pretende o Governo trabalhar no quadro 
dos seguintes pressupostos:
- Modelo de Executivo homogéneo (sujeito à fiscalização da Assembleia
Municipal, que deverá ser alvo de reforço de poderes neste âmbito);
- O Presidente do Município é o cidadão que encabeça a lista à Assembleia
Municipal mais votada;
- Os restantes membros do Órgão Executivo são escolhidos pelo Presidente de
entre os membros eleitos para a Assembleia Municipal;

Documento Verde da Reforma da Administração Local

 

Há artefactos arcanos neste país que sempre me fizeram uma alergia profunda. Um deles são os executivos municipais com "vereadores da oposição", algo que apenas tem paralelo em Itália (e quem quer ter a Itália como exemplo de Organização Política? Como dizia o Asterix, "Aqueles romanos são loucos!").

 

Alguém acredita que o Governo funcionaria bem com "Ministros da Oposição"? Tinhamos um Governo PSD com 5 membros, 4 ministros do PS, e 1 Ministro do PCP, eleitos via método de Hondt?

 

Curiosamente, este artefacto arcano só ocorre a um nível administrativo, a Camâra Municipal. Abaixo, nas Juntas de Freguesia, os executivos são políticamente homogéneos. Acima, no Governo, os executivos são políticamente homogéneos. Oposição faz-se na Assembleia, não no Executivo.

 

PS(D): Sim, eu sei, na Suiça funciona. Por exemplo, o Governo federal é uma composição de vários partidos. (Infelizmente) Portugal não é a Suiça. A nossa cultura política não se dá muito bem com confiança no bom senso do "actor político".



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 11:01
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Terça-feira, 27 de Setembro de 2011
Ministros à lupa de MRS

Pelos 100 dias de Governação, o jornal i pergunta a Marcelo Rebelo de Sousa o que acha da actuação dos Ministros. E Marcelo responde.

 

 

Primeiro-ministro...

Até agora sóbrio, mas correspondendo às expectativas e revelando até agora uma boa forma física e psíquica que em tempo de crise é notável.

 

Vítor Gaspar...

A melhorar e mantendo uma grande serenidade e uma grande calma, que é importante se o discurso conseguir ser persuasivo.

 

Paulo Portas?

O mais político de todos os políticos do governo.

 

Mais político que Passos Coelho?

Mais experiente governativamente que Passos Coelho e gerindo a intervenção e o silêncio com inteligência.

 

Miguel Relvas?

Começou muito partidário e muito com o culto da imagem e com a preocupação de revolucionar o poder local. Penso que com o tempo vai perceber que tem de moderar esse perfil. O grande problema que tem não é tanto culpa sua: é que falta ali um ministro da Presidência que seja verdadeiramente ministro da Presidência com ascendente em matérias de governo. Ele tem tentado, mas não tem o perfil adequado para o efeito.

 

Paulo Macedo?

Arrancou muito bem, criou grandes expectativas. É um dos ministros que vão ter a fase seguinte mais difícil. É o salto do técnico para o político. E há ali questões políticas muito difíceis. Tecnicamente, mostrou, de uma óptica essencialmente financista, que era capaz de explicar o que queria fazer. Com uns pequenos lapsos, mas que foram sobretudo lapsos. Agora o salto para o político é que vai ser o desafio dos próximos tempos.

 

Aguiar-Branco?

Acho que tem tido um percurso praticamente sem uma falha. Ou melhor: com uma única falha, que foi aquele discurso no Dia do Exército. Se não fosse o ataque ao governo anterior numa cerimónia militar, diria que era uma folha limpa. Excepto o problema de saber o que fazer a um número imenso de promovidos a quem não há dinheiro para pagar.

 

Pedro Mota Soares?

Tem sido um bom ministro. Tem feito coisas inteligentes e explicado de uma maneira muito compreensível. Dir-se-á que o que tem feito era fácil de fazer. Mas tem feito.

 

Assunção Cristas...

Teve ali umas intervenções iniciais como a da gravata e a da temperatura que não lembram propriamente ao careca. Mas tem sido muito low profile na gestão do cargo, o que eu percebo porque o seu perfil não dá nada para aquele cargo.

 

Miguel Macedo...

Perfil baixo, intervenções seguras, sensatas. Tem confirmado a impressão que tinha deixado como líder parlamentar. Não é um perfil muito alto, mas não comete erros. E ouve a opinião de quem deve ouvir e se ouvir de vez em quando a opinião de Marques Mendes faz muito bem.

 

Paula Teixeira da Cruz?

Muito discreta, o que é uma forma muito inteligente de reagir aos anticorpos que o seu feitio impetuoso geraria. Começa a aparecer com as primeiras medidas, que suscitam reacções. Mas é cedo para formar um juízo porque o que tem vindo a público de mais substancial é o que está no acordo da troika, nomeadamente em matéria de reformas orgânicas.

 

Álvaro Santos Pereira?

Tinha uma missão difícil, porque era uma pessoa que estava longe do país há muito tempo. Embora isso dê um poder analítico mais distante e mais isento, também faz com que não se perceba muito a reacção do quotidiano nacional. Tem um ministério impossível e portanto ainda é cedo para fazer um juízo sobre se é capaz de agarrar aquele ministério e se é capaz de agarrar a realidade nacional. Está cheio de vontade e está cheio de boa intenção. Mas como é que é que ele vai fazer esse salto do Canadá para Portugal é uma relativa incógnita.

 



uma psicose de Paulo Colaço às 17:10
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Cartas na mesa...



uma psicose de Rui C Pinto às 11:39
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Citações e mais contradições

Ontem Marinho Pinto e António José Seguro citaram a mesma frase, esquecendo convenientemente o autor e a circunstância em que foi originalmente proferida, atacando Paula Teixeira da Cunha e Pedro Passos Coelho, respectivamente.

 

Como seria de esperar, nos últimos meses os ódios convergem para o Governo. A amnésia socialista colectiva, natural de quem não sabe estar na oposição depois dos estragos causados, agrava-se. O PS é um partido relutante em ser liderado e Seguro precisa de um inimigo comum que una todos os sectores socialistas. 

 

Seguro está desesperado por segurar as feras, mas sem dúvida que esta manobra de distracção pobre em originalidade traz mais momentos constrangedores do que vitoriosos.

 

Para o PS: "É mesmo verdade que a maior parte dos males que ocorrem ao Homem são provocados por ele próprio."

 

Para Passos Coelho: "Nenhum governo é tão detestado como aquele que mais convém ao povo."

 

Gaio Plínio morreu há 1932 anos e foi ele o autor destas frases.



uma psicose de Beatriz Ferreira às 00:55
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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
Seguramente plágio

António José Seguro acusou hoje Pedro Passos Coelho de ser "forte com os fracos mas fraco com os fortes", numa alusão à situação da Madeira.
Na presente situação, Seguro está a ver mal: concorde-se ou não, Passos virou efectivamente costas a Alberto João, tendo ido mais longe que anteriores líderes do PSD na sua relação com Jardim.
Porém, não posso deixar de sublinhar que Seguro vem mimosear Passos Coelho com a mesmíssima frase que Santana Lopes atirou a José Sócrates num velho debate parlamentar.
Aparentemente, esta tirada de um PM ser "forte com os fracos mas fraco com os fortes" cola-se bem a Passos mas não se colava a Sócrates...
Realmente, António José Seguro devia andar tão preocupado com a guerrilha interna no PS para se aperceber do acerto da crítica de Santana.



uma psicose de Paulo Colaço às 16:57
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O principio do presente


uma psicose de jfd às 10:52
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Amnésia localizada

 

O novo desporto nacional é a indignação contra Alberto João Jardim. E há muito para ficar indignado, a começar pela dívida oculta a acabar nos comentários que roçam o insultuoso e ridiculo.

 

Mas, Alberto João Jardim é filho do seu tempo, e da cultura política do País. O "cainesianismo tuga", que durante 30 anos moldou a politica orçamental e económica do País. O que se passa, e passou na Madeira, também se passa e passou no Continente. Afinal, somos o país da europa com mais km2 de auto-estrada por habitante, entre outros tantos "elefantes brancos" - e não me refiro ao de Lisboa.

  

Mas há algo que me deixa perplexo: Então mas esta não é a política que o PS preconiza? A amnésia do novo secretário geral socialista surpreende-me. SCUTs, a Estradas de Portugal, as Parcerias Publico Privadas, o TGV, o Magalhães, os investimentos públicos inaugurados com pompa e circustância, para um novo país moderno, que só adicionaram dívida, etc, etc, etc.

 

Afinal, o que hoje criticam em Alberto João Jardim era, há uns meses atrás, parte integrante do "Manual de Boas Práticas de Governação de qualquer bom Socialista".

 

Caros socialistas, não me digam que um dos requisitos para se ser vosso Secretário Geral do PS é ser amnésico?



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 09:36
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Sábado, 24 de Setembro de 2011
C ya


uma psicose de jfd às 20:45
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Parabéns!
Hoje é um dia muito feliz para mim. E feliz porque uma das pessoas mais competentes que conheço foi eleita como o novo AB do Psico.
Quero agradecer ao Diogo todo o trabalho extraordinário que desenvolveu e dizer-lhe que tive o maior prazer em ser psicótica durante os seus dois mandatos.
Agora abre-se a porta ao Guilherme Diaz-Bérrio, que como todos sabem é meu amigo próximo, e que teve a coragem de se candidatar a uma posição tão difícil e de tamanha responsabilidade, nas condições em que concorreu. Estou certa que fará um grande trabalho, com muita dedicação, pondo em prática a sua experiência e competência, e como tal disponibilizo-me para estar ao seu lado com todo o meu fôlego psicótico!

Parabéns Diogo!
Parabéns Guilherme!
Parabéns Psico!

uma psicose de Essi Silva às 20:01
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Fuck You!


uma psicose de jfd às 15:30
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Vai ser um bom dia!


uma psicose de jfd às 10:48
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Jardim, o Keynesiano

Não é piada! Leiam o artigo.

 

Eu também não sei porque é que os Keynesianos do Continente criticam o Keynesiano da Madeira. Afinal, como dizem no Blasfémias...

- Alberto João Jardim defendeu o Estado Social madeirense.

- Alberto João Jardim apostou no investimento público para sair da crise.

- Alberto João Jardim não estava mesmo disponível para governar com o FMI.

- Alberto João Jardim já desceu o défice antes e sabe como fazê-lo.

- A Madeira teve que enfrentar a crise internacional.

- A Madeira é vítima das agência de estatística do Continente.

- O temporal de 2010 não foi suficiente para estimular a economia.

- A Madeira não precisa de ajuda.

- Ao contrário do Continente, a Madeira aposta  no emprego público bem remunerdado.

- A atitude economicista do governo central em relação à Madeira é tão odiosa como o comportamente de Merkel em relação aos PIIGS.

- "Há vida depois do défice": Na Madeira não há obsessão pelo défice. E relembramos que a obsessão pela dívida gera efeitos recessivos, como o mostram as medidas da troika no continente.

 

E depois... quem garante que a oposição é melhor? =P



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 09:43
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Coisas que deixam o JFD de boca aberta (19)*

*Parece que o Governo de Israel ganhou juízo....

Aqui

 

 

 

 

 

 

 

 

 



uma psicose de jfd às 06:43
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EUA: Mais taxas ou menos tax?!
Watch the latest video at <a href="http://video.foxnews.com">video.foxnews.com</a>


uma psicose de jfd às 06:39
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Faz 20 anos... uau! para onde foi o tempo......

 

Foi uma revolução na altura. Som ao mais alto nível, ficamos apaixonados. Todos falamos do mesmo foi lindo. Fiquei apaixonado por Seattle e pelo grundge. Descobri um mundo que o liceu na altura não me apresentava. Não havia internet. Havia o Blitz o Top+ e o que chegava do estrangeiro por revistas e notícias. Outro mundo, outra vida. Nevermind para sempre. O concerto em Cascais eterno!!!!

*Saudades*



uma psicose de jfd às 01:33
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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011
The All-Psico Reject


uma psicose de jfd às 20:32
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Somos todos Madeira

 

 

Agora é a CML e Costa que se vão preparar para fazer títulos de jornal por aqui e além-fronteiras.

 

Nada de especial. Apenas foram sobre estimadas receitas que nunca se concretizaram. Coisa pouca. Nada demais. Afinal é gestão socialistas no seu melhor. Viva o PS. Viva Costa! Viva Lisboa!

 

Lisboa, 20 Setembro. 2011

 

António Costa assume uma quebra da receita da derrama de mais de 50% relativamente ao orçamentado. Esta constatação significa que a receita da derrama - uma das receitas mais importantes - que estava estimada para 2011 em 80 M€  será inferior a 40 M€.

 

Num contexto de crise financeira nacional esta notícia de desequilíbrio financeiro da Câmara Municipal de Lisboa assume particular gravidade.



uma psicose de jfd às 15:12
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Ui...o que não faltaria...

 

"Faço um desafio aos políticos de Lisboa, sejam sinceros com o povo. Sejam honestos os que pertencem a sociedade secretas e tenham a vergonha e honestidade de dar a cara e digam que pertencem a uma sociedade secreta"

 

Alberto João Jardim



uma psicose de Diogo Agostinho às 10:04
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OIRÁRTNOC OA ODNUM O

 

Lê-se "O Mundo ao contrário"

 

É como o mundo está. Warren Buffett afirma que paga menos impostos que a sua empregada de limpeza. E aposto que a empregada de limpeza dele não é como as nossas: não é apanhada por furto, ah pois é, à própria polícia criminal...

Mas em que raio de país vivemos nós, no qual até assaltam o edifício da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, edifício esse onde correm algumas das mais complexas investigações relativas a corrupção e outra criminalidade económica? E levam o quê? Pelo menos, um computador e diversos telemóveis (o que quer dizer que pode faltar mais mas a PJ ainda não sabe - para além de ingénuos, são lentos). Surpresa, surpresa, a primeira detenção feita - uma empregada de limpeza.

 

O meu primeiro post no Psicolaranja foi uma exaltação aos problemas da Justiça e da Segurança no nosso país.

As duas, intimamente correlacionadas - para as forças de Segurança/Acção Criminal exercerem os seus deveres profissionais, convém que a Justiça também desempenhe o seu papel - mas ambas em falha, são uma das maiores preocupações do nosso país.

É essencial que os governantes se preocupem com a estabilidade financeira do país e dos seus cidadãos, mas é igualmente essencial que garantam que essa mesma estabilidade não seja ameaçada pelas intenções criminais e de facilitismo de outros: de que me serve poupar para um carro, se no dia seguinte posso ser roubada e violentada para obterem o meu bem por uma via fácil.

 

Enquanto lutarmos pela Economia, mas não lutarmos pela Justiça e pela Segurança das nossas vidas e do nosso património, pouco sentido fará lutar por estes.

E é triste, que hoje tenha de se duvidar da integridade, não só de uma empregada de limpeza, como de um agente de autoridade.



uma psicose de Essi Silva às 08:56
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011
Somos todos Grécia

 

Este discurso de "não somos a Grécia" resolveu, até à data, alguma coisa? Aliviou a crise? Aliviou os juros da dívida? Aliviou as medidas de austeridade? É preciso repensar este discurso, até porque a única coisa que nos distingue da Grécia é a atitude exemplarmente responsável do povo português, que percebeu as medidas de austeridade como solução para a crise. Aquilo que nos distingue da Grécia é o facto de não termos sido surpreendidos pelo descalabro da governação dos últimos anos. Porque as dívidas estão aí. Ao longo dos próximos dois anos vão ser levantados os tapetes um a um... Começou pela Madeira. Depois serão as empresas de transportes públicos. Depois serão os Hospitais EPE. Depois será a Estradas de Portugal (só esta vai obrigar ao 13º inteiro...). 

 

Não gosto de ver os responsáveis políticos portugueses usarem a Grécia como chantagem. O povo português não o merece. Já demos prova de responsabilidade nas últimas eleições. Damos todos os dias provas de coesão nacional em prol de reformas duras que são fundamentais ao país. Usemos esse exemplo como bandeira europeia. Eu concordo com Miguel Relvas quando diz que a Europa "não é tão coesa quanto seria desejável e não foi capaz de criar um novo modelo que não fosse a várias velocidades". Ora, eu suponho que dizer todos os dias que não somos como a Grécia não abona nada em favor da dita coesão... 



uma psicose de Rui C Pinto às 22:15
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Change you can believe in...

Este tipo da força aérea dos EUA, pode agora - graças a Obama, ligar ao seu Pai e dizer que é homosexual. E partilhou com o mundo. Avé Obama!

 



uma psicose de jfd às 19:17
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É justo!!

 

Vamos ver se eu percebo. O que interessa é o bom comportamento. É a credibilidade para fora. Nesse sentido, andámos enrolados entre os desvios colossais à porta fechada e os meninos bem comportadinhos que não iriam falar sobre a herança pesada que receberam.

 

Sim, porque se soubemos dos desvios madeirenses, na semana passada, frase do actual Primeiro-Ministro, os esforços pedidos aos portugueses são então para tapar desvios de outras origens que não a Madeira...ora, isso leva-me a pensar que... está correcto. Deite-se abaixo Alberto João Jardim e proteja-se José Sócrates.

 

É justo caro Presidente do PSD. Há coisas que não se esquecem...



uma psicose de Diogo Agostinho às 08:28
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Para que serviu este tipo?

 

A maior vergonha do nosso país. O tipo mais incompetente de Portugal levou o segundo maior cargo que o País ocupa na União Europeia. E assim demonstramos como premiamos estes tipos.

 

Ah, espera este foi o tipo que inventou o hipotético défice em 2005. Epa, mas que falha a minha. Então mas o tipo foi tão útil na altura para mascarar o modus operandi dos anteriores e actuais líderes deste nobre pedaço de terra.

 

Claro que merecia. E merece ser o homem que segura a malinha ao Trichet!

 

Foi um grande supervisor do País. Acho extraordinário como as coisas acontecem e este tipo não abriu a boca...



uma psicose de Diogo Agostinho às 08:20
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Histeria colectiva

 

Entrou em roda vida. É a notícia do momento saber no dia seguinte qual o buraco que sai e como atacar Alberto João Jardim. Pois claro. É a supresa das surpresas. Ninguém sabia de nada.

 

Ora, o homem malvado que enganou tudo e todos. Eles foram Primeiros-Ministros, eles foram Presidentes da República, eles foram Ministros das Finanças. Até essa coisa que é o INE, Instituto Nacional de Estatisticas e o Banco de Portugal, onde só há competentes, promovidos para um qualquer lugar na Europa, mas de nível claro. A culpa de Portugal estar como está é apenas e só de Alberto João Jardim. É ele o culpado de termos este défice e ele é o grande responsável por todos os cortes, aumentos de impostos, essa medida de incompetentes noutras eras, bem como pelo corte no subsídio de natal, essa medida que se promete a criancinhas na escola que nunca acontecerá. Foi Jardim o culpado, deve dizer a mamã da criança na escola de Vila Franca à sua pequenina que quando vê o tal do senhor na TV pergunta porque mentiu.

 

Santa paciência para as virgens todas ofendidas deste país que não conta com uma empresa de estradas que ultrapassa e muito a dívida da Madeira, que não conta com empresas de transportes falidas, que não conta com uma RTP de rastos e que só absorve dinheiro, que não conta com um sem número de parcerias público-privadas que ninguém fala, mas todos mamam!!! Todos! De PS a PSD. Estão lá todos. Nem somos um País que absorveu esse grande banco BPN. Não. Somos um país onde tudo funciona, onde ninguém gasta mais do que deve. Só mesmo esse tirante do Alberto João Jardim que por incrível que pareça tem uma região desenvolvida e por ser tão chato diz o que pensa.

 

Ora agora um tipo dizer o que pensa que chato que é. E ainda por cima é tão incómodo para o PSD e para o seu actual líder. Tem que ser julgado, condenado e amordaçado. Tem que ser personificado como todo o mal do País.

 

Não concordo que se gaste mais do que se deve, mas no contenente a grande dor de corno é simples: cá gastou-se à grande e à francesa, mas não há nada para mostrar, lá gastou-se à grande e à francesa e há obra para mostrar. Tudo o resto é enorme dor de cotovelo.

 

Metam todos as violas no saco e ponham o País - Continente e Ilhas - a poupar!



uma psicose de Diogo Agostinho às 07:56
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
Porque, obviamente, não há coisas mais importantes para fazer...


A eurodeputada Edite Estrela apresenta na quinta-feira no Parlamento Europeu, em Bruxelas, uma declaração escrita de que é co-autora para promover, junto da ONU, a instituição do 22 de Setembro como Dia Internacional da Rapariga.

A instituição de um Dia Internacional da Rapariga "servirá como base na UE - e não só - para assegurar que as raparigas usufruem do investimento e reconhecimento que merecem como cidadãs e importantes agentes da mudança, a começar pelas suas próprias famílias", disse Edite Estrela, vice-presidente da Comissão Parlamentar para os Direitos das Mulheres e a Igualdade de Género.

 

(...)

 

Os eurodeputados consideram que no centenário da instituição do Dia Internacional da Mulher deve ser apoiada a proposta feita pelo Canadá, na última assembleia geral da ONU, de passar a ser celebrado, a 22 de Setembro, o Dia Internacional da Rapariga.

Diário de Noticias

 

Depois perguntam-me porque gosto de ser "Euro-calmo"... como dizia um grande professor de Economia (João Cesar das Neves): "Estupidez humana: é sempre possível fazer pior do que já se fez, ou se julgava realizavel"!



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 18:24
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Crónicas de um jovem sem futuro (XI)

O TGV foi, desde o início da sua discussão, uma evidente alucinação colectiva, consequência da nossa eterna quest em busca da prosperidade fácil. Vai ser difícil o desmame deste vício, expoente máximo da nossa falta de estratégia nacional. 

 

A ver se me faço entender. Durante quatro anos fomos bombardeados com a propaganda política de que o TGV seria a solução para os nossos males. Ora, esta lógica não é novidade. Esta é exactamente a mesma lógica que, nas últimas três décadas, nos convenceu que as auto-estradas seriam o motor de desenvolvimento da economia e levou a que sejamos hoje o país com o maior número de quilómetros de auto-estrada per capita na Europa. A lógica do TGV tinha, desde o início, premissas que desafiavam a lógica. E nem estou a falar do custo de construção! Estou a falar do custo de manutenção e exploração. Estou a falar do absurdo do preço do bilhete para uma deslocação de Lisboa a Madrid que competiria apenas com o veículo pessoal. Estou a falar do absurdo do argumento de ligação à Europa, quando a competitividade deste meio de transporte tem um alcance, no máximo dos máximos, de 1000km (na prática significa 6h de viagem entre Lisboa e Barcelona!!!!!!!!!!). A ideia de que Portugal ficará fora da ligação à Europa é tão cretina que não resiste ao facto de a linha de alta velocidade espanhola não estar ligada à alta velocidade francesa e os projectos de ligação esbarrarem no facto de os comboios espanhóis não operarem na voltagem usada em França. Que significa isto? Que por muito que a política mova montanhas, ainda não consegue fazer mover os comboios espanhóis a voltagens que não suportam e, portanto, o utente que queira viajar de Lisboa a Paris em alta velocidade, num hipotético futuro, terá sempre que trocar de comboio a meio da viagem.

 

Mas este post é sobre a opção de fundo. A miragem das auto-estradas acabou. O Zé já percebeu que elas lhe dão jeito mas não lhe põem dinheiro no bolso, antes pelo contrário... E com bolsos vazios, não se aproveitam os benefícios das auto-estradas... Então, o espírito de planeamento do grandioso futuro português virou-se para a alta-velocidade. A alta-velocidade é a derradeira necessidade de modernização de infra-estruturas que nos trará a competitividade necessária ao crescimento económico. Diz o Daniel Oliveira que é inevitável para um país que vive do turismo como principal fonte de rendimento! Ora, claro está! Está bom de ver que os mercados de turismo que atraímos, nomeadamente o inglês e alemão virão em barda de TGV para o Algarve, perdendo um dia de férias para cá e outro para lá. Na sua habitual semana de férias, terão todo o gosto em queimar dois dias no agradável conforto do trânsito que lhes custará o equivalente a toda a semana em regime de all inclusive na República Dominicana (já incluindo o preço do charter...). Daniel Oliveira é, no fundo, um dos mais acérrimos defensores da política de betão iniciada por Cavaco Silva na pretensa busca pela prosperidade imediata. Daí não vem mal nenhum, o que não falta aí são cavaquistas. Isto é um vício instalado, e como já disse, o desmame será doloroso.

 

É fundamental, de uma vez por todas, abandonar este modelo de desenvolvimento económico baseado em infra-estrutura de transportes. O TGV não é solução nenhuma para o país. Não é o el dorado do crescimento económico e só contribuirá para que se mantenha o povo iludido que o crescimento económico é algo que não depende do trabalho, competência, esforço e inteligência de cada um. Por cada minuto que se vender a ideia de que o crescimento económico chegará à estação de Oriente a alta-velocidade, um jovem português qualificado e em idade de contribuir para a Segurança Social sairá do país à procura de trabalho. E não, não vão construir linhas de TGV... 



uma psicose de Rui C Pinto às 15:45
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011
O algodão não engana

 

Isto é mudança.

 

Isto é garra.

Isto é força.

Isto não é demagogia nem maria-vai-com-as-outras.

Tem duas grandes características;

Bom senso e seriedade.

Tanta azia que já vai por aí....

 

 

 

O primeiro-ministro e presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, anunciou hoje que não vai participar na campanha do candidato social-democrata Alberto João Jardim às eleições regionais da Madeira de 9 de outubro.

Em entrevista à RTP1, Pedro Passos Coelho considerou que "nas atuais condições, em que foi conhecido pelo país uma situação que é grave e que é irregular, que tem custos de reputação para Portugal, não seria compreensível que o primeiro-ministro fizesse qualquer confusão de caráter partidário e se envolvesse na campanha eleitoral da Madeira".

Passos Coelho acrescentou que "o Governo de Portugal tem de assegurar, em primeiro lugar, que todo o trabalho que vai ser feito e completado de avaliação da real situação da Madeira não será objeto de olhares partidários, mas de olhares de Estado".



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/passos-coelho-anuncia-que-nao-participa-na-campanha-de-jardim=f675233#ixzz1YX80VcDw



uma psicose de jfd às 23:10
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A história em imagens (3)

Ler aqui



uma psicose de jfd às 20:18
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Coisas que deixam o JFD de boca aberta (18)*

* então jfd o povo não era estúpido?

- não sei... estou de boca aberta...

Afinal esta gente gosta deste Governo?

#really?!?!?

 

 

Segunda uma sondagem da Universidade Católica para a Antena 1, RTP, Diário de Notícias e Jornal de Notícias, o PSD continua a liderar as intenções de votos dos portugueses, aumentado, inclusivamente, em relação aos resultados que obteve nas últimas legislativas.

O partido de Passos Coelho está no limiar da maioria absoluta, pelo que, se as eleições se realizassem hoje, os sociais-democratas poderiam formar um Governo maioritário de forma independente, sem a colaboração do CDS-PP.

O PSD tem nesta altura, aponta o estudo, 43 por cento das intenções de voto, em oposição aos 38 % de Junho passado.

O PS continua a ser visto como a principal alternativa governativa, seguindo em segundo lugar, com 33 por cento. Com a eleição de António José Seguro para secretário-geral, os socialistas subiram cinco pontos percentuais: somaram 28 por cento nas legislativas.

O CDS regista a maior queda: de 12 por cento passaram para metade, perdendo seis pontos, e foram ultrapassados pelo PCP, agora com sete por cento das intenções de voto.

O Bloco de Esquerda, de Francisco Louçã, é a escolha de seis por cento dos inquiridos, uma amostra representativa de toda a população.

A oposição só é alternativa credível para 14 por cento dos portugueses, e só 78 por cento dos inquiridos sabem quem é António José Seguro.

 

d'aqui



uma psicose de jfd às 14:49
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