Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011
UV 2011: Dia 2

Porque me candidatei à Universidade de Verão?

 

André Couceiro

19 anos

Marinha Grande

 

Depois de ouvir todos os relatos fantásticos acerca das experiências dos meus amigos em anteriores edições da Universidade de Verão, tornou-se óbvia a minha vontade de participar na melhor formação política do país. Razão principal para me candidatar é a vontade de viver uma semana cheia de troca de experiências e conhecimento, quer por oradores com um vasto percurso académico e profissional, quer pelos colegas alunos que me irão enriquecer a nível cultural, intelectual e, provavelmente, mudar também a maneira de ver o meu futuro.

O facto de 100 jovens de grande potencial, altamente motivados, partilhando a mesma vontade de aprender, travar conhecimentos sobre todas as questões essenciais a nível politico-social ou sobre as suas experiências no associativismo é também um dos principais motivos do meu interesse em integrar esta "nata nacional".
Não pensando que a UV me vai abrir portas num mundo político que me fascina, o essencial é que esta vai ser uma experiência de vida marcante e capaz de mudar a forma como olho para as pessoas que me rodeiam, acabando por me dar uma perspectiva diferente da minha posição global.

 

 

António Roxo

27 anos

Lisboa

 

Na minha opinião, a Universidade de Verão constitui a melhor e mais completa formação política em Portugal e, como tal, a possibilidade de participar deve ser um objectivo de todos os militantes da JSD que pretendam um maior desenvolvimento pessoal e político. Foi com esta vontade de aprender que me inscrevi, uma vez que acredito que para alcançarmos melhores quadros políticos não podemos deixar de apostar na formação.

As expectativas eram grandes quanto a esta semana, uma vez que já conhecia um pouco o espírito UV através de opiniões de antigos alunos. Agora que aqui estou posso confirmar que o convívio é, sem dúvida, uma grande mais-valia da UV. No entanto, o espírito é de tal forma único que só experienciando é que podemos compreender.

Vale de facto a pena participar e deixo aqui um apelo para que todos os jovens militantes não fechem a porta a esta oportunidade única e desafiante.



uma psicose de Paulo Pinheiro às 15:02
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Onde é a Cultura? "Olhe, vire tudo à esquerda e siga pa trás!"

Fui ao Crato, bonita terra do Norte Alentejano, para assistir ao último dia do Festival do Crato que tradicionalmente apresenta um cartaz que chama público de todo o país e fiquei espantada ao saber quais as bandas que tinham actuado em edições anteriores e o que se esperava para essa noite. Não é muito comum que uma vila com 3 mil pessoas apresente Scorpions ou UB40, entre outros cabeças de cartaz que acabam por trazem quase 40 mil pessoas às festas da terra.

 

Em conversa com um autóctone, este disse-me que é o Partido Comunista quem governa os destinos do município desde as últimas eleições autárquicas e que o festival ganhou um pendor mais “alternativo”: Orquestrada, Deolinda, Gotan Project, Gabriel o Pensador, Homens da Luta, Orelha Negra, Amália Hoje, Vitorino…

 

Enfim, isto levou-me a fazer uma viagem mental à minha terra, Almada, onde a Esquerda também faz da Cultura uma coisa sua, mas nem toda a Cultura. Promove-se apenas determinados gostos culturais com os quais nem todos se compatibilizam, uma Cultura supostamente mais “alternativa” ou undergroumd como a própria Esquerda, esquecendo que o fundamental é a oferta variada. O Estado não pode ser dirigista ao ponto de dizer aquilo de que supostamente devemos gostar, mas é sua função proporcionar todo o tipo de ofertas e ensinar às pessoas que podem escolher, que têm essa possibilidade.

 

Dar a cana ou ensinar a pescar?



uma psicose de Beatriz Ferreira às 10:00
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Terça-feira, 30 de Agosto de 2011
Sweet Dreams are made of this...

 

Pois é, nuestros hermanos podem estar próximos de adoptarem o sinal de Stop na sua Constituição. Confusos?

A crise que tem assolado a UE trouxe ao de cima uma questão pertinente: deverão as Constituições europeias impor um limite ao défice das suas respectivas nações?

E se é viável, será que a classe política vai nisso?

 

Este é um problema complexo. De facto, poderá fazer algum sentido impor-se um limite ao défice. Será lógico que a par de terem o direito à educação, à vida, e afins, os cidadãos tenham o direito a não serem prejudicados pela falta de responsabilidade de quem os governa. Existirá um ponto sem retorno a partir do qual os Governos já não poderão gastar sem consequências sérias para os cidadãos, mas será que um limite ao défice, à fixação desse ponto sem retorno, impedirá a degradação das economias? Não será um limite à soberania e à própria democracia?

 

O conceito levanta vários problemas. Quem irá fiscalizar e supervisionar as contas públicas para que os números não sejam adulterados/ultrapassados? Quem e como serão os responsáveis sancionados quando se ultrapassar o valor do défice? E se as contas forem adulteradas, qual será a sanção? Qual será esse valor limite para o défice? Como se fixa? Quais as consequências sociais desta restrição? E quando se estiver próximo do limite, quererá isto dizer que todo o Estado será como que unplugged e parará de funcionar para não gastar?

 

Toda a proposta, por mais louvável que seja, é uma enorme teia de complicações e como todos sabem, as leis, especialmente no nosso país, podem ser facilmente utilizadas ou manipuladas.

 

É verdade que o Congresso de Deputados espanhol aprovou hoje  "tomar em consideração" a alteração do art.º 135º da Constituição para  impor um limite ao défice, com os votos a favor dos maiores partidos (alguns dos pontos mais relevantes da proposta podem ser lidos aqui).

Mas será a proposta aprovada? E no caso afirmativo, qual será o nosso comportamento perante este exemplo?

É que de querer a acontecer adensa-se a distância, principalmente quando se quer que a ideia seja bem concretizada.

 

Conseguirá o sonho tornar-se realidade sem se transformar num pesadelo? É que quando política, economia e direito se combinam o resultado é tudo menos um conto de fadas.

 

 



uma psicose de Essi Silva às 16:59
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They tried to make me go to rehab but I said 'no, no, no'

 

Muitos camaradas, antes e depois das eleições internas, me falaram dessa hipótese. Ainda ontem me ligaram, mas não estou em condições de aceitar dadas as circunstâncias de estar a viver em Coimbra. Não tenho disponibilidade - disse o senhor ao i...

Muito esperto é ele digo eu. Afinal este é o PS de Galamba de Costa de Edite de Seguro & companhia. Todos com amnésia. Todos vindos de uma longa viagem espácio-temporal em que se lhes varreu qualquer coisa da mente. Não sei bem dizer o quê, mas há algo que não bate certo...

 

página * Visão, 26.07.2007



uma psicose de jfd às 12:58
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UV 2011: Dia 1

Mais um grande edição da Universidade de Verão! E claro que o Psicolaranja não podia deixar de sentir o apelo natural de reportar o que acontece nesta grande iniciativa de formação de qualidade de jovens quadros da sociedade e, como tal, a melhor forma é pelo próprio testemunho dos participantes.

Assim, diariamente, dois ou três UVianos escreverão neste blog.


 

 

Daniela Teixeira Serrano

27 anos

Leiria

 

Durante longos meses, dado a especial atenção ao que se ia dizendo sobre a Universidade de Verão, candidatei-me e hoje aqui estou eu…

Apesar de ter consciência da árdua semana de trabalho que me espera, e que teve início há breves instantes, o entusiasmo, a partilha e a perseverança dos que aqui estão, e que também a mim me trouxe, é inigualável.

Tentando corresponder às expectativas, agarrando responsabilidades e correndo todos os riscos que a bom porto certamente nos conduzirão, olho para esta UV 2011 com carácter precursor, ansiando o alcance de respostas para uma situação nacional vulnerável e debilitada que urge por respostas, por desafios e por concretização. 

 

 

Miguel Santos Fernandes

25 anos

Aveiro

 

Começa a Universidade de Verão, levanta-se um novo espírito, uma índole num grupo com mais de 100 jovens que vêm à aventura e à procura de um desafio em que a aprendizagem é o mote principal. Aprender novos conceitos, conviver, partilhar ideias e gerar conhecimento são, nesta semana, tronco comum a todos. 

 

Num local elegante, em plena Serra de S. Mamede, existe a expectativa de envolvência numa dinâmica organizativa diferente e que não deixa qualquer dúvida acerca da sua relevância politica quando se analisa o espólio de pers

onalidades e governantes que marcarão presença e que são capazes de entusiasmar os jovens quadros que partilham os ideais Social Democratas e que aqui marcam presença.

 

Anteriores edições revelam que a criação de cidadãos informados, capazes de informar e de difundir firmemente ideias pelos diversos quadrantes da sociedade são matérias de grande responsabilidade e sobre as quais as directrizes da universidade de verão não descoram esforços.

 

O que se espera da edição de 2011 da Universidade de Verão? Certamente que fiquem muito boas historias para contar...

 




uma psicose de Paulo Pinheiro às 12:28
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Está explicado...

 

Fonte: The Economist (Sim, sim, eu sei, essa revista Anglo-Saxónica Conservadora cheia de Porcos Liberais e Capitalistas ;))

 



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 11:59
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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011
Universidade de Verão 2011

 

Começou há cerca de meia-hora a Universidade de Verão 2011 e a sala está cheia de jovens que mais uma vez prescindiram de uma semana das preciosas férias para participar naquele que é o melhor momento de formação política partidária em Portugal.

 

Em 2003 o PSD era liderado por Durão Barroso e descontente com o modelo de comício/festa que tinha marcado o início dos trabalhos do ano anterior, decidiu que a reentre do partido com mais responsabilidade política na altura, tinha de marcar a diferença e assim nasceu primeira edição da UV.

 

Apostar na formação daqueles que vão marcar com uma existência melhor e mais atenta o Futuro é ser social-democrata. É acreditar no auto-determinismo, no individualismo, na capacidade do ser humano de fazer mais e melhor por si próprio. Parabéns desde já a todos participante por este passo em frente e boa sorte.

 

Programa



uma psicose de Beatriz Ferreira às 18:24
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Ao cuidado do "M12M"

Não participei na "manif da geração à rasca". Não participo. Não gosto nem concordo com as razões. Ainda no sabado tive esta conversa com um grande amigo meu: A atitude da minha geração deprime-me. Até ver este video. Afinal, não estou sozinho na minha opinião.

 

Acho que este video devia ser visto por todos aqueles que vão para a Av. Liberdade protestar em vez de terem atitude e vontade de fazer algo. Que da Geração à rasca se passe para a "Geração desenrascada". Menos protestos, e mais empreendedorismo! Falar é facil... fazer, é mais desafiante!

 

Vejam o video, até que a mensagem esteja na retina. Uma boa dose de realidade!

 



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 10:43
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Sábado, 27 de Agosto de 2011
Animais

Desde 2006 que o número de animais abandonados tem vindo a aumentar, de raça ou rafeiros, em Agosto e em todos os outros meses do ano. Os animais de estimação das famílias portuguesas deixam-no do ser, tornando-se progressivamente bens descartáveis como quase tudo na sociedade moderna.

 

Embora sejamos de espécies diferentes, humanos e cães são ambos animais que vivem nas ruas num ciclo de pobreza inquebrável com meras medidas paliativas. Tal como os homens e mulheres que vivem nas arcadas de Lisboa, também os cães não contam a sua história, não pedem ajuda e lutam por sobreviver à cobardia de quem passa no passeio a que outros chamam casa e olham para o lado. É triste desprezar a vida, seja ela humana ou não.

 

No entanto, a falta de coragem não fica por aqui. Tão atroz é abandonar um amigo de quatro patas como alimenta-lo sem o acolher, prolongando uma vida de maus tratos que se vai desmultiplicar em ninhadas, continuando o ciclo de fome. Alimentar um cão de rua é acender uma luz de esperança e apaga-la novamente. Dar um par de sapatos a um sem abrigo não resolve a sua situação, dar-lhe um abrigo e condições para reconstruir a sua vida e sistema de valores, sim!

 

Na Serra da Arrábida a situação está descontrolada com mais de uma centena de cães já nascidos na serra que por nunca terem tido contacto com humanos, têm comportamentos semelhantes aos dos lobos. A “matilha” cresceu graças à alimentação destes animais por parte de associações e pessoas. Apesar de não terem havido ataques a pessoas, entraram numa quinta, atacaram e comeram sete porcos, por exemplo.

 

Por favor, não deixem que a luz se acenda e apague de seguida. Não alimentem animais de rua. Adoptem-nos, financiem instituições, sejam voluntários e não deixem que este problema de cidadania e saúde pública se perpetue.



uma psicose de Beatriz Ferreira às 16:17
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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
Arte: ganhar ou perder, eis a questão

Miró, um dos autores cujas obras fazem

parte da colecção do Museu Rainha Sofia

 

 

A recente onda de roubos e desaparecimentos de obras de arte indica que o crime está a aumentar. O FBI estima que o crime internacional na arte, que inclui não só roubos como falsificações, atinge já o valor de anual de 6 mil milhões de dólares (cerca de 4 mil milhões de euros), tendo duplicado nos últimos 10 anos.

 

Ora, depois do que se sucedeu no Museu de Haia em 2002, do qual roubaram 6 das mais importantes jóias da coroa portuguesa e as mais valiosas da exposição - um diamante bruto de 135 quilates, o castão de bengala do rei D. José I em ouro e com 387 brilhantes, um anel com um brilhante central de 37,50 quilates, uma gargantilha com 32 brilhantes e um par de alfinetes na forma de trevos - com um valor estimado de 6,2 milhões de euros (que só quatro anos após o furto foram pagos pela seguradora, valor o qual se desconhece no que foi reinvestido pelo anterior Governo), fico na dúvida se deveremos promover o intercâmbio de colecções.

 

E não, não me refiro às colecções de um dos nossos maiores compradores de arte: Teixeira dos Santos, mas do acordo entre o Museu Rainha Sofia e a Fundação Serralves. Estes dois museus passarão a trocar colecções bem como co-produzir exibições. Por mais que esta ideia me agrade, espero bem que o nosso espólio ao andar de um lado para o outro não "evapore"...É que sempre se disse que de Espanha nem bons ventos, nem bons casamentos. ;)

 

De qualquer modo, saúdo a ideia agradavelmente: quanto maior for a adesão, maior será a poupança na exibição das colecções. Incentivar a austeridade é óptimo, tão bom quanto incentivar as possibilidades fantásticas que a cultura e a vida nos dá, mesmo em tempo de crise.



uma psicose de Essi Silva às 22:16
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Das nomeações

Há uma guerra que corre pela internet.

Todos têm opinião.

Este Governo é assim. Transparente. E a transparência tem estes efeitos secundários; qualquer palhaço com acesso à internet tem opinião fora do contexto e fala como que com conhecimento de causa.

Pois a esses palhaços e palhaças eu dou as boas vindas à transparência! Lidem com isso. É assim mesmo. Sabe-se quem está onde, por causa de quem e a que custo para o contribuinte. A única diferença do antigamente é que é público e ao alcance de quem se dá ao trabalho de ler.

É bonito e recomenda-se.

Agora qualquer um pode descontextualizar. Agora que os senhores jornalistas se comportem como qualquer comentarista os bloguista de esquina é que é vergonhoso. Investiguem, contextualizem e tragam noticias de valor acrescentado. Para o resto existimos nós. Os blogueiros, que a ninguém a não ser nós próprios respondemos e que não temos um código deontológico para seguir. Façam mais do que fazem, tenham vergonha na cara.

Agora a mim se há nomeações que me dão vómitos? Claro que há. So what? Dealwith it JFD. É a vida de um mundo em que todos não temos de gostar de todos e que até o mais verme dos vermes terá valor em determinado campo.

Por enquanto estou satisfeito com a prometida transparência. O que estranho é o silêncio do fogo amigo. Aqueles para quem PPC era tudo e mais alguma coisa de mau e que agora fazem vénias. Pessoas sem espinha nem cérebro. Eu já fui oposição, e contribuí para o Partido com o meu descontentamento público. E com muito gosto. Mas detesto gente sem espinha e conivente com aquilo com que não acredita. Valem zero. Como eu gostaria de descobrir a rocha para onde rastejaram...

E mais, este Governo está a superar as expectativas e desafio quem diga o contrário. Com factos. Objectivos, mensuráveis e comparáveis. E que não se chamem João Galamba.



uma psicose de jfd às 22:09
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Da internet e das opiniões

Há quem não compreenda a Internet, os blogs e a liberdade de opinião.

Existem aqueles que a querem controlar, limitar e apenas publicar o que lhes interessa. A si e aos amigos de petiscos e caminhadas.

A esses eu faço um grande manguito. Ainda estamos para perceber o que quer o Facebook com o fim do anonimato na Internet e o que desejam os seus opositores. Mas algo é certo; há quem tenha nascido com a Internet na sua vida e não tenha noção do que é o contrário. E há quem, como eu, que tenha vivido os dois mundos. Sei mais que aqueles? Sim. Pois vi acontecer. Sou melhor que aqueles? Não. Mas sei um pouco mais, pois, repito, vi acontecer. Tenho um voto com mais valor? Não. É assim a democracia. Mas se quem veio depois de mim tiver um pouco de bom senso, lerá o que escrevo com um pouco mais de atenção e terá um pouco mais em conta aquilo que digo. Há o antes e o depois, e para esses afortunados do agora, apenas há o agora. E há que respeitar o cruzamento das gerações. A do antes e a do agora, que julga que sabe tudo. Mas prontos. São como as cerejas... Vêm de todo o lado as opiniões. E muitos não gostam de ser postos em causa, pois nunca vivenciaram tempos em que isso nem era realidade.

Putos e pitas mimados que não fazem ideia do que dizem e do que custou aquilo que agora têm. Sim... tornei-me num daqueles velhos que sempre critiquei. Mas é assim. Lá cantava Phill Collins; é o círculo da vida...



uma psicose de jfd às 20:06
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Quem disse isto? (1)
"Solving
the current crisis will not be possible with eurobonds, and so eurobonds are not
the answer,"


uma psicose de jfd às 20:04
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Ich liebe Geld!

 

 

Ao que parece, os activos financeiros dos alemães no primeiro trimestre do ano, excluindo bens imobiliários, totalizaram 4,824 mil milhões de euros. É o valor mais alto desde 1991.

 

I wonder how.......



uma psicose de Essi Silva às 18:14
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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011
Coligações Modernas

 

Ora, este blog tem tido psicóticos a comentarem reacções a casais modernos. De facto, vivemos tempos novos. Tempos em que os casais são para a frente. Longe vão os tempos em que juntos decidiam o futuro das suas casas. Longe vão os tempos em que existia respeito pela familía do companheiro. Longe vão os tempos em que quando existiam almoços de família se levavam os companheiros, para o avô o receber em sua casa. Longe vão os tempos em que cada um decidia a mulher a dias a contratar ou o jardineiro.

 

Agora pode-se tudo. Viva o individualismo. De facto, vivemos tempos em que é cada um por si não é? Agora pode-se tudo. Vejam bem esse casal moderno que nos governa. Agora podemos ver Portas a criticar Alberto João Jardim na Madeira, podemos ver Passos a nomear Mendes e Menezes para o Conselho de Estado, como uma coisa natural. Podemos até ver decisões de nomeações que "incomodam" os companheiros de coligação.

 

São tempos modernos e para tempos modernos nada melhor que coligações modernas!



uma psicose de Diogo Agostinho às 20:16
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Silly quê?

 

Mais um mês de Agosto que chega ao fim. E que mês! Antes Agosto era considerado um tempo de férias, em que os jornais se agarravam a não notícias para entreter o leitor de cadeirinha na praia.

 

Mas este mês foi diferente. E que diferença. Entre guerras na Líbia, desacatos em Inglaterra e a certeza de que o projecto europeu, já foi mais europeu do que é. Ficámos a saber que essa coisa denominada União Europeia é uma maçada. Ora ter que juntar tanto país e ainda aturar os mordomos (tipo Presidente da Comissão Europeia) só cria problemas. Nada melhor que um encontro a dois. Ele e ela. Juntos a pensarem e decidirem. Ele e ela sem mais ninguém, pois todos os outros ou estão fragilizados ou não interessam para as contas.

 

Sarkozy e Merkel são hoje o expoente de uma liderança fraca em todos os países europeus, sem excepção. E deram um atestado de incompetência enorme a certos cargos e pessoas. Longe vão os tempos em que cherne era apreciado. Agora só mesmo salchichas ou fondue de queijo.



uma psicose de Diogo Agostinho às 20:02
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Tudo o que não se vê, não existe

 

É longa a história da arte homo-erótica. Retratada pelas mais diversas épocas e culturas, dos gregos e seus atletas, heróis e deuses, aos explícitos japoneses, é impossível fazer de conta que a homossexualidade é uma coisa recente.

 

Recentes sim, são os tabus tremendos que a acompanham e a deturpação das histórias e dos mitos da antiguidade.

Há uns tempos li um livro chamado Reis que amaram como Rainhas. Um retrato histórico bastante interessante sobre a homossexualidade ao longo dos tempos. Diz-se que no melhor pano cai a nódoa, e como tal a homossexualidade (que não é de todo uma nódoa mas sim uma característica, tal como é característica minha o meu cabelo dourado-acastanhado) sempre existiu e no seio de todos nós, nos mais variados sectores, nas mais variadas sociedades.

 

Tendo em conta toda esta história da arte homo-erótica e da sua existência ao longo dos tempos, não me afigura portanto, uma explicação para que de modo a  evitar polémica uma companhia de seguros tenha cancelado uma exposição de João Pedro Vale, cuja temática era homossexual. 

 

Para quem já ouviu falar de Provincetown, a exposição não é nada de novo.

Passo a explicar: esta terra nos EUA, é habitada por vários portugueses, celebrando-se com festas N.ª Sr.ª de Fátima, durante as quais podemos entre a animação encontrar várias bandeiras portuguesas suspensas por fios, intervaladas por bandeiras gay.

Naquele lugar, parece que o mundo é todo igual e que tabu é um vocábulo do passado.

 

Mas como não estamos em Provincetown, uma exposição sobre esta é, por cá, um tabu e portanto leva ao seu cancelamento.

Neste país, arte explicitamente erótica não choca ninguém, mas toalhas com stencils a dizer "Legalize Butt Sex" são polémicas.

Enfim, estamos em Portugal, o país no qual directores de semanários ridicularizam os gays e P-town é a Sodoma e Gomorra do séc. XXI.

 

Vá lá que a Vénus de Willendorf já tem alguns aninhos...

 



uma psicose de Essi Silva às 14:01
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O fim de uma era...

Filho de um casal de estudantes de Doutoramento, posto para adopção. Adoptado por uma familia de classe média baixa, o Pai trabalhou para o mandar para a faculdade. Desistiu do curso. Começou a ir às aulas que queria (como Caligrafia), devolvia garrafas para fazer uns trocos e ia a um templo para uma refeição. Tornou-se Budista. Refinou o mau feitio.

 

 

Criou uma Empresa que revolucionou um sector. Foi corrido. Criou mais duas empresas, a última vendida à empresa original. Na altura da compra, a orginal estava destinada a falir. Recuperou-a, voltou a revolucionar 2 sectores e tornou-a numa das 3 empresas mais valiosas do mundo.

 

Ontem, anunciou a sua demissão como CEO. Está a lutar contra um Cancro. Goste-se ou não do homem, das opiniões ou do estilo, fica para a História como um visionário e pioneiro. Steve Jobs partilhou uma rivalidade intensa com Bill Gates (outro homem que, goste-se ou não, foi outro visionário e pioneiro), rivalidade essa que moldou uma industria.

 

 

Veremos como a Apple, a empresa que em 1997 se dizia que ia falir, continuará sem ele. Este será o grande teste ao seu legado: será que a Apple continuará a mesma? 

 



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 12:12
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Desaparecido em combate


uma psicose de Rui C Pinto às 10:32
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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011
Graças a Deus que sei para onde vão os meus impostos

 

...Ou então, mudar de transporte...

 

Não sou a pessoa mais satisfeita por ver os preços dos Transportes Públicos subir.

Não faz sentido, num clima de austeridade, incentivar-se à poupança promovendo o uso do automóvel ao igualar os gastos do uso de transportes públicos com a condução de um automóvel. Sejamos francos: existem demasiadas pessoas a usarem automóvel sem necessidade. 2 anos depois de tirar a carta, não a uso: 15€ ou 30€ de passe não conseguem equiparar-se aos gastos de estacionamento, combustível, seguro, impostos, etecetera.

 

Mas agora, talvez já valha a pena, especialmente depois de perceber para onde vão os meus, os nossos, impostos.

É que se é verdade que uso os transportes públicos de Lisboa, do país, para me deslocar sem grandes custos e com alguma satisfação (fora queixas sobre limitações de horários e afins), até porque tenho uma consciência ecológica que colegas meus que se deslocam num trajecto de 15 min. de transporte de autocarro ou metro não têm, não gosto nada de ser tomada por parva.

 

Andar de comboio para os meus spots de férias já se tornou um hábito. Porto ou Algarve, a primeira escolha, quando vou sozinha ou se justifica, é sem dúvida o Alfa-pendular/Inter-cidades. Para o Algarve, sou obrigada a complementar com uma viagem no velhote Regional, que até tem alguma piada.

 

Coisa sem piada nenhuma sucede-se quando me apercebo que das 6 pessoas na carruagem que saíram do Alfa em Tunes, a única pessoa com bilhete do Regional até ao seu destino sou eu. E porquê? Porque embora o maquinista se faça acompanhar de um funcionário, este não está autorizado a cobrar ou rever bilhetes. Conclusão: à noite 0 revisores.

Injusto e MUITO perigoso, como é óbvio, a situação não é agradável. É que os prejuízos da CP saem duplamente do meu bolso - versão bilhete mais caro e versão imposto.

 

O cocktail misturado, é ainda menos agradável: depois de uma reclamação no ano passado, a CM de Portimão continua a não sinalizar bem a estação (à qual tanto deve) e o local, com um ar abandonado, mal-frequentado e iluminado e sem transportes públicos por perto (taxis, nem vê-los) deixa ainda mais a desejar (na passada semana na pensão que fazia esquina com o largo da estação até um homem foi baleado com uma caçadeira).

 

Se é para isto que vão os meus impostos, então mais vale fechar a linha de comboios, deitar mais dióxido de carbono para o ar e ir de popó (ou então ir na Rede Expresso - mais fiável e segundo parece, mais lucrativa - para além de ficar mais perto do destino final).



uma psicose de Essi Silva às 18:52
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Da opinião ao insulto numa lição

Ele há jornalistas, cronistas, opinadores, comentadores, e o mais que para aí anda que opina como quem relata e relata como quem opina. Nesse magote de gente sem fim há os honestos, os sérios, os inteligentes, os mordazes, os cretinos, os imbecis, e o mais que para aí anda que comenta como quem analisa e analisa como quem comenta. 

 

Há espíritos ilumiados, atormentados, torcidos e tolhidos e há as almas abençoadas, penadas e as perdidas. Ele há isto tudo e um par de botas mais. Depois, há as bestas.



uma psicose de Rui C Pinto às 16:30
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Para a Geração à Rasca, with love

 

O video inspira, não inspira? Mas a realidade não acompanha... Há que mudar o mundo, meus caros amigos, e não gritar para fazer parte dele...



uma psicose de Rui C Pinto às 14:21
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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011
Para os geeks, with love
A simetria é um conceito muito curioso e preponderante em ciência, sobretudo em Matemática, e que tem assumido relevância em todos os domínios científicos, nomeadamente através de um outro conceito dele decorrente: a quiralidade. De forma simplista, um objecto é quiral quando não é sobreponível com a sua imagem no espelho. Um caso simples de quiralidade está nas nossas mãos: a mão esquerda representa a imagem no espelho da mão direita. Por muito que tente rodar a sua mão esquerda não conseguirá sobrepô-la à direita, porque elas são a imagem no espelho uma da outra. Então, as mãos são enantiomorfos (formas opostas, do grego enantio=oposto; morfos=formas). Se um objecto é quiral, possui sempre dois enantiomorfos.
Em química e biologia a quiralidade é fundamental: toda a bioquímica da vida é quiral. Uma molécula desempenha a sua regular função na célula mas o seu enanteómero (a sua molécula oposta) não só não possui actividade como muitas vezes causa danos graves ao funcionamento da célula. Este facto levou a que a teoria evolutiva assumisse a quiralidade como uma etapa evolutiva anterior à própria célula.
Este conceito tem sido aplicado aos desenvolvimentos recentes do modelo quântico, onde se fala de quiralidade e helicidade das partículas que constituem o átomo. De facto, o próprio electrão é hoje considerado quiral e possui um enantiomorfo de carga oposta de nome anti-electrão sendo as partículas discriminadas pela natureza. Esta transversalidade do conceito de quiralidade não é surpreendente na medida em que parece ser uma consequência geométrica. Porém, não deixa de ser curioso que toda a acção humana e a sua capacidade intelectual tenda a construir conceitos quirais resultando o seu regular processo de decisão da consciente selecção entre os seus enantiomorfos. Não deixa de ser interessante questionar se a inteligência humana é, ou não, quiral. 


uma psicose de Rui C Pinto às 16:25
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
Mais educação, menos sistema

Neste post do André Azevedo Alves tropecei na evidente prova de ineficácia do nosso sistema educativo: 

Este é apenas um caso e nenhuma realidade demasiado complexa dele deve ser extrapolada, tanto mais que este caso particular representa, por extremo, a incapacidade do sistema educativo lidar com o insucesso escolar. É muito fácil manifestar o choque com a óbvia incapacidade desta criança frequentar o 8º ano de escolaridade, mas não nos deve chocar menos perceber que o actual sistema é incapaz de gerar uma solução para esta criança. É fácil defender que este aluno deveria ter sido reprovado ano após ano e possivelmente frequentar a 2ª ou 3ª classe, mas será muito difícil defender que essa solução serviria o seu interesse. É evidente que esta criança não tem lugar no sistema e, prova disso, a única solução é excluí-la, promovendo a sua transição até que conclua a escolaridade obrigatória.
Este caso obrigou-me a recuperar uma entrevista de Isabel Alçada, à época Ministra da Educação, que considerei provocadora mas que trouxe, corajosamente, à discussão todo o modelo educativo. Vale a pena rever: 

É utópico ambicionar o fim dos chumbos? Não, utópico parece defender o chumbo como benefício à progressão do aluno. O argumento mais comum de quem rejeita a ideia do fim dos chumbos é o de que promoveria o facilitismo. Ora, o facilitismo é a única solução que o sistema actual dispõe para ajudar os alunos com insucesso escolar a concluir a escolaridade obrigatória. As famílias sabem-no. Um aluno com insucesso que reprove duas ou três vezes vê imediatamente facilitada a progressão até completar a escolaridade obrigatória, porque a sua frequência no sistema introduz ineficiência. 

É inevitável, a prazo, que se assuma a retenção como último recurso e apenas em casos onde há apoio por parte da família à semelhança do que já é feito lá fora. Este é o primeiro passo no combate ao facilitismo e às progressões administrativas. Mas não chega: o sistema terá necessariamente que evoluir da simples avaliação de conteúdos para a formação cívica e a aquisição de competências. Esta necessidade é muito reclamada no Ensino Superior onde os professores se queixam repetidamente da indisciplina dos alunos, das suas graves dificuldades em lógica e oratória.

 

O sistema de ensino actual é ineficaz. Limita-se a dar às crianças, durante 12 anos, conteúdos que muitas vezes lhes vêem a servir pouca utilidade. Por outro lado, não há qualquer esforço na sua educação para a vida em sociedade, para a integração cívica, para a prática de desportos ou hábitos preventivos de saúde, para fomentar a sua capacidade de expressão. Muito menos serve de aferição de competências na medida em que a única competência avaliada é a capacidade de memorização, como provou o aumento imediato das faltas como consequência da introdução das provas de recuperação. Perante a possibilidade de ver as suas faltas justificadas mediante a aprovação em exame de conteúdos, não surpreende que muitos desistam de frequentar as aulas, tanto mais que todos sabemos que uma franca percentagem de alunos recorre a explicações para colmatar as suas necessidades educativas.

O sistema actual não tem soluções para o insucesso e por isso investe num sistema penalizador, ainda que muitas vezes não se pergunte se essas penalizações servem de correctivo ou antes incentivo... 



uma psicose de Rui C Pinto às 15:45
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Domingo, 21 de Agosto de 2011
Desprezível.... de facto!


uma psicose de jfd às 18:49
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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011
Pobres agências de rating vitimas de tanta incompreensão mundial... (2)

In what is being characterized as nothing more than a confluence of events, The New York Times is reporting that the U.S. Department of Justice (DOJ) is conducting an investigation of the Standard & Poor’s ratings agency. The investigation ostensibly pre-dates S&P’s lowering of the country’s credit rating from AAA to AA+, a move which engendered a firestorm of criticism, highlighted by the Treasury Department’s contention that the downgrade was the result of a $2 trillion accounting error. S&P acknowledged the error, but downgraded America’s credit rating anyway, citing Washington’s inability to find $4 trillion in deficit reduction over ten years as the primary reason for the change.(...)

 



uma psicose de jfd às 21:24
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Republicanos na América (21?)*

*a sua reacção viaFox & amigos....

 



uma psicose de jfd às 20:48
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Olha que bem!

O Papa deixou hoje recados aos Professores Universitários e aos Mestres...

 

 

Tantos Académicos que dão aulas que poderiam fazer uso destas sábias palavras!

Ouvi com especial gosto. 100000% de acordo!

 

“Havemos de considerar que a verdade em si mesma está para além do nosso alcance. Podemos procurá-la e aproximar-nos dela, mas não possuí-la totalmente; antes, é ela que nos possui a nós e estimula. Na actividade intelectual e docente, a humildade é também uma virtude indispensável, pois protege da vaidade que fecha o acesso à verdade. Não devemos atrair os estudantes para nós mesmos, mas encaminhá-los para essa verdade que todos procuramos. Nisto vos ajudará o Senhor, que vos propõe ser simples e eficazes como o sal, ou como a lâmpada que dá luz sem fazer ruído”

 

“Encarecidamente vos exorto a não perderdes jamais tal sensibilidade e encanto pela verdade, a não esquecerdes que o ensino não é uma simples transmissão de conteúdos, mas uma formação de jovens a quem deveis compreender e amar, em quem deveis suscitar aquela sede de verdade que possuem no mais fundo de si mesmos e aquele anseio de superação. Sede para eles estímulo e fortaleza”

 

“Como se sabe, quando a mera utilidade e o pragmatismo imediato se erigem como critério principal, os danos podem ser dramáticos: desde os abusos duma ciência que não reconhece limites para além de si mesma, até ao totalitarismo político que se reanima facilmente quando é eliminada toda a referência superior ao mero cálculo de poder. Ao invés, a genuína ideia de universidade é que nos preserva precisamente desta visão reducionista e distorcida do humano”

 

(...)



uma psicose de jfd às 14:29
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Like!

Devo ser o único descrente na minha católica família.
Não sou religioso, mas respeito profundamente as crenças dos outros.
É por isso que me curvo respeitosamente, e com uma ponta de emoção, perante as jornadas Mundiais de Juventude.
Jovens, vindos de todo o Mundo, elevam-se com a sua fé, vibram com o contacto com outros jovens, partilham experiências e exaltam de forma saudável o homem que representa na Terra a sua fé.
Há tipos que não vão a casa do vizinho manifestar o mínimo sentimento e esta rapaziada viajou milhares de quilómetros para saudar o seu líder espiritual.
Sem perturbar ninguém, apenas espalhando a boa vontade.

Posso fazer um "gosto"?



uma psicose de Paulo Colaço às 00:45
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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011
Rock me Amadeus!

Um artigo de José Jorge Letria no Público de hoje chamado "A cultura é sempre serviço público" dá conta do anúncio de Miguel Relvas da avaliação do modelo de serviço público da comunicação social. O título é explicativo do conteúdo.

 

Qual o fim de uma política cultural que é pouco popular, em várias acepções da palavra?

 

Vivemos numa nação de futebol, que muitas glórias nos traz (vejam a nossa 'Geração Coragem', entre outros), e o futebol nos dá muitos retornos (também financeiros) sobre o investimento que nele se faz. No entanto, interesses que são comuns e de massas são, por natureza, comerciais e sem necessidade de subvenções públicas directas ou indirectas.

 

No entanto - e há que dizê-lo sem medo - há que subsidiar o pouco popular. Acima de tudo, há que subsidiá-lo porque é pouco popular, mas ainda assim é importante. A questão de porque é importante é simples - já a resposta é complexa.

 

A importância de subsidiar a nossa herança cultural (lato sensu, se quiserem, mas não necessariamente) deve-se ao grande teor educativo que têm, às histórias que nos conta sobre quem fomos e quem somos(déjà vu), e cuja preservação não pode (nem deve) estar sujeita aos caprichos da cultura de massas.

 

"Ce qu'elle [la culture] doit conquérir pour créer son type d'homme exemplaire et modeler son nouveau passé, c'est la présence, en elle, de toutes les formes d'art, d'amour, de grandeur et de pensée qui, au cours des millénaires, ont successivement permis à l'homme d'être moins esclave" - André Malraux


:
: Spice Girls - Wannabe

uma psicose de José Pedro Salgado às 16:05
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Terça-feira, 16 de Agosto de 2011
Ron Paul no seu melhor!

Ron Paul soma e segue. Depois de ter ficado a 1% de vencer a "Straw Poll" em Iowa e de ter recolhido uma boa maquia no último trimestre, está a lançar uma campanha convencional forte e com muitas melhores hipóteses que na última campanha. Com dinheiro e votos vem quase tudo... excepto talvez projecção devida nos media controlados pelo "establishment"...

 

Assim, deixo aqui 3 vídeos:

 

1. O vídeo Oficial da Campanha

(O vídeo refere-se a este estudo que dá Paul e Obama muito próximos)

(Desculpem mas não resisti: esta referência ao mesmo estudo tem uma foto do Obama demais)

 

2. A sua aparição no apresentador mais "Libertarian" da televisão americana

 

 

E já agora uma provocação: Jack Cafferty a arriscar o emprego! (estavam os outros a fazer o servicinho do costume de ocultar a votação do Ron Paul e...)

Um dia destes é convidado a sair da "isenta" CNN ;)



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 23:33
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Segunda-feira, 15 de Agosto de 2011
Parabéns ao Dólar!

O Dólar como hoje o conhecemos faz 40 Anos.

Foi no Domingo, 15 de Agosto de 1971 que o Presidente Nixon tornou o Dólar Americano na moeda fiduciária que é hoje. Ou seja: até aí, o número de Dólares impressos dependia do Ouro detido em Fort Knox; a partir daí, depende apenas da vontade do Presidente da Reserva Federal Americana.

Este facilitismo levou o Dólar a perder algum valor, mais concretamente  98% (1/35 de Onça para 1/1800), isto enquanto continua a ser o valor de referência para a maioria das pessoas - e mesmo dos investigadores - a nível mundial.

 

Preços. Para ilustrar melhor a diferença entre hoje e 1971, ficam alguns preços de 1971 neste site:

Average Cost of new house: $25,250.00
Average Income per year: $10,600.00
Cost of a gallon of Gas: 40 cents
Datsun 1200 Sports Coupe: $1,866.00
United States postage Stamp: 8 cents

Preços que já não se usam, convenhamos.

E como subiram menos que 50x mostram também como desceu o nível de vida das pessoas e como há potencial inflacionista actualmente no sistema.

 

Comparação. Comparativamente com outras moedas fiduciárias geralmente mais estáveis, fica aqui um gráfico com base em 1971:

 

Crescimento da Base Monetária. Cada vez há mais Dólares. Creio que não é preciso ser economista para saber que quando há muito mais de algo, o valor cai...

 

Futuro. Voltaire disse "Paper money eventually returns to its intrinsic value - zero.". O Dólar até agora aguentou 40 anos. É verdade sue teve uma crise de Adolescência: em 1980 só se aguentou porque Volker colocou a taxa de juro acima de 21% (!) para aguentar o Dólar. Assim, ficam as perguntas:

1 - Qual será a taxa de juro necessária para combater as pressões inflacionistas criadas por uma tão grande expansão da Base Monetária? E qual a taxa necessária para conter também o regresso dos Dólares detidos por outros países para reservas e que estes poderão "devolver" se percepcionarem uma perda de valor da divisa?

2 - Haverá vontade política para impor essa taxa?

3 - Haverá capacidade económico-financeira para aguentar essa taxa?

4 - Chegará o Dólar aos 50?



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 21:07
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TGV 2.0

  

Nesta reportagem da CNN o comboio de alta velocidade Espanhol é identificado como o motivo pelo desenvolvimento recente da cidade de Valencia e como tendo afastado companhias de aviação como a Ryanair, alegadamente através da competição.

 

É isto verdade?

 

Seria Lisboa o mesmo modelo?

 

 

 

http://edition.cnn.com/video/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+rss%2Fcnn_freevideo+%28RSS%3A+Video%29#/video/business/2011/07/11/fc.valencia.high.speed.rail.cnn


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uma psicose de Miguel Nunes Silva às 18:31
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Sábado, 13 de Agosto de 2011
Defendendo os indefensáveis!

Sinto a obrigação de ser o thought-provoking aqui do blog. Num blog cheio de "sociais democratas", "socialistas", socialistas e outright comunists, tem de ser.

Salva-se quem neste blog? O Gui e o Salgado?!?

 

Assim, e para vos dar acesso a material ultra-liberal para vos deixar estupefactos, tenho hoje uma leitura recomendada do mais liberal da escola liberal: o anarco-capitalista Walter BLOCK.

 

Para sintetizar a defesa dos "indefensáveis", ele escreveu o livro "Defendendo os Indefensáveis".

Sendo ele o enfant terrible do Instituto Mises, é óbvio que o livro está disponível para download no site do mesmo, com a apresentação AQUI e o livro em pdf AQUI (o Instituto Mises não acredita na Propriedade Intelectual).

 

Neste livro podem ver como ele defende:

- A prostituta

- O homem que vive à custa daquela

- O porco chauvinista

- O traficante de drogas

- O consumidor de drogas

- O chantagista

- O caluniador

- O anunciante

- Quem grita fogo na multidão

- O taxista cigano

- O polícia desonesto

- O falsificador (ramo privado...)

- O avarento

- O herdeiro

- O agiota

- O não-contribuinte para caridades

- O dono de prédios em ruínas

- O vendedor em guetos

- O Especulador

- O Importador

- O intermediário

- O lucrador

- O patrão porco capitalista

- O empregador de crianças

E diversos outros que não vou traduzir e que só visto.

 

Estão também no YouTube. Por exemplo o sobre o Especulador está AQUI. Se querem os ficheiros MP3, peçam-me ou baixem do iTunes.

 

 

NOTA: Eu sou Liberal, não Ultra-Liberal. Ouço isto por gostar do estilo provocador do Block e não por concordar palavra por palavra. Concordo com diversos capítulos (por exemplo, o do especulador) mas não com o livro inteiro, pelo que se me quiserem atacar a mim pessoalmente, perguntem primeiro se concordo com este ou aquele capítulo. a menos que queiram criticar por criticar. Aí façam o que vos apetecer até ao limite em que vos possa meter um processo judicial. Que entrem os trolls para criticar o post!



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:59
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Adivinhem quem vai voltar? Oh behave ;)



uma psicose de jfd às 15:51
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Sexta-feira, 12 de Agosto de 2011
Entende quem quer.
 


uma psicose de jfd às 21:29
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Crónicas de um jovem sem futuro (IX)

Há momentos que funcionam como cataclismo das nossas almas. E o que por aí vai de almas torcidas... Danadas pelo torcer! A violência dos últimos dias nas Brandoas, Odivelas e Pontinhas de Londres foi um desses momentos. É como se, subitamente, vissemos em imagens um qualquer espelho de uma realidade provável que nos pertence a todos. 

 

Ninguém fica indiferente a tais imagens de violência e destruição irracional. Há como perceber tais acontecimentos? Haverá muitas leituras. Tanto mais, que de entre tantos revoltados haverá poucos que se unam numa mesma motivação. E se o Luis Naves tem razão quando acusa a visão burguesa do Hugo Mendes, tem menos razão ao ler nas chamas de Londres o cataclismo anunciado da perda de valores da sociedade contemporânea, tanto mais quando lê nesta perda de valores a rebeldia perante a pobreza. Ahhhh... A pobreza digna e altiva retratada pela Casa Portuguesa de Amália... 

 

Há ainda uma esquerda que não sossega a euforia. No 5dias apela-se mesmo à violência e o ridículo pode ser sintetizado na comparação de Cameron a Mubarak. Ler a violência que se viveu nos subúrbios de Londres com a benevolência de revolta social já é um ultraje, compará-la às revoltas nos países do Magreb é demente! Não há revolta social no manifestar de frustrações consumistas de quem na sua maioria vive de contribuições sociais. Muito menos lhes pode ser desculpada a violência. Já há por ai muita esquerda a antecipar revoltas contra o capitalismo quando aqueles jovens o que mais anseiam é tomar parte dele... E de entre todas as leituras mais e menos eloquentes, esta mulher sintetiza em poucas palavras tanta verdade... 

As palavras desta mulher são o desabafo de quem, sentindo que há muito por reclamar, vê apenas injustiça numa destruição sem causa. Sejamos verdadeiros.

 

Há, no ocidente, razão para protesto, não vale a pena desviar a cara. A mobilidade social é cada vez mais difícil, o fosso entre ricos e pobres aumenta sem que os pobres aumentem o rendimento (tough luck, Tatcher!), e há cada vez mais pessoas que não partilham os benefícios do capitalismo. Estas premissas constituem um manifesto político que agregará muita da insatisfação que se vive no Ocidente e que será multiplicado pelos efeitos da austeridade que viveremos durante os próximos anos. Mas os efeitos da acção violenta dos jovens que pilharam os suburbios londrinos não reclamam estas ideias. Naqueles protestos participaram crianças desde os 11 anos!!! a jovens adultos com vinte e poucos anos. Os alvos das pilhagens foram ténis de marca, plasmas e consolas de jogos. Mas são homens! Não são leões nem jacarés, como teoriza o Helder Ferreira. São homens, imputáveis pelos seus crimes, não são bestas despersonalizadas sem lugar na ordem social pela escolha da barbárie e que lhes vede a convivência na polis... Já não há muros gregos para onde se possam exilar estas bestas invejosas, que vivem nas cidades próximas, num link que nos faz chegar o Ricardo Campelo de Magalhães. É claro que vivem em cidades próximas. Essas bestas somos nós. Nós tivemos Virgílio Ferreira, we should know better... 



uma psicose de Rui C Pinto às 15:21
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Contra os ladrões marchar marchar!!!!

Four European countries are banning the short selling of stocks in their markets to try to halt the precipitous plunge in value of troubled European banks, a step that some experts say could intensify fears and ratchet up risks of another financial crisis.

Belgium, France, Italy and Spain have decided to impose a temporary ban on short selling, beginning on Friday, according to a statement from the European Securities and Markets Authority released Thursday evening, after markets had closed

 





uma psicose de jfd às 01:14
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Coisas que deixam o JFD de boca aberta (15)

Londres está a estudar um bloqueio do sistema de redes sociais, como o ‘Twitter’ ou ‘Blackberry Messenger’ em alturas de distúrbios civis.



uma psicose de jfd às 00:45
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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011
6

Quantas Onças de Ouro tenho de pagar uma réplica do Índice de Dow Jones?

Ouro = 1800 USD, Dow = 10800 USD. Dividindo dá 6.

 

Era 40 quando George Warlord Bush entrou.

Depois de 8 anos de gastos em segurança social para particulares (Medicare - Part D & No Child Left Behind) e empresas (bailouts) e segurança militar (2 guerras, expansão das bases no estrangeiro e diversos programas de desenvolvimento de programas) passou a 10.

Ou seja, em 8 anos o índice perdeu 75%, quando medido em algo com valor e que ninguém pode imprimir à vontadinha.

 

Com Barack "Saint" Obama passou de 10 (duh, foi a seguir ao anterior) para 6.

Depois de 3 anos de gastos em segurança social para particulares (Obamacare) e empresas (mais bailouts e os kiwi ou QE's) e segurança militar (continuação das 2 guerras, uma terceira guerra e expansão das bases no estrangeiro) perdeu 40%.

 

Na minha Tese de Mestrado eu previ esta evolução. Muitos acharam improvável mas para mim sempre foi uma questão de tempo.

Se Bush passou de 40 a 20 e de 20 a 10, acho Obama perfeitamente capaz de destruir a economia o suficiente para passar a 5.

Só falta 1.



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 23:30
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