Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011
A feira da ladra socialista

 

 

Desde que o actual Governo de José Sócrates tomou posse no final de 2009 já criou nada mais, nada menos que 42 grupos de trabalho, 20 comissões, dois conselhos, dois grupos consultivos, uma coordenação nacional, um observatório e uma estrutura de missão!

 

Segundo notícia do jornal Público, tratam-se de grupos de trabalho que se sobrepõe a comissões e por sua vez de comissões que se justapõem a outras... Surpreendentemente a maioria dos despachos é omissa quanto aos custos remuneratórios e logísticos destas comissões. 

 

Afinal quem paga é sempre o contribuinte. Haverá melhor negócio?!



uma psicose de Catarina Rocha Ferreira às 19:41
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‘Going Native’

 

Esta expressão inglesa é oriunda da antropologia. Ela descreve o modo como os cientistas a fazerem trabalho de campo correm o risco de experimentarem empatia com os povos estudados e sucumbirem à socialização com nativos. É um risco real mas mais um limite à velha máxima científica de ‘observação sem interferência’. Em Portugal Venceslau de Morais é um bom exemplo deste problema e uma das principais razões por detrás da obrigação de rotatividade dos cargos diplomáticos.

 

Hollywood e várias correntes liberais têm-se mostrado muito nostálgicas por povos não ocidentais e pré-modernos. Em películas como ‘A Missão’, ‘Danças com Lobos’, ‘O Último Samurai’, ‘Avatar’ ou ‘Rabbit-Proof Fence’, os povos nativos são mostrados como indivíduos oprimidos e inocentes face à barbárie coercivamente modernizadora dos povos ocidentais. É no fundo o velho símbolo do ‘bom selvagem’.

 

É também graças a esta perspectiva que uma boa parte das nossas sociedades olham para as revoltas pelo mundo fora como algo a celebrar. Representam um pós-modernismo saudosista da era pré-industrialização, uma possibilidade de catarse pelo colonialismo esclavagista ocidental e derradeiramente uma promessa de união fraternal global guiada por valores universais, i.e. liberdade – e unilateralmente para o ocidente – individual e jusnaturalista.

 

Claro que se há algo que une a espécie humana é a sua dualidade ética: em ‘Danças com Lobos’ é o homem branco que chacina os búfalos da América do norte mas mostrar todas as espécies erradicadas pelos ameríndios ou as florestas queimadas pelo Aborígenes já não interessa, muito tem o homem branco a aprender com as culturas rurais e espirituais (vínculo claro mas contraditório entre o abstraccionismo das práticas religiosas animistas e o do New Age anti-vitoriano e anti-patriarcal) mas nunca mostrar os aspectos mais reprováveis do feudalismo japonês retrógrado.

 

Se estes filmes ajudam à melhor compreensão de acontecimentos e sociedades que escapam à narrativa superficial dos nossos dias, eles também possuem um lado detrimental. Afinal não é como se a História possa ser alterada e apreender os acontecimentos actuais como uma oportunidade de redenção nada mais é que ingenuidade. É de espantar o quanto o discurso anti-ocidental do chamado ‘sul’ tem eco nas sociedades europeias. Mas é contra-producente aceitar culpa por eventos históricos fruto de gerações anteriores ou iludirmo-nos com a tola esperança de que só nós fomos responsáveis por fenómenos negativos e que a nossa culpabilização levará à coexistência pacífica com estes povos.

 

Quer seja Lula a propósito das mudanças climáticas, Erdogan em relação à Palestina ou Joaquim Chissano falando de colonialismo, é importante aceitarmos que a História continuará. Ela continuará apesar da preeminência Americana mas também apesar do passado Europeu – dificilmente todo ele negativo.

 

Compreendamos assim que a solidariedade com outros povos não deve ser um bem intrínseco mas sim uma prerrogativa baseada nos méritos e interesses de cada circunstância. 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 16:12
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Qual o preço da factura energética das "novas escolas"?

 

O Programa de Modernização do Parque Escolar destinado às escolas de ensino secundário, tem como objectivos recuperar e modernizar os edifícios, tornar as escolas num espaço aberto à comunidade e criar um sistema de gestão dos edifícios eficaz.

Hoje, já com 75 escolas intervencionadas, de norte a sul do País, encontramos maior conforto, melhores acessos e equipamentos de vanguarda tecnológica, como quadros interactivos e computadores. Tudo em nome da modernidade e de um ensino de qualidade.

Quem não se recorda de notícias de jovens que para frequentar as aulas tinham de estar de casaco e luvas para aguentarem o frio dentro da escola. Mas agora isso faz parte do passado, pelo menos isso é o prometido!

Após alguns meses de funcionamento dessas "novas escolas", um outro problema se levanta relativamente aos reais custos operacionais. Com orçamentos cada vez mais reduzidos, será que as escolas vão conseguir suportar o aumento da factura de energia? Será que as soluções adoptadas são realmente as mais eficazes? Numa altura que tanto se fala em eficiência energética, será que de facto essa preocupação esteve sempre presente na reformulação das "novas escolas"?

 

 

 

gominhas

 

Esperemos de não ter de voltar aos casacos e às luvas! (",)



uma psicose de Sandra Gomes às 12:15
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Nem todos conseguem ser corruptos

 

"Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos NévoaO tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha os poderes necessários para responder ao pedido. Ou seja, foi oferecido um suborno, mas a um destinatário inadequado. E, para o tribunal,  quem tenta corromper a pessoa errada não é corrupto - é só parvo. A sentença, infelizmente, não esclarece se o raciocínio é válido para outros crimes: se, por exemplo, quem tenta assassinar a pessoa errada não é assassino, mas apenas incompetente; ou se quem tenta assaltar o banco errado não é ladrão, mas sim distraído. Neste último caso a prática de irregularidades é extraordinariamente difícil, uma vez que mesmo quem assalta o banco certo só é ladrão se não for administrador.
O hipotético suborno de Domingos Névoa estava ferido de irregularidade, e por isso não podia aspirar a receber o nobre título de suborno. O que se passou foi, no fundo, umailegalidade ilegal. O que, surpreendentemente, é legal. Significa isto que, em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer. É preciso saber fazer as coisas bem feitas e seguir a tramitação apropriada. Não é acto que se pratique à balda, caso contrário o tribunal rejeita as pretensões do candidato. "Tenha paciência", dizem os juízes. "Tente outra vez. Isto não é corrupção que se apresente."
 

 

By Ricardo Araújo Pereira



uma psicose de Diogo Agostinho às 07:55
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Democratas na América (2)

 

 

Ainda a publicar clássicos de Democratas na América.

Este clip de 16 segundos é o clássico dos clássicos: um democrata diz que quando estamos quase em bancarrota a solução é... gastar cada vez mais.

Faz sentido :P

 

 

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 01:09
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Domingo, 27 de Fevereiro de 2011
Tugas são os outros

 

 

 

Muitas vezes me pergunto se os meus compatriotas alguma vez intervalam a sua resignação confortável aos sintomas do que identificam como o fado português da desgraça e de merecermos os políticos que temos para ler as notícias do que se passa no resto do mundo.

 

Algo corre mal, gritamos "é o país que temos", "só em Portugal". Levantamos os braços aos céus e bradamos maldições ao povo pequenino estúpido e ignorante que somos.

 

Peguem num jornal, vão à internet, pesquisem um bocadinho e comecem a mandar mails: há muita gente em muitos países nesse mundo fora que vão ficar chocados quando souberem que são portugueses.

 

Mesmo tentando assumir uma postura de vistas largas - de quem não tem dúvida nenhuma que os mesmos lamentos ecoam por todo o mundo nos mais diversos idiomas - devo dizer que são os de Portugal que me inquietam. Inquietam-me porque por cada suspiro e grunhido de frustração antes de ir para o café contar quem foi que grunhiu mais hoje, são impulsos de acção (diria mesmo de reacção, mas no bom sentido) que se perdem.

 

Acima de tudo inquietam-me porque, de facto, é o país que temos e, como dizia a senhora do Matinal, se nós não gostarmos dele, quem gostará.


:
: a do Zé Estebes, claro está

uma psicose de José Pedro Salgado às 20:17
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... e a caravana passa.

PSL continua na sua. Ainda ontem no Expresso lia-se como Rui Rio seria a melhor pessoa para liderar o PSD neste momento, e como é culpa da liderança os números que estão reflectidos em sondagens. Alguma coisa deve-me estar a escapar pois não foi isso que vi na semana que passou.

Quanto a Rui Rio, gostaria muito de saber qual a sua reacção a este apadrinhamento do nosso ex Primeiro-Ministro. Eu bem que procuro mas não encontro. Terá sido encomendado? Estará PSL a criar um novo Marcelo (aquele que deveria ser mas que depois nunca vai lá)? Acredito piamente que Santana tenha fé em Rio. Aliás já houve fé antigamente, mas foi Ferreira Leite quem deu o corpo às balas correcto?

É bom acreditar e dizer em boa voz em quem se acredita. PSL faz bem em ser claro e público. Sabemos assim o que podemos esperar dele ao contrário de outros no partido que a fazem pela calada.

 

 

Eu também o sou. E este líder é o correcto para o momento correcto e com as opções correctas.

Sabe gerir os seus momentos. Sabe falar para o país. Sabe ter calma. Sabe estar. E mais que tudo sabe que não vamos lá com ódios ou rancores de morte ao "inimigo".

Santana e outros podem e devem falar, mas a actual liderança está bem, recomenda-se e tem mais em que pensar.

 

Exemplos temos todos os dias... Enquanto ontem o Primeiro-Ministro estava numa de Calimero:

 

(...)José Sócrates, que falava na qualidade de secretário-geral do PS, afirmou sábado que qualquer crise política “deitaria por terra” o esforço dos portugueses para defender a economia e acusou a direita de querer impor uma “agenda ideológica contra o Estado”.

Sublinhando que Portugal “só terá sucesso se tiver estabilidade política”, Sócrates insistiu na tese de que “qualquer crise política prejudicaria a economia e o país.(...)

 

Pedro Passos Coelho ainda há pouco assim respondeu:

 

(...)“A estabilidade é um instrumento e será avaliada e avalizada na medida dos resultados que se proporcionarem. Se a estabilidade servir para agravar os problemas, então a estabilidade em si deixa de ser útil”, salientou.

O líder social-democrata afirmou mesmo que o seu partido tem sido “uma âncora de estabilidade” no país e lembrou que, até hoje, nenhuma medida que o Governo tivesse considerado decisiva deixou de ser adotada porque o PSD não aceitou.

Deixem-me dizer àqueles que de repente parecem ter descoberto que a estabilidade é um valor supremo, de que ela vale de muito pouco se nós não resolvermos os problemas e não formos à raiz dos problemas”, salientou.(...)



uma psicose de jfd às 17:44
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Sábado, 26 de Fevereiro de 2011
"Portugal é líder dos países moderadamente inovadores"

 

Adivinhem quem disse... 



uma psicose de Rui C Pinto às 18:48
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Ela que morra, que eu estou cheio de fome.

Uma ambulância do INEM que estava em serviço de urgência a uma idosa foi obrigada a abandonar a rua onde se encontrava para deixar passar o carro do ministro da Justiça. O caso, já foi confirmado pelo INEM, aconteceu na passada quinta-feira, por volta das 12h30. Um elemento da PSP, que faz a segurança do ministro da Justiça, Alberto Martins, ordenou que a ambulância fosse retirada do local para o carro do ministro passar



uma psicose de nunodc às 18:28
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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
Democratas na América (1 de oo)

 

 

 

Um pedido que me fizeram numa troca de e-mails entre psicóticos deu-me uma ideia para o meu 1º Post sobre os "Democratas" Estado-unidenses: a anedota do Michael Moore e a sua "percepção" (eu sei, ele não cumpre todos os requisitos para a palavra ;) ) sobre a Saúde em Cuba.

 

Se quiserem saber mais, fica aqui o link para o programa da semana seguinte:

http://www.youtube.com/watch?v=kf3MtjMBWx4&playnext=1&list=PLBE5D807711EB06B3

Ah, e já sabem: Don't shoot the Messenger. Eu limito-me a rir, eu não coloco palavras na boca dele, ele faz isso sozinho 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 22:12
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Principais Importadores de Petróleo Líbio

 

http://www.economist.com/blogs/dailychart/2011/02/libyan_oil

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 20:46
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Também querem saber quantas vezes vou à WC?
 
A ideia já estava prevista no programa Simplex, mas só no dia 25 de Janeiro a Agência para a Modernização Administrativa (AMA) lançou um concurso público para encontrar uma «solução tecnológica de certificação dos atributos profissionais com Cartão do Cidadão». O valor do concurso é de 600 mil euros.
 
(...)
 
E são dados alguns exemplos, explicando que alguém pode ser identificado como gestor público, com «o respectivo papel/competência, instituição e responsabilidades» ou como administrador de uma empresa privada, sendo identificado como «sócio, gerente, responsável financeiro ou responsável de Recursos Humanos».
 
 
Sendo curto e grosso: O Estado já está metido o suficiente na minha vida (e já desamparava a loja em alguns campos) e não tem nada que saber e catalogar a minha informação pessoal ou profissional num documento oficial, ou gastar 600 mil euros dos meus impostos numa "solução tecnológica" para voyerismo profissional!
 
Só faltava quantas vezes me levanto para beber um café ou se fumo ou não, ou o que como ao pequeno almoço, não? Também me parece uma informação fundamental para constar no Cartão do Cidadão!
 
Não espero outra coisa do PSD senão levantar esta questão e perguntar se estes senhores estão loucos...


uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 15:11
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Já consultou o seu médico homeopata?

A homeopatia conheceu nos últimos dias uma verdadeira exposição mediática, em grande parte, motivada pelo movimento internacional 10:23, que pretende alertar a sociedade para a falta de sustentação científica de uma industria que cresce e já movimenta milhões de euros a vender açúcar. 

 

Muitos tendem a relativizar o assunto. Porém, o assunto é sério. Primeiro, porque anda por aí quem se defenda diplomado em homeopatia, sem que haja qualquer instituição superior em Portugal que leccione tais matérias. Segundo, porque os medicamentos homeopáticos invadiram o mercado e estão nas prateleiras de farmácias e para-farmácias ao lado de outros medicamentos. Terceiro, porque muitas pessoas, desconhecendo o que é a homeopatia ou as suas terapêuticas, optam pelo medicamento homeopático julgando tratar-se apenas de outra marca. Sintetizando, porque existe um esquema fraudulento montado que reclama cursos universitários que não existem e vendem produtos certificados em teorias de ficção científica em farmácias. 

 

Eu não venho defender que não devam ser usadas estas ou aquelas terapêuticas, por serem cientificamente menos válidas ou por preconceito intelectual. Não. Julgo que as pessoas têm o direito a escolher. Tem todo o direito a procurar a consulta de medicinas alternativas como as medicinas tradicionais chinesas, ou até de procurar as ciências ocultas, vulgos bruxos, feiticeiros, curandeiros, etc.. O que defendo é a clara separação entre ciência e oculto. Imagine que chega a um hospital e tem, no serviço de urgência, um médico devidamente credenciado, um curandeiro de iemanjá, e o bruxo Alexandrino. Que lhe parece a ideia de ser atendido aleatoriamente por qualquer um deles? É mais ou menos o que se passa quando vai à farmácia e tem, lado a lado, na prateleira o Cêgripe e o Oscillococcinum. A diferença é relevante: o primeiro contém 500mg de paracetamol e o segundo eventuais vestígios de extracto de fígado de pato.

 

Para quem não conhece os princípios da Homeopatia, é importante que saiba a técnica que lhe está subjacente: é uma ciência que se baseia no conceito de memória da água; isto é, imagine que dissolve uma aspirina num garrafão de água. O princípio homeopático defende que se agitar esse garrafão de água durante um determinado tempo, a água que estava no garrafão, por efeito do contacto com as moléculas de ácido acetil salicílico, aprendem o seu comportamento terapêutico, pelo que, basta beber umas gotas de água desse garrafão para que o efeito da aspirina ocorra. Menos mal seria se a homeopatia utilizasse fármacos que conhecemos... Porém, a verdade é que se optar pelo medicamento homeopático para os sintomas gripais (pode fazer download da bula aqui), numa dose de 1g de medicamento estará a tomar 0,01ml de uma solução diluída de extracto de Anas barbariae hepatis et cordis, vulgo fígado de pato, sacarose e lactose, vulgo açúcar. Portanto, da próxima vez que sentir sintomas gripais, opte por um foie gras à Guérande e use açúcar no café. 



uma psicose de Rui C Pinto às 09:58
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Não conheço insulto suficiente para chamar a quem ataca estes guardas

 

A sociedade criou as prisões para enjaular aqueles com quem não queria conviver.

Para impedir fugas, criou os guardas-prisionais.

Para dar força aos guardas, deu-lhes bastões e armas.

Entretanto, começou a dar direitos estranhos aos presos, como poderem gerir o “negócio” por telemóvel.

Hoje é melhor ser preso que guarda-prisional.

 

Correndo o risco de parecer uma besta sem coração ou um hooligan medieval, pergunto: como chegámos ao ponto de ir atrás de um guarda que cumpriu com escrupuloso profissionalismo e sentido de autoridade o seu dever?

 

Usou uma arma da ficção científica?

Sim, usou.

Preferiam que tivesse usado balas a sério?

Cartuchos de borracha?

Ou de látex?

Ou rebuçados peitorais do Dr. Bayard?

 

Não conheço o texto exacto deste relatório europeu mas suspeito que não usaria as suas páginas sequer para forrar o meu caixote do lixo...



uma psicose de Paulo Colaço às 04:02
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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
Tudo do avesso

 

É dever do Estado garantir uma escola pública, só que...

...quase metade das escolas privadas existentes são apoiadas, embora cada aluno subsidiado (até 50%) custe menos ao Estado que um aluno na escola pública e a vantagem é que têm um acompanhamento maior.

 

Porque é que uns (não estamos a falar de gestores) têm direito a educação melhor e outros não?

 

Como seria se todas as escolas fossem privadas e fossem os alunos a serem subsidiados e não as escolas?

 

 

 



uma psicose de Essi Silva às 21:48
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Crónicas de um jovem sem futuro (III)

Diz que vai haver uma manifestação no dia 12 de Março por parte de uma geração enrascada. É, de facto, uma geração de jovens enrascados que têm todos os motivos para ir para a rua. Para mostrarem que existem. Para que o país saiba que estes jovens, para além de beber uns copos e fumar umas ganzas no Bairro Alto, existem, sentem as suas aspirações frustradas, são politizáveis, e consequentemente, são actores desta sociedade, fazem parte dela, e não são apenas aqueles miúdos alheados e irresponsáveis de que são frequentemente rotulados. 

 

Enganam-se os senhores doutores opinantes e botadores de opinião, nos jornais, nas tv's, nos blogues e redes sociais... Não, caríssimos! Não se trata da geração morangos com açúcar! Tenham tino! Percebem tanto do Portugal em que vivem como da Líbia do Khadafi, e opinam sobre ambas com douta e reverente ligeireza. Ouçam lá, ó Pacheco, ó Sousa Tavares, ó Pulido Valente, não é a geração morangos com açúcar, bolas! É a geração Riscos!! Se ao menos soubessem como é grande a diferença...

 

E eu, que sempre pedi a revolução, vou ficar em casa. Esta não é a minha manifestação. A minha revolução é mais dura. Esta é a manifestação dos desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal, que protestam pelo direito ao emprego e pelo direito à educação; pela melhoria das condições de trabalho e o fim da precariedade; pelo reconhecimento das qualificações, competência e experiência, espelhado em salários e contratos dignos.

 

Este é o protesto de uma geração que quer partilhar das fatias do bolo. O meu protesto é mais dramático e exige mais consequências. Eu não peço um contracto para a vida e o fim da precariedade dos contractos a termo. Eu peço é que aqueles que os têm os deixem de ter para que eu possa competir com eles. Eu não peço um salário mais elevado e um contracto digno, como reconhecimento das minhas qualificações, mas que sejam todos avaliados pelo seu mérito e capacidade de trabalho tenham eles os graus académicos que tiverem, sejam gordos ou magros. Eu reivindico um mercado de trabalho que permita a um jovem, que apostou na qualificação, dar provas de competência e de capacidade de trabalho. Um mercado de trabalho onde o salário é função da produtividade e da mais valia do trabalhador. Um mercado de trabalho que potencie perspectivas de progressão nos salários e nas responsabilidades em função do mérito e da competência.

 

Isto é o mesmo que dizer: eu, ao contrário destes jovens que vão marchar no dia 12, não quero que o meu chefe me dê a assinar um contracto de trabalho para a vida com salário tabelado à categoria de licenciado e carreira tipificada em meia dúzia de escalões de progressão mediante bom comportamento. Eu quero que me seja dada a oportunidade de provar que tenho muito mais competências do que o meu chefe e que não só mereço o lugar dele como o mereço com um melhor salário. A quem vai marchar no dia 12 eu digo: se é para fazer parte do sistema que marcham, marcham por pouco! O que vocês reivindicam não é uma solução, é fazer parte do problema.



uma psicose de Rui C Pinto às 11:19
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Diz-me com quem andas...

Após os comentários de Santana Lopes sobre a liderança do actual Presidente do PSD, quando se referiu ao pensamento dos portugueses, apareceram logo dois acérrimos defensores a terreiro. E quem foram e o que disseram?

 

 

António Nogueira Leite: "É sempre curioso quase divertido ouvir Santana Lopes tecer considerações sobre a capacidade de alguém ser ou não primeiro ministro"

 

e Luís Filipe Menezes: "Há coisas que não são para levar a sério".

 

Deixem-me ver se entendi. Portanto o ex-Secretário de Estado do pior Governo do País, sim o Governo do Eng. Guterres, que tem uma moral enorme em Finanças, manda esta curiosidade, interrogo-me eu, como é curioso ter esse senhor como conselheiro do Partido e por outro temos o Presidente-foguete que zigue-zagueou de um lado para o outro como referencial de seriedade?

 

Sim. Acho que entendi!



uma psicose de Diogo Agostinho às 07:41
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1º Post

 

 

No meu 1º Post aqui no Psico, fica um vídeo histórico sobre o meu político preferido na actualidade.

Serve assim este vídeo para me conhecerem um bocado e saberem o que esperar no futuro.

Espero que apreciem e que comentem, para eu saber o que pensam deste senhor e do que ele representa.

 



uma psicose de Ricardo Campelo de Magalhães às 00:28
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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
Aposto que o país recuperava imediatamente da crise assim

 

Governo açoriano quer aplicar coimas aos pais que não se envolvam na educação

 

Esse dinheiro dava sempre jeito para pagar as viagens a Paris da deputada do PS.

Ou para Sócrates comprar uns sapatos novos na Prada!

 



uma psicose de Essi Silva às 23:49
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Bem-vindos Sandra e Ricardo

                               

 

Venho hoje anunciar-vos duas novas contratações psicóticas! São eles Sandra Gomes e Ricardo Campelo de Magalhães. Duas pessoas que já tinham sido psicoconvidadas e que se juntam a nós nesta psicose saudável.

 

Sejam muito bem-vindos a esta agora vossa casa!



uma psicose de Diogo Agostinho às 19:10
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E Tudo o Vento Levou

 

 

 

Se há algo que esta crise no mundo Árabe prova, é que decididamente muito de aquilo que os media apelidam de ‘comunidade internacional’ é na verdade ‘comunidade ocidental’. A cobertura tem sido lamentável com uma clara parcialidade por parte dos jornalistas ocidentais e mesmo dos Árabes, que oriundos das classes altas e médias altas, educados em universidades ocidentais – ou com currículos ocidentais – tomam claramente o partido dos manifestantes.

 

 

Mas não nos enganemos, se as revoluções são muito populares no mundo árabe, isso deve-se não só às elites mas também aos preconceitos da dita ‘rua Árabe’. A rua Árabe é anti-americana, terceiro-mundista em política externa e mesmo antisemita. A irem em frente estas revoluções trarão regimes muito ambíguos em relação ao ocidente se não mesmo antagonistas.

 

No caso do Egipto por exemplo, as elites capitalistas que defendem a revolução fazem-no por interesse próprio pois querem que a economia Egípcia seja menos aberta. As empresas nacionais que o regime favoreceu e cultivou durante muito tempo cresceram ao ponto em que o investimento directo estrangeiro se tornou uma ameaça para o corporativismo doméstico.

Igualmente importante: as elites ‘liberais’ que neste momento apelam ao derrube dos regimes são as mesmas que se aliam aos Europeus de esquerda no anti-americanismo anti-globalização. São os descendentes dos Nasseritas que impulsionaram o Movimento dos Não-Alinhados ou a Liga Árabe – instituições que toleraram os maiores massacres da Guerra Fria mas sobretudo os maiores ataques aos interesses e valores do Ocidente. Afinal, não é a Al-Jazeera anti-Israel e anti-EUA?

 

Quem olhar para o mapa político da Europa observará que os governos de esquerda se acumulam no sul da Europa (Portugal, Espanha, Grécia). Isto não é aleatório já que o espectro político pende mais para a esquerda nos países mediterrânicos. Pessoalmente já pude observar o horror nos olhos dos estrangeiros a quem conto que comunistas e trotskistas dominam 1/5 do parlamento. Se no sul da Europa isto é tão patente, que dizer do sul do Mediterrâneo?

Evidentemente cada caso é um caso: se a revolução resultasse na Líbia, provavelmente o novo regime seria muito mais favorável ao ocidente, a crise na Jordânia não estará tão relacionada com as elites capitalistas.

 

Mas aquilo que é crucial compreender é que os regimes que resultarão destas revoluções serão muito menos favoráveis ao ocidente. Tal como as independências Árabes do pós-guerra nacionalizaram o petróleo e levaram o mundo Árabe para uma maior proximidade com o bloco soviético, também agora os Iranianos esfregam as mãos por verem os regimes que mantinham uma estabilidade pró Ocidental caírem. Não quer dizer que amanhã haja regimes islâmicos favoráveis a Teerão no poder. Mas significa sim que serão mais compreensíveis para com a República Islâmica. É muito claro que com os ditadores irá também o paradigma estratégico que nos favorecia até agora.

 

As alternativas estão a oriente. A Rússia tenta há uma década influenciar o abastecimento energético da Europa. Fê-lo a leste – mérito de Putin – e as companhias Russas persistem em continuar a mesma política no norte de África (ver Gazprom na Argélia por exemplo).

Ora é espectável que as elites terceiro-mundistas, isolacionistas e anti-Americanas prossigam as boas relações comerciais com os interesses Americanos e Europeus? É óbvio que não. E que dizer dos contractos das indústrias de defesa ou da preferência financeira das elites? Será de esperar que estas elites privilegiem ou tratem justamente os países que apoiaram os regimes prévios? A alternativa em matéria de armamento continua a ser a Ásia. O mesmo se pode dizer da moeda de referência.

 

A Turquia é um bom exemplo – até porque a sua população é mais educada e menos vulnerável ao populismo. Mesmo a Turquia, com um governo islâmico acabou por cair numa ambiguidade ocidentofóbica. É membro da NATO mas mantém exercícios militares com a China. Quer entrar para a UE mas oferece apoio à Líbia e ao Irão. Permite o projecto Europeu de pipeline Nabucco mas também o South-Stream Russo – em concorrência um com o outro.

 

Quando será que o Ocidente compreenderá que num mundo cada vez mais competitivo e multipolar não se pode dar ao luxo de perder aliados e que a democracia não traz compatibilidade estratégica mas sim frequentemente o contrário? Quando nos deixaremos do ridículo de servirmos de claque a eventos que beneficiarão todos menos nós?

 

Fechem o guarda-chuva - não dêem cobertura aos nossos rivais - ou deixem-se levar pelo temporal…



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 15:51
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Money makes TV go round...

Portugal já tem uma nova classe de estrelas pagas a peso de oiro. Totalmente desfasadas da realidade do país e do contributo que dão para o mesmo. Tal e qual as estrelas do maravilhoso e produtivo futebol. Sãs as estrelas da TV. A última que brilha numa transferência maravilhosa neste nosso agitado mundo dos média, em que fantasticamente os privados continuam a competir com o Estado é José Alberto Carvalho. Sai precisamente do Estado para a TVI. Que pena que tenho dele. Quanto a este maravilhoso e borbulhante mundo em que as moscas são sempre as mesmas, quem me explica; what's up with all the hype? Transferências milionárias, manequins feitos cantores feitos actores que depois de uma novela com contractos de exclusividade? Terceiro mundismo! É um novo-riquismo que me faz espécie e que só me indica que infelizmente não caminhamos para um futuro de jeito no que toca a ter por quem aspirar...

 

 



uma psicose de jfd às 14:05
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O Criador.

 

 

Já há 13 histórias como a de Celeste e Paloma em Portugal, onde uma mulher doa os óvulos e a outra é inseminada e cumpre o período de gravidez. O método, chamado ROPA (recepção de ovócitos da parceira), requer também a fertilização do óvulo de uma das companheiras com esperma de um dador.

Apesar de ser um grande defensor de taxas de natalidade elevadas, não posso deixar de sentir-me incomodado com esta notícia. Os avanços tecnológicos e científicos são maravilhosos, mas haverá certamente um limite ético a toda esta experimentação com seres humanos? Ir buscar os óvulos a uma, inserir na outra e utilizar esperma de um qualquer dador, resultando numa maravilhosa criança, tudo a troco de 4000EUR?

Não só não estou confortável com a adopção por parte de casais gay, como vejo todos os meus limites de tolerância a serem testados com este tipo de casos. Não sendo uma pessoa particularmente religiosa, não posso deixar de opor-me à ideia do Homem enquanto criador e enquanto utilizador e manipulador de todos os processos que se querem naturais. E, se isso não me incomoda particularmente quando estamos a falar de marcas de champô, revolta-me quando se fala de vidas humanas, o mais precioso bem no nosso pequeno mundo.

 



uma psicose de nunodc às 10:22
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Shhhhhhiiiiiiiiiuuu!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SIC Notícias suspende Plano Inclinado de Mário Crespo

 Será que é desta que silenciaram a dupla pessimista/miserabilista (segundo alguns)?



uma psicose de Essi Silva às 00:28
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E como hoje foi o dia psicótico por Khadaffi


"Eu não sou Presidente, sou o guia da revolução"


"Não vou deixar esta terra, morrerei aqui como um mártir"

 

 

Pois, és o guia da revolução porque a abafas com os teus tiros.

E morrerás como mártir sim, mas só depois de teres martirizado uns quantos milhares.



uma psicose de Essi Silva às 00:15
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Do cúmulo do corporativismo...

Revolta nos países árabes benéfica para turismo nacional, por Luis Patrão, presidente do Turismo de Portugal. 



uma psicose de Rui C Pinto às 00:14
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Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011
Muammar Qaddafi, Mo'ammar Gadhafi, Muammar Kaddafi, Muammar Qadhafi, Moammar El Kadhafi, Muammar Gadafi, Mu'ammar al-Qadafi, Moamer El Kazzafi, Moamar al-Gaddafi, Mu'ammar Al Qathafi, Muammar Al Qathafi,Mo'ammar el-Gadhafi,Moamar El Kadhafi...

...Muammar al-Qadhafi, Mu'ammar al-Qadhdhafi, Mu'ammar Qadafi, Moamar Gaddafi, Mu'ammar Qadhdhafi, Muammar Khaddafi, Muammar al-Khaddafi, Mu'amar al-Kadafi, Muammar Ghaddafy, Muammar Ghadafi, Muammar Ghaddafi, Muamar Kaddafi, Muammar Quathafi, Muammar Gheddafi, Muamar Al-Kaddafi, Moammar Khadafy, Moammar Qudhafi, Mu'ammar al-Qaddafi, ou Mulazim Awwal Mu'ammar Muhammad Abu Minyar al-Qadhafi?

 

Já dizia o inglês, que não é o nome da rosa que lhe dá o cheiro.

 

Para mim, prefiro o que dizia o americano: "Khaddafi is spelled with an H and two D's and isn't a seven-letter word for anything."


:
: Radar Kadafi - 40º Graus à Sombra

uma psicose de José Pedro Salgado às 22:36
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Um novo Iraque?

 

A Líbia está a viver momentos dramáticos, com anúncios de guerra civil. Os avisos vêm do regime, que parece querer assustar a comunidade internacional com a queima do petróleo, mas o risco é sério, e vai além dos destinos da família Gaddafi.

 

Que Líbia resultará desta revolta? Os receios de uma guerra étnica são alarmantes. Um país instável e sem governo ao Sul do Mediterrâneo e com fronteira com outro problema grave: Sudão. Este é um derradeiro desafio à política externa europeia. Perante a situação da Líbia, a revolta egípcia foi um passeio alegre.



uma psicose de Rui C Pinto às 13:19
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Custa não custa?

 

"Estão a falar demais", quem o diz é o actual Presidente do PSD. Custa não é verdade? Imagine então se existissem plataformas de reflexão. O que não faltaria...Pois!

 



uma psicose de Diogo Agostinho às 07:55
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Democracias no Médio Oriente (2)

 

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 00:15
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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011
A história em imagens (3)

Infelizmente da Líbia não chegam imagens como do Egipto e da Tunísia...

Mas algo é certo; nunca mais será como foi.

 

Libya Protests

Article - Lamen Qaddafi



uma psicose de jfd às 23:24
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Democracias no Médio Oriente (1)

JERUSALEM — Renowned British novelist Ian McEwan accepted an Israeli literary prize in Jerusalem Sunday with harsh criticism of Jewish settlements in the West Bank, after British writers called on the author to stay home because of Israel's policies toward Palestinians.

At an acceptance ceremony for the Jerusalem Prize, McEwan praised Israel's technological and artistic advances but asked, "Where is Israel's political creativity?"

The novelist rebuked the "nihilism" of the Islamic militant Hamas, which has called for the destruction of Israel and has fired rockets from the Gaza Strip into Israeli towns. He also criticized Israel with the same term, saying "it is nihilism to make a long-term prison camp of the Gaza Strip." (...)

 

Realmente, é verdadeiramente preocupante pensar o que farão certos países com a sua democracia prestes a desabrochar...

Espero que não sigam maus exemplos.



uma psicose de jfd às 23:16
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Cenários

Passos diz que sociais-democratas que insistem em falar em crise política "falam demais"



uma psicose de Paulo Colaço às 21:48
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Como tirar partido da Política Económica

 

Esta conferência tem como Orador o nosso psico-amigo Ricardo Campelo de Magalhães e promete desvendar "como tirar partido da Política Económica". Fica a sugestão para quem pretender dar um saltinho ao Porto na próxima quinta-feira, dia 24 de Fevereiro. Inscrições aqui.



uma psicose de Catarina Rocha Ferreira às 18:00
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E fica tudo dito!

 

 

"Os processos de transição democrática nestes países são muito mais complexos do que uma simples leitura ideológica em torno da democracia e dos direitos humanos: há factores muito mais complexos que devem ser ponderados pela UE. Esta é sem dúvida a situação mais complexa, mais perigosa e mais difícil com que a Europa se confronta desde o fim do império soviético, provavelmente desde o fim da Segunda Guerra Mundial e não podemos encarar esta situação com ligeireza, e com clichés. Temos que encarar esta situação com muito realismo face à dimensão dos problemas que temos pela frente nos próximos meses e nos próximos anos".



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 13:30
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A GNR não jura a Constituição?

O meu estimado Primeiro-Ministro visitou Murça, essa terra que me deu raízes no interior transmontano. Uma vila pacata e ordeira que, como todas as outras vilas esquecidas no interior, se aprimoram para receber o poder... Dada a serrana prostração perante o poder, não são admissíveis manchas sonoras ou visuais que incomodem o visitante, pelo que, prontificou-se a GNR de Murça a terminar com os protestos que se faziam ouvir - com uma aparelhagem - por parte de um movimento cívico de contestação às portagens nas SCUT, alegando "excesso de ruído junto a uma escola".

 

 

 

Quando é que os partidos da esfera da governação começam a exigir às forças de segurança deste país que cumpram o juramento que fazem à Constituição? Este fenómeno é um dos mais evidentes abusos do Estado aos cidadãos e mostra a imbecilidade de umas forças de segurança aspirantes a polícias políticas...



uma psicose de Rui C Pinto às 10:32
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Domingo, 20 de Fevereiro de 2011
Israel não quis, não quer nem parece querer a paz...

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1765394

 

Basta ouvir.



uma psicose de jfd às 15:30
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Efeito dominó? Mas que disparate de lunáticos liberais!!!!

BEIJING – Jittery Chinese authorities wary of any domestic dissent staged a concerted show of force Sunday to squelch a mysterious online call for a "Jasmine Revolution" apparently modeled after pro-democracy demonstrations sweeping the Middle East. (...)

 

(...)Centenas de polícias protegiam os principais edifícios governamentais na capital albanesa onde, para além das quatro vítimas, dezenas manifestantes e polícias foram feridos nos confrontos de 21 de janeiro.

O Partido Socialista (PSA), que tem liderado os protestos, exige que o primeiro-ministro conservador Sali Berisha convoque eleições antecipadas, devido às alegações de corrupção e de fraude eleitoral nas eleições gerais de 2009.(...)

 

Em jeito de brincadeira escrevi isto aos meus colegas psicóticos... Mas a brincar a brincar;

 

 

Obama, como Deus terreno e representativo de toda a mudança que o mundo verá desde a sua tomada de posse, tomará as medidas certas que culminarão num mundo justo e pacífico em que todos teremos pão, água e telhado.
Os passaros cantarão as flores desabrocharam e os povos unidos, serão felizes
 
O Nobel é que tinha razão... e a história o selará para sempre.!!!!
 
Mordam a língua sempre que se riram daquele nobel da paz!!!!!!
 
jfd, yes we can



uma psicose de jfd às 15:16
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Passos para o Futuro (18)

Tivesse eu o dom da edição de vídeo e faria uma compilação de declarações de Socas sobre jornais & afins... Seria bonito...

Mas foi com prazer que ouvi as declarações de Pedro Passos Coelho sobre o comentário do Primeiro-Ministro acerca da notícia avançada pelo Expresso sobre as contas do Estado que serão divulgadas amanhã. Exclamei para quem estava comigo "Como estou em sintonia com este homem!".

Sócrates é Mestre em lidar e manipular os média. É genial não posso ser sério e dizer o contrário... O discurso que proferiu ao inaugurar um lar de idosos na Moimenta foi lindo. Quase que chorava, ele e eu! Até a jornalista da TSF caiu na esparrela anunciando um Primeiro-Ministro emocionado. Toda a check list do manual da correcta comunicação política foi seguida. Tem um bom coach. Tem um tremendo efeito!!!!!!! 20 valores. Pena que isso de mais não serve que cobertura de um bolo que por dentro está podre cheio de vermes rosa e ratos sedentos de poder e injustas regalias.

Como combater um oponente com tamanha mestria e domínio? E que ainda por cima continua na mó de cima no que toca a sondagens?

Sendo sério. Consequente e continuando a manter o treino de fundo que é necessário para levar este país a bom porto. Acreditem que é isto que faz o PSD. O Governo faz campanha, o PSD pensa no futuro com olhos no presente. É tão simples, porque não o vê o povo? E mais ainda, porque não se revêem nisto alguns companheiros???

Valha-nos Deus por este PSD que temos neste momento importante da nossa história.



uma psicose de jfd às 14:43
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O que é meu é meu, o que é teu é meu. Socialismo amigo! Viva!

Armando Vara lançou o caos num centro de saúde de Lisboa nesta quinta-feira. O ex-ministro socialista entrou no centro, passou à frente de todos os outros utentes e exigiu a uma médica que lhe passasse um atestado rapidamente porque tinha de apanhar um avião, avança a TVI.

Perante a indignação dos que assistiam a toda a situação, um dos doentes apresentou mesmo uma reclamação no centro. A directora do centro de saúde disse à TVI que o centro não tem culpa do «abuso» de Armando Vara e que a responsabilidade é toda do próprio que irrompeu pelo consultório da médica sem respeitar os restantes doentes.

«O senhor Armando Vara entrou aí como qualquer utente e passou à frente de toda a gente. Entrou no gabinete da médica sem avisar e sem que a médica percebesse que não estava na sua vez. Foi uma situação de abuso absolutamente inconfundível», respondeu à TVI a directora, Manuela Peleteiro.

SOL

 

 

   *para quem teima em não entender a profundidade do post basta ler a notícia copiada do SAPO relacionando com o super inteligente título e a uma perfeita escolha de imagem. É simples!

** vem aí o túnel!!!



uma psicose de jfd às 01:55
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