Terça-feira, 30 de Novembro de 2010
Foi você que ainda não subscreveu?

Subscreva a candidatura de Anibal Cavaco Silva à Presidência da República.

 



uma psicose de Paulo Colaço às 18:24
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Como o tempo passa...

 

 

 

Fez a noite passada 6 anos que assistimos ao maior golpe político vivido desde o 25 de Abril. Foi há 6 anos que o na altura Presidente da República Jorge Sampaio, em nome do regular funcionamento das instituições portuguesas acabou com um Governo de Maioria Parlamentar, composto em coligação entre PSD e CDS.

 

Hoje, com a devida distância ficam lições que devemos retirar. O PSD depois de um regabofe de Guterres assumiu a governação do País com muita esperança. Era a chegada das gerações que tinham entre 40 e 50 anos ao poder. Estavam no ponto. Durão Barroso e Paulo Portas entenderam-se e criaram um Governo de qualidade. Porém, as oportunidades surgiram e aconteceu o que todos sabem. É inevitável hoje pensar que Pedro Santana Lopes deveria ter ido a eleições assim que Durão Barroso foi embora.

 

Mas, a bem de um bem que tantos falam (estabilidade) aguentou-se um Governo que substitui um Primeiro-Ministro. Um Governo que começou com um Presidente da República a dar recados logo na tomada de posse. Um Governo que sofreu das frustações de um comentador domingueiro, pois era demais que dois jovens por ele "criados" (Durão e Santana) chegassem onde ele sempre ambicionou e nunca chegou, bem como da brilhante gestão de carreira que o não político, mais político deste país fez, para tirar da carteira as moedas furadas. Um Governo que ficou fragilizado pela saída de um Ministro do Desporto, o úlitmo da hierarquia, (imaginar que nestes 6 anos, a moeda furada virou 3 Ministros de Estado, andou com Ministros aos corninhos e a passearem de camelos no deserto).

 

A isto junta-se a dose de cinzentismo e dificuldade que certos sectores da nossa sociedade têm, de aceitar pessoas diferentes. Sim, pessoas diferentes no estilo, na forma e sobretudo no conteúdo. Pessoas corajosas e com desprendimento total. Pessoas que cheguem realmente às pessoas. Pessoas que não entrem na lógica da pirâmide, em que tudo deve estar no lugar certo. Pessoas com garra e vontade de realmente fazer. Independentemente de falharem ou não. Pessoas humanas, sem viverem de tabus, de aparições mediáticas, de política de plástico. Pessoas realmente apaixonantes e apaixonadas pela missão que é estar na política.

 

Ninguém aqui é perfeito, mas olhando para o que foram estes 6 anos, o que dizer deste desastre de país? O que dizer desta moeda furada que nos Governa? O tempo e a história contam. Atrás de mim virá, quem de mim bom fará! Acho que está, infelizmente, na cara de todos!



uma psicose de Diogo Agostinho às 15:57
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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010
Incompatibilidades

Passos Coelho falou aos jovens militantes após a eleição do novo líder da JSD

 

Ontem foram dados passos na Revisão Estatutária da JSD. Venho referir-me a uma proposta que passou, mas na minha sincera opinião deveria ser mais radical:

 

6. 

É incompatível o exercício simultâneo por mais de 90 dias do cargo de Presidente de dois ou

mais órgãos executivos da JSD de diferente nível territorial.

7.

É incompatível o exercício simultâneo por mais de 90 dias do cargo de SecretarioGeral de dois

ou mais órgãos executivos da JSD de diferente nível territorial.

 

Ora, insistimos nos discursos que somos 40 mil militantes. Que temos a defesa da meritocracia como base fundamental de tudo. Essa defesa de chamar a meritocracia é fulcral. Deve ocupar o cargo de maior destaque quem merece, quem trabalhou, quem se apresentou a eleições. Mas também e a bem da meritocracia, uma pessoa eleita para um órgão executiva precisa de tempo e total concentração para desempenhar bem as suas funções.

 

A meu ver, esta proposta poderia e devia ter sido mais abrangente. A JSD tem uma limitação directa: 30 anos de idade! Se somos tantos e se queremos mais pessoas envolvidas, porque não podemos potenciar mais pessoas a assumirem cargos de relevância? A proposta deveria ser transversal e total. Quem está num cargo executivo trabalha nesse cargo!

 



uma psicose de Diogo Agostinho às 15:10
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Voto aos 16

 

A imprensa de hoje faz eco de uma das bandeiras anunciadas pelo Duarte durante a sua campanha à presidência da JSD: o voto aos 16 anos.

Foi provavelmente a questão onde não reuniu unanimidade entre os seus apoiantes.

 

Como já aqui disse, esta proposta é aos meus olhos uma excelente oportunidade. Mais: segue uma linha de raciocínio imaculadamente coerente por parte do presidente da JSD: a da formação política e a luta por um ensino de competência e exigência. O Duarte sempre se bateu, e empenhou pessoalmente, pela aproximação das juventudes partidárias aos jovens sub18 indo às escolas dar formação, falar sobre política, esclarecer para a necessidade de participação cívica. O seu discurso é extremamente exigente ao seu próprio trabalho enquanto dirigente de uma estrutura a quem exige mais trabalho junto dos jovens. Vai mais longe o seu discurso na proposta de que os partidos políticos invistam 2% do seu financiamento público em formação política.

 

É evidente que haverá reticências a esta proposta e sobretudo resistências. São perfeitamente legítimas. No entanto, a abrangência do eleitorado aos 16 anos abre novas perspectivas até na representatividade e na voz das juventudes perante o panorama político nacional, na medida em que amplia o seu eleitorado. É verdade que a direita tem mais a ganhar nesta faixa etária. Daí que o desafio seja maior. É sobretudo, aos meus olhos, uma excelente oportunidade...



uma psicose de Rui C Pinto às 13:40
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Andaram por lá...

 

Mais um Congresso da JSD passou. Por estas bandas muitos psicóticos por lá andaram. Não poderia deixar de dar uma palavra de enorme agradecimento ao Rui e Miguel, pelo acompanhamento via Psicolaranja e via Twitter do Congresso. Os meus parabéns aos psicóticos João Marques, Beatriz Ferreira e Paulo Pinheiro pelas respectivas eleições. E ao nosso Paulo Colaço pelo sucesso do livro que brindava todos os congressistas e observadores à entrada do pavilhão.

 

Foi um fim-de-semana de muito debate, companheirismo e animação!



uma psicose de Diogo Agostinho às 11:24
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Domingo, 28 de Novembro de 2010
O Regresso da História I – Mitteleuropa Redux

 

Fernando Martins do Cachimbo de Magritte, causou polémica com o seu recente post ‘germanófobo’. Martins merece ser louvado pela sua coragem em romper com o politicamente correcto e descrever a dura realidade deste novo século que anuncia mais uma vez uma ascensão teutónica que tem cada vez mais vindo a dominar a Europa.

 

Dito isto, Miguel Morgado tem razão ao apontar a lacuna da falta de explicação para este ressurgimento Alemão.

A Alemanha tem desde há vários séculos vindo a emergir como uma potência europeia. Foi uma corrida para o topo que começou há um milénio atrás com o Sacro-Império Romano-Germânico. As fracturas políticas no entanto impediriam a união política até ao século XIX. A Reforma conseguiu reavivar o nacionalismo alemão e o Império Austríaco foi o primeiro a abrir o espaço geopolítico na Europa central para uma potência continental. Mas a Áustria viria derradeiramente a perder a competição com a Prússia para a conquista do estatuto de ‘estado sucessor’ do Sacro-Império.

 

Este progresso não teria sido interrompido não fora pela intervenção extra Europeia nos assuntos geopolíticos do velho continente que a América de Woodrow Wilson inaugurou. A participação dos EUA nas duas guerras mundiais foi o principal factor da queda da Alemanha enquanto super-potência regional e tal como a América decide hoje virar-se para a Ásia, também os seus esforços de adulterar artificialmente o panorama geopolítico europeu a seu favor, se começam a desvanecer.

A Alemanha do pós-guerra encontrava-se em ruínas e ironicamente vítima do mesmo estilo de partição que por sua vez havia imposto à Polónia um século antes. Devido à ameaça do bloco soviético os Aliados concordaram em reunificá-la mas apenas na sua vertente ocidental, criando assim um estado tampão reminiscente da Confederação do Reno napoleónica, desta feita concebida para servir os propósitos dos Aliados e não da França.

 

A excisão da Alsácia-Lorena, da Prússia, Pomerânia e Silésia à Alemanha, a devastação nas suas infra-estruturas e a endoutrinação pacifista devolveram à Europa o equilíbrio geopolítico continental ao igualar a França e a Alemanha em termos de poder. O ‘tandem’ Paris-Bona era aliás tão estável que deu origem a formas de cooperação sem precedentes como os Tratados de Roma e respectivas reencarnações.

 

Mas o fim da Guerra Fria trouxe consigo a fria realidade de que a economia Alemã, ao dominar o vale renano, sempre havia sido mais eficiente que a Francesa e o quarto alargamento – ou o alargamento mudo – ao permitir à Alemanha anexar a RDA, alterou definitivamente o equilíbrio de forças na Europa. Lembra bem o Fernando que ‘(…) a então União Soviética e os EUA só aceitaram a unificação da Alemanha depois de uma dura embora rápida negociação’.

 

Hoje vivemos também o regresso da história: aqueles que pensavam que o fim da URSS significaria o triunfo eterno da democracia liberal começam a perceber que o predomínio global do demo-liberalismo está inexoravelmente dependente da vitória na Segunda Guerra Mundial dos países aonde se deram as revoluções atlânticas – Inglaterra, França, América – o que lhes permitiu moldar o mundo à sua imagem. Ora como pode toda esta estrutura normativa sobreviver quando as novas potências – China, etc – não partilham destes valores?

 

Duas bolhas rebentaram: a da 'supervisão' Americana sobre a Europa e a do demo-liberalismo ad eternum que com a sua versão pós-moderna da 'paz democrática' traria cooperação ilimitada e desinteressada entre os estados. A História regressou e parece que os estados continuam a ter interesses divergentes.

 

Aonde eu discordo do Fernando Martins é na análise moralizadora (negativa) que ele faz da primazia Alemã. A primazia Alemã é apenas natural e em matéria de geopolítica a hegemonia nada mais é que legítima quando amoral. Os Alemães não são maléficos por quererem dominar, a questão está em como Portugal se poderá adaptar a este novo panorama europeu, e eu avanço que não é fazendo de Berlim nosso credor que sairemos a ganhar…



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 23:35
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Duarte Marques para o futuro

 

 

 

 

Venceu hoje a eleição para Presidente da Comissão Política Nacional com 61% dos votos. A jota tem um novo rumo.



uma psicose de Rui C Pinto às 14:55
editado por Essi Silva em 11/12/2012 às 18:15
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A juventude está preparada para o futuro?

Estamos no dia de encerramento do XXI Congresso da JSD em Coimbra. Os delegados já votaram e dentro de poucas horas a estrutura empossará um novo presidente. Foram dois dias de intenso debate. Muita discussão política num pavilhão sempre cheio e de portas abertas a todos quantos quiseram ouvir a mensagem política. E apenas isto é substancial. A forma transparente e aberta como a JSD debate a sua estrutura e as suas propostas para o país contrasta com uma aparente indiferença por parte dos media.

 

Em dois dias de Congresso houve muita disputa entre duas candidaturas à CPN. Duarte Marques e Carlos Reis mostraram estar à altura do desafio. De facto, a qualidade das intervenções dos dois candidatos mostrou-se abissal em relação aos restantes oradores que durante duas noites subiram ao púlpito. Ressalva seja feita às intervenções de Ricardo Serqueira e Bruno Coimbra, candidatos a Secretário Geral pela lista de Carlos Reis e Duarte Marques, respectivamente. O Congresso pareceu resolvido desde o primeiro momento a favor do candidato Duarte Marques. Mas, desde o início, ambos os candidatos tinham garantido apoios galvanizados.

 

Carlos Reis surge em Coimbra com uma campanha montada ao pormenor e cuidada no material de propaganda. A comunicação da sua candidatura recorre a meios diversos, desde os outdoors que instalou pela cidade de Coimbra, ao material de propaganda distribuído pelos delegados. Por outro lado, Duarte Marques aposta numa atitude de proximidade aos militantes. Esta é, de facto, uma diferença palpável. Há o candidato Carlos Reis e há o Duarte. O discurso de Duarte é mais combativo e emotivo, Carlos Reis mais frio e pausado. É notória a agressividade com que Carlos Reis é muitas vezes recebido no púlpito, e é notável que essa agressividade não se traduza em apoios. O crescendo da tónica de confronto e agressividade nos discursos dos delegados parece galvanizar mais os apoiantes de Duarte Marques. O debate é contaminado, no congresso, pela campanha feita nas redes sociais, onde a candidatura de Carlos Reis é acusada de abusos no ataque a Duarte Marques.

 

Independentemente da questão interna e do confronto entre máquinas de campanha de ambas as candidaturas, realça a qualidade do discurso e a apresentação de propostas que muitas vezes se completam, como na questão do desemprego jovem ou da aposta na formação e qualificação dos jovens. Carlos Reis empunhou bandeiras como o combate aos falsos recibos verdes e a defesa da JSD no debate de questões fracturantes como a adopção de crianças por casais homossexuais ou o testamento vital. Por outro lado, Duarte Marques assume como questão fracturante o Desemprego Jovem, e confirma que será a linha de combate da sua acção política em caso de vitória. Faz bandeira sua a aposta na formação política dos jovens e a qualificação da estrutura de meios profissionais de comunicação com a dotação de ferramentas ao dispor de secções e distritais. Este seu discurso é absolutamente coerente com a sua proposta mais polémica: o voto aos 16 anos, como consequência da dotação dos jovens de formação e competências políticas, resultante da aproximação das estruturas dos partidos aos jovens sub18.

 

Esta proposta é tão inteligente quanto receada. Arrisco a dizer que esta proposta é uma prova de força de Duarte Marques, na medida em que cria resistência na estrutura do partido, já que a responsabiliza pela aproximação aos jovens e à sua formação nas escolas e nos movimentos associativos. É sem dúvida, uma proposta que não reúne consenso. Na minha opinião é uma proposta arrojada, motivadora, exigente e dinamizadora para o futuro da JSD e da sua afirmação junto dos jovens.

 

A verdade é que, independentemente do resultado eleitoral desta tarde, a JSD se mostra ao país à altura do desafio que tem pela frente, com propostas e com motivação combativa.



uma psicose de Rui C Pinto às 13:45
editado por Essi Silva em 11/12/2012 às 18:16
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Lisboa antes do Terramoto? Façam favor!


uma psicose de jfd às 00:10
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Sábado, 27 de Novembro de 2010
Dia 2 do Congresso da J

 

Depois de uma manhã de discussões temáticas que servirão para enriquecer as moções, o congresso continua hoje em plena força com o pavilhão do União de Coimbra quase cheio.

 

 

 

 

Os trabalhos da tarde demonstram uma vez mais o claro domínio da candidatura de Duarte Marques, tanto nas hostes presentes como na sucessão de declarações de apoio a partir da tribuna.

 

Joaquim Biancard Cruz teve um discurso particularmente pertinente defendendo o presidencialismo pleno e apelando à lavagem de roupa suja fora das atenções mediáticas. Finalizou deixando um forte apoio a Duarte Marques, aplaudido um pouco por todo o pavilhão.

 

O livro do nosso Psicótico Paulo Colaço vai também vendendo mais alguns exemplares.

 

A tarde fica ainda marcada por fortes acusações de parte a parte em relação à conduta ética de ambas as candidaturas.

 

 

 

 

Arrisco-me ainda a avançar uma temporária e imperfeita avaliação dos apoios das distritais da Jota às duas candidaturas. É feita a olho com base em conversas e declarações oficiais de apoio. Certamente pecará por ser inexacta e é com certeza subjectiva mas fica a intenção de informar.



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 19:01
editado por Essi Silva em 11/12/2012 às 18:16
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Dificuldades técnicas no XXI Congresso da JSD

 

A Internet escasseia em Coimbra... Grandes dificuldades de acesso estão a colocar-nos em black out. Perde-se o calor da participação das redes sociais na vida do Congresso.



uma psicose de Rui C Pinto às 17:24
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O Povo é lindo!

Eu JFD me arrependo.

É normal escrever com todas as letras que o povo é estúpido e que tem o que merece. Convém esclarecer que isto tem sempre um contexto; sendo politico em 99% das vezes.

Há minutos tive uma notícia que me orgulhou de ser Português e de pertencer a um Povo que, para o mal e para o bem, está lá. Falando com um dos coordenadores da iniciativa deste fim de semana do Banco Alimentar, fiquei a saber que os carros não param de chegar cheios ao armazém vindos dos supers e hipers de Lisboa e que no armazém os voluntários fazem fila para ajudar. Fiquei emocionado ao saber disto. É realmente confortante saber que há algo que nos junta como Povo e com uma força tão positiva com a ajuda ao próximo. Já nem se tratará de algo que nos passe pela cabeça 2 vezes por ano, mas sim no dia-a-dia. E é bom comprovar que existe esta forma de união. Esta interessa. É positiva, faz o bem e é poderosa.

Bem hajam.

 



uma psicose de jfd às 17:00
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Já se debate o futuro da JSD no XXI Congresso em Coimbra

 

 

Já se dirigiram aos militantes o Secretário Geral do Partido, Miguel Relvas, o Presidente cessante Pedro Rodrigues, o candidato à Presidência da Comissão Política Nacional Duarte Marques, e por esta altura fala o candidato Carlos Reis. Duarte Marques levantou, perante os delegados ao Congresso, a bandeira do combate ao Desemprego Jovem e de uma política de aproximação aos jovens, apostando na continuidade de políticas de formação e sensibilização para a política. Carlos Reis, por outro lado, acusa a actual Comissão Política Nacional de timidez na abordagem de temas fracturantes da sociedade civil e defende uma JSD de causas, com uma agenda autónoma e de propostas.

 

Na madrugada do primeiro dia de Congresso, o pavilhão divide-se nos aplausos aos dois candidatos.

 



uma psicose de Rui C Pinto às 03:00
editado por Essi Silva em 11/12/2012 às 18:17
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Lição nº 2 - Directas Já!!!!!


uma psicose de jfd às 00:28
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Lição nº1

Com a contagem dos votos quase terminada, é já certo que os advogados escolheram reconduzir António Marinho Pinto como bastonário da Ordem. Segundo o SOL apurou, Marinho Pinto obtem maioria absoluta.

 



uma psicose de jfd às 00:25
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Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010
Só para lembrar...

 

 

 

... que hoje se comemora, recorda, evoca, menospreza, esconde o 25, o outro, o de Novembro. E viva a democracia!

 

imagem roubada daqui.



uma psicose de João Marques às 18:03
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A solução está na Social Democracia...

 

O FMI explica: Fosso entre ricos e pobres esteve na origem da crise financeira

 

O Fundo Monetário Internacional acredita que, tal como na Grande Depressão dos anos 30, a origem da crise está na crescente desigualdade entre ricos e pobres que leva, invariavelmente, à voracidade de crédito dos segundos. Isto parece tão simples e evidente quanto provado pela situação portuguesa. Temos o maior fosso entre ricos e pobres da OCDE e somos um país endividado em relação ao exterior. O consumo da generalidade das famílias faz-se por recurso ao crédito, num país onde o ordenado mínimo nacional custa a acreditar que seja suficiente para a sobrevivência...

 

Este paradigma tem necessariamente de mudar, e só será possível com um poder político forte e capaz de implementar verdadeiras políticas redistributivas. Num país como Portugal onde a riqueza escasseia para redistribuir, a tarefa é ainda mais exigente. É tendo em conta a realidade do país e a necessidade de alterar a forma como se redistribui a riqueza que é premente reformar o Estado Social. É preciso reformar a Escola Pública, o Serviço Nacional de Saúde, o Ensino Superior, os Impostos...

 

A solução passa necessariamente pela Social Democracia. Ao centro!

 



uma psicose de Rui C Pinto às 13:26
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Apoios e apoios...

 

Marcelo Rebelo de Sousa esclareceu ainda, em declarações ao "Bomdia", que não se candidatou "a líder do PSD porque Passos Coelho tinha apoios de todos os lados, incluindo o de Sócrates, que não via mal - nessa altura - em fazer um bloco central com ele.



uma psicose de Diogo Agostinho às 08:44
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Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010
Sharing

 

 

Hoje, em dia de greve, põe-se em causa a razão dos funcionários públicos. Terão estes razão ou não para entrarem em greve?

Serão as suas exigências justas em comparação com o seu nível de produtividade? Deverá o Estado esperar mais? Deverá o Estado cumprir mais? Ou deverá o Estado melhorar a formação dos seus Funcionários Públicos e ser mais radical quando a sua produtividade ou atendimento não são suficientemente bons?

 

É uma questão sobre quem tem razão.

 

Queria partilhar convosco do que me constou numa empresa municipal de Lisboa. Reflecte para mim, um pouco do caos em que está todo o nosso sector público e publico-privado.

 

A EMEL - Empresa Pública Municipal de Estacionamento de Lisboa, tem ao longo de vários anos, vindo a sofrer alterações na relação entre a entidade patronal e os seus empregados. As condições e direitos dos trabalhadores, têm-se vindo a degradar, apesar das receitas terem vindo a aumentar.

Poucas são as pessoas em Lisboa que aceitam vivamente a actuação da EMEL, que também tem maus funcionários. Mas na verdade o trabalho não é de todo fácil, quando se tem uma entidade patronal deveras suigéneres e se passa por riscos quando a principal função é lidar com público, muitas vezes hostil.

 

Na passada sexta-feira, sabendo-se que havia greve, um director da mesma empresa, dirigiu-se aos funcionários responsáveis pelos bloqueadores, oferecendo a cada um 60€ de prémio, caso não fizessem greve.

 

Agora eu pergunto, se isto é justo para com os outros agentes, nomeadamente os que multam, não lhes ter sido feita a proposta. Ou se acham que nem os bloqueadores deveriam ter direito ao prémio extra.

O que pensam sobre o assunto?



uma psicose de Essi Silva às 16:52
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A REVOLUÇÃO TEM DE SER JÁ!

Portugal está a deixar cair a geração mais qualificada

 

São precisas medidas concretas. São precisas medidas urgentes, práticas e pragmáticas. É preciso escolher já!

 

O País precisa escolher entre os trabalhadores que hoje fazem greve por todo o país e os milhares de jovens qualificados que lança a cada ano no desemprego e convida a sair do país.

 

Há milhares de jovens qualificados no desemprego, e não falo só em graus académicos... Falo de qualificações: competências no domínio de línguas, no domínio de tecnologias de informação, qualificação ao nível de todas as áreas da ciência e engenharias, qualificação ao nível das ciências humanas, sociais, económicas e de gestão.

 

Temos uma massa laboral com potencial e dinâmica de futuro. Há que ter a coragem de assumir esse potencial como solução para a crise económica do país. (haverá outra?) Adianta fazer o discurso do mar? Adianta fazer o discurso das Energias e das Tecnologias da Informação? Adianta fazer o discurso da fibra óptica e do TGV? Adianta fazer o discurso de recuperação da crise sem falar no futuro social do país? É possível discutir um país descartando uma fatia da população? É possível abdicar da fatia populacional que garante a sustentabilidade do Estado Social?

 

Durante toda a minha juventude vi a geração dos meus pais lutar por uma solução para garantir a velhice digna dos meus avós. Agora, a minha geração vê-se obrigada a sair do país, porque não tem lugar nesta arquitectura social. O que eu pergunto é: quem vai pagar a reforma dos meus pais? A minha geração vai emigrar, naturalmente. Os jovens vão sair do país, os qualificados e os não qualificados. Voltaremos um dia para encontrar os nossos pais a mendigar.



uma psicose de Rui C Pinto às 14:11
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Há coisas que simplesmente não entendo

 

 

 

 

 

Estou a ter um dia brutal. Brutal no sentido negativo.

A greve geral, que apoio, tomou proporções inigualáveis, e o direito dos grevistas subjugou o direito dos não grevistas, daqueles que dependem da função pública para chegar ao trabalho, daqueles que têm problemas de saúde e dos nossos estudantes, que já são tão agraciados com o caos em que está a nossa Educação.

Os serviços mínimos não têm sido, em larga medida, garantidos, o que significa que os trabalhadores exercem bem os seus direitos, mas muito mal os seus deveres.

 

Anyways, estou num dia brutal. E brutal por muito mais que ter esperado horas no trânsito porque o Metro está fechado.

Estou num dia brutal porque me chocou ter acordado às 6 da manhã para ouvir que o PS conseguiu fazer aprovar uma alteração à norma dos cortes salariais para os trabalhadores das empresas públicas ou entidades públicas empresariais. Isto trocado por miúdos significa, que na proposta, “os trabalhadores das empresas públicas de capital exclusiva ou maioritariamente público, das entidades públicas empresariais e das entidades que integram o sector empresarial regional ou municipal” vão sofrer cortes salariais, mas permitem-se “adaptações autorizadas e justificadas pela sua natureza empresarial” - o que deixa uma margem de manobra relativamente grande. O choque? Continuarmos a alimentar um país de tachos! (E o PSD não votou contra)

 

Ainda mais brutal, foi descobrir que os apoios às PME foram para grandes empresas, já que o PME Consolida, criado em 2009, deu uma parte das ajudas a grandes empresas, segundo o Tribunal de Contas. O relatório do TC divulgado ontem, revela que do orçamento inicial de 175 milhões de eurosdo Fundo Autónomo de Apoio à Concentração e Consolidação de Empresas (dotado com 44% dos fundos públicos do PME Consolida), só 22 milhões chegaram à FACCE e destes só 10 milhões tinham chegado às empresas no final de 2009.

Num panorama geral, só 33,7% dos fundos da PME Consolida foram executados. Muitas vezes, foram os grupos grandes a usar as suas PME's para concorrer ao programa.

 

E ainda para mais, num dia em que se lê que o FMI aconselha o nosso país a tornar os processos de despedimento mais baratos, reduzindo os custos das empresas com indemnizações.

 

Enfim, este país é uma comédia trágica...



uma psicose de Essi Silva às 12:10
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Terça-feira, 23 de Novembro de 2010
De quem estará ela a falar?

"Merkel diz que há um risco “excepcionalmente sério” de outros países pedirem ajuda" in Publico



uma psicose de Rui C Pinto às 21:29
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Pergunta: como é que um silicon valley combate uma potência nuclear?

Resposta: infecta o programa nuclear da potência usando ciber-armas.

 

Se não ouviram falar memorizem este nome: STUXNET.

 

Stuxnet é um 'worm' que vários peritos internacionais em segurança informática afirmam ter sido concebido para desregular as turbinas dos reactores nucleares Iranianos, através da infecção de programas informáticos de gestão industrial da Siemens.

 

 

Factos: Stuxnet existe e é decididamente um 'worm'.

Teorias: o alvo e o fabricante são desconhecidos.

Factos: desde há meses confrontados com problemas técnicos, foi hoje confirmado que o Irão parou a produção na central nuclear de Natanz.

Teorias: os especialistas afirmam que o Stuxnet é um programa muitíssimo sofisticado e as probabilidades indicam que terá origem nos EUA ou em Israel.

 

Assim, a confirmar-se que partiu de Israel, chegámos ao século XXI bélico. Israel, sob ameaça do Irão mas incapaz de o atacar por pressão internacional, sabotou o programa como pode.

 

Depois do ataque cibernético à Estónia e de várias 'guerras' na internet entre Americanos e Chineses, Israelitas e Árabes, Russos e Geórgios, o ataque do Stuxnet constituirá a maior ciber-ofensiva singular na história.



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 15:27
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Continua a festa...

 

O passivo anual da Câmara Municipal de Lisboa deverá atingir os 353,5 milhões de euros em 2011, o que representa um agravamento de mais de 275 milhões face ao valor inscrito (77,9 milhões) na proposta de orçamento de 2010, que nunca chegou a ser aprovado.

 

E continua a festa! A festa do desgoverno entre a caldeirada Costa/Roseta/Zé. De facto, a iniciativa de não dar tolerância de ponto, foi apenas um desvio mediático do futuro ex-líder do PS Sócrates. De resto, Costa e Sócrates mantém-se iguais. No desleixo das contas, nas trapalhadas do dia a dia. Na falta de rumo quer para o País, quer para Lisboa.

 

E onde anda o Zé? A fechar os túneis? Ou os buracos da cidade de Lisboa?

 

Que belas moedas nos saíram...



uma psicose de Diogo Agostinho às 12:23
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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010
Jorge Silva Carvalho Não é Nojento...

O agora futuro ex-director do SIED, indignado com os cortes brutais que o serviço virá a sofrer bateu com a porta e apresentou a demissão. Compreendo-o e aplaudo. O governo vai forçar a secreta a fechar várias 'antenas' pelo mundo fora o que poderá comprometer a nossa já diminuta rede de informações. Isto é tanto mais grave porque a norma é que os países que não têm muito poder económico para investir em forças armadas, compensam em investimento nos serviços de informações.

O futuro ex-director tem portanto razão em demitir-se por não considerar que usufrui das condições mínimas para fazer o seu trabalho.

 

Até aqui tudo bem, o problema é que o Correio da Manhã noticia que o futuro ex-director Carvalho vai deixar o SIED para ir para a ONGOING.

Desconheço o que a lei diz sobre períodos de nojo para detentores de altos cargos nas secretas mas uma coisa é certa, precisamente pelo cariz do cargo que desempenham, este período devia ser tão ou mais longo que o dos políticos.

 

Sai mal o governo, que deixa as secretas ainda mais precárias do que já estavam e que ainda perde capital político ao ver o director do SIED demitir-se dias antes da cimeira da NATO.

Sai mal o Sr. Carvalho que 'embaraça' o governo com o seu timing e que lança dúvidas sobre as suas verdadeiras intenções ao já ter poiso garantido.

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 20:44
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Wall Street? Para quê???

Não sou de esquerda nem tão pouco tenho aversão a um capitalismo responsável baseado em mérito e justas oportunidades.

Li com gosto e aqui deixo este excelente artigo para partilhar com quem por aqui anda esta interessante opinião.

 

 

What Good Is Wall Street?

Much of what investment bankers do is socially worthless.



uma psicose de jfd às 15:29
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CDS desce vertiginosamente!*

Lisboa, 22 nov (lusa) -- O seguros da Irlanda contra o incumprimento da divida pública caíam às 11:30 de hoje 27,2 por cento para 453.09 pontos base, a maior descida entre todos os seguros de incumprimento de divida soberana, conhecidos como CDS - credit-default swaps.

Portugal seguiu hoje a mesma tendência, com os CDS a caírem 6,e por cento para 383.32 pontos base, no dia em que chega à Irlanda uma missão de técnicos da União Europeia (UE) e do FMI que vão a Dublin com a "reestruturação do sector bancário" e as medidas de austeridade na agenda.

* gotcha!



uma psicose de jfd às 12:47
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Domingo, 21 de Novembro de 2010
Razão tinha o outro....

"Temos, portanto um novo ''Conceito Lisboa'' que agora orientará a ação da Aliança Atlântica nos próximos anos. Isso é uma grande notícia" - José Socrates

 

 

«Este gajo não percebe nada disto». «Mas ele falava com aquela propriedade com que ainda hoje fala sobre aquilo que não sabe», adianta e recorda-se de pensar a seguir: «Este gajo é um aldrabão. É um vendedor de automóveis». - Henrique Neto

 

 

Porreiro pá!



uma psicose de Rui Cepeda às 00:42
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Say what!?!?!?!?!?!?!?!?!

Afinal parece que o preservativo dá jeito...

Tenho orgulho na Igreja que representa a minha fé. Ou será que deito os foguetes cedo demais?



uma psicose de jfd às 00:31
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Sábado, 20 de Novembro de 2010
History repeats itself?
 

LISBON, Portugal (CNN) – It was the kind of moment that made me feel like my heart was beating outside my chest. My hands were sweating, my mouth was dry. There was palpable anxiety inside the modest conference room where a small group of U.S. journalists traveled to Portugal's Azores Islands.

It was March 16, 2003, and I was part of the pool rotation accompanying President George W. Bush for an emergency war summit. We flew for about five and a half hours to the Portuguese island of Terceira, in the middle of the Atlantic Ocean, to an American airbase.

My fellow journalists and I sensed what President Bush had warned earlier, that this indeed was "the moment of truth."

Sitting in the front row looking up at podiums, the leaders entered the room: President George W. Bush, British Prime Minister Tony Blair, Spanish Prime Minister Jose Maria Aznar, and the Portuguese Prime Minister Jose Manuel Barroso. (...)

 



uma psicose de jfd às 20:55
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Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010
Mas que lata! Ou; Qu'Inveja!


uma psicose de jfd às 14:58
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Prioridades...

Portugal NÃO ESTÁ disponível para integrar uma missão internacional de estabilização na Guiné-Bissau. Porquê? Não se sabe, o MNE não foi muito eloquente em explicações.

 

 

 

 

 

 

 

Mas Portugal JÁ ESTÁ disponível para reforçar o contingente que tem no Afeganistão.

 

Ora, se o que está em causa não é a disponibilidade financeira, então eu gostava de saber de que modo o Afeganistão constitui para Portugal uma maior prioridade que a Guiné...



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 14:56
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Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010
Histórias da JSD

 

 

Aí está uma grande obra que nos chega até nós!
“Histórias da JSD” é um livro que reúne histórias contadas por alguns dos mais representativos militantes da Juventude Social Democrata.
Dando voz às diversas gerações de dirigentes, estas Histórias pretendem registar momentos marcantes na existência de uma instituição incontornável da democracia portuguesa, reconhecidamente a maior força política de juventude.
É um livro dedicado a todos os actuais e futuros militantes da JSD, mas sobretudo aos que o foram um dia e cujas histórias de coragem, energia e convicção poderiam encher as páginas de outros mil livros iguais a este.
A “Edição Prestígio”, com capa cartonada, está neste momento em pré-venda na Fnac (site e livrarias) e poderá ser comprada no próximo Congresso da JSD.
 
Autores
António Lacerda, António Leitão Amaro, António Rebelo de Sousa, Carlos Coelho, Carlos Pimenta, Daniel Fangueiro, Fernando Gomes Pereira, Fernando Pedro Baptista, Gonçalo Capitão, Guilherme d'Oliveira Martins, Jaime Filipe Ramos, João Cunha e Silva, João Montenegro, Joaquim Cruz, Jorge Moreira da Silva, Jorge Nuno Sá, Jorge Paulo Roque da Cunha, José Eduardo Martins, Manuel Moreira, Miguel Goulão, Miguel Relvas, Nuno Freitas, Pedro Duarte, Pedro Passos Coelho, Pedro Rodrigues, Ricardo Almeida, Rodrigo Saraiva, Rui Rio
 
Enquadramento histórico por:
Paulo Colaço. O nosso Psicótico de psicose máxima. Os meus parabéns pela obra. Um excelente tributo à JSD, que tanto carinho e empenho dedicaste ao longo da tua vida.



uma psicose de Diogo Agostinho às 15:42
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Histórico, histórico, é o buraco em que nos meteste!

 

 

É sabido que para Sócrates, tudo é histórico! Foi o Magalhães, foi o Simplex, foi a presidência portuguesa da UE, foi o Tratado de Lisboa, foi a Cimeira Iber-Americana, foram as cheias em Lisboa, é a crise internacional, agora é a Cimeira da NATO...

 

Mas histórico, mesmo histórico, é o nível de desemprego, o nível de desemprego entre os jovens e o de longo termo..., o défice, o nível de endividamento, o endividamento do sector empresarial do Estado... Enfim, histórico, histórico, mesmo histórico é o buraco a que nos conduziste, ó Zézito!

 



uma psicose de Rui C Pinto às 14:11
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Um país hipotecado

 

Desemprego entre jovens atinge nível mais alto de sempre

 

Isto não merece palavrinha a um único dirigente político deste país? Isto não merecia tornar-se a bandeira de um Presidente, de um Governo, de um Partido? Isto é só mais um mal?

 

23%?!?!?!?!? Haverá país em todo o mundo, viável a termo, que possa dispensar 1 em cada 4 dos seus trabalhadores mais jovens, que ainda por cima dada a realidade concreta do país são os mais qualificados?

 

Em Portugal não se queimam carros porque existe uma tradição de emigração. Dentro de 20 anos, este país não vai suportar reformas, vai ter uma crise demográfica e vai continuar em recessão económica. É a morte anunciada!



uma psicose de Rui C Pinto às 12:04
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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010
"A Confidente de Sá Carneiro"

 

Acabei de comprar o livro que saíu de Conceição Monteiro sobre Sá Carneiro. Já li as primeiras páginas, lembrei-me logo da nossa tertúlia "Era uma vez o PPD...". Prefácio de Pedro Santana Lopes, e haverá apresentação do livro no próximo dia 1 de Dezembro.

 

Conceição igual a si própria, desvenda algumas histórias do "seu Francisco". Um livro a não perder.



uma psicose de Diogo Agostinho às 13:53
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A crise é de um modelo...

 

As declarações do Presidente van Rompuy caíram em saco roto. Ninguém ouviu, ou ninguém quis ouvir. De facto, no dia em que nos sentirmos europeus teremos por inerência a responsabilidade de lutar pela sobrevivência do projecto europeu. E duvido que algum português esteja disposto a assumir essa responsabilidade... Deixemos isso aos franceses e aos alemães.

 

Afinal, se o projecto europeu está sob ameaça, como diz o senhor van Rompuy, quem o ameaça somos nós... Com os nossos hábitos, os nossos vícios, o nosso estilo de vida... Só assim se explica que num verdadeiro ano horribilis como o que vivemos, Portugal e Irlanda liderem a venda de automóveis na Europa. Não é, de facto, necessário sermos especialistas na matéria para perceber que algo vai mal, e não é no reino da Dinamarca...

 

Perante um povo que não quer acordar de um sonho, como poderá de facto evitar-se que cresça dentro da União Europeia a quebra de confiança entre estados? Perante a situação actual como podemos repudiar a falta de solidariedade demonstrada pelo primeiro-ministro finlandês? Não podemos... Porque a crise é do modelo, de mentalidade e de moralidade, e ninguém quer acordar do sonho e viver o pesadelo...



uma psicose de Rui C Pinto às 10:24
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Good Luck Mr. President!

 

              

 

  

 

A entrada na JSD

 

Foi em Março de 2006 que recebi a primeira chamada. Dias depois no Cup&Cino conheci o candidato a presidente Nélson Faria e o Diogo Agostinho, hoje meu AB no Psico.

Já tinha participado em várias campanhas, legislativas, autárquicas e presidenciais. Mas nunca tinha colaborado com a JSD.

 

O Nélson mostrou-me o bom e o mau da política. Hoje é uma das pessoas que mais admiro, pelo seu espírito e pelo espírito que cultivou em mim. A B passou a ser mais do que um sítio de trabalho. Acabou por se tornar uma casa, com amigos, com trabalho e empreendedorismo.

 

 

A minha segunda Comissão Política de Secção

 

Lembro-me de ver um rapaz magrinho no dia em que fui eleita para a minha primeira CPS na Secção B, em 2006, mas só a 6 de Março de 2009, 3 anos depois é que começaria a trabalhar com ele.

O Pastor, candidato à presidência à altura, telefonou-me para saber se podia contar comigo. Perguntei-lhe o que podia fazer pela B e ele explicou-me que tinha apostado num militante da velha guarda, que eu provavelmente não conhecia, para gerir o novo Gab. de Comunicação. Geek dos pc's como sou, achei que seria o meu nicho ideal. Então enviei um e-mail ao Guilherme, o tal rapaz magro com um apelido estranho, que me diria o que fazer.

Hoje gozamos com o e-mail que começou a nossa relação de trabalho e a nossa amizade.

 

 

Caro Guilherme,
 
Espero que esteja tudo bem contigo.
 
Estive hoje com o João Viegas e ele falou-me do vosso projecto. Portanto, queria desde já manifestar a minha inteira disponibilidade para colaborar.
Sou perfeitamente multi-usos, i.e., tenho uma boa base informática na perspectiva do utilizador e não me importo de dar o meu contributo seja na área da edição de texto, a publicar, a tratar duma mailing list, blog, facebook, hi5, seja o que for.
Também gostava de ter uma ideia de como pretendes organizar as coisas e talvez até dar algumas sugestões.
 
Aguardo notícias.
 
Com os melhores cumprimentos,
 
Essi F L Silva

 

Entre Março de 09 e Novembro de 2010 passou-se 1 ano e 8 meses. Nesse tempo a nossa amizade floresceu e é com muito orgulho, que hoje venho dar os Parabéns ao meu novo presidente, querido amigo e colega psicótico Guilherme Diaz-Bérrio (que uma vez se chateou por lhe chamar só Diaz).

Que o seu mandato seja frutífero e cheio de sucessos, com o fantástico espírito que a JSD Secção B me habituou e com a união que sempre vi na B.

 

Deixo os Parabéns também a toda a equipa, que sei ter sido escolhida a dedo e da qual espero muito trabalho (como será o caso dos nossos Ex-psicóticos Inês Cassiano e João Lemos Esteves ou de mim própria) e ao nosso Presidente de Mesa, João Viegas Gomes da Silva, que abandona a liderança da CPS, com o meu igual agradecimento e a maior admiração, por também ele me ter agraciado com os melhores conselhos, a melhor amizade e a oportunidade de aprender a fazer política e a servir melhor a JSD.

 

 



uma psicose de Essi Silva às 00:05
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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010
Espantoso!

 

Ao longo deste ano, o regresso de ex-parlamentares à vida activa custou ao orçamento da Assembleia da República quase 716 mil euros

 

É absolutamente espantoso. O link que coloco não tem as declarações dos senhores ex-deputados, mas quem fala é Ana Manso, Nuno da Câmara Pereira e Pedro Nuno Santos. E o que dizem? Que devem ser recompensados pela paragem forçada que fizeram quando eram Deputados da Nação!

 

Ora, desculpem-me mas alguém os obrigou? E não receberam? E não recebiam ajudas de custo, de residência? E não vão ter reforma? Então é correcto que exista uma ajuda de regresso à actividade profissional. Mas que belo destacamento que é ser Deputado! Deus queira que Cristiano Ronaldo não pense em ser Deputado, imagine-se o que não iria pedir pela paragem forçada nos relvados do Real Madrid?

 

Percebo que devemos atrair os melhores. Percebo perfeitamente. Que exista um salário condizente, que até fiquem com as reformas. Mas agora quando saem de um cargo para o qual foram eleitos e representaram as pessoas das suas terras, receberem um subsídio de regresso ao dia-a-dia, como o comum dos mortais é gozar com as pessoas!



uma psicose de Diogo Agostinho às 13:33
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Não há pior cego do que aquele que não quer ver!

O ministro das Finanças esclareceu ainda que "os mercados olham para essas economias em conjunto porque estamos todos juntos na zona do euro, mas provavelmente olhariam de forma diferente se lá não estivéssemos. O risco de contágio poderia ser menor "

Diário de Notícias

 

Não, Senhor Ministro. Com todo o devido respeito, faça lá o favor de parar com a demagogia financeira barata.  Se o senhor ainda se pode chamar "Ministro das Finanças" e ainda tem acesso a algum dinheiro para pedir emprestado lá fora, é exactamente por estarmos na Zona Euro. Se não estivéssemos, o risco de contágio seria menor porque não haveria contágio: haveria falência!



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 13:08
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