Quarta-feira, 31 de Março de 2010
Reencontro UViano

 

O convite chega-nos de Ponte de Lima.
O UViano Ricardo Campelo de Magalhães "convoca" todos os antigos alunos da UV para um Almoço de Reencontro.
Está marcado para dia 1 de Maio, no Restaurante "Sonho do Capitão", em Ponte de Lima.



uma psicose de Paulo Colaço às 22:58
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Grão a grão... eu bem aviso mas ninguém me liga!
 


uma psicose de jfd às 21:48
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Change you can NOT believe in... Or should you?


uma psicose de jfd às 21:42
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Perto do fim...



uma psicose de jfd às 21:25
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Segundo atentado suícida na Rússia


uma psicose de jfd às 17:59
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Pela Biodiversidade, dançar, dançar!


uma psicose de jfd às 12:41
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Segunda-feira, 29 de Março de 2010
Nação sem memória!

 

Ontem, 28 de Março, foi o 200º aniversário* do nascimento de um dos maiores pensadores do século XIX:

Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo

 

*Obviamente, para este tipo de eventos, nada se comemora em Portugal. Tal como, não se referiu que 2009 foi o 500º aniversário de uma batalha naval que definiu parte do rumo na história na Ásia: Batalha de Diu, 1509 (Portugal vs Império Mameluco/Veneza). Como é belo ver uma nação antiga sem memória histórica!



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 12:49
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Domingo, 28 de Março de 2010
Bastidores de uma noite de eleições by jfd

Tive a oportunidade e o privilégio de estar com os companheiros de campanha na sede de Pedro Passos Coelho em Lisboa na noite de sexta-feira.

A sede foi pequena para tanta gente e tanta felicidade.

Lembrei-me de repente de filmar para depois partilhar a visão priveligiada dos bastidores que estava a ter.

Ora, ficam aqui imagens para a posteridade. Tive pena de apenas ter entrevistado o Marco António Costa, mas eu estava em modo festejo e não em modo trabalho o que me tirou a concentração e a necessária perspicácia ! Fica para a próxima. Espero que apreciem.

 

PPC aguardando as declarações na TV

Angelo Correia em directo da sala do lado
Ouvindo Aguiar Branco
Ouvindo Paulo Rangel
Marco António Costa sobre a vitória, minutos antes do discurso do líder eleito
E finalmente, a minha perspectiva do discurso

 

 



uma psicose de jfd às 16:56
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Mudança?

 

Passos Coelho prescindiu do lugar no Conselho de Estado, após António Capucho (que foi mandatário nacional de Rangel) ter colocado o mesmo à sua disposição. Passos Coelho afirmou que tinha toda a confiança em Capucho, enviando assim um sinal para a "união" que diz ser a sua prioridade.

 

Note-se a mudança de atitude de todas as partes. Capucho entrou no Conselho de Estado substituindo Marques Mendes, e sem consultar o partido. Impediu também que Menezes integrasse o mesmo órgão. Menezes contestou, Capucho não cedeu.

 

Também Francisco Pinto Balsemão afirmou que PPC dispõe de uma "importante legitimidade", tendo em conta o resultado das eleições, sendo necessário "dar-lhe apoio" e que este "represente o partido todo e, para além do partido, muitos portugueses que não estão satisfeitos com a actual situação e que se revêem no PSD. Não é só uma questão de partido, é uma questão de País".

 

Um sinal de maturidade de todas as partes?


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uma psicose de nunodc às 10:53
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Sábado, 27 de Março de 2010
Rescaldo eleitoral

 

 

Mais um acto eleitoral se passou no PPD/PSD. Não estive envolvido em nenhuma das campanhas e não vivi intensamente este processo. Porém, sou militante do Partido e como militante, preocupo-me com o rumo que o PSD toma.

 

Estivemos presentes em mais um momento que se vem tornando claro: quando um candidato a eleições perde, será provavelmente o próximo líder. Estas eleições demonstraram-no. Passos Coelho, tal como Durão Barroso, Santana Lopes, Marques Mendes e Luis Filipe Menezes depois de uma derrota interna, chegou lá.

 

Os militantes decidiram, escolheram Pedro Passos Coelho como o novo Presidente. Agora é tempo de lhe dar o benefício da dúvida. É tempo de esperar da sua parte respostas, ideias e capacidade de galvanizar o Partido e a população portuguesa. Espero que tanto tempo à espera lhe permita não cair em erros do passado. Aprenda com Manuela Ferreira Leite, que não são as vedetas na Direcção que fazem ganhar eleições. Teve lá António Borges, Rui Rio, Aguiar Branco, Paulo Mota Pinto, mas de que lhe serviu?

 

É tempo de mudar? Que venha realmente a mudança. Que escolha pela positiva, que inclua. Que demonstre que é capaz. Tem o benefício da dúvida, mas também não tem cheques em branco. Prove!

 

Quanto aos outros dois candidatos:

 

Rangel perdeu muito por culpa própria. Os ziguezagues da candidatura, a dificuldade em se definir com vontade como candidato, fragilizaram a sua entrada. Depois, notou-se que não compreende a dinâmica do Partido. Faltou-lhe calo político. É um quadro muito válido, um activo de enorme qualidade. Desejo-lhe um bom mandato de eurodeputado.

 

Aguiar Branco teve uma votação claramente esperada, tal a sua não capacidade de liderança. Contou com notáveis à sua volta, mas estou em crer que os seus notáveis só lá ficaram por compromisso à palavra dada, mais do que por convicção. Espero que perceba que apenas ambição não chega. É preciso ser líder, e líder não é quem quer, quem fala alto. Liderar não é de todo o papel de Aguiar Branco. Espero que se mantenha ao serviço, na continuação dos seus 34 anos de Partido, tal como até aqui, em lugares de apoio.

 

O Futuro de Passos Coelho é agora! Desejo um bom mandato e paz no PSD. Paz não é subserviência ou calar as criticias, paz é respeito e intervenção nos locais próprios.



uma psicose de Diogo Agostinho às 22:04
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Habemus Líder



uma psicose de Essi Silva às 11:09
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CHEERS! - "Cause I (we) gotta have Faith"

 

Cause I gotta have Faith
I gotta have... Faith
Because I've gotta have Faith, Faith, Faith
I gotta have Faith, Faith, Faith.

 

Ontem assistimos a uma vitória, algo esmagadora de Pedro Passos Coelho, enquanto candidato à liderança do PSD. Embora na minha secção, a vitória tenha pertencido a Paulo Rangel, já sabia de antemão que a vitória pertenceria no final da noite a Passos Coelho. Diz-se que a sorte favorece os audazes. E durante mais de um ano de campanha há que admitir que vimos audácia em Passos Coelho.

 

Não posso afirmar com honestidade que a vitória me surpreenda, ou que me realize. Mas aceito que os militantes do meu partido tenham demonstrado em força aquilo em que acreditam e aquilo que querem para o país. A todos os militantes dou os Parabéns! E aos candidatos, vencedor e vencidos, também dou os Parabéns! Há que reconhecer o esforço que todos os candidatos fizeram para desenvolver um projecto para o partido e para o país, submetendo-se a um escrutínio eleitoral que nem sempre é complacente.

 

Habemus papam líder!

 

O novo líder do PSD superou os restantes candidatos à presidência do partido em todas as distritais, nos Açores e no círculo da Europa e de fora da Europa, tendo sido derrotado por Paulo Rangel apenas na Madeira.

Segundo actualizações do PSD, os números provisórios serão de 61,1% para Passos Coelho, Paulo Rangel com 34,6%, Aguiar Branco a 3,6% e 0,3% para Castanheira Barros.

 

Agora resta a todo o militante esperar que o trabalho venha a ser desenvolvido. Esperar um PSD mais forte, mais coeso, com uma oposição mais acesa e mais de encontro aos interesses do povo português. É com o trabalho e com o exemplo que se mede um líder. Passemos então do virtual ao real.

 

Preocupante será também encontrar um novo líder da bancada parlamentar, já que Aguiar-Branco anunciou ontem a sua renúncia ao cargo. Muitos desafios e obstáculos se colocam no caminho do PSD de hoje, mas tenho fé que o nosso partido consiga ultrapassá-los, servir a sociedade e acima de tudo, formar um partido em que sabemos de onde vimos, onde estamos e para onde queremos ir.



uma psicose de Essi Silva às 10:16
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Sexta-feira, 26 de Março de 2010
Ringue de Ideias do PSD: Joana Barata Lopes

 

Num momento em que me é pedido que reflicta sobre o estado do PSD, a primeira coisa que penso é no tanto que haveria a dizer e no quão simplista será, forçosamente, esta reflexão. No entanto, e porque é sempre um prazer este exercício de pensarmos aquilo que nos é querido, agradeço ao Psicolaranja esta oportunidade de partilhar um ou outro pensamento sobre o nosso PSD.

 

O PSD ESTÁ EM CRISE?

Em primeiro lugar, dizer que, para mim, o problema do PSD não tem que ver com falta de ideologia ou valores-base. Para mim, o valor-base do PSD são as pessoas e não creio que essa definição, forçosamente simplista, tenha tanto de vazio assim. Porque dizer que o valor-base do PSD são as pessoas é dizer que este é o Partido Político que acredita na capacidade dos portugueses. E porque acredita nessa capacidade, o PSD é o único Partido Político português que verdadeiramente defende o valor da Meritocracia. E se o PSD acredita nas pessoas, não lhes mente por interesses ou caprichos eleitoralistas, embrulhados numa complacência que, tantas vezes, mais não é que uma escandalosa falta de respeito pelos eleitores. E um Partido que acredita nas pessoas respeita-as, respeita a sua liberdade e dignidade individual.

 

E esta fórmula quase absurdamente simplista é a única que vai de encontro à solução para a crise que afecta, efectivamente, os portugueses.

É que na minha perspectiva a verdadeira raiz da crise é aquela que resulta da mudança de paradigmas, da destruição de conceitos e correlações que constituíam alicerces inquestionáveis da sociedade. Fenómenos como os “Novos Pobres” são exemplos crassos daquilo que constitui o problema mais grave que esta crise trouxe. Neste novo conceito de sociedade que se desenha, ser instruído ou ter emprego, por exemplo, não significa que não se passe fome. E se a correlação entre trabalho/segurança/dignidade era uma garantia adquirida, não bastaria já o desemprego, que o próprio emprego pode ser garante de coisa nenhuma.

E é nesta destruição de correlações sociais estruturais que eram garantias, que reside o verdadeiro problema da crise e aquilo que a vai enraizando.

 

Não terá sido por acaso que o PSD foi o primeiro Partido a denunciar esta situação dos Novos Pobres e o único que, no meu entender, compreende realmente a gravidade estrutural que ela representa para os portugueses. Ou, ainda mais básico, o Partido que denunciou que, naturalmente, a crise social dos portugueses e a exposição da fragilidade dos valores que nos sustentam enquanto sociedade, nada tem a ver com respostas às questões que alguns gostam de chamar fracturantes. Porque o que verdadeiramente fractura a sociedade e a vida dos portugueses, não é o casamento entre pessoas do mesmo sexo mas, por exemplo, a eminência de uma pobreza que não foi possível prever.

E acho ainda mais. Que se o PSD tem como valor-base isto de acreditar nas pessoas, estes tempos de governação socialista são os tempos em que nos diferenciamos, demarcamos e afirmamos mais que nunca naquilo que nos caracteriza enquanto Partido.

Episódios como o Estatuto do Aluno ou a “pseudo” Avaliação de Professores, são exemplo da mais elementar política do facilitismo e de promoção do demérito, e caracterizam de forma inequívoca o rumo da governação Sócrates.

Se a isto juntarmos (e ficando só pela rama!) o desperdício diário de tantos euros dos fundos comunitários, que eram dos portugueses por direito e que estes não puderam usar para construir as suas próprias soluções, tantas vezes apenas por uma escandalosa falta de responsabilidade política, então a demarcação entre PS e PSD é claríssima.

Na base, porque o PSD acredita nos portugueses. E respeita-os.

O problema é que, se com tudo isto, o PSD não conseguiu afirmar-se ou demarcar-se e apresentar-se como solução, algo tem de estar a correr inegavelmente mal.

 

Sabemos que a verdadeira mensagem não é aquilo que dizemos, mas aquilo que o interlocutor escuta. E o PSD não só não conseguiu passar a sua mensagem, como deixou que a teoria “PSD-não-tem-valores-porque-não-consegue-responder-em-uníssono-a-temas-fracturantes-como-o-casamento-entre-pessoas-do-mesmo-sexo” ganhasse consistência e fosse entendida pelos portugueses como uma “deriva ideológica”. O PSD não conseguiu ser, verdadeiramente, o PSD.

PORQUÊ? O PSD DEIXOU DE ACREDITAR EM SI

Admito que seja possível formular milhares de teorias que expliquem o que vai mal no PSD. Para mim, a principal razão é que o PSD parece ter deixado de acreditar em si próprio. E, continuamente, tem passado essa imagem para os portugueses. A imagem de um Partido pouco seguro de si. A imagem de um Partido envergonhado. A Política de cabeça baixa.

E essa imagem começa a ser propagada e ganha força, desde logo, na postura que os próprios políticos e dirigentes partidários adoptam quando se fala dessa “classe política”. Como quem pede desculpa. E quão mal irão as coisas quando é o próprio partido político e os seus dirigentes que parecem sentir vergonha de o ser?

Juntando a isso, claro, esta “moda” de aversão ao conceito “estrutura” ou “estrutura partidária”. E o PSD nisso, mais que qualquer outro partido, parece sempre disposto a adoptar um ar contristado e a fazer um Mea Culpa por coisa nenhuma.

Devo dizer que o que a mim me causa verdadeira aversão é não só consentirmos, enquanto Partido, na afirmação desta “moda” mas, pior, sermos causa activa da sua propagação.

 

A “estrutura partidária” é o conjunto de pessoas que, livremente, escolheu servir a sociedade militando num Partido Político em cujos valores acredita. Pessoas que tiram do seu tempo para dedicarem ao partido que, acreditam, é aquele que melhor servirá a causa pública e os portugueses. E eu, tal como muitos outros pontinhos na estrutura, tenho vergonha de cada vez que um dirigente partidário baixa a cabeça e se envergonha da actividade política porque essa é “a moda”. Essa “estrutura” é a rede que suporta, executa e prossegue, dia-a-dia, a política social-democrata. Nas Associações, nas Juntas e nas Câmaras, no poder ou na oposição, é a “estrutura” que conquista verdadeiramente o lugar do PSD no país. E é a guardiã primeira do Partido Social Democrata. Se não nos respeitarmos, quem respeitará?!

E cabe ao Partido, aos seus dirigentes e à dita “estrutura”, trabalhar incansavelmente para fazerem de si os melhores preparados para servir a causa pública. Porque isso é aquilo que os portugueses devem poder esperar de um Partido Político.

Em resumo (e é tanto o que ficou por dizer!), não creio que o PSD padeça de uma deriva ideológica mas padece, isso sim, de uma grave crise de amor-próprio.

 

Em dia de Eleições Directas, é evidente que votarei no candidato que, a meu ver, será verdadeiramente capaz de recapturar o PSD desta forma cabisbaixa de entender a Política e o Partido.

Votarei Pedro Passos Coelho porque acredito que só ele reúne as características que permitirão ao PSD acabar com essa crise de amor-próprio que, a continuar, nos destruirá.

Mas é verdade que o objectivo desta reflexão, desta partilha, não é o da campanha política por este ou aquele candidato. Porque o que importa lembrar é que o PSD representa um valor em si mesmo.

E caminhando para o final desta troca de pensamentos, dizer que é naturalmente fácil entender que o nosso carácter heterogéneo e interclassista dificulta certas respostas uníssonas. Mas a verdade é que é exactamente essa heterogeneidade que nos caracteriza enquanto Partido que nos permite ser solução e resposta para tantas pessoas com características tão diferentes. E esse é o nosso activo mais precioso.

Que discutamos todos juntos directrizes e formas de execução. Estatutos e esquemas de funcionamento. Que se debata, que se proponha, que se vote e que todos tenham alguma coisa a dizer. Porque isso é também e tanto a essência de se ser social-democrata. E que cada um de nós, militantes e dirigentes do PSD, não cometa nunca o erro gravíssimo de confundir União com Unicidade.

 

Termino este pequeno texto com uma referência muito especial à JSD. E pela JSD corro o risco de ser tomada por pouco humilde ou de ferir até

algumas susceptibilidades. É que a JSD não faz política cabisbaixa. E se a JSD é absolutamente indispensável ao Partido, não é porque a vivacidade e a energia da juventude permite saltar e gritar durante mais tempo. É pela capacidade de entrega. É, sobretudo, pela convicção na causa e na missão que se prossegue e se defende. O brilho nos olhos que torna a JSD incansável mas, mais importante, que chega directamente às pessoas e as conquista.

 

E esse brilho e essa forma não são uma característica exclusiva que se detém dos 14 aos 30 anos (até porque não falta, por um lado, quem dos 14 aos 30 nunca deteve tal característica ou quem, por outro lado e felizmente, tenha muito mais de 30 anos e nunca a tenha perdido). Que se vista a camisola, enrole o cachecol e segure a bandeira. E que se olhe as pessoas de frente.

Gandhi dizia, “SÊ A MUDANÇA QUE QUERES VER NO MUNDO.”

Os portugueses acreditam. Quando nós acreditarmos também.



uma psicose de PsicoConvidado às 18:10
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 23:24
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Pede um desejo

 

Foto: Olhares.com

 

 

Lembro-me de uma conversa, no dia de encerramento da última campanha para a eleição do Presidente da República. Estávamos no Buddha Bar em Lisboa e dizia o Daniel Fangueiro, na altura Presidente da JSD: o meu desejo para esta eleição é o Cavaco a ganhar com maioria absoluta, o Soares atrás do Alegre e o Louçã com menos de 10% para não ter direito à subvenção e ter de pagar a campanha (acho que era esta a votação mínima).

 

Desta conversa bem animada, poderia eu partir para uma relacionada com estas eleições directas no PSD. E vou mesmo partir, ou não estivesse eu aqui a escrever este post

 

Mas não! Não vou pedir Rangel em primeiro e os restantes pela ordem do boletim. Não vou pedir que o Aguiar Branco tenha menos de não sei quantos por cento ou até menos que o Castanheira Barros. Não vou sequer pedir que o candidato vencedor seja aclamado pelos outros e que todos se unam de imediato em volta de um ideal comum.... Bem, esta última não vou pedir porque mesmo quando, em miúdo, fazia o gesto da foto, pedia sempre uma bola de futebol nova, uma bicicleta ou somente para passar de ano. Nunca pedi um avião a jacto ou que o Benfica fosse campeão 10 anos seguidos porque não gosto de abusar da sorte.

 

Vou apenas desejar que saia desta eleição o próximo Primeiro Ministro de Portugal. Mas não o faço por acreditar na sorte, em fadinhas ou em oráculos. Faço-o, acima de tudo, por convicção! Convicção de que Portugal precisa do PSD! Convicção de que qualquer um dos dois candidatos que podem ganhar hoje à noite é bem melhor que José Sócrates. Convicção de que quanto mais rápido o país mudar de rumo e de mãos, mais rápido voltaremos a encontrar o caminho do progresso, do crescimento e da estabilidade.

 

E isso, eu posso pedir a todos os que lêm este blogue! Sim, até mesmo aquele nosso comentador que é da JS e um outro que parece que é comunista, ainda que eles não me concedam o desejo. Mas a todos os que nos leêm vou pedir: vamos dar a Portugal o PSD de que o país precisa para que Portugal nos dê a nós Portugueses o futuro pelo qual já desesperamos!!!


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uma psicose de Bruno Ribeiro às 17:05
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Porque Unir é preciso!

 

Durante todo este período eleitoral interno tentei manter-me num registo de sobriedade, respeito e elevação que prestigiasse não só o candidato que defendo dever ser o próximo líder, mas também o próprio partido. Para ser franco, estou farto das tricas internas que rompem com compromissos prementes e obrigam a mudanças de líderes constantes, com o que de mau isso representa para o PSD. Sem falsas modéstias julgo ter conseguido esse objectivo. Apeteceu-me, por várias vezes, irromper em fúria contra diversas injustiças cometidas neste processo, mas há momentos e locais próprios para isso, certamente bem longe da pressão mediática.

Do que mais me orgulho, porém, é do facto de estar cada vez mais convicto que estou do lado certo. Sem populismos desmedidos, sem claques nem caciques, esta foi uma campanha marcada pela seriedade de um homem que demonstrou à saciedade estar pronto para comandar os destinos do partido e do país.

José Pedro Aguiar-Branco é o exemplo, para mim, do militante modelo, sério, competente e completamente apaixonado pelo PSD. Alguém que compreende a sua história, que dela fez parte e que teve já a oportunidade de servir o país em posições diferentes de forma igualmente impressionante, sem espectáculo, é certo, mas com resultados.

O que hoje se decide é demasiado importante para nos perdermos em tricas pessoais, mas o carácter das pessoas é também importante. Não podemos negligenciar a emotividade da política, mas a escolha tem de ser profundamente racional.

Por tudo isto, é com orgulho que voto num candidato diferente, esperando que a força de todos impulsione o partido para a senda de vitórias de que Portugal desesperadamente precisa.



uma psicose de João Marques às 16:23
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Respeite-se! O discernimento dos militantes…

 

A cerca de uma hora da abertura as urnas para mais umas eleições directas no PSD, apelo a mandatários, directores de campanha, respectivos homólogos para a juventude, e restantes staff de campanha que respeitem o dia de hoje, dito de reflexão. Mas, sobretudo, que respeitem a capacidade que todos e cada um dos militantes de PSD tem, para em consciência, escolher o candidato que quer como novo líder do partido.

 

É certo que os regulamentos eleitorais não proíbem o envio de sms e/ou outras formas de apelo ao voto nesta ou naquela candidatura. Porém, a consumação deste facto, quanto a mim, vai para além da estrita interpretação dos regulamentos, é uma questão de consciência.

 

Houve um período de campanha. Houve tempo e espaço próprios para que os que hoje se apresentam a votos, nos apresentassem as suas ideias, posições, visões de futuro para o PSD e Portugal. Nós, os restantes militantes do PSD, ouvimo-los, lemos as suas moções, discutimos as suas propostas. Alguns desses, decidiram aderir livremente a um ou outro projecto, debatendo-se, trabalhando por ele.

 

Hoje é dia de eleições. Hoje é dia de serem os militantes a decidir o que querem para o PSD e para Portugal. Respeitemos isso.

 

Em nome da mudança, que se rompam com os velhos hábitos pela unidade do Partido!

 



uma psicose de Elsa Picão às 15:52
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Coligação à vista?

 

Ontem foi aprovado o texto do PEC. O PSD deu um sinal de estabilidade ao país e aos mercados financeiras. Esta decisão apesar de ser nos últimos dias de liderança de Manuela Ferreira Leite deu um sinal. Um sinal de que iremos em breve conhecer um novo Governo. Creio que independentemente do vencedor das eleições de hoje, estamos a caminhar para um Governo de coligação muito em breve... 



uma psicose de Diogo Agostinho às 09:49
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Portugal Primeiro (2)

 

Hoje irei exercer o meu direito e dever de voto como militante do PSD.

Votarei em Pedro Passos Coelho.

Acredito no futuro, tenho fé num melhor presente.

Escolho pela positiva, não por default. E quero acreditar numa adesão ao acto eleitoral como nunca se viu no nosso partido.

Amanhã quero acreditar num PSD forte e unido pela nossa vontade de ver Portugal Primeiro e também pelas nossas diferentes opiniões que são a nossa força motriz.

Portugal precisa do PSD, e o PSD deve muito a Portugal.

Portugal Primeiro!



uma psicose de jfd às 09:48
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Quinta-feira, 25 de Março de 2010
Bom presságio? - Parte II

O Grupo (ou Clube) de Bilderberg reúne anualmente um número relativamente restrito de várias personalidades europeias e norte-americanas. É um grupo polémico e há quem os acuse de serem uma espécie de organização secreta que move influências no sentido de dominar o Mundo (agora ficava bem haver som nos posts para ser poder ouvir aquele riso assustador: huah-ha-ha-ha-há!!!).

 

A verdade é que o secretismo é quase nenhum e pode facilmente conhecer-se quer o local onde se realizam as reuniões anuais, quer os participantes que são escolhidos por um “comité executivo”. A ideia poderá advir do facto de os participantes assumirem um compromisso de não divulgarem o que lá foi discutido mas tal servirá mais para que todos possam falar livremente e sem receio de repercussões.

 

Este ano participarão portugueses, como habitualmente. Pinto Balsemão é um dos habituées e contará com a companhia de… adivinhem lá… Paulo Rangel.

 



uma psicose de Bruno Ribeiro às 19:16
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Bom presságio?

Será que o sorteio que ditou a ordem dos candidatos no boletim de voto foi o primeiro sinal do ordenamento final em termos de votação?



uma psicose de Bruno Ribeiro às 18:54
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E amanhã lá iremos votar!

 

 

 

 

"Enquanto o PSD não fizer as pazes consigo próprio, o país não fará as pazes com o PSD"

 

"Se a política de verdade é para manter? O melhor que poderia acontecer era o novo Primeiro Ministro, no primeiro dia de trabalho se virar para os portugueses e dizer 'eu não quero ganhar as próximas eleições... agora vou trabalhar'"

 

Rodrigo Moita de Deus, ontem na Secção B, Lisboa

 

 

 

*Não ler este post como um apelo ao voto a uma candidatura especifica (por muito que o citado seja o representante de uma candidatura especifica, cada um votará onde achar melhor), mas sim duas frases que exprimem bem o meu estado de espírito.

 



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 11:19
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Reflexão?

 

Amanhã o PPD/PSD irá a votos. Vai escolher o próximo líder do Partido. Será um mandato de dois anos, e como tal se formos sérios, num quadro de normal funcionamento das instituições portuguesas, ainda não estamos a eleger o nosso candidato a Primeiro-Ministro. O Governo tomou posse em Setembro e ainda tem algum tempo, pelo menos de acordo com a nossa constituição, para governar.

 

Ora, se amanhã será o dia da romaria às Secções, hoje não deveria ser o dia de reflexão no Partido? Há inúmeras iniciativas pelo país fora, e-mails a chegarem, telefonemas para militantes, almoços e jantares. Mas, faria sentido hoje ser um dia de reflexão? Se não, então porque existe dia de reflexão em Portugal? Ou como militantes não precisamos de parar para reflectir?



uma psicose de Diogo Agostinho às 08:36
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Quarta-feira, 24 de Março de 2010
Game OVER

Hermínio Loureiro apresentou hoje o pedido de renúncia à presidência da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, na sequência da decisão do Conselho de Justiça da Federação de reduzir os castigos a Hulk e Sapunaru, ambos do FC Porto.

 

 

O Direito desportivo comporta normas desportivas emanadas não só de regulamentos internacionais, de federações ou de associações e clubes, como de normas estaduais, ou até de normas comuns ou gerais, que pela sua extensão também ao desporto são aplicáveis. O problema do "Caso do Túnel" -  [E não é o de Santos ;)] - é acima de tudo, um caso de divergência doutrinal.

 

É que, enquanto para a Liga, Sappunaru e Hulk agrediram (segundo artº 115 do Regulamento da Liga) "intervenientes no jogo com direito de acesso ou permanência no recinto desportivo", para o Conselho Disciplinar da FPF os seguranças em causa não eram considerados "intervenientes no jogo" e portanto, a punição não deverá ser de responsabilidade desportiva. O que nos leva a perguntar se podemos considerar os stewards agentes desportivos? Se não, este caso deverá seguir uma via de responsabilidade civil e/ou penal, caso contrário, a primeira decisão da Liga ao disciplinar os jogadores do FCP terá fundamento.

 

De todo o modo, Hermínio Loureiro já anunciara que não se iria recandidatar, portanto esta renúncia será certamente resultado de uma divergência entre Liga e FPF. Quando Hermínio Loureiro afirma que a decisão da FPF tem "implicações que ultrapassam a justiça desportiva", tem alguma razão, já que a gravidade do caso ultrapassa (destacando-se até d') a situação desportiva. Resta saber se uma agressão de foro criminal, não poderá ser punível desportivamente, tendo em conta o local e o papel dos agressores.

 

 





uma psicose de Essi Silva às 19:33
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Até Sempre Grande Manuela!

 

Manuela Ferreira Leite despede-se dos militantes em vídeo no site do PSD

 

(foto roubada aqui)



uma psicose de Bruno Ribeiro às 12:17
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Terça-feira, 23 de Março de 2010
PsicoDebate - Directas 2010 - Live

 

Acompanhem aqui em directo a partir da Sede Nacional o PsicoDebates Directas 2010. Deixem as vossas questões que serão apresentadas ao painel. Sigam a caixa de comentários que será actualizada no decurso do debate.

 

 


uma psicose de jfd às 21:44
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Boys, Jobs and Money
 Isto é uma brincadeira, não é?


uma psicose de Luís Nogueira às 21:11
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Devemos apontar sempre para o melhor ou contentar-nos com o que temos?

 

Fiz esta pergunta a um amigo meu. Respondeu-me que "melhor" é um conceito relativo e que o que deveríamos efectivamente procurar era paz interior.

Reflecti sobre essta resposta e descobri que não estou em paz interior. Sou daquelas pessoas que procura sempre melhor, ou pelo menos melhor quando as circunstâncias exigem mais do que o normal. É a situação em que nos encontramos. Se ao lerem isto ainda não perceberam o que raio vos tenho para dizer, eu explico: vou votar em Branco (não é no Branco, é em Branco).

 

Castanheira Barros afirmou ontem num debate francamente medíocre, que o líder do partido não tinha obrigatoriamente de ser candidato a primeiro-ministro. Por um lado tem razão. Não há essa obrigatoriedade. Mas espera-se que um líder de partido seja competente ao ponto de se lhe depositar esse ónus.

 

Ora, não vejo, em nenhum dos candidatos capacidades para estarem verdadeiramente à altura de representar os interesses do meu partido, do meu país e promover a sua juventude.

Vejamos:

 

- Aguiar-Branco: Com toda a honestidade vos confesso - até ontem tinha-me decidido a apoiar JPAB. É verdade que não é um orador fantástico, não nos apaizona com uma veia populista, mas Cavaco Silva também não é um grande ícone no palanque e não deixou de ser um grande líder. De todas as moções que li, entre todas as opções e declarações, foi aquela com que mais concordei, a que me fez acreditar que o meu voto seria muito bem entregue. Porém, ontem assustei-me com uma faceta que não conhecia de Aguiar-Branco. O gentleman virou imaturo, parecendo uma criança a fazer birra. Concordei com Rangel, um candidato a primeiro-ministro não age assim.

 

- Rangel: Sangue novo num partido é sempre bom. Pelo tempo que milita no partido, está fora da engrenagem da máquina partidária, o que não é nada mau. Um orador exímio, ainda que mais catastrófico nos debates, a minha atenção estava virada para ele quando a sua candidatura se começou a formar. Esperei por ideias, esperei por um projecto...esperei...esperei...mas nada. Uns laivos de futuro na sua moção, francamente insuficientes para o que o país/partido precisa. Rangel é um bom porta-voz, mas as palavras o vento leva.

 

- Passos Coelho: Sujeitando-me a mais uma discussão interminável com o JFD (que muito respeito), devo dizer-vos que para mim Passos Coelho começou por dar-me uma imagem de Sócrates versão PSD puro e ainda não me limpou dessa imagem. É que há quem afirme que o Sócrates se fosse do PSD era um máximo porque ganharia as eleições para nós. Meus caros, nem que o nosso PM fosse da minha família, eu o queria por perto. Se vencer eleições é tudo no nosso país, então não admira que estejamos podres com a corrupção, pobreza e criminalidade a que se assiste. E se o carácter não é suficiente para incriminar alguém, se a falta de respeito que demonstrou pela sua líder não é suficiente, leiam bem o "Mudar" ou a moção e digam-me se o seu projecto corta o mal pela raiz ou se é mais um remédio para efeitos secundários.

 

Talvez esteja enganada em relação a tudo isto. Só espero que sim. Espero verdadeiramente que dos candidatos, seja qual for o vencedor, venha prosperidade, um futuro para o PSD e para o país. Porque o que temos agora não é suficiente e a minha geração merece ter um Portugal onde viver, trabalhar, envelhecer e morrer com orgulho em ser português.



uma psicose de Essi Silva às 10:54
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Ser militante...é também ter deveres

 

Numa sociedade democrática, considero que todos os cidadãos são actores políticos. O simples facto de ir votar, de poder escolher quem nos governa, quer seja o Presidente da Junta, da Câmara, o Presidente da República, ou quem nos representa no Parlamento Europeu ou na Assembleia da República, faz de cada um de nós, actor político.

 

Porém, o grau de participação de cada um é livre. Podemos ficar em casa, a dizer mal desses tipos que andam por aí só a enganar o povo português, podemos nem sequer ligar a quem governa, podemos em consciência ou insconcientemente apoiar alguém e ir lá colocar o voto, ou ser simpatizante de um Partido. Ou podemos aumentar o grau de participação e inscrevermo-nos num determinado partido. Estudos que me recordo de ouvir, indicam que na Europa, as pessoas que simpatizam com um Patido andam na ronda dos 4%, e que são filiadas, andam pelos 1% da população europeia.

 

Ora, neste cenário, a liberdade está sempre presente. Na vida a falta de solidariedade é algo que afecta a nossa sociedade. Porém, quando alguém toma a decisão em consciência de aderir a um Partido, acredito que devemos ter a noção de que a solidariedade é um bem fundamental. Se queremos ser livres, ir para os programas de televisão falar mal dos políticos, então porque aderimos a Partidos? Talvez, porque se não estivessem em Partidos, as pessoas nem sequer eram convidadas. É possível. Mas, depois da confusão de certas leis, deixo aqui uma opinião simples, a pessoa é livre, livre de escolher, livre de sair e entrar. Livre de criticar. Mas, se estamos dentro de uma organização, de uma associação, de um Partido porque devemos andar por aí, a falar mal? Existem órgãos próprios, meios próprios, existem até as fantásticas tecnologias de telefones, e-mails, cartas. Existem Conselhos Nacionais, Congressos, Reuniões de Secções. Existem momentos para debater, discordar, atacar até. Mas, num Partido há direitos e sobretudo há deveres. Dever de ser solidário, e se não gosta tem várias opções: ou vai para casa, ou espera pelo pós-processos eleitorais e candidata-se contra, ou apoia no que pode e a sua consciência dita, ou vai-se embora.

 

Simples, e em liberdade.



uma psicose de Diogo Agostinho às 08:17
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Republicanos na América (7)

 

Uma recente Harris poll revela as atitudes dos Republicanos para com Obama;

- 2/3 classificam-no como socialista

- 57% dizem que é Muçulmano

- 24% dizem que provavelmente é o Anti-Cristo 

 

Interessante não é? Pois mais interessante ainda será a nova batalha que ontem começou com o voto no congresso em prol do Obamacare. O GOP quer a todo o custo ganhar a guerra contra o Presidente e a Líder do Congresso. Ora com um povo assim tão... digamos, iluminado, tenho quase a certeza de que os democratas vão sofrer bem sofrido nas próximas eleições. Será que vão conseguir recuperar a confiança do povo Americano? Só mesmo de alguns, porque outros têm a sua cabeça feita e emprenham todos os dias pelos ouvidos com tipos como Glenn Beck, Sean Hannity, Rush Limbaugh e a mais divertida (assim para o triste) de todas as Congressistas, Michelle Bachmann.

Enfim... Democracias!



uma psicose de jfd às 08:00
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Segunda-feira, 22 de Março de 2010
"Rangel quer verificar as assinaturas"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui



uma psicose de jfd às 21:18
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Debate 23 de Março

 

 

É dia 23 de Março que irá decorrer o Debate sobre as Eleições para a liderança do PSD. Pelas 21 horas, na sede nacional, Rua de São Caetano à Lapa.

 

Para quem não conseguir marcar presença, deixo aqui o apelo e espaço para redigir as perguntas que entenda colocar aos nossos convidados. Basta colocar como comentário a este post e faremos chegar ao moderador do debate.

 



uma psicose de Diogo Agostinho às 14:34
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Change you can believe in!



uma psicose de jfd às 08:26
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O Golpista

Se já o pensava, depois de ler a entrevista que Jorge Sampaio deu ao Público, fico ainda mais convencido de que o antigo PR promoveu em Portugal um golpe de estado constitucional quando provocou as eleições que puseram Sócrates no Poder.
Veja-se o que disse o antecessor de Cavaco Silva:


Por que demitiu Santana Lopes?
Eu não demiti o Governo, eu dissolvi a Assembleia. Só demiti o Governo mais tarde, um governo que tem Assembleia dissolvida pode continuar em funções.

Mas podia ter demitido o Governo, argumentando o irregular funcionamento das instituições.
As instituições funcionavam, mas o Governo era mau. O que faltava manifestamente era uma nova legitimação democrática, aquilo já não correspondia ao sentir das pessoas.

Percebeu isso?
Percebi. É claro que houve um conjunto imenso de disparates, mas não foram os disparates em si mesmos. Eu disse na altura: "Têm de aceitar que há um governo que governa mal e que vai perdendo nas sondagens. Mas isso não é suficiente para demitir o Governo, porque não estão em causa as instituições democráticas. As instituições democráticas funcionam melhor ou pior, o Estado de direito democrático funciona melhor ou pior, mas não há um bloqueio do Estado de direito."

Houve um desfasamento entre os representantes e os representados?
Completo. Percebia-se que já não havia mais nada a fazer. Sou a favor da estabilidade, mas um Presidente vê dois primeiros-ministros saírem?! O que é que isto significa? Foi das coisas mais difíceis. Sai-me o António Guterres e sai-me o Durão Barroso. E as pessoas esquecem-se que em Junho/Julho de 2004 eu dei posse a um novo governo, porque a mesma maioria se mostrava sólida e disponível para continuar a governar. E fi-lo contra o PS e contra os meus amigos, porque achei que tínhamos de evitar mais uma dissolução, mais quatro meses perdidos.

 

Alguém percebe este senhor?
 



uma psicose de Paulo Colaço às 00:58
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Domingo, 21 de Março de 2010
A chama imensa

Ter um grande “potencial” é um fardo muito pesado.

Sobretudo pela forte pressão que as expectativas criam.
O Benfica ganhou hoje a Taça da Liga mas está em competição pelo Campeonato Nacional e na Liga Europa.
Os adeptos  já têm o champagne no frio.
Eu sou um deles. Tenho motivos para isso, não tenho?


uma psicose de Paulo Colaço às 21:11
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Portugal Primeiro (1)

Várias vezes, mais que as que eu gostaria, me perguntam porque votarei eu em Pedro Passos Coelho? Porque acredito no seu projecto? Porque lhe dou o meu apoio? Que traz ele de valor acrescentado ao PSD e, mais importante, a Portugal?

É com prazer que deixo aqui umas linhas sobre o assunto. Sei que não mudarei a ideia de ninguém já convicto, mas quem está na dúvida, seja justo e considere...

- Precisamos de Mudar – o PSD não pode voltar a falhar
- Precisamos de Olhar Para a Frente – centrar as forças no futuro tendo em conta um melhor presente e as melhores lições do passado. Não somos reféns do passado, mas sim donos do nosso futuro
- Precisamos de um Líder Decidido, Frontal e Corajoso – Pedro Passos Coelho tem demonstrado estas qualidades no caminho que decidiu percorrer no PSD
- Precisamos de um Líder Que Saiba Comunicar – a democracia pertence ao povo, e ao povo é preciso saber falar. Pedro Passos Coelho projecta um PSD positivo, reformista e firma
- Precisamos de uma Nova Geração – a par de quem aqui nos fez chegar, também precisamos de renovar a instituição PSD. Injectar sangue novo, seja qual for a idade, para uma nova geração de laranjinhas de olhos postos em Portugal
- Precisamos de Soluções para o País – não são redondos os discursos nem são vãs as propostas da Moção Estratégica, a seu tempo voltarei ao assunto
- Precisamos de nos Focar no Essencial – temos de atacar a raiz dos problemas que assolam o País, e eu acredito que Pedro Passos Coelho tem o discernimento de liderar uma equipa que conseguirá o efectivo diagnóstico com as melhores propostas de cura
- Precisamos de um Candidato Positivo – digam o que disserem, este candidato é positivo. Já deu provas e continua a marcar a agenda não pela negativa mas sim pelas suas ideias e compromissos para com os militantes. E também com os Portugueses. Pedro Passos Coelho luta por Portugal, e não contra o PSD. É uma candidatura que não sendo contra ninguém, é sim pelo PSD e por Portugal
 
É a vez do Futuro!
Precisamos de Portugal Primeiro!


uma psicose de jfd às 19:10
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Está na hora de pedir Perdão (II)

Há cerca de dois anos postei Está na hora de pedir Perdão.

Deu-se uma interessante e acessa troca de argumentos pelos comentários.

Valerá a pena repetir a sua leitura, tendo em conta que, com muita pena minha, o assunto continua na boca do mundo.

Quando é que este problema será correctamente endereçado e resolvido pelos guardiões terrenos da fé de muitos de nós?

 



uma psicose de jfd às 18:03
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Sexta-feira, 19 de Março de 2010
O circo continua.


 
 

"José Lello protesta contra falta de privacidade no Parlamento". Que ousadia dos jornalistas, realmente... a tentar tirar fotos..?

Jaime Gama fez o que tinha a fazer. Informou-o que a AR é um «espaço público e as regras ... estão aprovadas por todos os senhores deputados», facultando «aos meios de comunicação social a cobertura de toda a sessão legislativa e todos nós sabemos que os computadores que os senhores deputados utilizam não são pessoais, são computadores de serviço público».

Pois.



uma psicose de nunodc às 18:23
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Consumismo à parte, belo dia este!


Um abraço aos pais, sobretudo ao meu.

uma psicose de Paulo Colaço às 01:05
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Quinta-feira, 18 de Março de 2010
Pequeno grande exemplo...

 

Em política, a postura que adoptamos perante os cenários de vitórias ou derrotas eleitorais, diz muito sobre a capacidade de entender e valorizar o papel do político. Muitas vezes ouvimos que política é servir. Concordo. Servir e garantir que representamos condignamente quem confiou em nós.

 

Deixo-vos aqui um bom exemplo. A vereação do PSD em Lisboa, derrotada nas últimas eleições lançou o seu portal: www.lisboacomsentido.com. Um portal que quer dar a conhecer as suas posições, as suas ideias, ser um veículo de contacto permanente com os eleitores.

 

Na vitória ou na derrota, servir deve ser sempre um desígnio, mais do que intrigas, amúos ou actos de deslealdades. Assim, gosto de ver. Assim faz todo o sentido.



uma psicose de Diogo Agostinho às 16:32
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Fossem todos assim.

 


Paulo Azevedo afirmou, numa
entrevista ao jornal i, que considera os prémios atribuídos a gestores públicos "absolutamente chocantes" e que há "abusos importantes" na atribuição desses valores. "O que mais choca é o pagamento a pessoas que não o merecem, que pouco fizeram e que não são justificáveis pelos resultados das empresas e pelo trabalho que fizeram. Não são claros os processos de nomeação, não é claro o mérito". 

Azevedo anunciou também que, quem auferia menos de 550€/mês teve um aumento médio de quase 4% e que teria criado mais emprego, não fosse o encerramento dos hipermercados Continente ao Domingo à tarde. 

"O Continente é a única das cinco principais cadeias de venda de produtos alimentares em Portugal que é obrigada a encerrar aos domingos à tarde. Esta lei prejudica gravemente a concorrência e foi já provado que é totalmente injustificada. Devido a este facto, a Sonae foi obrigada a suprimir 1100 postos de trabalho no fim da época do Natal". A Sonae prevê a criação de 2000 postos de trabalho, caso seja possível abrir o Continente durante a tarde de Domingo. Eu pergunto: porque posso eu ir ao Pingo Doce ao Domingo de tarde, mas não ao Continente..?

Tão bom seria se as regras da Sonae fossem aplicadas no sector público. Só prova que, com boa gestão, os resultados aparecem.

 



uma psicose de nunodc às 10:37
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