Domingo, 31 de Janeiro de 2010
E aí está Rangel...(II)

 

Na sexta-feira, após ter publicado aqui o post sobre a candidatura de Rangel, este desmentiu o conteúdo da notícia veiculado pelo SOL. Alguém me perguntou mesmo se não teria sido precipitado na análise política aos comportamentos de Rangel e Aguiar-Branco nos últimos dias. Devo dizer que não só mantenho, como até reforço a tese que venho defendido: cada dia que passa, mais claro é que Rangel será o rosto da ala que não se revê em Passos Coelhos nas próximas directas.
Chamo a vossa atenção para a pergunta que suscitei no final do post anterior: será que a notícia do SOL é favorável a Rangel? - e não respondi de imediato para aguardar as reacções dos envolvidos e tirar as devidas conclusões.
A manchete do referido semanário, nos termos em que foi publicada (“ Durão convence Rangel a avançar”) , é altamente prejudicial a Rangel. No limite, poderia afastar qualquer cenário de candidatura do eurodeputado. Acabar com o sonho com que - acredito – Rangel acorda todos os dias. Percebe-se porquê: para defrontar Passos Coelho e ser uma alternativa credível para o partido, Rangel (ou, numa hipótese remota, outro) tem que surgir com uma dinâmica própria, um suplemento de alma mobilizador, um discurso truculento, mas sensato. Só assim se poderá vencer uma máquina montada e activa há dois anos : com um projecto e um perfil galvanizadores. Ora, a notícia de sexta-feira “cola” a candidatura de Rangel a Barroso. Rangel aparecia, desta forma, não como um líder capaz de promover a renovação, a adopção de um novo discurso e de uma nova estratégia para o país, mas sim como o rosto do passado ligeiramente mais novo. Esta imagem de Rangel como uma espécie de “seguro de vida política” de Barroso (que já pensa e se preocupa com as presidenciais de 2016), dá a sensação que só avançaria como líder de uma facção, de um grupo influente do partido. Seria entregar numa bandeja dourada a presidência do PSD a Passos Coelho.
Posto isto, se Rangel estivesse efectivamente interessado em concorrer, o que faria? Reagiria rapidamente para suavizar os efeitos negativos da manchete do semanarário (que têm sempre mais impacto do que as dos diários), demarcando-se da intriga e, não negando a sua pretensão de se candidatar à liderança do partido, afastando-se da intervenção de Barroso ou do seu núcleo próximo. Ou seja, reagiria como...acabou por reagir no próprio dia. A reacção de Rangel é de alguém que se prepara para avançar. Curiosamente, até Barroso veio, na sexta-feira, desmentir qualquer intromissão na vida interna do PSD. Mas não desmentem a candidatura – negam apenas a candidatura de Rangel com o apoio de Barroso...Para evitar a colagem. Negativa para os dois. Para Rangel, no imediato. Para Barroso, no futuro ainda mais ou menos longíquo (2016 já está no seu horizonte).
Caros amigos, Rangel está aí ...


uma psicose de João Lemos Esteves às 06:17
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Sábado, 30 de Janeiro de 2010
Mayday! Mayday!
 

 

 

Crise?! O que é isso?! O que é que aconteceu aos bons velhos cortes na despesa?



uma psicose de Essi Silva às 17:20
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A questão copo meio cheio ou meio vazio...

 

Eu sou dos que gosta de pensar que o copo está meio cheio, mas com toda a franqueza vou começando a vê-lo esvaziar... Abro os jornais e olho para um desemprego de dois dígitos; Na rádio ouço falar de falência nacional, na grécia e no défice histórico; Na televisão vejo imagens de significativas manifestações das mais variadas classes profissionais; Ligo-me à net e leio que o Conselho de Estado está convocado para debater a situação política nacional.

No meio de tudo isto, pergunto-me como aqui chegámos. Mais que isso questiono-me como os que nos conduziram até aqui ainda lá estão!

 

Não demoro muito a chegar a uma conclusão: Se é verdade que Sócrates e o PS simbolizam esta política falhada, também é inequívoco que algo falhou na oposição.

Sou do entendimento que Manuela Ferreira Leite prestou um serviço notável ao PSD e, sobretudo, ao país. A sua liderança política diferenciou-se pelo carácter, pelos princípios e pelas visões e propostas estratégicas acérrimamente defendidas. O reconhecimento do seu contributo tardará, mas certamente não faltará. "Depois de mim virá quem bem de mim dirá"... Sábias palavras, as do povo.

Todavia, e sem prejuízo para o notável resultado nas europeias e autárquicas, algo de errado se passa no PSD quando não é governo hoje, depois de um mandato falhado como foi o do PS.

 

Aqui chegados, aproximamo-nos de mais umas eleições para a liderança do partido e o muito que já foi escrito por estes lados só será ultrapassado pelo muito mais que se seguirá, tenho a certeza. Também aqui, infelizmente, começo a ver o copo meio vazio e a esvaziar...

Pela profunda admiração, consideração e estima que tenho pelo Prof. Marcelo Rebelo de Sousa não escondo que gostava de o ver entrar na corrida. Acho, muito francamente, que seria a pessoa mais bem colocada para agregar o partido. Contudo, também não escondo a minha desilusão face às "ponderações de ponderação" e à proposta da solução de unidade ou de candidatura única (num partido como o PSD uma candidatura única chegaria a ser, creio eu, mau sinal). Considero que uma candidatura do professor traria um interessante e útil debate para o seio do partido. Não se tendo concretizado fica esta nota, justificada pela visibilidade que teve todo o processo de "ponderações".

Quanto a Castanheira Barros pouco ou nada posso dizer. Não conheço o seu projecto político e nem sequer tive oportunidade de alguma vez o ouvir.

Pedro Passos Coelho é tema recorrente por estas bandas... Não gostei das suas atitudes durante as campanhas e acho que a lógica de oposição interna, em momento eleitoral crucial, foi um obstáculo significativo à afirmação da actual liderança. No entanto, não destilo o ódio que alguns cultivam perante a figura de Passos Coelho, antes reconheço-lhe a coerência, quanto mais não seja. Partilho, todavia, as reservas de muitos quanto à substância de uma imagem que, sem sombra de dúvidas, Passos conseguiu construir, com mérito.

Quanto a Aguiar-Branco ou Rangel não passam de possibilidades. Sobre estes remeto-me para a lúcida visão do Diogo Agostinho: Um líder é aquele que tem vontade de liderar e que assume a defesa da sua visão e do seu projecto político, independente e livre.

 

Porém, não é só uma questão de liderança que afecta o PSD de hoje. É antes uma questão de substância e de conteúdo programático ou ideológico, como queiram. É também uma questão de afirmação junto da população. É, no fundo, uma questão de identidade.

Claro está que a liderança está intimamente ligada a este desafio: Parte, sobretudo, do líder que surgirá das próximas directas reconstruir essa identidade e, mais importante, aproximar os militantes dessa mesma ideia.

 

O país precisa, hoje mais do que nunca, de uma oposição forte e credível: Uma oposição liderada por quem se assume como a verdadeira alternativa.

Eu continuo a acreditar no PSD e, em especial, nos seus militantes, meus companheiros. Acredito que o copo que hoje vejo meio vazio possa voltar a ver meio cheio. É esta a minha esperança.



uma psicose de André S. Machado às 04:02
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
10,4%

 

Em Portugal, a taxa de desemprego passou de 10,3% no mês de Novembro, para 10,4% no mês seguinte, ficando assim acima das médias europeias.

 

Obrigado José.



uma psicose de Luís Nogueira às 13:52
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Vontade...

 

 António Sousa Franco por PSD - Partido Social Democrata José Menéres Pimentel por PSD - Partido Social Democrata Francisco Pinto Balsemão por PSD - Partido Social Democrata Nuno Rodrigues dos Santos por PSD - Partido Social Democrata

 

Carlos Mota Pinto por PSD - Partido Social Democrata Rui Machete por PSD - Partido Social Democrata Cavaco Silva por PSD - Partido Social Democrata Fernando Nogueira por PSD - Partido Social Democrata Marcelo Rebelo de Sousa por PSD - Partido Social Democrata

 

Durão Barroso por PSD - Partido Social Democrata Pedro Santana Lopes por PSD - Partido Social Democrata Luís Marques Mendes por PSD - Partido Social Democrata Luís Filipe Menezes por PSD - Partido Social Democrata Manuela Ferreira Leite por PSD - Partido Social Democrata

 

Estes foram os Presidentes do PPD/PSD, até ao momento. Encaro como atributos necessários para se candidatar a liderar o Partido mais português de Portugal, coragem e vontade. Nunca devemos ser empurrados, avançar em prol da vontade de outros para um cargo de tamanha importância. Um líder não é empurrado, um líder assume a sua vontade, o seu caminho e trilha o seu percurso. Sujeita-se ao debate, à discussão, ao contraditório, vai a votos.

 

Quem quiser ser o próximo líder do PSD, e atenção, que a Dra. Manuela Ferreira Leite ainda não assumiu se irá embora, ou se se irá recandidatar, deve avançar com as suas ideias para o País. Este momento é muito importante na política nacional. A incerteza de um Governo minoritário, a possibilidade de após eleições presidenciais, existiram eleições legislativas colocam no horizonte a necessidade de uma alternativa forte e DIFERENTE ao actual Governo. Pois, não teria dúvidas que hoje se o Governo caísse, voltaria a vencer e quem sabe se com maioria.

 

É por isso uma excelente oportunidade do PSD preparar o seu caminho. Não a prazo, mas um caminho de futuro. Quem quer liderar porque acredita que pode realmente mudar o país deve avançar. Sem cautelas, ponderações ou caldos de galinha. Avançar. Vir ao "Ringue" e demonstrar que tem fibra para depois conquistar o País. Custa assim tanto?



uma psicose de Diogo Agostinho às 08:55
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Credibilidade

 

Teixeira dos Santos: “Merecemos o benefício da dúvida”

 

I Online

 

Desculpe...importa-se de repetir?

 

A redução do défice orçamental prevista para este ano, de 9,3% do produto interno bruto (PIB) para 8,3%, tem um truque. O governo reembolsou quase 422 milhões de euros em IVA, o que terá ampliado excessivamente a receita de 2009, acabando por empolar o défice e dar maior contraste à consolidação orçamental prevista para este ano. 

(...)

João Duque, professor do ISEG, disse à Lusa suspeitar que "há aqui um empolamento porque as contas não batem certo". "O valor de 9,3% é forçado para que apareça uma redução para 8,3%." Segundo o economista, o OE "falha porque não dá um sentido de viragem claro" e "vai desiludir a opinião do mercado internacional".

 

I Online

 

Eu bem me parecia que tinha um problema existencial qualquer em dar o benificio da dúvida ao sr. Ministro. E não sei porquê, acho que os mercados internacionais também têm a mesma dúvida...



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 08:54
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E RANGEL AÍ ESTÁ ...

 
Escrevi aqui no Psicolaranja no último fim de semana, que a presença de Aguiar Branco na apresentação do livro de Passos Coelho não era politicamente irrelevante. Com a agravante de o actual líder parlamentar do PSD ter qualificado Passos Coelho como um “bom candidato”. Recebi muitas críticas no sentido de que fizera uma interpretação errada – Aguiar Branco foi elogiar Passos Coelho a uma sessão de propaganda pessoal (não institucional, saliento) para dar a ideia de que é capaz de construir um clima de unidade no partido. Com o devido respeito, esta interpretação não me parece minimamente adequada – se assim fosse, Aguiar-Branco seria um kamikaze político. Ele que não é propriamente um “líder natural”, que não é conhecido pelas suas qualidades oratórias, que não tem capacidade para cativar e explicar os méritos das suas opções, que –ainda por cima – está conotado com a actual direcção e é co-autor da opção de excluir Passos Coelho das listas das últimas legislativas, vinha agora em vésperas de enfrentar Coelho, elogiá-lo. Aguiar Branco que pelo seu perfil já seria um candidato fraco, com tal gesto ditava a sentença da sua derrota. A realidade é esta: Aguiar Branco só poderia ter a ambição de ganhar a Passos Coelho se apostasse numa estratégia de demarcação de ideias, de perfil, de experiência – e o confrontasse sem receios, nem calculismos. A mensagem que Aguiar Branco quis deixar foi “estou fora, podes contar comigo na liderança do grupo parlamentar”. E tudo isto porquê? Porque estou cada vez mais convicto de que se vai verificar o “ Factor Rangel”.
Há muito que Rangel tem a batata quente nas mãos. O que vai suceder nos próximos dias/semanas na vida interna do PSD vai ser determinado pela opção que Rangel tomar. Daí a agitação das distritais, na sua grande maioria, apoiantes de Passos Coelhos (até algumas que se assumiam anti-coelhistas viraram agora sem que ninguém saiba porquê, vide o exemplo de Aveiro, terá sido a influência de Couto dos Santos? ). É que a candidatura de Passos Coelho não tem entusiasmado, mobilizado os militantes de base do partido. Passos tem o aparelho: não é nenhuma surpresa, visto que Miguel Relvas tem trabalhado arduamente e com mérito neste particular. Mas não tem o apoio de uma “maioria silenciosa”  de militantes que publicamente não o criticam, rejeitando, no entanto, embarcar na “onda mediática pós-Passos”. Quanto mais prolongada for no tempo a marcação das directas, mais perde Passos Coelho, que se desgasta cada vez que fala, enredado nas suas contradições, incoerências e falta de um pensameto estratégico. Dominar o marketing não chega.
Perante esta conjuntura, o avanço de Rangel é um piano enorme que cai em cima de Passos. Excluindo Marcelo Rebelo de Sousa, Rangel é o melhor candidato da ala que não apoia o até agora único candidato à liderança. Porque  acumulou um significativo capital político com a sua vitória nas europeias. Porque é bom orador – Passos Coelho ao querer ser tão metódico na gestão da imagem perdeu a espontaneidade e a vivacidade de outrora, tornando-se monótono. Porque Rangel tem um conhecimento de várias da governação, desde a Justiça e até passando pela economia e juventude – ao contrário de Passos que , fazendo campnha há dois anos e lançando um livro, não deixou uma ideia que fique sobre alguma área da vida do país. A única que gerou discussão – a privatização da CGD – a realidade já demonstrou o seu mérito e o próprio proponente já a abandonou...
Outra questão é saber se a forma como Rangel se apresenta é a melhor, nomeadamente, a notícia de hoje do SOL  é-lhe favorável ou não? E qual o melhor timing para Rangel avançar oficialmente? Deixarei as respostas para o meu próximo post.


uma psicose de João Lemos Esteves às 05:58
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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
Vira o disco e toca o mesmo... (versão ...já perdi a conta)

 

 

Até tinha acordado bem disposto. Estava frio mas... sol. E eu, como qualquer idiota que nasça em Agosto, gosto de Sol. Com ou sem frio. 

 

Bem disposto, achei - se o arrependimento matasse! - que seria interessante ver o OE 2010. Pensei eu: "Não pode ser assim tão mau...". Lá dizia a minha avó, "A pensar morreu o burro, meu filho".

 

732 Páginas de Orçamento. Deve haver um indicador sobre a correlação entre o tamanho do "bicho" e o valor do deficit! Decidi saltar a "palha" e ir ao essencial: página 361, Anexo 2, Receitas e Despesas das Administrações Públicas numa Óptica de Contabilidade Nacional.

 

Vou-vos poupar à palha "financeira" - e aos meus pensamentos enquanto lia... estamos num blog sério! - e vamos ao essencial:

Receitas totais: 67,3 mil milhões de euros. Despesas Totais sem juros (é favor notar o bold e sublinhado!): 75 mil milhões de euros. Ou seja, sem juros (!!!!!) já estamos a dever 8,7 mil milhões de euros. Depois pedimos emprestados outros 5 mil milhões para pagar os juros da dívida pública actual e voilá, temos o deficit actual de 8,3% do PIB.

 

Posto de outra forma... estamos a pedir dinheiro emprestado para pagar juros do dinheiro que já tinhamos pedido emprestado (!?). Sou eu o único a achar que isto é uma boa receita... para o desastre?

 

E para todos os que me vão dizer "O problema é as receitas... estamos em crise" aqui vai,

receitas correntes: 2005 - 60 mil milhões, 2006 - 61.5 mil milhões, 2007 - 65 mil milhões! Portanto, não me venham com o argumento "temos deficit porque as receitas diminuiram com a crise financeira internacional, porque não havia crise em 2005 e 2006 e ela não se fez sentir, fiscalmente, em 2007! Fonte? DIRECÇÃO GERAL DO ORÇAMENTO!

 

E o conjunto de barbaridades continua ao longo dos anexos: 1 em cada 4 euros de despesa são salários da função pública, a uma média per capita (por funcionário público) de 1490 euros/mês. São só 19 mil milhões de euros em salários! E não me ponham a falar da segurança social. Essa, mete mesmo medo ver a demonstração de resultados.

 

Alguns recados:

PS - A gerência agradecia que parassem de mandar o país ainda mais à falência com um Orçamento que vive à base de um esquema em pirâmide (pagar juros com dívida não funciona!)

 

PSD - Foi para isto que tivemos a negociar? É este o compromisso de "redução da trajectória de dívida pública"? Num Orçamento em que um terço do deficit corrente é juros?!

 

CDS - Longe de mim não defender privatizações! Para mim ia tudo: CGD, TAP, ANA, RTP... não faz sentido! Agora, ganhem juizo: privatizar para controlar as finanças públicas é autismo financeiro, porque não resolve o problema subjacente que alimenta a dívida pública: Despesas Correntes acima das Receitas Correntes!

 

Exmos. Deputados Excelsos representantes da...erm..."nação" - É preciso um Néon!? Ainda não entenderam que somos o país mais fragil da Zona Euro a seguir à Grécia, no que diz respeito às finanças públicas, e que temos um problema de poupança e competitividade pior que o Espanhol que alimenta o deficit externo? Ou vamos continuar a tocar a música enquanto o barco afunda?

 

Andamos a brincar com coisas muito sérias...e só me sobra uma pergunta, referente a destinos para emigrar: sugestões?



uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 11:34
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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
A César o que é de César...

World Economic Forum

A Davos, la régulation du secteur bancaire fait débat

Eu, que não percebo muito destas coisas, digo que é bom sinal, não?


:
: Sr. Morgado - Adriano Correia de Oliveira

uma psicose de José Pedro Salgado às 14:10
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Jornadas autárquicas da JSD Ponte da Barca

 

 

Reproduzo aqui a proposta da JSD Ponte da Barca. Mais informações no blog deles.

 

 

 

 

 

 

 

«Caro(a) Companheiro(a),

 

Há já dois anos que se realizam as Jornadas Autárquicas da JSD Ponte da Barca. Durante um dia, 13 de Fevereiro (Sábado) numa jornada de estudos, trabalham em conjunto inúmeros jovens participantes e um naipe de formadores e oradores de grande qualidade. A 3ª edição das Jornadas Autárquicas contará com 14 formadores, distribuídos por 5 painéis diferentes - um almoço/debate, uma aula de técnicas de expressão pública, duas conferências e um jantar/debate de encerramento.»

 



uma psicose de José Pedro Salgado às 14:01
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PsicoConvidado: David Silva

 

Quando me convidaram para escrever para o Psicolaranja (blogue que acompanho todos os dias embora nem sempre comente), aceitei de bom grado mas avisei logo que seria sobre a minha especialidade e paixão: o Ambiente. E claro, falar de Ambiente é falar de Alterações Climáticas.

 

Infelizmente, o combate às alterações climáticas não é uma prioridade do Ministério do Ambiente. O plano Nacional contra as Alterações Climáticas (PNAC) tem boas medidas mas que são muito mal aplicadas no terreno ou às vezes nem isso. Portugal não está a cumprir os objectivos de Quioto, e se os chegar a atingir em 2012 será devido ao abrandamento económico dos principais sectores poluidores nacionais, ao investimento privado em energia eólica e á compra de emissões através do mecanismo de desenvolvimento limpo, não a politicas internas.

 

Assim é fulcral encontrarmos uma nova política de Alterações climáticas. E deve passar essencialmente por três parâmetros.

O primeiro será certamente a mitigação das causas do aumento do efeito de estufa, ou seja, a redução dos níveis de CO2 equivalente. Relativamente a esta questão, deverá ser revisto o PNAC de modo a aumentar-se a aplicabilidade das suas medidas, ou seja, prever uma maior regulação dos níveis de emissão através do mercado de emissões, dar prioridade á microgeração e principalmente á eficiência energética (O PNAEE deve ser dinamizado, visto que a sua aplicação está a ser extremamente lenta e ineficaz). Mas Portugal é um contribuidor muito baixo de CO2 para a contabilização global, pelo que as políticas públicas devem-se focar sobretudo no segundo parâmetro: a Adaptação.

 

Portugal será seguramente o país da União Europeia que mais sofrerá com as alterações climática, nomeadamente com a redução do stress hídrico e a erosão das costas e zonas litorais. Assim deve-se ter em conta o factor de adaptação, nomeadamente através de um plano nacional contra a desertificação eficiente (O PANCD actual é um fracasso), do investimento em equipamentos de produção de água potável, como as salinizadoras, de estratégias efectivas de recuperação de áreas ardidas e de criação de um fundo de auxílio climático, que tenha em conta outliers possíveis derivados das Alterações Climáticas (caso da onda de calor de 2003).

 

Por fim, o terceiro parâmetro deverá ser o desenvolvimento, ou seja, uma economia sustentável ambientalmente que não sacrifique as condições de crescimento futuras em prol das actuais. Nesta área recomendo o Relatório Stern, que nos apresenta uma previsão de investimento de 2% do PIB mundial em políticas de combate às alterações climáticas contra os 20% do PIB mundial que será necessário para mitigar os efeitos da inacção. Será fulcral então a elaboração de uma estratégia de sensibilização e educação ambiental a nível nacional e no sistema educativo, a aplicação do mecanismo de desenvolvimento limpo às empresas e autarquias, o incentivo fiscal com base no princípio poluidor-pagador, o estimulo á concorrência na produção de electricidade e energia renovável e uma maior dinamização do mercado de carbono através do fundo português de carbono.

 

Estas são algumas das minhas propostas. Julgo que se pode fazer muito mais no Ambiente, e é possível desenvolver Portugal de um modo sustentável. Infelizmente o que falta não são ideias, mas sim vontade politica, e esta ministra do Ambiente (que eu reconheço competência na área dos resíduos) é disso exemplo, pois não tem nem a capacidade de enfrentar certos interesses instalados, nem de reforçar o papel do ministério do Ambiente no plano nacional. Todos sabemos que é uma pessoa facilmente moldável nas mãos de José Sócrates, que já demonstrou que o Ambiente nunca foi prioridade para o PS.

 

Bem, este “plano” levantará certamente outras questões, nomeadamente em relação á energia nuclear, á questão de um imposto verde, da privatização da água etc… E claro, sobre todos estes temas eu sou um entusiasta, pelo que se um dia quiserem o meu contributo no Psicolaranja estou mais que disponível.

 

Entretanto fico-me apenas por um apelo: que a discussão politica não se reduza apenas às questões do estado e da economia, e que nós enquanto JSD saibamos que a defesa do Ambiente não é apenas uma causa mas sim uma necessidade, e que deve ser posta no cerne das nossas acções. Tal como só temos um planeta, só temos um país, e merece ser preservado!

 

PsicoConvidado David Silva

 



uma psicose de PsicoConvidado às 10:53
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 23:33
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UM POUCO MAIS DE SOL...

Confesso que não gosto particularmente de fazer aqui copy e paste de notícias de jornais ou de textos de outros blogs. Todavia, a particular lucidez e a relevância do texto de Raquel Abecassis, jornalista da Rádio Renascença, justificam que abra uma excepção. As seguintes afirmações merecem uma leitura atenta e uma meditação profunda da sua parte,caro amigo seguidor do Psicolaranja:

 

´" estranhamente, em Pedro Passos Coelho, até a confiança parece de plástico: o livro que serve de lançamento da sua campanha copia a ideia que levou Obama à presidência dos Estados Unidos. Só que, nem no livro nem no seu discurso, encontramos algo que possa galvanizar o partido fundado por Sá Carneiro.

A Passos Coelho parece não faltar nada, mas apetece citar Mário de Sá Carneiro: Um pouco mais de sol — eu era brasa./Um pouco mais de azul — eu era além./Para atingir, faltou-me um golpe de asa.../Se ao menos eu permanecesse aquém" .

 

Descrição sucinta e certeira. Impressiva. E eloquente...Tão verdadeira - acrescento eu!



uma psicose de João Lemos Esteves às 05:15
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MUITO MAIS VIVO DO QUE MORTO POLITICAMENTE...

 

O Prof. Carlos Blanco de Morais, de quem tive o privilégio e a enorme honra de ser aluno no 1.º ano de Direito, publicou  ,na última edição do EXPRESSO, um artigo cuja leitura recomendo vivamente. Explica, de forma inatacável, como a estratégia de vitimização do Governo socialista não passa de uma ficção convenientemente criada para esconder a sua falta de rumo e estratégia para o país. O facto da Assembleia da República aprovar legislação que contrarie as opções políticas do Governo não faz com que haja um “Governo-sombra” no órgão representativo do povo português. Nos termos da nossa Constituição, é a AR que detém o primado da função legislativa – ou seja, a função de elaborar leis é, em primeira linha, confiada áquele órgão.  Concordo com a tese do ilustre professor. Julgo, no entanto, que omite um vértice importante do “triângulo do poder”: o papel do Presidente da República.
Em biologia, “metamorfoses” significa alterações da estrutura ou da composição do corpo de um ser vivo. Ora, o sistema de governo português (que qualificamos como semipresidencialista) também sofre sucessivas metamorfoses, de acordo com as mutações na correlação de forças partidárias e institucionais. Desta forma, podemos encontrar períodos em que o centro da vida política é o Parlamento (semipresidencialismo de pendor parlamentar). Outros em que o Governo assume maior protagonismo, limitando-se o parlamento a seguir e a sufragar a sua  agenda política (semipresidencialismo de pendor de primeiro-ministro) ou até períodos constitucionais em que o PR é o principal actor político, quando é uma personalidade carismática do partido do Governo, este apagando-se perante aquele. Esta última “metamorfose” nunca se verificara na história constitucional portuguesa. Depois das eleições de 2009, como qualificar o nosso sistema de governo?
O actual período é muito interessante para analisar na óptica do Direito Constitucional e da Ciência Política. Aparentemente, dado que o Governo não é suportado por uma maioria absoluta na AR, negociando, tentando criar pontes com os partidos da oposição para implementar o seu programa político, o semipresidencialismo teria, na actualidade, um pendor parlamentar. Não julgo que assim seja. Porquê? Justamente, devido ao papel do PR e à situação do maior partido da oposição. Cavaco Silva é uma personalidade carismática da direita, muito próximo da actual líder do PSD, e é ele que tem marcado e condicionado a agenda política e o comportamento dos principais agentes políticos. Substituiu a fórmula da “cooperação estratégica” pela do “conflito estratégico”.

Com efeito, descontando alguns pesadelos de noites de Verão, foram as intervenções do PR que forçaram Sócrates e Ferreira Leite a sentarem-se à mesa para discutir o orçamento. Foi Cavaco que deixou Ferreira Leite sem alternativa na questão da votação do Orçamento apresentado ontem, tirando o tapete a Pacheco Pereira, Rangel e outros que defendiam o voto contra. E até que, indirectamente, ditou a actuação do CDS/PP, que se viu na contingência de ter longas reuniões com o Executivo para (finalmente!) se assumir como partido responsável, ultrapassando o PSD e remetendo – o para a mais pura irrelevância política. O Orçamento de Estado vai passar. O país deve-o ao Presidente Cavaco Silva.



uma psicose de João Lemos Esteves às 04:51
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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Something about us

"It might not be the right time

I might not be the right one

But there's something about us I want to say

Cause there's something between us anyway"

 

Gosto muito do meu partido. Não é uma questão de tachos, ou de trampolins. Gosto verdadeiramente de política e gosto ainda mais de pertencer a um grupo político cujos ideais me preenchem e me permitem fazer alguma diferença na sociedade portuguesa.

Hoje sou-vos sincera: o partido que admiro desde pequena tem-me desiludido cada vez mais.

Uma questão de líderes

Muitos têm apontado como causa para a crise no PSD, a ausência de liderança capaz ou a sucessão de líderes à velocidade luz. Outros até, acham que o problema está na falta de visão, na carência de alternativas. Velhos do Restelo, chamam-nos esses, acusando-nos de não mudar de registo, de continuar num caminho retrógado.

Aceitam-se ideias

Para mim, mais que um problema em relação a quem nos lidera, há uma ausência de ideologia. Sabem efectivamente o que ainda é o PSD? Há quanto tempo não mudamos de projecto político? O que defendemos hoje?

O PSD parece cada vez mais uma manta de retalhos, vazio de consistência política. Hoje afirmam uma coisa, amanhã já discordam do que afirmaram no dia anterior. (ou hoje criticam e amanhã fazem o mesmo)

E é este o partido que queremos apresentar aos portugueses como a melhor alternativa para Governar.

Ódios de estimação

Adoro que discordem de mim: é sempre uma forma fantástica de fortalecer a argumentação e de me fazer pensar um pouco mais além. Da discussão nasce a luz. Ainda assim, não há política possível com uma discussão permanente.

Há que deixar os ódios de estimação para trás. Quando o objectivo é proporcionar o melhor para os nossos pares, o nosso país, a unidade é essencial. Com críticas? Claro que sim. Mas não ao primeiro palito que se mexe ou através do ataque pessoal.

Porque outro problema no PSD é haver sempre quem critique mas nunca quem queira ou consiga provar que faz melhor que o alvo das suas críticas.

D. Sebastião

 

Independentemente de quem gostaria de ver como presidente do nosso PSD, ao Exmo. Dr. Castanheira Barros, ao Exmo. Dr. Passos Coelho e a todos aqueles que considerem ser candidatos à liderança relembro: Um bom político é aquele que inspira pessoas, não se reduzindo ao argumento da melhor alternativa.

 
 

In: Crítica construtiva; Coragem e iniciativa; "Inspirar e melhorar!"; Projecto coeso, uno e coerente; Cooperar

Out: Ofensas pessoais; Empurrar candidatos; "Ser a melhor alternativa!"; Hoje afirma X amanhã afirma Y; Renegar


: Daft Punk - Something about us

uma psicose de Essi Silva às 21:20
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Quem salta para a ribalta? Quem?

 

Várias distritais do PSD já confirmaram a sua presença no próximo dia 28 de Janeiro, numa iniciativa organizada pelo presidente da estrutura da capital. O objectivo é debater o partido e as eleições directas, a duas semanas do conselho nacional, e porque a direcção ‘laranja’ não se reúne há seis meses com os dirigentes locais. Além de Lisboa, Porto, Aveiro e Braga, haverá mais militantes sociais-democratas a participarem no encontro.
Carlos Carreiras, o presidente do PSD/Lisboa não quis, para já, adiantar mais detalhes nesta fase, e Marco António Costa, do Porto, confirmou ao CM a sua presença. De acordo com informações recolhidas pelo CM, Santarém não estará presente no encontro.

A duas semanas do conselho nacional para marcar o congresso extraordinário e as eleições directas, as movimentações a favor de um avanço do eurodeputado Paulo Rangel subsistem, mas o próprio nada mais quer dizer sobre o assunto. Isto apesar de no partido, entre apoiantes de Passos Coelho, ainda se encarar como hipótese uma candidatura-surpresa de Rangel.

No domingo, Marcelo Rebelo de Sousa atacou Passos Coelho, candidato assumido à liderança, porque, em seu entender, deveria ter montado uma estratégia de unidade para o partido. "O arranque dele não foi de unidade", disse o comentador, o que é "um erro". Para o antigo presidente do PSD, só um candidato de unidade pode ser líder do partido durante mais do que dois anos.

in cm

 

A este último paragrafo desta notícia apenas tenho a acrescentar que este Marcelo Rebelo de Sousa, é o mesmo que na noite das eleições afirmou ser necessário arranjar quem se candidata-se contra Pedro Passos Coelho por forma a que se evitasse que este último se tornasse Presidente do PSD. Enfim! Coerência q.b. não é Professor? Devia ter VERGONHA na cara.

O Conselho Nacional que se reúna, nem que seja para dar conta ao Partido do que se passa nas negociações do Orçamento tal como já tinha ficado como compromisso por parte da Presidente. Aproveitem e marquem de vez o Congresso e as Eleições.

Afinal, ainda é preciso dar mais tempo para quem anda a reunir coragem para se candidatar, não pelo PSD e o futuro de Portugal, mas sim contra Pedro Passos Coelho.

Venha Rangel! Estou ansioso pelo debate de ideias, pelos apoios que terá e pela bagagem de militante histórico que traz acerca deste nobre PSD. Mas atenção! Coelho, não é Vital! Há pois é! Não vai ser um passeio...

E agora é a minha vez: não é por mudarem a cara, que não continuam a ser os mesmos 12 ou 13 a querer mandar! Porque os militantes, esses para quem querem fazer o Congresso (yeah right!) não são parvos!

Triste sina a do meu partido!



uma psicose de jfd às 09:16
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afinal afinal

Portugal é o país do choque tecnológico.
É o país do Magalhães.
É o país do simplex.

E é o país que ocupa a 39ª posição no ranking do e-government. Desceu 8 posições na última actualização.
Este ranking analisa a promoção do "acesso e inclusão dos cidadãos tanto ao nível executivo, legislativo como judicial" através da net.
39º é o nosso lugar conjugando o fornecimento de informação, a criação de produtos e serviços públicos online, o acesso à participação dos cidadãos em decisões públicas, a interacção entre governo-cidadãos e vice-versa, etc.
Este nosso lugar marca uma clara passagem do choque tecnológico para o choque térmico... afinal, trata-se de um banho de água fria!
 

 

 



uma psicose de Paulo Colaço às 00:21
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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
PsicoConvidado: Ricardo Campelo de Magalhães

 

Propaganda de Esquerda

 

 

No Portugal contemporâneo, a esquerda ganhou com o combate ideológico. Para provar tal facto (como se fosse necessário), basta ver os programas dos partidos de direita: cheios de medidas sociais, interferências no mercado livre, e um vocabulário em que os termos não são neutros: o capitalismo é “selvagem” e o mercado livre “desequilibrador”, enquanto as políticas sociais de “ajuda aos desfavorecidos”. A mente do próprio leitor destas linhas já reconhece as palavras como suas e estranha o tema.

Eu, como se torna evidente, sou defensor do mercado livre e gosto de chamar atenção para as inconsistências gritantes do sistema vigente. Vejamos algumas:

 

- Liberdade: Ford disse “o cliente pode escolher qualquer cor, desde que seja negro”. O Estado oferece os serviços padronizados, como, onde e quando quer. Necessidades específicas? Só se tiver um grupo de interesse por trás (em vez da ditadura dos números, temos a ditadura das hierarquias). Liberdade de educação, de escolha de plano de saúde, de escolha de tribunal,… não há. No caso dos tribunais, por exemplo: numa sociedade livre, os advogados das partes listariam tribunais e iriam eliminando os que considerassem mais enviesados à vez até chegar ao central; em Portugal, procura-se à socapa onde é o tribunal que nos será mais favorável, perdendo-se transparência e dando vantagem a quem possua informação privilegiada. Mesmo no caso da liberdade de expressão, a referida tendência para a uniformização, apesar de não ser um obstáculo formal a esta liberdade, certamente a manietará levando quem tenha outras opiniões a se calar ou ser considerado… (é melhor calar-me ou ainda me colam o epiteto).

- Igualdade: O simples facto de se usarem termos colectivistas constantemente garante que não haja igualdade. Se eu tratar cada um como um indivíduo, à partida desconhecido, trato todos de forma igual. E todos devemos tentar pensar assim. A esquerda contudo pensa sempre em colectivos. Os pretos foram mal-tratados. Os ciganos são mal-entendidos. É preciso ajudar o proletariado. Os proprietários são mal-intencionados. Os cidadãos de leste devem ser apoiados. … E se não existissem estas políticas? E se o Estado trata-se de forma igual todos os indivíduos? Cada vez que um indivíduo se apresentasse ao balcão, tratava-se esse indivíduo de forma única, de acordo com uma única regra que seria válido para todos. Se precisasse de ajuda seria ajudado INDEPENDENTEMENTE dos grupos a que pertencesse. Porque não seguir o princípio da igualdade, para variar.

- Fraternidade: Não há. Numa sociedade colectivista, cada indivíduo pertence a um colectivo, cujo bem é visto como uma função inversa do bem dos outros. Logo, deve haver guerra: proletariado Vs capitalistas, litoral Vs interior, norte Vs sul, jovens Vs geração dos direitos adquiridos… Tudo porque pensam que a Economia é um jogo de soma nula: para eu ganhar, alguém tem de perder. Marx dixit. Eles negam a existência de crescimento económico! O meu Mises, diz (Human Action, p.673): o facto de o meu companheiro querer sapatos tal como eu, não me torna mais difícil obter sapatos, mas mais fácil! Logo, se havendo cooperação, há crescimento, e quanto maior a cooperação (e a consequente especialização), maior o produto obtido, cooperemos. Como? Com um plano? Não é necessário um plano: o sistema de preços diz-nos o que é mais apreciado e guia-nos nas nossas opções!

- Paz: O sistema capitalista não só é o melhor para produzir uma máquina de guerra inovadora e eficiente, é também o melhor garante de paz. Duas nações planificadas e economicamente estanques não sofrem com a catástrofe alheia e portanto, se pensam que conseguem fazer uma guerra relâmpago, não há desincentivos às suas lideranças a fazê-lo. Duas nações capitalistas ligadas por comércio abundante cometeriam harikiri se entrassem em guerra, pois teriam sobreprodução dos bens em que era especializada, subprodução daqueles em que era menos eficiente e passado alguns anos era mais pobre pois teria de produzir mais dos que era menos eficiente para desistir daqueles em que era eficiente. Para além de que perderia mercado para os seus bens e algumas fontes de matérias primas. A evidência histórica é esmagadora.

É fácil proferir compaixão quando são outros a pagar o custo. É simpático oferecer sem nada pedir. É garantia de votos prometer menos impostos e mais despesas do estado. É humano pensar como seria bom se todos vissem o que nós vemos. Mas é também garantir o colapso de uma sociedade.

O Psico-convidado,

Ricardo Campelo de Magalhães

 

 

 

 



uma psicose de PsicoConvidado às 10:01
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 23:33
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Domingo, 24 de Janeiro de 2010
IRONIAS DO DESTINO LARANJA...

 

Escrevi há dias aqui no Psicolaranja que Aguiar Branco seria candidato à liderança do PSD. E, na altura, era notória a vontade, o trabalho de bastidores (e não só) do actual líder parlamentar para aregimentar apoios que lhe permitissem defrontar Passos Coelho.

 

Os últimos dias evidenciaram (ainda mais) o intenso e diário jogo de bastidores no nosso partido. Ocorreu uma alteração de circunstâncias: afinal, muito provavelmente, quem irá defrontar Passos Coelho será Paulo Rangel - e o ex-líder da jota, actual director de uma empresa de Ângelo Correia, terá o apoio de Aguiar-Branco. Ironia das ironias...

 

Vamos aos factos.

 

1. º - Aguiar-Branco criticava abertamente Passos por não apoiar suficientemente Ferreira Leite e ter ciriticado a liderança actual em plena campanha eleitoral;

 

2.º - Aguiar-Branco é vice-presidente de Ferreira Leite - ou seja, também ele sufragou a exclusão de Passos Coelho da lista de deputados;

 

3.º - na passada quinta-feira, Aguiar-Branco esteve na apresentação do livro de Passos Coelho. Ele  que é vice-presidente e líder parlamentar actual... Está numa iniciativa de campanha (porque o lançamento daquele livro é a divulgação de um folheto propagandístico) de um candidato a líder! 

 

4.º - Aguiar-Branco ,já tendo alguma experiência política, poderia estar presente na acção de propaganda passos-coelhista, mas escusar-se a responder a questões dosw jornalistas. Mas não: deixou-se fotografar ao lado de Passos Coelho (muito sorridentes os dois) e disse que este é um "excelente candidato a líder". Eu  - e acho que ninguém - pode comprar essa justificação absurda da solidariedade partidária...o que é que aquela aparência de  livro de Passos Coelho tem que ver com o PSD, em termos institucionais? Nada! Absolutamente NADA!

 

´Como justificar esta cambalhota política monumental de Aguiar-Branco?  É fácil:  a luta interna no PSD é movida por amores e ódios pessoais - aqui, goste-se ou não, Marcelo Rebelo de Sousa tinha (e tem) toda a razão.

Sabe-se que Aguiar-branco e Paulo Rangel têm problemas de relacionamento pessoa. Não se dão bem. Há ali uma inveja ou ciúme latente (quando não, evidente). Quando Aguiar-Branco sabe que Ferreira Leite prefere e insiste que Rangel seja candidato (o SOL dizia esta semana que o seu telemóvel não parava de tocar em Bruxelas), Aguiar Branco sente-se traído (como já se sentira quando a actual líder preferia Mota Pinto para a liderança parlamentar) e passa a apoiar Passos Coelho. 

 

Abreviando razões, o pensamento de Aguiar-Branco é este: mais vale ter um pássaro na mão do que dois a voarem. Ou seja, mais vale ter a liderança parlamentar com Passos Coelho na liderança do partido do que, sabendo que Rangel avançará com o apoio daqueles que não se revêem na candidatura do "menino fugido " de Vila Real, hipotecando-lhe a hipótese de avançar com probabilidade de vencer, ficar sem nada: sem a liderança parlamentar e sem a lidernaça do partido. Mas, tudo isto resulta de um arrufo entre dois destacados membros da entourage ferreirista.

 

Tanto mais que Luis Filipe Menezes que, no programa de Mário Crespo dissera que Passos Coelho, Rangel e Santanas Lopes juntos não faziam "um líder de jeito", veio, logo a seguir, afirmar que não tem dúvidas que Passos Coelho será líder do PSD. Recordo que na semana passada, o SOL fazia capa com o apoio de Menezes a Pedro Aguiar-Branco - apoio confirmado pelo próprio, que elogiou largamente o seu trabalho como líder parlamentar. Parece que Aguiar-Branco virou passos-coelhista (porque não suporta ficar atrás de Rangel). E politicamente, aquilo que parece, é.  


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uma psicose de João Lemos Esteves às 15:26
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Sentido de Estado

Manuela Ferreira Leite é um nome que não será porventura recordado pelas gerações vindouras mas que no entanto, ficará para a história do PSD e também para a do país. 

 

Ela foi a primeira mulher Presidente de um partido em Portugal mas sobretudo, a primeira a liderar um dos "dois grandes" da 3ª República.

Porém, mais importante do que os simbolismos, foi a sua determinação em não sucumbir à política espectáculo, numa altura em que o zeitgeist o ditava para todos os demais (Sócrates, Louçã, Portas).

Não se declarou a porta-estandarte de nenhum sonho nem prometeu o que não podia cumprir. Assumiu-se humildemente como uma gestora capaz e deixou o deslumbre dos programas omnipotentes e omniscientes, para outros.

 

Muitos acreditam que a sua seriedade foi levada ao extremo e que o abdicar da propaganda e da demagogia condenou o PSD a um resultado mediano. Mas os últimos meses vieram dar-lhe razão em muitas questões pelas quais foi crucificada na praça pública.

Na verdade Manuela Ferreira Leite foi penalizada por ter surgido antes do tempo. Ela encarna uma política mais séria própria de tempos mais civilizados, e se alguma crítica é justa é a de que ela não se apercebeu das limitações do país a que aspirava governar.

 

A próxima votação do orçamento rectificativo, a contar com os votos do PSD, consolidará Ferreira Leite como uma líder com sentido de estado. Pois é o orçamento em que o governo recua em grande parte do seu programa de campanha e é obrigado - sobretudo pelos seus credores, mas também pela pressão do PSD - a adoptar políticas austeras e fulcrais para a sustentabilidade do Estado Português.

Teria sido fácil para Ferreira Leite abster-se, dando assim fôlego populista ao partido, à oposição e ao eventual candidato que a irá substituir na rédeas do partido.

Mas sabendo de antemão a retórica barata e gasta, de que os extremos do parlamento vão fazer uso para atacar o "centrão", a líder do PSD preferiu apostar na estabilidade do país e do governo, demonstrando um sensato sentido de estado - por estes dias monopólio do Partido Social Democrata.

 

Teria sido fácil para a actual direcção, mudar de rumo durante a campanha eleitoral ou depois das eleições de modo a subir nas sondagens, através de tomadas de posição plásticas mais "populares".

Mas o rumo traçado como necessário ao país manteve-se e veio a ser provado como mais do que certo. Não só no "défice de liberdade" e na denúncia das políticas fracturantes com que o governo PS mantinha o país iludido, mas sobretudo na situação do endividamento externo nacional, que o escândalo Grego e a descida de Portugal nos ratings de fiabilidade vieram dramaticamente cravar, numa lista de prioridades que há muito os ignorava, mascarava ou deixava escondidos no verso do edital.

 

A psicologia faz a distinção entre as ameaças apercebidas instintivamente e as apercebidas logicamente. O medo de criaturas venenosas como serpentes é primitivo e faz com que todos os seres humanos evitem contacto com elas. O medo de engordar é lógico pois ainda que sabendo que podemos ficar obesos, a falta de temor imediato alimenta a falta de determinação a longo prazo.

Ferreira Leite possuía a força de carácter de que Portugal necessitava mas que os Portugueses envorgonhadamente preteriram a favor da banha da cobra.

Porquê? Porque os Portugueses são o povo do desenrascanço e não do planeamento.

 

Manuela Ferreira Leite falou honestamente e pagou por isso mas ainda que tal a deixe fora das crónicas mediáticas, o seu contributo para o país foi inestimável e por isso a memória da sua presidência merece ser perpetuada.



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 14:22
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Reflexão de final da semana.

 

 

"Com o mesmo rácio professores/alunos do sistema universitário português, mas 18 vezes menos alunos, Harvard produziu 43 prémios Nobel."

via José Manuel Fernandes



Puro acaso..?



uma psicose de nunodc às 12:36
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
Pouca-terra, pouca-terra

 

 

Eu sei, eu sei, é a FOXNews. Mas é interessante observar os argumentos, ora vejam.


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uma psicose de Miguel Nunes Silva às 18:54
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O homem-rã


uma psicose de Paulo Colaço às 01:11
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Blackout na Coreia do Sul para aumento da natalidade

 

 

No mesmo país onde nos anos 70 e 80 as famílias com mais de duas crianças eram consideradas anti-patrióticas e até ao início dos anos 90 os homens podiam ser dispensados do serviço militar obrigatório se fizessem uma vasectomia... o feitiço virou-se contra o feiticeiro;

 

perante uma população envelhecida e com uma das taxas de natalidade mais baixas do Mundo, o Ministério da Saúde Sul Coreano decidiu combater a situação:

na terceira quarta-feira de cada mês às 19h30 são desligadas as luzes dos edifícios do Ministério e os funcionários são enviados para casa para "terem filhos".

 

Sempre poupam na conta da luz e como a almofada costuma ser uma boa conselheira pode ser que cheguem a medidas mais eficazes. Só não recomendo que copiem os nossos incentivos à natalidade, porque pouco ou nada têm ajudado, segundo os dados da ONU, Portugal é o oitavo país mais velho do Mundo.



uma psicose de Catarina Rocha Ferreira às 01:10
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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010
SOBRE A FALSA MUDANÇA - ANÁLISE AO LIVRO "MUDAR" DE PASSOS COELHO(II)

 

Passando às pretensas medidas de Passos Coelho para o futuro do país, veriifca-se uma espantosa, mesmo estranha, semelhança com um outro livo, publicado há cerca de um ano (curiosamente, até no título coincidem, um chama-se simplesmente “Mudar”; o outro “Mudar de Vida”, ironias do destino...). Vejamos:
1.       Na Educação, Passos Coelho defende um novo modelo de gestão, com o participação de representantes das associações comerciais e industriais da mesma localidade, a concorrência entre escolas públicas e privadas, a redução do número de disciplinas – ou seja, Coelho defende o que o actual Governo pretende aplicar no próximo ano lectivo e o que Marques Mendes já defendera  no seu livro, mas este muito mais detalhadamente, com propostas concretas, ao invés de Passos Coelho, palavroso e com pouca substância;
 
2.       Na justiça, o livro é uma desilusão ainda maior: numa área tão sensível e importante, alguém que sonha chegar a Primeiro-Ministro só propõe diminuir o número de leis (como se dependesse dele), refere que há falta de meios nos tribunais, não apontando soluções – Marques Mendes fez o mesmo dignóstico e escreveu 12 páginas com medidas concretas para o sector. A prova de que Passos ainda tem muito para aprender e muito para estudar...
 
3.       Quanto à formação profissional, Passos advoga a reintrodução do ensino secundário profissionalizante, a ministrar nos estabelecimentos de ensino públicos - Marques Mendes já o advogara no seu livro, de forma mais concretizada;
 
4.       Passos Coelho insurge-se contra o facilitismo das Novas oportunidades e pretende repor a exigência nas escolas, obrigando os professores a abandonarem o sistema da memória e assente em “situações-tipo” – Marques fizera a mesma crítica no seu livro;
 
5.       Passos Coelho defende a concessão da gestão de unidades de saúde de pequena e média dimensão a entidades privadas, alargando as competências da Entidade Reguladora da Saúde – Marques Mendes preconizou tais soluções no seu livro, publicado em Outubro de 2008;
 
6.       Já no que respeita aum tema tão relevante para nós como é a sustentabilidade da Segurança Social, Passos Coelho informa-nos que tem seguido os ensinamentos do Prof.Carlos Pereira da Silva e propõe o seguinte modelo: as empresas colocarão as suas contribuições obrigatoriamente no sistema público, enquanto os particulares poderia colocar no sistema público até um determinado limite, podendo colocar o restante em soluções de cobertura de risco. Mais: a parte pública seria gerida por um Instituto Público (mais burocracia), controlado pelo Parlamento, o que seria uma gestão mais democrática. Certamente por lapso (não por desconhecimento, claro!), Coelho esqueceu-se que a AR fiscaliza a Administração Pública e o Governo, enquanto órgão superior da Administração Pública, responde perante a AR  - o instituto público é administração indirecta do Estado. Quem é que defendeu acerrimamente um sistema misto de segurança social? Lembras-te? Não terá sido Marques Mendes?
 
7.       Passos Coelho faz, ainda, questão de enaltecer o papel das organizações de apoio social , devendo o Estado apoiá-las, sem dizer como – Marques Mendes desenvolveu largamente a importância daquelas organizações, com medidas concretas para as apoiar no seu livro;
 
8.       Finalmente, um erro de Passos Coelho que me deixou perplexo: confunde descentralização com regionalização – para ele são sinónimos (se não acreditam, vejam a página 243  (“ tenho simpatia  pela ideia de descentralização administrativa , ou regionalização, como é referido no texto constitucional”). Ora, a regionalização não envolve apenas a transferência de atribuições de índole administrativas, é uma realidade diversa. Passos Coelho, para além deste absurdo jurídico, ensaia um jogo de equilíbrio político: ele não quer a regionalização, mas não o pode dizer, sob pena de perder o apoio de distritais importantes e que o têm segurado. Então, qual é o argumento? Não prometo aplicar o modelo de regionalização, mas não é por minha vontade – é por causa da Constituição que não é favorável à regionalização. E o modelo alternativo que propõe ainda é mais curioso e sintomático do seu perfil político: é pegar nas reformas dos governos de Durão Barroso e Sócrates e desenvolvê-las. Faltou a Passos a coragem e a transparência política que teve Marques Mendes no seu livro! Mudar? Aperfeiçoar reformas de outros governos e apresentar como proposta emblemática é mudar?
 
Concluindo, o livro é um vazio de ideias próprias e que renovadoras do debate político. Aqueles que pensavam que se tratava de um manifesto político, um verdadeiro projecto para Portugal, vão achar o livro uma fraude. Tal como o autor, como candidato à lidernaça do PSD, tem sido uma fraude política – muito marketing, muito cuidado com a imagem, nenhum conteúdo. Criou uma Plataforma de Ideias e, afinal, a sua fonte de inspiração foi Marques Mendes?  Bem, mas ao menos, revela bom gosto: gosta de peixe africano seco ao lume...ainda hoje o faz.
 


uma psicose de João Lemos Esteves às 23:36
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SOBRE A FALSA MUDANÇA - ANÁLISE AO LIVRO "MUDAR" DE PEDRO PASSOS COELHO(I)

 

Acabo de ler o livro “ Mudar” da autoria de Pedro Passos Coelho, lançado hoje. Confirmam-se as expectativas: limita-se a ser uma declaração de princípios vaga, de ideias já amplamente discutidas, sem acrescentar absolutamente nada. A publicação deste livro visa apenas um objectivo: não o esclarecimento dos militantes do PSD e dos portugueses, mas sim a promoção mediática do autor com uma pretensa aura de intelectualidade. Este livro não clarifica, não esclarece, não apresenta propostas inovatórias nenhumas – repete o que vários militantes do PSD, incluindo ex-presidentes, já apresentaram. Passemos a demonstrá-lo.
O livro inicia-se com um capítulo em que se mistura a história de Portugal (que o autor sugere que aprendeu  através de conversas com historiadores nos últimos tempos) com a sua história pessoal. É claro que a primeira é fulcral; a segunda não interessa absolutamente nada – por muita estima pessoal que o autor nos possa merecer, as muambas de galinha e os calulus de peixe que adorava comer em África, a sua fama de miúdo fugido na sua terra natal ou a sua experiência no colégio Marista podem ser memórias pessoais muito ternurentas e queridas, mas só fazem o leitor perder tempo. Há uma explicação para a sua inclusão: como a experiência política de Passos Coelho não ocupariam mais de 4 páginas, teve de incluir pormenores sem importância nenhuma para superar as 200 páginas. Nós compreendemos...É curioso notar que Passos Coelho afirma no livro que os políticos devem ser escolhidos pela sua competência, pelo seu mérito, pelas suas valências profissionais:ora,  Passos Coelho nasceu para a política através de uma máquina partidária – só depois de liderar a JSD é que tirou a sua licenciatura e começou a trabalhar em empresas privadas. Portanto, Passos Coelho também contribuiu para diversos males de que sofrem as estruturas partidárias actualmente...
Numa segunda parte do livro, Passos Coelho faz um diagnóstico da situação do país. Aliás, em bom rigor, até ao fim, o livro é um diagnóstico da situação actual – aponta os vícios e as falhas do presente e só, em passagens curtas, se aponta o caminho para o futuro. Ora, de um livro que tem como título “ Mudar”, de um candidato a líder de um partido de poder, espera-se o mesmo do médico que atende um paciente em estado comatoso: que diga o remédio para a doença e não se limita ao diagnóstico. Este é feito diariamente pelos jornais, televisões e sentido diariamente por todos nós...
Ademais, este livro é a prova cabal de que, caso surgisse um candidato capaz de congregar o partido, a unidade ideológica e programática seria conseguida sem dificuldades. A divisão interna é meramente pessoal, de capelinhas. As ideias para Portugal coincidem em grande medida. Querem ver? (continua no post em cima)


uma psicose de João Lemos Esteves às 23:31
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E biba o "Puorto" carago!

É assim que se trata das coisas no nosso país. E esta coisa a que chamam Segredo de Justiça tem piada!

 

 

 

 

 



uma psicose de Essi Silva às 17:08
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Citação descontextualizada do dia.

 

 

A loucura e os loucos atraem-na?
"Claro que me atraem... Atraem-me no sentido do conhecimento do cérebro - um dos 'grandes mistérios da humanidade... 'Como podemos ajudar estas pessoas?'"

Joana Amaral Dias, no ionline


Serei eu o único a quem o cérebro remeteu imediatamente para o pretenso "namoro" entre o PS e a-sra-psicóloga-clínica-que-terá-algum-peso-na-sociedade-mas-não-percebo-muito-bem-porquê, finda a sua relação com o Bloco?


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uma psicose de nunodc às 11:08
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
Change You can Believe In!

Passou um ano!

E no dia que fez um ano, uma pesada derrota... O lugar no senado que foi de Teddy Kennedy por décadas perdeu-se para um refrescado Republicano... Ironia das ironias o homem que morrer ainda a bater-se pela Reforma na Saúde,  iria dar lugar à quebra da maioria (!) de 60 democratas no Senado.

Mas as coisas continuam. A vida continua e Obama não desiste. Nem eu desisto de Obama.

A história trouxe-nos um jovem biógrafo de Reagan dizendo que ele nunca seria eleito para um segundo termo e que a América teria eleito uma fraude. Todos sabem onde está agora Reagan, para o bem e para o mal no imaginário colectivo de todos nós. Até no meu que tive o privilégio de lhe dizer adeus quando a sua caravana Presidencial abrandou vinda do Palácio de Belém para cumprimentar um bando de jovens histéricos, eu incluído, que iam da primária para os tempos livres.

Quanto a Obama, continuo a ler os livros que saem, falando do percurso eleitoral, vejo os documentários e já estou ansioso à espera do novíssimo Game Change que tem todo o sumo possível e imaginário sobre as eleições que me e nos encantaram.

O mundo está melhor com Obama, é inegável. Só um tonto dirá que não.

Falando mais de pés no chão, Obama tem um grande handicap... Enorme mesmo... Chama-se Geitner. E quanto mais rápido levar um pontapé melhor para todos nós.

Mas pode ser que se redima agora a tentar sacar mais verdades de Wall Street e repor alguma da justiça perdida ao longo dos tempos e reclamada por Moore no seu filme sobre o Capitalismo (filme esse que todos condenam, mas muito poucos viram...)

O mundo está melhor 1 ano depois, sem dúvida. E só pode melhorar nos próximos 3.



uma psicose de jfd às 10:16
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Dá-me a carreira! JÁ!!!

Só haveria uma coisa que eu reivindicaria por Professores pedagogicamente competentes; total controle sobre a sua sala de aula. Sem "poliquismos" correctos nem "fresquras" de tempos mordernos. Reguadas também precisam os senhores alunos. Se não aprendem em casa aprendem na escola, e se preciso também levam os pais que andam com a mania.

Mas não! O importante é continuar a pedir mais e mais euros e menos e menos meritocracia.

 

 

 

 

 

A esmagadora maioria das escolas de intervenção prioritária avaliadas no ano lectivo 2008/2009 revelou altas taxas de insucesso escolar, fracos resultados nas provas de aferição e exames nacionais, tal como uma forte indisciplina dos alunos, segundo a Inspecção-Geral da Educação.

A conclusão consta no relatório «Avaliação Externa das Escolas 2008-2009», disponível no portal da Inspecção-Geral da Educação.
  
Ao todo foram avaliadas, no ano lectivo passado, 287 escolas, incluindo 17 inseridas no programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), que, de acordo com o relatório, «apresentam globalmente resultados académicos baixos e inferiores» à média nacional.
  
O documento realça que 14 dos 17 estabelecimentos de ensino com piores resultados têm «problemas relacionados com as altas taxas de insucesso ou com os fracos resultados obtidos pelos alunos nas provas de aferição ou nos exames nacionais».
  
Isto apesar de «todas as equipas de avaliação» reconhecerem «a acção positiva da escola», mesmo se, nalguns casos, não é «ainda muito visível o impacto das medidas adoptadas e de só em cerca de metade dos relatórios ser expressamente referido que as estratégias adoptadas contribuem para a melhoria dos resultados».
  
As estratégias definidas incluíram a organização de tutorias, apoios pedagógicos individualizados ou em pequenos grupos, o reforço curricular em articulação com o Plano de Acção para a Matemática e com o Plano Nacional de Leitura ou a orientação vocacional envolvendo professores e outros técnicos, descreve a Inspecção-Geral da Educação.
  
O relatório salienta a «existência de problemas de comportamento e indisciplina dos alunos», apesar da «evolução positiva verificada em resultado de uma multiplicidade de estratégias e medidas de intervenção e prevenção adoptadas».
  
Ainda assim, o factor comportamento e disciplina «apresenta globalmente classificações mais positivas» no conjunto dos 287 estabelecimentos de ensino avaliados do que as obtidas pelas escolas do programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária.

 

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1474308

 

 



uma psicose de jfd às 10:04
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PARA QUE SERVEM AS DISTRITAIS???

 

Foi a pergunta lançada para uma mesa à volta da qual se discutiam as próximas eleições aos órgãos distritais do PSD de Setúbal. E posso dizer-vos que uma eventual resposta da minha parte me deixou a pensar, daí estar a escrever este post.

 

É óbvio que as Distritais servem para alguma coisa! Está nos nossos estatutos, expresso em 7 pontos. Sete! Gerir a actuação do partido no respectivo distrito, coordenar a acção das Secções, propor candidaturas à Assembleia da República, coordenar os autarcas, homologar novas Secções, coordenar a ligação dos Deputados à sociedade civil e apresentar as contas do partido a nível do distrito.

 

Pois bem, temos então que as Distritais têm dois tipos de funções: meramente administrativas (contas, homologações) e subjectivas (coordenação de titulares eleitos para cargos públicos, aplicar a estratégia nacional no seu distrito e propor candidaturas que a direcção nacional quase pode ignorar).

 

Tendo em conta estes factos, é realmente aceitável que se ponha em causa a utilidade deste nível de órgãos. Poderão sempre argumentar que estamos recheados de dirigentes distritais fantásticos, que fazem um grande trabalho e dão um contributo fundamental ao partido. Ou então também poderão dizer “eh pá oh Bruno, tás p’aí a mandar postas de pescada mas afinal qual é a solução alternativa?”

 

Isso é o que eu espero perceber na caixa de comentários…



uma psicose de Bruno Ribeiro às 03:52
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Mais um capítulo...

"Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa decidiu não levar a julgamento seis jovens que foram processados pelo ex-deputado socialista Paulo Pedroso por alegada difamação e falsidade de testemunho no julgamento do caso Casa Pia, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo."

 

"Paulo Pedroso chegou a ser acusado e a estar preso preventivamente no âmbito do processo principal de pedofilia da Casa Pia, mas foi ilibado pela juíza de instrução Ana Teixeira e Silva, pelo que não foi levado a julgamento, onde os jovens voltaram a reiterar o seu envolvimento no caso."

 

Fiquei baralhado.... então os jovens reiteram o envolvimento de Pedroso no famoso caso, o tribunal não considera que eles prestaram falso testemunho, mas também não julga Pedroso pelos crimes que estes jovens alegam ele ter cometido...

 

 


: Dazed and confused, Led Zeplin

uma psicose de Rui Cepeda às 23:04
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A justiça tarda mas não falha...

Cavaco Silva condecorou Santana Lopes

 

O Presidente da República, Cavaco Silva, condecorou esta terça-feira o ex-primeiro-ministro Pedro Santana Lopes

 

Quando os tempos são de crise, as moedas começam a faltar no bolso. De facto, hoje em dia damos cada vez mais valor a certas moedas. Tempos existiram em que "a vida para além do défice" gerava o regabofe e as apostas em moedas ao ar valiam a pena. Agora, bem agora, vemos que deitar fora as velhas moedas que sempre nos acompanharam fazem falta. Quer para trocos, quer para compras importantes, percebemos que moeda é moeda, e que a moeda de hoje afinal não é assim tão valiosa. Brilhou muito, tinha uma carinha laroca, com bons níveis fisicos, fruto do jogging internacional e animação a abortar ou a casar , mas e o real valor? Bem, o real valor está aí à mostra. Desvalorização da moeda nova e sobretudo suspiro pela velha e antiga moeda.

 

E tudo não passa de trocos...



uma psicose de Diogo Agostinho às 18:24
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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010
Alegre?! Alegre. Alegre ...

 

 

Que Manuel Alegre será o mais forte rival de Cavaco Silva nas próximas eleições já é bem claro. Mas é de pasmar que ninguém inquira o porquê...

 

O que oferece Alegre ao país? Já governou ele alguma coisa? Sabemos que foi deputado e militante mas experiência de governação? Nenhuma... Nem uma secretariazita de estado? Nada...

Edita algumas publicações no seu tempo e pouco mais embora a sua biografia oficial refira que "(...) participa esporadicamente no I Governo Constitucional de Mário Soares (...)", algo notável para alguém que nunca foi capaz de acabar a licenciatura...

 

É de louvar que a sociedade civil promova candidaturas de fora do mundo político mas se a experiência de trabalho é exigida a todos os recentes licenciados (que em muitos casos apenas a podem adquirir com estágios ou trabalhos não remunerados) porque não aos candidatos? 

Ora, para além dos seus dotes literários e da sua vida de militante, que tem ele a oferecer ao Portugueses? Poderíamos dar o benefício da dúvida, até porque as melhores ideias podem vir das pessoas e áreas mais insuspeitas, mas na verdade Alegre não tem uma única proposta concreta.

 

Sempre que procedemos ao exercício de conceber uma presidência Alegre, vemos as nuvens negras a avançarem no horizonte:

 

Alegre diz que se quer opor ao "bloco conservador" e que a direita quer monopolizar o poder executivo mas na verdade Alegre concretizaria isto mesmo para o PS (nem sequer para a esquerda), já para nem falar que um Presidente deve falar pelo Estado e por todos os cidadãos e não apenas pelos que não são "conservadores". Mas será que o Sr. Candidato não percebe que se está a assumir como tendencioso?

 

Nunca é bom sinal quando alguém se apresenta como contraposição mas que tem Alegre a oferecer de positivo? Oferece "(...) uma alternativa, de esquerda, mas também daqueles que não se conformam e que querem ver renascer a esperança em Portugal". 

 

Não é concebível proposta mais estéril e demagogicamente barata mas adiante, que tem ele a dizer da principal bandeira da actual Presidência - a economia?

"(...) citou Jorge Sampaio para dizer que há mais vida para além do orçamento".

 

Ou seja, em oposição ao programa de Cavaco de "cooperação estratégica" com o governo, e de vigilância e supervisão sensata a potenciais erros do executivo - Estatuto dos Açores, endividamento nacional - Alegre adivinha-se como um Presidente belicoso, qual elefante na loja de porcelana da política Portuguesa, sem sequer tendo a consciência de que o próprio Sampaio - tarde e a más horas - veio alertar para o problema da dívida, como que à procura de redenção.

 

Se um Sampaio indolente deixou o despesismo guterrista levar o país para o pântano, então que podemos esperar de alguém que numa altura em que o Estado Português bate recordes de endividamento, e na mesma semana em que as agências de rating penalizam Portugal, decide re-anunciar aos Portugueses que há vida para além do défice?...

 

Seria difícil que alguém que conta com o apoio do Bloco de Esquerda tivesse a mínima credibilidade mas mesmo depois de dado o benefício da dúvida a única conclusão a tirar é que Alegre não é nem nunca será ..."presidenciável".



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 18:48
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Estão convidados

 

Nada é melhor que conhecer na primeira pessoa, ouvir na primeira pessoa, questionar na primeira pessoa e depois arguir com conhecimento de causa.



uma psicose de jfd às 15:34
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"Esta Choldra é ingovernável"...?

 O título foi um conhecido desabafo do penúltimo Rei de Portugal, D. Carlos I, em relação ao país que dirigia.

 

O video que se segue é uma parte de um debate do "Prós e Contras" de 2007. O tópico do debate era Lisboa, mas citando Carlos Abreu Amorim, nesse debate, "Mude-se a palavra Lisboa para Portugal, e o sentido continua o mesmo". Vale a pena ouvir até ao fim e perceber os pontos do professor Paulo Varela Gomes - os partidos estão a falhar, há falta de visão política, as elites (culturais, empresariais) estão mais interessadas em pequenos beneficios, e a ninguém está inocente: se temos os políticos que temos é porque alguém votou neles. Não pondo em causa a democracia, ele põe em causa este regime actual... vale a pena  ver:

 

 

 

PS: Uma pequena nota a uma frase no debate - "O último grande autarca com visão em Lisboa foi... Duarte Pacheco". E, infelizmente, é complicado pensar, andar para trás dos dias de hoje até aos anos 40 e... contestar essa visão. Triste cidade esta que, não é mais que um reflexo do País que temos actualmente!


:

uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 07:58
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Domingo, 17 de Janeiro de 2010
"Shake, rattle and roll"
 
Imaginem que estão num InterRail e que ficam sem bateria no telemóvel. Sem tomada eléctrica por perto, preparam-se para um tempo record sem contacto telefónico com o mundo. Imaginem então, que têm um aparelho que carrega o vosso telemóvel através do vosso andar ou melhor, oscilação. Porreiro não é?

Pois é, foi assim que surgiu um novo projecto luso, o  “emOve Corporation”, que pretende desenvolver uma tecnologia que permita transformar a energia do movimento (como andar ou correr) em energia eléctrica.
 

 
Vencedor do Prémio Inovação EDP Richard Branson, que distingue propostas energéticas inovadoras na área das Clean Tech, a equipa quer desenvolver uma tecnologia capaz de transformar a energia despendida no movimento em energia eléctrica, através de um gerador esférico portátil, permitindo ao utilizador final o consumo de electricidade de uma forma auto-sustentável e amiga do ambiente.

Após um processo de refinação, esta tecnologia prometerá uma aplicação no mercado da energia das ondas, área ainda inexplorada e com enorme potencial, especialmente dadas as condições de Portugal! Acrescente-se que as esferas são muito mais resistentes e têm um custo mais reduzido que os actuais sistemas de energia de ondas, que funcionam à base de pás facilmente degradáveis dada a sua inflexibilidade.

O prémio, no valor de 50 mil euros, será aplicado pela equipa na criação de uma empresa que torne esta ideia numa realidade.

Afinal, até há empreendedorismo jovem em Portugal!


uma psicose de Essi Silva às 22:17
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O candidato que começa mentindo

"Nunca baixei os braços, nunca fugi a nenhum combate nem antes nem durante nem depois do 25 de Abril e também não ficarei neutro agora", diz o renovado candidato.

Presumo que os 10 anos em Argel tenham sido férias, certo?

A liberdade poética é uma coisa muito lata...



uma psicose de Paulo Colaço às 04:32
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Dizem que afecta a memória


uma psicose de Paulo Colaço às 04:23
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Sábado, 16 de Janeiro de 2010
Republicanos na América... III

Desta vez um dos preferidos dos meus colegas de blog.

O ex Mayor de Nova Iorque que passou a semana a justificar-se de ter dito o disparate de que durante a Administração Bush não houve nenhum ataque à Nação. Em contraponto claro está com os incidentes que já aconteceram desde que o Presidente Obama deixou de proteger os Estados Unidos e afins...

 

 



uma psicose de jfd às 12:38
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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010
Playa de Madrid

«Lisboa pode-se transformar por exemplo na praia de Madrid, em termos de condições turísticas, as condições que nós [Portugal] temos para desportos novos como o surf. Há um conjunto de ideias e de oportunidades que importa explorar para aproveitarmos o que esta ligação pode trazer», afirmou António Mendonça.

 

Tomei conhecimento deste absurdo dito pelo Ministro das Obras Públicas, dos Transportes e Comunicações, via 31 da Armada.

 

Quando se esgotam os argumentos válidos, vale tudo... Posto isto, só me apetece dizer:  iberismo mais bacoco, não há!



uma psicose de Luís Nogueira às 11:42
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