Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Filosofias de Política Externa em Portugal

 

 

 

 

 

 

Em entrevista à Sociedade das Nações, – título de programa agoirento, por sinal – Luís Amado foi explícito quando afirmou que qualquer entendimento com os partidos à esquerda do PS era impossível e que teria a sua reprovação, enquanto estes persistissem em políticas externas que não em conformidade com os eixos de política externa do actual regime, por outras palavras, que não tolerassem a integração Portuguesa da UE e da NATO – mais uma prova aliás, de que as ofertas de coligação de Sócrates não eram honestas.

Aquilo que tentarei explicar neste post, é o porquê:

 

 

 

Libertarismo – por muitos considerado como a anarquia de direita, os Libertários, em Portugal encontrados sobretudo nas franjas da direita e com simpatizantes nalguns partidos, são por natureza isolacionistas e não dão fundamental importância ao multilateralismo, à excepção daquele que facilite as relações económicas e comerciais.

 

Neoconservadorismo – Neste momento sobretudo prevalente no PND mas com simpatizantes no CDS ou no PSD, os Neoconservadores acreditam que os exércitos das potências democráticas devem embarcar em cruzadas para libertar o mundo da opressão política e “tornar o mundo seguro para a democracia”.

 

Internacionalismo Liberal – A filosofia por excelência do regime e a razão pela qual em matérias de política externa existe consenso no arco da governabilidade (CDS, PSD, PS), o internacionalismo liberal avança que o mundo é tanto mais seguro quanto mais democrático e mais liberal. Tende para as intervenções humanitárias e considera que os regimes demo-liberais são o auge da evolução política dos povos.

 

 

Internacionalismo Proletário – Evidentemente de inspiração marxista, esta escola de pensamento tem como adeptos os militantes do PCP mas provavelmente também ainda alguns no PS. Pauta-se por um apoio às revoluções proletárias e pela chamada “solidariedade socialista”. Esta implicaria o fim dos estados enquanto máquinas burocráticas de opressão da burguesia e do grande capital, em favor da revolução mundial dos trabalhadores.

 

 

Terceiro-mundismo – Provavelmente a escola de eleição do Bloco – embora também com muitos adeptos no PS – esta escola é de inspiração neo-marxista mas difere dos internacionalistas proletários na origem da revolução, que é mais urgente e necessária no 3º mundo i.e. nas zonas mais pobres do mundo. Difere também na questão dos direitos humanos, que assumem papel primordial, ao contrário do IP (comparar reacção do Bloco com a do PC, à visita de dignatários Angolanos) Numa visão altamente pós-moderna, o 3ºM é pacifista e assenta num transnacionalismo que é derradeiramente subversivo aos estados-nação. Em Portugal esta filosofia é promovida em publicações tais como o “Le Monde Diplomatique” e caracteriza-se por um fervor incondicional pela causa Palestiniana.

 

 

Assim, sem tolerar a competição livre ou a colaboração militar entre estados socialmente desiguais, dificilmente o BE ou o PCP poderiam integrar uma coligação com um qualquer governo centrista.

 

 

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 20:52
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50 anos de bom som

 

A revista Blitz radiografou a música portuguesa, “elegendo” os cinco melhores álbuns em cada uma das cinco últimas décadas
 
Aqui vai a lista integral. Concordo com grande parte das escolhas mas faço já aqui uma reclamação: falta o melhor álbum da década de 90:
“Só” de Jorge Palma.
 
 
Anos 60
 
1. Carlos Paredes - Guitarra Portuguesa
2. Amália Rodrigues - Busto
3. José Afonso - Cantares de Andarilho
4. Filarmónica Fraude - Epopeia
5. Alfredo Marceneiro - The Fabulous Marceneiro
 
Anos 70
 
1. José Afonso - Cantigas do Maio
2. Carlos Paredes - Movimento Perpétuo
3. José Mário Branco - Mudam-se Os Tempos, Mudam-se as Vontades
4. Amália Rodrigues - Com Que Voz
5. Carlos do Carmo - Um Homem na Cidade
 
Anos 80
 
1. Rui Veloso - Ar de Rock
2. Heróis do Mar - Heróis do Mar
3. GNR - Independança
4. Fausto - Por Este Rio Acima
5. Madredeus - Os Dias da Madredeus
 
Anos 90
 
1. Pedro Abrunhosa – Viagens
2. Mão Morta - Mutantes S. 21
3. Ornatos Violeta - O Monstro Precisa de Amigos
4. Rui Veloso - Mingos & Os Samurais
5. Ornatos Violeta - Cão
 
Anos 00
 
1. Humanos – Humanos
2. Camané - Esta Coisa da Alma
3. Dead Combo - Vol. 1
4. Sam The Kid - Beats (Vol.1)
5. Rodrigo Leão - Cinema


uma psicose de Paulo Colaço às 18:48
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Palavra de ex-Ministro


 

"Espero que a legislatura não seja cumprida"

 

Mais palavras para quê?

 



uma psicose de Luís Nogueira às 12:53
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Para reflectirmos

 

Já cometeu alguma infracção de trânsito?

Já: excesso de velocidade. Mas eu não cometo excessos de velocidade. Eu ando acima da velocidade permitida por Lei, o que é completamente diferente. Ou seja, se eu for no meu Mercedes a 150 km/hora na auto-estrada, não vou em excesso de velocidade. Vou acima dos 120 km/hora que são permitidos na Lei. Mas não vou em excesso: se eu for a 120 km/hora num carro daqueles vou a dormir e isso sim é perigoso. Na A1 não ando a mais de 120km/hora porque é uma estrada perigosa. Mas na A2 para o Algarve, que não tem curvas cegas, prefiro pagar a coima por andar a 140km/hora do que arriscar a morrer por ter adormecido.

 

Retirei este excerto da entrevista de Carlos Barbosa, Presidente do ACP, ao i. De facto, este tema deveria ser alvo de uma discussão e alteração da lei. A velocidade deveria ser analisada estrada a estrada. Não concordo com a igualdade apenas por ser auto-estrada.

 

Tenho acompanhado de longe o percurso de Carlos Barbosa, tenho a impressão de que é um elemento sério e correcto. Com um enorme conhecimento na área em que actua. Penso que deveria ter sido o Candidato pelo PSD em Lisboa, ou a Vereador ou mesmo a Presidente da Assembleia Municipal. Seria um bom nome para Ministro das Obras Públicas e Transportes.



uma psicose de Diogo Agostinho às 10:34
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All over again...

 

 

 

 

 

 

 

 

Interessante é verificar como alguns dos responsáveis pela actual realidade do PSD são a claque animadora da (pendente) candidatura daquele que também sendo responsável, parece ser o único com alguma consciência ao ponderar a ponderação...
Talvez agora com tanto mimo e desejo de volta da trupe dos antigos e de mais alguns novos agarrados ao passado que tanto teima em nos largar, o ponderar tenha termino e dê lugar a um redondo sim para alegria e festejos de todos os desafiantes.
Aí ficará clara meus caros, a necessidade de um corte radical e urgente com o passado recente do PSD. Um corte tendo em conta passos para um futuro; o futuro do PPD/PSD do século XXI.
E escusados estão em criticar com o facilitismo que é invocar a questão geracional. Assumam-na e discutam novos argumentos.
É necessária a ruptura com estas pessoas que rondaram ou foram o poder dentro do Partido. Pessoas que sendo válidas já tiveram o seu tempo e têm vindo a ser julgadas pelo povo português e mais ainda pelos militantes do PPD/PSD.
É preciso dizer basta.
É preciso dizer, não obrigado.
É necessário não cair no engodo de uma proto-alternativa que nada mais é que tudo all over again.
 

 



uma psicose de jfd às 10:16
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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Vaga de fundo. O fundo de sempre, diga-se :P

Paulo Rangel dá hoje à noite uma entrevista à RTP onde deverá defender a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa à liderança do PSD.

A onda pró-Marcelo arranca esta noite em força nos media, com Nuno Morais Sarmento, Alexandre Relvas e José Luís Arnaut a multiplicarem-se em declarações de apoio ao professor.

"Um partido que tem uma pessoa como Marcelo Rebelo de Sousa não pode desperdiçá-la", afirma Arnaut, que hoje estará no Jornal das Nove da SIC/Notícias, quase em simultâneo com a entrevista de Rangel a Judite de Sousa na estação pública.

Nuno Morais Sarmento e Alexandre Relvas falarão na Rádio Renascença.

Marcelo afirmou na semana passada, nos Gato Fedorento, que depois de ver o fraco apoio à sua proposta de unidade no partido concluíu que o partido "quer ringue". E anunciou: "Ao ringue não vou".

No PSD não falta quem lembre que da última vez que avançou para a liderança do partido, Marcelo também tinha dito: "Nem que Cristo desça à Terra". Estávamos em 1996. Será que a história se repete?

 

 

Expresso



uma psicose de jfd às 18:57
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Parabéns!

 

Fazem hoje 50 anos. Astérix e Obélix, uma história que acompanhou várias gerações e ainda hoje encanta adultos e crianças. Um enorme caso de sucesso.

 



uma psicose de Diogo Agostinho às 09:33
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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Ringue de Ideias do PSD: António Pinto Leite

A QUESTÃO GERACIONAL NO PSD

Há uma tese no PSD no sentido de que é necessário fazer um corte geracional. Uma outra visão das coisas, outras caras, outro discurso.

A ideia de renovação, e até de regeneração, é positiva, em si mesma, mas já não faz sentido quando tida como condição prévia de eleição de um líder partidário e, ainda por cima, de um candidato a primeiro ministro.

Esta ideia de que só há escolhas possíveis abaixo dos quarenta e cinco anos é artificial e perigosa.

Artificial, porque não compara a verdadeira idade das pessoas, a sua juventude de espírito e a sua energia vital.

Perigosa, porque exclui, pelo bilhete de identidade, pessoas com competências acumuladas, com notoriedade solidamente construída e com valor acrescentado em termos de credibilidade.

Depois, faz passar a ideia de que há um PSD dos velhos e outro dos novos, os ultrapassados e os “modernos”, aqueles que os portugueses hão-de perceber e aqueles que os portugueses já não suportam. Parece que não há PSD, houve um e há-de haver outro.

Nada disto corresponde à realidade e, muito menos, ao interesse do PSD.

A selecção geracional faz-se naturalmente, por mérito e por ideias políticas, não por decreto.

O ideal é que surjam pessoas novas, sem dúvida, com elevado potencial, sustentado em talentos firmados.

Com densidade cultural, com testada visão de Estado, com obra suficiente na vida que assegure capacidade de realização e com esse pequeno detalhe, para além da capacidade de vencer eleições, de serem verdadeiros líderes.

Tenho, não escondo, atracção pelos processos contínuos de rejuvenescimento das organizações, pela tensão criadora e pelos altos resultados que esses ambientes produzem.

Mas também sou drasticamente contra, por achar uma estupidez, desdenhar e afastar do espaço decisivo das organizações pessoas excepcionais, mais velhas mas com energia e talento dificilmente repetíveis.

O PSD não deve ter medo de uma mudança geracional, mas não deve promovê-la num quadro dicotómico geracional.

Francisco Sá Carneiro foi líder com pouco mais de 40 anos, Cavaco Silva foi perto dos 45 e Mota Pinto também. Francisco Balsemão, em 1980, pouco mais de 40 anos tinha e José Manuel Durão Barroso, em 2002, tinha 45 anos. Pedro Santana Lopes substituiu-o, em 2004, com 47 anos. Alberto João Jardim chegou a líder da Madeira ainda na casa dos 30.

A história demonstra que não há qualquer drama no factor idade, antes pelo contrário, a história do PSD está associada a líderes jovens.

Mas não façamos tudo de pernas para o ar: é o mérito, a visão, a autoridade natural, a paixão e o carisma que distinguem os líderes e os distinguem desde jovens.

É-se líder jovem não porque se é jovem mas porque se é líder.

 

António Pinto Leite

 

* Artigo publicado também no Expresso, que o autor gentilmente utilizou para o nosso desafio.



uma psicose de PsicoConvidado às 18:16
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Passo a passo...para a pobreza

 

Segundo o mais recente Eurobarómetro, 1,8 milhões de portugueses vivem abaixo do limiar da pobreza


Para além de outras conclusões, destaca-se que 41% dos portugueses (contra 28%) acham que a pobreza se agravou no país.


Comparando com a média europeia instalada nos 56%, seis em cada dez portugueses (62%) admitem alguma dificuldade em satisfazer as suas necessidades de acordo com o orçamento familiar. E 15% confessam a dificuldade de viver com o que têm (12% na UE). Apenas 1/5 da população considera que o dinheiro chega facilmente.


"Por fim, a maioria dos portugueses (63 por cento), e dos europeus em geral, acha que é ao Governo que cabe fazer reduzir a pobreza. E preveni-la."

 

Pergunto-vos se é um país assim que queremos para a juventude...

 

 



uma psicose de Essi Silva às 11:34
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Visão do Presidente da JSD

 

As juventudes partidárias assumem um papel determinante na vida política portuguesa. Não só porque servem como espaço de formação política de jovens quadros, mas fundamentalmente porque se assumem como organizações de defesa dos interesses e dos anseios da juventude portuguesa.

 

Numa época em que por força da inversão da pirâmide etária os partidos políticos sobrevalorizam os interesses de outras gerações face às dos mais jovens, as juventudes partidárias assumem uma importância cada vez mais crescente.

 

Por esse facto, as organizações partidárias de juventude tem cada vez mais de se assumir como estruturas autónomas, nas quais e para as quais, as prioridades sejam as dos seus representados, antes das dos directórios partidários, sob pena de perderem a sua razão de existência.

 

Nesse sentido, as juventudes partidárias não podem cair na fácil tentação de serem estruturas similares às dos partidos-mãe. Tem de ser capazes de centrar as suas posturas, as suas prioridades a sua linguagem naquelas que são as da juventude que representam.

 

De nada é útil uma juventude partidária que seja uma caixa de ressonância do partido mãe. De nada serve à juventude portuguesa uma juventude partidária que se comporte, nos meios de comunicação, na linguagem e nos métodos de intervenção aos partidos tradicionais.

 

O que a juventude reclama são organizações de juventude partidária que sejam ágeis, funcionem em rede e não com base em estruturas piramidais de comando, que utilizem os novos meios de comunicação e que centrem a sua actuação nas prioridades, anseios e ambições da juventude portuguesa.

 

O que os jovens reclamam são estruturas partidárias de juventude que mais preocupadas com os cartões de militante, queiram saber o que os jovens sentem e pensam sobre a construção do nosso futuro colectivo. Que proporcionem aos jovens uma oportunidade de participação livre e descomprometida sobre as grandes questões que nos preocupam como geração.

 

Que permitam discutir questões como o primeiro emprego, o desemprego jovem, habitação jovem e a educação, mas também que apresentem propostas concretas sobre cada uma dessas questões.

 

Eu acredito profundamente que os políticos e os partidos políticos se tem progressivamente afastado dos jovens. Da sua linguagem, das suas prioridades, da sua forma de estar. E por isso, não acredito que a politica se faça apenas nos clássicos fóruns.

 

Politica é feita por todos e por cada um de nós. Seja na Assembleia da República. Seja nos partidos políticos. Mas seja também nos blogs, nas paginas pessoais na net ou nas universidades.

 

Hoje a todos é acessível participar, fazer e influenciar opinião. E isso é também fazer politica. A participação politica não se esgota na participação partidária, (tal como este blog é disso um bom exemplo), e é bom que hoje disso tenhamos noção.

 

É também assim que a JSD quer actuar. Ser o veiculo da opinião dos jovens nos fóruns de discussão e de definição das politicas públicas em Portugal. Queremos entender o que sentem os jovens portugueses e, de acordo, com as nossas convicções e princípios defender as suas causas e prioridades.

 

Participa. Porque senão o fizeres alguém decidirá por ti.

 

Pedro Rodrigues

Presidente da JSD



uma psicose de PsicoConvidado às 18:48
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Ringue de Ideias para o PSD: Joaquim Biancard Cruz

 

Na minha opinião os próximos tempos vão ser de grandes DESAFIOS para o PSD como principal partido da oposição a um governo PS minoritário. Num curto prazo o PSD deverá ter um registo de oposição parlamentar mais ‘passiva’ (qb) do que ‘activa’, encontrando um equilíbrio entre a defesa das suas politicas para Portugal, e evitando, por outro lado, que o PS se refugie numa onda de vitimização, por não ter eventuais condições de governabilidade no parlamento. Todavia devem se reforçar diferenças politicas essenciais entre este PS e o PSD, estas deverão ser base de uma reflexão mobilizadora junto da sociedade civil, num debate que se quer de ideias e projectos e não de intenções e ‘palavras vãs que o vento leva’.

 

Ora vejamos onde deverão assentar as bases numa luta futura.

 

O PSD acredita mais nas pessoas, nas empresas e na sociedade civil, na sua liberdade para construírem com autonomia o seu futuro, no contexto actual do país. O PS prefere um Estado centralizador, apesar de ineficiente, despesista e falhando em áreas fundamentais da sua intervenção.

 

Para equilíbrio Deficit Público, o PS crê no aumento da carga fiscal, o PSD defende a redução da despesa e eficácia do Estado.

 

Para promover o emprego, o PS confia nas grandes empresas/grupos económicos e nos grandes investimentos públicos. O PSD acredita numa política transversal, igual para todas as empresas, com incidência nas PME e nos investimentos públicos de maior proximidade regional, não esquecendo o interior do País.

 

O PSD aposta numa politica de respeito, integração e acompanhamento aos imigrantes, o PS não teve qualquer política para a emigração.

 

O PS dá muita força a questões fracturantes, o PSD aposta mais numa forte politica de natalidade, nas famílias e protecção aos idosos.

 

O PS não se importa de deixar o pais endividado com ou sem grandes obras publicas, hipotecando as oportunidades de escolha das gerações futuras, o PSD aposta em solidariedade inter-geracional.

 

O PS quer um sistema de educação onde ‘impera’ o ‘facilitismo’, a instabilidade na relação professores, alunos e pais, um sistema gerido de forma centralizadora e asfixiante. O PSD aposta numa cultura de competitividade entre as instituições devolvendo a autonomia necessária para estas desenvolverem a sua entidade própria.

Temos um PS com obsessão no controlo da opinião e propaganda e um PSD pela luta sistemática da prática da verdade e responsabilidade.

 

Que vença o PSD e sobretudo Portugal!

 

Joaquim Biancard Cruz



uma psicose de PsicoConvidado às 18:24
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Desafios!

Inspirados pelo gosto de ouvir, reflectir e debater, o PSICOLARANJA lançou dois desafios em simultâneo.

 

Lançámos o repto a alguns militantes do PSD, para debaterem o Partido. Queremos lançar aqui no PSICO, o verdadeiro Ringue das Ideias. Para nós, o futuro do PSD, passa pelo debate de ideias, pela discussão de rumos!

 

 

Como um desafio nunca vem só. Convidámos os Líderes das Juventudes Partidárias a reflectirem o actual estado da Juventude em Portugal. Queremos abrangência de opiniões e sobretudo abertura a todas as correntes ideológicas em Portugal.

      

 

 

Faz falta o debate de ideias. É esse o nosso intuito.



uma psicose de Diogo Agostinho às 17:43
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E AGORA, JSD?

                                                        

 

Um novo ciclo político se aproxima no PSD. Que será,independentemente de quem for a personalidade protagonista, um momento de mudança. De virar de página. E na JSD? Áproxima-se processo semelhante? Creio que desejavelmente sim. Porquê? Desde logo, porque para Pedro Rodrigues seria uma boa nova: o início de novo ciclo significaria que temrinava o seu em alta (após uma vitória na elaboração das listas para as legislativas, onde conseguiu que a jota estivesse bem representada - só por má fé é que se pode dizer que a derrota do PSD é assacável à JSD...). Honestamente, não vejo razão para Pedro Rodrigues se aguentar até ao fim do seu mandato, porque sairá sempre pior do que se optar por sair muito brevemente.

 Daí surgirá um momento importantíssimo para a nossa estrutura: quem escolher para suceder a Pedro Rodrigues? Que perfil queremos para presidente da JSD, sabendo que podemos ter eleições legislativas antecipadas e, consequentemente,  a possibilidade de o PSD ser poder novamente? Diria que teremos quatro perfis diferentes que representam quatro caminhos diferentes:

 

1.º -  alguém que represente fielmente a continuidade da actual CPN, com experiência, sensibilidade e inteligência políticas, mas porventura excessivamente conotado com o partido (será Duarte Marques?);

 

2.º - alguém que tendo bagagem cultura, conhece bem a máquina da jota, low profile mas eficaz - só que porventura será liderança provisória, de continuação da estratégia política de Pedro Rodrigues com outro rosto ( enquadrar-se-á aqui António Leitão Amaro?);

 

3.º - alguém que assenta a sua força ou vlia política sobretudo no conhecimento profundo do aparelho, das chamadas bases, com o que isso tem de bom e de mau, e que tem acumulado experiência nos últimos anos (será André Pardal?).

 

4.º - alguém que represente a ruptura. Que aposte, antes de mais, no poder mediático, na política-espectáculo, com muita forma e estilo, mas com pouca, pouquíssima substância, promovendo o regresso da juventude barulhenta, contestatária, reactiva (será Bruno Ventura ou alguém por ele?). Minh dúvida: fará sentido escolher a ruptura depois de um mandato de Pedro Rodrigues (e da sua CPN ) globalmente positivo?

 

O próximo debate interno na JSD vai ser interessante... Oxalá os seus protagonistas (sejam quem for) estejam à altura das exigências e desafios do novo ciclo político!



uma psicose de João Lemos Esteves às 14:50
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NÃO!

 

 

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa não é um Príncipe Perfeito.

 

 

Sim, a sua comuncação com o povo é astuta, e algumas das suas medidas políticas até tiveram o seu quê de coragem e inteligência.

 

No entanto, um governo e o seu líder não respondem por algumas medidas mas pelo seu todo. Se Pombal apenas respondesse pela perseguição aos Távoras, ele hoje seria um monstro. Se ele apenas respondesse pela determinação pós terramoto, ele seria um herói. Daí que a avaliação de um governo exija equilíbrio. O 1º governo Sócrates foi, nesta avaliação, medíocre.

 

Muitas das reformas que prometeu não foram concretizadas e outras foram mal concretizadas (de que serve a imposição de uma avaliação aos professores se esta não é minimamente meritocrática?...). Isto já para nem falar das condições históricas de que este governo usufruiu para concretizar reformas.

 

É também falacioso falar de choques tecnológicos e energias renováveis quando tudo é feito à custa do endividamento público. Igualmente, a reforma da segurança social, como o endividamento, é apenas empurrar os problemas estruturais do país para a geração vindoura – com a agravante dos juros.

 

Neste novo governo, vemos porque Sócrates não é um bom príncipe. A escolha de Augusto Santos Silva para a pasta da defesa seria cómica se não fosse gritantemente irresponsável.

Um líder tem o direito de ser duro, exigente até mesmo cruel mas nunca displicente com o supremo interesse nacional. Atribuir a pasta da defesa, um ministério estratégico do estado, a uma pessoa sem experiência, sem qualificações e sem sentido de estado, é uma vergonha e é também revelador da partidarização do regime.

 

Aquilo que Sócrates não compreende é que o Estado vem antes do regime, e que só depois deste último é que vêm os partidos. O PM por outro lado, trata o governo como um feudo. Augusto Santos Silva é um primo da mesma linhagem aristocrática do PM, que foi desagradável para com a linhagem rival, quando o Duque Sócrates não podia ser. Agora, o primo Santos Silva é recompensado com um feudo próprio pois os seus serviços não podem ser desaproveitados. Pouco interessa se o agora conde Santos Silva tem competência de gestão do condado que lhe foi atribuído.

 

Augusto Santos Silva não é uma pessoa de diálogo e o facciosismo que transpira certamente impedirá que procure consensos em matérias sensíveis como a política de defesa ou mesmo a política externa, aonde o Ministério da Defesa também é importante.

 

Daí que, sem vincular o colectivo do blog, os signatários deste post repudiam esta nomeação, considerando que Augusto Santos Silva não tem as características políticas ou humanas, para dirigir as Forças Armadas Portuguesas.

 

 

Abaixo links para as iniciativas encetadas neste sentido:

 

Petição         http://www.peticao.com.pt/demissao-santos-silva

Causa FB    http://apps.facebook.com/causes/381482/2143486?m=7f359208

 

 

por Miguel Nunes Silva, Guilherme Diaz-Bérrio, Rui Cepeda e Paulo Colaço.

 



uma psicose de Miguel Nunes Silva às 10:12
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E agora a Verdade.

Muitos falaram da estranheza e incómodo da questão dos votos comprados ter surgido na comunicação social quando surgiu. Entretanto parece que o assunto desapareceu.
Mas felizmente a Distrital de Lisboa do PSD mantendo a sua palavra volta ao assunto com a investigação que fazia falta.
Eu desejo que seja uma exaustiva investigação e que traga consequências sérias e reais.
Precisamos purgar no nosso partido deste género de práticas e colocarmo-nos como uma honesta alternativa aos olhos dos Portugueses.


 

(...)Em declarações ao DN, o presidente da distrital de Lisboa, Carlos Carreiras, confirmou ter falado com o presidente do Conselho Distrital de Jurisdição, António Rodrigues, para "apurar tudo o que se passou" no âmbito de um processo de averiguações.

"Entendeu-se, por uma questão de bom-senso, não fazer nada até às eleições autárquicas. Uma vez realizadas as eleições, o processo vai decorrer e serão ouvidas todas as pessoas que possam ajudar a esclarecer este assunto de uma vez por todas", diz Carlos Carreiras, admitindo que, "volta não volta", surgiam internamente suspeitas de compra de votos.

"Era um assunto recorrente, mas nunca nunca ninguém tinha apresentado provas nem dado o seu testemunho pessoal, como agora foi feito. Nesse sentido, considerei que havia factos relevantes e que não poderíamos continuar eternamente com estas suspeições", refere.

A alegada compra de votos terá ocorrido na sequência da chegada de António Preto à liderança da distrital de Lisboa, cargo que manteve entre 2002 e 2006, período durante o qual o número de militantes com quotas pagas duplicou nas principais secções do partido.

O deputado justificou esse crescimento com a vitória de Durão Barroso nas eleições legislativas, o que deu ao PSD um "encanto completamente diferente".

"Quero que se apure tudo do princípio ao fim", frisou Carlos Carreiras, segundo o qual nos últimos dois anos todos os processos de eleições internas têm sido "acompanhados" pelo Conselho Distrital de Jurisdição sem que tenha havido "quaisquer polémicas".

Carreiras diz não ser possível "estipular uma data" para chegar a conclusões, uma vez que "depende do número de pessoas que seja necessário ouvir". E admite que a realização de eleições distritais em Dezembro - para as quais anunciou a sua recandidatura - possa prejudicar a "celeridade" do processo.

Contactado pelo DN, o presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD, Nuno Morais Sarmento, não quis comentar a abertura do processo de averiguações. "Como é evidente, não tenho nenhum comentário a fazer sobre os processos que possam existir no PSD", disse Morais Sarmento.

 



uma psicose de jfd às 07:32
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Jogo da Mala! - Agora em Tribunal

Lisboa, 27 Out (Lusa) - O julgamento de António Preto, deputado do PSD reeleito nas últimas legislativas e cujo mandato está suspenso, começa hoje nas Varas Criminais de Lisboa, sendo o colectivo de juízes presidido por José Reis.

António Preto, cuja inclusão nas listas do Partido Social Democrata (PSD) às legislativas causou polémica por estar envolvido num processo judicial, responde por crimes de falsificação de documento e fraude fiscal qualificada, em co-autoria, no chamado "caso da mala", ocorrido em 2002.

António Preto, que pertence à Comissão Política Distrital de Lisboa do PSD, é acusado de ter recebido 150 mil euros dos empresários de construção civil Virgílio Sobral de Sousa e Jorge Silvério, que terão entregue aquela quantia em dinheiro em envelopes e malas.

 

Bem os jornalistas, das duas uma, ou se enganaram no tempo verbal "pertenceu" ou então são simplesmente burros. Mas o take é das 6 da manhã ainda têm tempo de corrigir,



uma psicose de jfd às 06:53
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O desafio de Isabel Alçada

O Novo Governo já tomou posse e as atenções viram-se, principalmente, para uma das pastas mais polémicas da anterior legislatura: a Educação. Destaco o facto do Eng. Sócrates ter apostado numa conhecida independente, que pela sua experiência como docente inspira mais confiança do que a anterior ministra, Maria de Lurdes Rodrigues.

 

Nas mãos, Isabel Alçada terá que dar resposta ao inenarrável processo de avaliação dos professores que, a julgar pelas primeiras declarações que fez à imprensa, dizendo que manteria tudo na mesma, não se espera bom augúrio.
O Novo Estatuto da Carreira Docente terá de ser profundamente alterado, à semelhança do Estatuto do Aluno, com uma necessária reponderação dos critérios utilizados para transições de ano dos alunos faltosos.
Mas, aquele que me parece ser o principal desafio da Ministra é a adopção de uma nova postura em relação aos agentes educativos, nomeadamente, no que toca aos professores. É imperioso restaurar a autoridade e o respeito pelos professores.
De outra forma, esta não passará de uma aventura… no Ministério da Educação!

 



uma psicose de Margarida Balseiro Lopes às 02:08
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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Da birra de Obama com a Foxnews... Agora com factos.


uma psicose de jfd às 20:39
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A voz que vem do Norte...

"Durante a próxima legislatura, dure o tempo que durar, o PSD deve fazer um 'corte geracional', aproveitar para apresentar um programa de revisão constitucional” e só depois “reapresentar-se aos portugueses”.
Palavras de Marco António Costa, líder do PSD-Porto, que em declarações ao
CM lembrou que em 1985 Cavaco Silva representou uma nova geração no partido, tal como José Sócrates agora no PS. Por isso, considera que o PSD deve renovar as elites dirigentes e apresentar propostas concretas de reformas. E destacou alguns exemplos: defender a criação dos círculos uninominais, rever a Lei Eleitoral para as Autarquias Locais, melhorar o controlo democrático da Administração Pública, promover a regionalização e mudar o sistema de governo para um “semipresidencialismo à francesa”.



uma psicose de jfd às 20:27
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E que tal irem "gozar com o D. Pedro"!? (III)

 Novo documento do Governo passa a incluir as linhas Aveiro-Salamanca e Évora-Faro-Huelva na rede de alta velocidade. Investimento sobe para 15 mil milhões.


O novo Governo deverá reforçar a aposta no projecto nacional de alta velocidade ferroviária, alargando-o das actuais três linhas prioritárias - Lisboa-Madrid, Lisboa-Porto e Porto-Vigo - para um total de cinco, passando a considerar como essenciais as ligações Aveiro-Salamanca e Évora-Faro-Huelva.

 

Diário Económico

 

Cinco linhas?! 15 mil milhões de euros? Mas endoideceu tudo neste canto à beira mar plantado?

 

Hint para "keynesianos de resumo da Europa América": querem gastar 15 mil milhões? Então usem-nos para fazer uma rede ferroviaria decente em Portugal, um país um comboios de velocidade elevada (Alfa Pendular) são suficientes e eficientes!


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uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 15:09
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Xiuu!

Morais Sarmento não descarta avançar contra Rangel e Coelho

Sarmento pode avançar contra Rangel e Coelho

Xiuu...não digas a ninguém, mas ringue é comigo!



uma psicose de Diogo Agostinho às 09:55
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Sábado, 24 de Outubro de 2009
Indicadores e indicações


 

O presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) considerou hoje normal que o desemprego tenha voltado a subir em Setembro, dado que neste mês há sempre um decréscimo das actividades sazonais que criam empregos ao longo do verão.

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1406619

 

De referir que houve um aumento de 29,1% em relação a Setembro do ano passado!

 

Como explicar esta sasonalidade?

 


: indignado

uma psicose de Rui Cepeda às 13:25
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Um faduncho para começar o fim-de-semana


uma psicose de Paulo Colaço às 17:47
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Dará mais trabalho?

 

 

Porque pode um Primeiro-Ministro acumular o cargo de Chefe de Governo com o de Presidente ou Secretário Geral de um Partido e um Presidente de Câmara não?



uma psicose de Diogo Agostinho às 14:35
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Sócrates pisca o olho à esquerda.

 

... é tempo de preparar medidas: a primeira será o casamento 'gay'.
 



uma psicose de nunodc às 11:25
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Compasso de Espera

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, anunciou ontem que vai convocar eleições directas para a liderança do partido depois do debate do Orçamento do Estado para 2010.

Concordo com esta posição.
É, creio, a posição mais responsável.
Mantenho o orgulho que sempre tive na líder do meu partido.
 


uma psicose de Paulo Colaço às 02:30
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
PsicoConvidado: Visão Socialista do PSD

 

 

Foi-me colocado o seguinte desafio:

“Enquanto militante do PS, descrever a minha visão do PSD.”

Aceito.

A minha visão do PSD é condicionada pelo seguinte facto: Antes de ser do militante do PS, sou Democrata. Logo, é para mim natural e necessário a existência de uma alternativa (e alternância) moderada ao meu Partido, centrada na dicotomia Esquerda – Direita.

Ora, o PS sempre se assumiu de Esquerda, com as naturais evoluções ditadas pelos tempos, mas que, na minha (discutível opinião), o mantiveram como “o Partido da mudança”, e de Esquerda Moderna.

O PSD, teoricamente também seria um Partido de Esquerda (começando pela sua designação). Mas a dinâmica politico-partidária natural colocou-o no Centro-Direita, seja por ter tomado opções mais “conservadoras”, seja porque foi empurrado pelo PS para essa posição.

A questão essencial é que o PSD comporta-se, e é percebido como um partido de Centro-Direita, e em politica é isso que conta.

No entanto, seja por causa da sua génese, seja pelo ambiente sociológico Português (que não gosta da palavra “Direita”), o PSD não teve a capacidade de claramente se assumir como um partido de Direita Conservadora – Notem que este título não é negativo, é legitimo em qualquer Pais moderno Europeu, dos “Tories” à ”Christlich Demokratischen Union”. Este “assumir”, claramente também não foi feito dentro do próprio PSD, que apresenta elementos com uma grande variedade de matrizes ideológicas, e que naturalmente se degladiam entre si.

Portanto, posto isto, creio que mais importante que eleger um novo líder, o PSD tem de efectuar um congresso para discutir a sua matriz ideológica, ter uma nova matriz sólida que lhe permita construir uma alternativa clara de Centro Direita.

Muitos militantes certamente não se irão rever nesta matriz. Mas estou certo que tanto o PP ou o PS acolherão esses militantes – um partido não é um clube de futebol.

 

Um argumento que poderão estar a construir é o seguinte: Em Portugal, a palavra “Direita” não é bem aceite, é arriscado vender este posicionamento ideológico. É verdade, mas a questão é que verdadeiramente o PSD nunca o vendeu. Nunca se assumiu com “orgulho de Direita”.

Os Portugueses tiveram, mas nunca “viram” um governo de Direita em Portugal – Isto é, por exemplo, o Governo de Cavaco era um Governo de Direita, mas este assumir ideológico não era claro.

Portanto não aceitam bem que a Direita (de vez em quando, e menos que a Esquerda!) também contribua para a melhoria das suas vidas. Porque o PSD nunca se assumiu bem como Direita, também nunca conseguiu ter a capacidade de comunicar de forma directa, consistente e transparente as suas ideias. Tem de as assumir as de forma directa como faz por exemplo o PP – sendo que o PSD é imensamente mais credível que o PP.

 

Para resumir. Como vejo o PSD? Vejo-o como o “Worthy Foe”, o Moriarty , o Mr. Hyde do PS, que não o é. Se isso me dá algumas alegres vitórias, também as esvazia. E sinceramente considero que estaríamos todos melhor com o um PSD mais forte, mais assumido, mais estruturado.

Visões à parte, creio que há um ponto que tenho de frisar.

É legitimo eu defender de forma completamente apaixonada o Benfica contra o Sporting, puramente por amor à camisola, sem qualquer espécie de racionalidade.

Este tipo de lógica clubistica não é aceitável em Política – isto é, não podemos defender ou atacar propostas meramente por pertencerem “ao outro partido”. Supostamente, quem está em Política está por querer contribuir para a melhoria do País. É legitimo termos visões e ideias diferentes para este propósito. Já não é correcto adoptarmos uma determinada visão ou ideia, apenas para sermos “contra” os outros. Isto acontece a meu ver, demasiado em Portugal. Nos EUA, têm uma palavra que eu gosto muito: Bipartisanship. É um conceito que devemos ser maduros o suficiente para abraçar

 

Autor: Leonardo Monteiro, aka keine

 



uma psicose de PsicoConvidado às 20:03
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Habemus Governo!

 Segundo a SIC, temos fumo branco em S. Bento. Não há grandes alterações...

 

Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros 

Luís Filipe Marques Amado 

 

Ministro de Estado e das Finanças 

Fernando Teixeira dos Santos 

 

Ministro da Presidência 

Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira 

 

Ministro da Defesa Nacional 

Doutor Augusto Santos Silva 

 

Ministro da Administração Interna 

Rui Carlos Pereira 

 

Ministro da Justiça 

Alberto de Sousa Martins 

 

Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento 

José António Fonseca Vieira da Silva 

 

Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas 

António Manuel Soares Serrano 

 

Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações 

António Augusto da Ascenção Mendonça 

 

Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território 

Dulce dos Prazeres Fidalgo Álvaro Pássaro 

 

Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social 

Maria Helena dos Santos André 

 

Ministra da Saúde 

Ana Maria Teodoro Jorge 

 

Ministra da Educação 

Isabel Alçada (Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar) 

 

Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 

José Mariano Rebelo Pires Gago 

 

Ministra da Cultura 

Maria Gabriela da Silveira Ferreira Canavilhas 

 

Ministro dos Assuntos Parlamentares 

Jorge Lacão Costa 

 

Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros 

João Tiago Valente Almeida da Silveira 

 

SIC Online

 

Duas notas rápidas:

a) Augusto Santos Silva a Ministro da Defesa!??! É uma piada?

b) Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações é, se a memória não me atraiçoa, o antigo presidente da minha Alma Mater (ISEG) e, segundo sei, um Keynesiano convicto (aka, favoravel a TGVs e obras públicas afins)

 


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uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 18:11
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Inovar, empreender, morrer a rir

"Através da iniciativa 'Empresa na hora' passa a ser possível a constituição de sociedades num único balcão e de forma imediata."

 

Isto já existe á uns anos e sem duvida que é um grande auxilio para quem quer constituir a sua empresa! Tudo corre suave e rapidamente até ao momento da escolha do nome. Para ajudar é-nos dada uma lista com potenciais nomes de empresas e passo a citar:

 

AGE OF INNOCENCE

AIROSA & FORMOSA

ATRIBUTOS DIVINOS
ATRITO INCLINADO
AUGE TITÂNICO
DESEJO DOURADO
DESEJO INESPERADO
DESEJOS CONCRETIZADOS
DESERTO FÉRTIL
DESERTODEKOISAS
DESFOLHADA MISTA
EMENTA PLANEADA
ENCANTO DOS SENTIDOS
REQUINTE & SEDUÇÃO
REQUINTE EXÓTICO
RESERVAS & SEGREDOS

 

Como é que é possivel alguem ter sucesso com nomes destes? Empresa na hora = Falencia na hora?


: a chorar a rir

uma psicose de Rui Cepeda às 17:21
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Grande vitória

 

A proposta para a criação de um Programa Erasmus para o primeiro Emprego, uma ambição dos eurodeputados social-democratas, foi aprovada esta quinta-feira no Parlamento Europeu.

 

O PSD e Paulo Rangel alcançam assim uma enorme vitória. A bem dos jovens e demonstram que o Parlamento Europeu pode ser um lugar que influencia a vida das pessoas.

 

Uma dúvida. Será que os eurodeputados andaram a comer Papa Myzena desde que tomaram posse?



uma psicose de Diogo Agostinho às 15:14
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Obrigações do tesouro dos EUA: Caveat Emptor

 

 A agência de notação financeira Moody’s alertou hoje que, caso os Estados Unidos não reduzam a dimensão da sua dívida pública, poderão perder o seu ‘rating’ de ‘Aaa’.

 

Diário Económico

 

Obama está, financeiramente, a patinar em gelo muito fino... até agora, não passam de ameaças. No dia em que uma agência de notação retirar o rating AAA (que, acrescente-se, não é um direito divino inalienável conferido aos EUA) é o dia em que se vai ver a abertura de uma cratera depois de rebentar a bolha no activo financeiro mais inflacionado no mundo: a Obrigação do Tesouro Norte-Americano.

 

(Caveat Emptor é latim para "O comprador que se cuide", expressão usada em mercados financeiros para ilustrar que quem compra um activo deve ter noção e consciência dos riscos)


:

uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 13:50
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Etnomatemática, Português "didáctico" e outras manias do "eduquês" da 5 de Outubro!

 "Quem não lê não saber escrever português"! Esta foi uma das frases que caracterizaram a minha infância, daquelas frases chatas ditas até à exaustão pelos nossos progenitores (no caso em mãos, a mãe do lunático autor deste post).

 

Vem isto a propósito de quê?

 

No 4.ºano nem todos sabem quando usar "nós" e "noz"

 

Investigador preocupado com atraso das crianças na leitura. Falta formação dos pais e dos professores, aponta

 

Público

 

"Quelle surprise"!! Um conjunto de pedagogos brilhantes achou que ler era aborrecido, ditados eram traumatizantes e que ensinar é "ajudar a compreender". Resultado prático à vista!

 

Mas não só o Português vive maus dias. Numa das minhas incursões na Livraria Bertrand num dos meus "momentos zen, chego à secção de matemática e que vejo? "Etnomatemática". Pensamento imediato: "Etno-quantas?!". Dou uma vista de olhos... e assusto-me:

A matemática (e ensino respectivo) deve ter um contexto cultural, a ser adicionado à já componente "pedagógica actual". 

 

E eu, que até tenho formação em matemática, penso:
"Mas que raio?! 2 + 2 é igual a 4 em qualquer cultura, ambiente ou pedagogia!". Não me venham com as "matemáticas A ou B" ou "etnomatemática". Matemática é uma ciência clara e exacta e deve ser ensinado como tal. 

 

Depois admiramo-nos com estes resultados. Ou com o triste cenário que é ver matemática universitária (e notas correspondentes), ou engenheiros a dizerem que "não sobrevivem sem calculadora". Solução das "mentes brilhantes"? Calculadora desde a primária mais uns quantos Magalhães.

 

Depois não se admirem de estar a formar "analfabetos funcionais"!

 

 


:

uma psicose de Guilherme Diaz-Bérrio às 13:09
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Nem com a presença de Jesus?!?

Será que com a presença deste senhor na São Caetano à Lapa teremos

Marcelo Rebelo de Sousa no Conselho Nacional?

via CdC

 



uma psicose de jfd às 12:35
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Eu penso, penso, penso...

 

O presidente da Confederação da Indústria Portuguesa, Francisco van Zeller, considera que "é preciso pensar duas vezes" antes de aumentar o salário mínimo em 2010.

 

... e continuo sem conseguir perceber, como é possível alguém "viver e não sobreviver" em Portugal, com um ordenado inferior a 500 euros.



uma psicose de Luís Nogueira às 12:08
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Congresso

Marcelo fora da corrida porque não quer ir "ao ringue"

 

Na minha modesta opinião, Marcelo foi até hoje o melhor dos convidados dos Gatos Fedorentos. Ao seu estilo descontraído, passa bem na TV. Desinibido, com piada.

 

De facto, este homem é um homem muito inteligente. Faz falta ao PSD. Gostei de o ouvir, uma das pessoas que admiro politicamente. Toca sempre na questão essencial, tem ideias, é muito activo, galvanizador. Mas falta-lhe uma caracteristica fundamental para passar de brilhante comentador político para político na verdadeira acepção da palavra. Falta-lhe coragem de avançar quando acredita em si. Falta-lhe aquele instinto político. Tem neste período eleitoral que se avizinha a possibilidade de contrariar esta teoria...

 

Porém, esta sua proposta de um conclave entre personalidades poderia ser uma boa ideia, mas não é a essência do PSD. Levou-me a pensar que o que realmente nos faz falta é um Congresso às antigas! Um Congresso a anteceder as directas. Com todas as personalidades a falarem. Com candidatos a aparecerem. Sentir de novo o verdadeiro PSD a debater para onde vai e o que realmente quer. A vibrar com as intervenções dos nossos militantes!



uma psicose de Diogo Agostinho às 11:25
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"E depois do Adeus"...ou refraseando Haverá Adeus?

 

 

"Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem
me esqueci
"

O Conselho Nacional do PSD reune-se hoje às 21.15, em Lisboa, para analisar o ciclo eleitoral deste ano.

As interrogações surgem - será que Ferreira Leite continua na liderança ou não?

E se sair, acarratará as responsabilidades sozinha?

 



uma psicose de Essi Silva às 10:04
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Obama igual a Sócrates: birrinhas com a imprensa

A Casa Branca e Barack Obama declararam guerra à Fox News porque a consideram um canal de orientação conservadora.



uma psicose de Paulo Colaço às 02:10
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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Bem-vindo Cepeda

 

 

Rui Cepeda, é já um psico-comentador, aluno da UV 2009, Grupo Roxo. É de Penafiel, militante da JSD. Vem da área de Veterinária, prova que isto da política obriga mesmo a que nos demos com todos. É a nossa mais recente contratação.

 

Seja bem-vindo caro Rui, que trates tão bem o Psico como tratas a bicharada!



uma psicose de Diogo Agostinho às 23:06
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Então, como é?

«Não basta ter 40 anos no BI para garantir renovação»

O jovem estudante de direito, que foi aluno de Marcelo Rebelo de Sousa, explica que o movimento surgiu porque apesar de reconhecerem o mérito a Manuela Ferreira Leite, «de ter devolvido alguma credibilidade ao partido», consideram que «é altura de mudar».

O facto de Pedro Passos Coelho ter mostrado que seria candidato também ajudou à formação deste movimento. «Há uma candidatura que está a preparar a máquina há muito tempo», afirmou. «Por isso, juntamos um grupo que considera que Passos Coelho não é a solução. Não basta ter 40 anos no Bilhete de Identidade para garantir renovação ao partido», disse ainda João Lemos Esteves, destacando que Marcelo Rebelo de Sousa «é a única solução para unir o PSD e acabar com a manta de retalhos. «Tem a experiência, a inteligência, a sensibilidade para ouvir o país e o partido e a juventude anímica».
 

Aqui em destaque da notícia da TVI as declarações do João Lemos Esteves do Movimento Jovens com Marcelo, e também Psicótico.

É bom saber que não basta ter 40 anos no BI para se garantir renovação. Renovação essa garante-se pelas ideias. E não, não são soundbytes como proclama Sarmento.

O que já é triste saber é que como existe uma candidatura que prepara a máquina há muito tempo, a primeira coisa a fazer é juntar um grupo cujo denominador comum é considerar que Pedro Passos Coelho não é a solução! Talvez erro de principiante, ou encadeamento pela paixão ao Professor. Mas desejo que a mensagem vá melhorando com o tempo.

Necessitamos de mensagens positivas!

Interessante saber é que o co-fundador já foi acérrimo apoiante de Passos Coelho, mas que desistiu à conta do casamento gay e privatização da CGD, o que ele considera serem drivers fatalmente destruidores do PSD. Passando todo o seu apoio e esperança para Manuela Ferreira Leite (por acaso a vencedora!), para, horas depois das eleições, qual oráculo, prometer notícias para breve.

Agora o seu PSD é manta de retalhos a necessitar de credibilidade.

Vá-se lá saber o que se passa na mente desta juventude irreverente!!!

 



uma psicose de jfd às 22:56
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Jovens com Marcelo, mas Marcelo sem os Jovens!

"Caro João e demais membros do Movimento,

Embora tenha sido lançado sem a minha anuência, deixo aqui algumas palavras amigas no vosso blog.

Quando se é jovem, é-se assim: irreverente o suficiente para criar blog de apoio mesmo sem autorização expressa do visado. Acredita-se numa coisa e quer-se forçar que ela aconteça.

Ainda hoje, com sessenta anos, por vezes, me sucede o mesmo.

Dê um abraço também amigo a todos os fundadores, animadores e visitantes. E mesmo que o vosso objectivo não venha a ser concretizável, merecem esse abraço, pela coragem e a disponibilidade de arriscar que têm demonstrado.Sempre a pensar, como o deverão estar todos os sociais-democratas -ainda que cada qual à sua maneira -no melhor para o PSD e

para Portugal."

 

Valeu pelo esforço caro João, mas pela mensagem chegada aos Jovens e que aqui transcrevo, parece-me que o Professor ainda pondera ponderar a ponderação. E este apoio não lhe é bem-vindo por agora.

Mas, se mais nada há para dizer, diz-se que a juventude é irreverente e pronto, todos amigos!

E era o que faltava pedir autorização para se criar um clubezinho de fãs!



uma psicose de jfd às 22:17
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