Domingo, 30 de Novembro de 2008
A barraca de Barack

Nesta campanha, Barack Obama concorreu contra duas pessoas: Hillary e McCain.

 
O calor que Obama acendia no peito dos seus apoiantes tinha três chamas:
a) a repulsa pelo belicismo de Bush.
b) o descontentamento pela falta de consciência social dos Republicanos.
c) a antipatia por Hillary, símbolo de calculismo, jogadas, o pior da política de interesses e bastidores.
 

Agora, é público que Obama quer (e terá) Hillary na sua equipa, e para alto lugar (Secretária de Estado). Vejo nisso um duplo logro. Aos apoiantes e ao seu Vice.



uma psicose de Paulo Colaço às 20:33
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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
O novo Instituto Sá Carneiro

 

Foi ontem apresentado o novo rumo do Instituto Francisco Sá Carneiro. Uma sala cheia de destacados militantes e de jovens quadros assistiu a uma apresentação da responsabilidade do presidente do IFSC, Alexandre Relvas e ao discurso da Dra. Manuela Ferreira Leite.
 
A renovada casa do Instituto pretende ser uma fonte de documentação, um local de encontro de militantes, um desafio para independentes.
 
Pensar Portugal, construir alternativas e formar quadros são pontos de passagem obrigatórios até à meta final: preparar o PSD para a tarefa de melhorar o País.
 
Estimulantes viagens como “Portugal 2020”, “Viver melhor nas nossas Cidades”, “Textos de Francisco Sá Carneiro” e “Nova Narrativa, Novas Ideias” poderão vir a fazer do site do IFSC o melhor espaço de contributo político da web portuguesa.


uma psicose de Paulo Colaço às 19:55
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Bom Congresso a todos

E começa hoje mais um Congresso da JSD.
Há delegados a caminho e preparativos a ultimar.
Há discursos a afinar e estratégias a acertar.
Há saudosismo naqueles que já saíram mas que lá vão estar para rever amigos e assistir ao pulsar da instituição a que deram muito.
Há quem vá pela primeira vez. Há quem seja congressista pela última.
Moções a debater, ideias a fervilhar.
Após 14 anos de Congressos, fico de fora pela primeira vez.
E fico mesmo de fora. Desejando, é claro, bom Congresso a todos.
Especialmente à minha querida JSD.


uma psicose de Paulo Colaço às 11:34
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Boas notícias

Comissão Europeia vai prosseguir com processo de infracção sobre Portugal por dupla tributação nos automóveis novos. Numa altura de crise, em que há uma guerra sobre se os carros a diesel vão ou não ficar mais caros a partir do próximo ano, sabe bem aos depauperados bolsos dos portugueses saber que há ainda quem os tente defender. É pena é que essa defesa tenha de provir do "estrangeiro". Aqui, como noutras matérias (p.ex.: liberdade de imprensa), os portugueses encontram tutela mais forte nas instâncias comunitárias do que nas do seu próprio país...



uma psicose de João Marques às 12:36
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Porque não se demite?



uma psicose de jfd às 12:30
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Northern Rock, versão tuga

Muitos portugueses estão neste momento a pensar o que é se passa com o Banco Privado Português (BPP), quais as semelhanças com o Banco Português de Negócios (BPN) e porque é que o Estado vai deixar o primeiro falhar, quando não deixou o segundo.
Note-se o seguinte, antes de mais: não são casos iguais! Muito pelo contrário. No BPN existiu fraude. Essa fraude causou um buraco de 700 mil milhões de euros, à altura da nacionalização. O BPP tem outro problema, nomeadamente a estrutura do seu balanço e foi a mesma coisa que já levou ao fundo vários bancos, entre os quais, o Northern Rock, no Reino Unido. Vou tentar ser o menos técnico possível a descodificar este “Northern Rock português”.
 
O que se passa é muito simples. O BPP tem um balanço total de quase 1,7 mil milhões de euros em activos. A suportar esses activos estão pouco menos de 200 milhões de euros de capital próprio. [Note-se que estou a usar os dados do primeiro semestre, pois decerto que a posição do banco hoje é pior]. Ou seja, por cada 10 euros detidos, 9 são de fontes externas. Nem é assim tão preocupante, não fosse um pequeno problema: o BPP não tem uma base de depósitos grande para se financiar. Apenas 3,8 euros, por cada 10 euros detidos, vêm de depósitos. O resto vem de empréstimos, muito provavelmente do mercado interbancário, ou seja: dívida de curto prazo. Ora, aqui reside um problema enorme: este mercado está parado em vários sectores e países (por exemplo, EUA e Reino Unido). Portugal não é excepção. O negócio costumava ser: pede empréstimo inferior a um ano, no mercado interbancário, para investir em activos de longo prazo, normalmente com risco. Ao fim de um ano, pede outro empréstimo, paga o primeiro com o segundo, e continua em jogo. Chama-se a isto fazer o “Rollover da dívida”. O grande risco é se o apetite do mercado por este tipo de empréstimos acaba. Ai, não é possível “rolar” a dívida, e tem de se vender activos para pagar ou assumir um rombo.
Infelizmente, os problemas não terminam aqui! O BPP não era um banco no sentido tradicional do termo. Eram mais um fundo de investimento (Hedge Fund, para ser honesto) que tinha uma licença bancária em Portugal. E isso vê-se bem no seu balanço: 950 mil milhões de crédito a clientes. Crédito normal? Não! O mais provável é: o cliente coloca um depósito de n euros, o banco concede um crédito para alavancar a posição, coloca o dinheiro na gestora de património, que está fora do balanço, e investe o dinheiro. Isto significa maiores ganhos para o banco e para os clientes em tempos bons. É também uma óptima receita para a bancarrota em tempos maus. Bastaria que, hipoteticamente, tivessem perdido 10% dos investimentos que fizeram para perder metade do capital próprio! Os mercados já perderam bem mais de 10%...
 
O mais provável é terem investido em activos de elevado risco (estou a pensar obrigações sobre hipotecas) e agora o Banco Central Europeu não as aceita para troca de liquidez, por serem... lixo! Daí a necessidade do aval do Estado: só com o Estado a dizer que se o BPP não pagar paga ele, é que o mercado financia o BPP. Contas redondas do vosso psico-convidado: o BPP deve ter perdido um terço do seu investimento (daqueles 950 milhões de euros). A única maneira de sobreviver a um choque destes seria fazer o dito “roll over da dívida” e aguentar a tempestade na esperança de que os investimentos recuperem. Na ausência disso, tem de vender activos ao preço actual, assumir as perdas e, no processo, ficar sem capital. Basicamente, andaram a brincar aos especuladores, e agora estão a observar o outro lado da medalha: a coisa tem riscos!
 
Deve ser salvo? Não! Não é um risco sistémico, na medida em que o desfazer das suas posições não representa um choque para o mercado. O único risco que poderá haver é destabilizar o mercado interbancário local português, onde os pequenos bancos normalmente se financiam. Depende do volume de transacções, mas como tudo em Portugal, esse mercado é tudo menos transparente. Competirá ao Banco de Portugal, no limite, gerir a liquidez para minimizar o impacto.
Quanto às semelhanças com o BPN, elas acabam nas primeiras duas letras! Não há! O BPN foi fraude, e ainda hoje estão para me explicar o porquê da nacionalização. Não havia risco para o sistema, os depositantes tinham a garantia do Estado até 50 mil euros de depósito. Foi puro aproveitamento político da situação. O que me leva a questionar a política do Terreiro do Paço, ou melhor, a coerência da mesma política! Parece-me que estão a fazer decisões ad hoc, consoante o banco é ou não um risco, e mais perigoso, consoante o aproveitamento político que podem fazer: no BPN protegeram o comum dos portugueses (que já estava protegido, mas isso não interessa nada ao caso!), no caso do BPP deixaram o grande capital comer as perdas... no mínimo, demagógico!

 

 

Psico-Convidado: Guilherme Diaz-Bérrio



uma psicose de PsicoConvidado às 17:48
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Dia da Liberdade - Acto II

 

Se perguntarmos aos portugueses:
"Agrada-vos a ideia de uma Ditadura Fascista?"
estou em crer que a resposta será negativa. Por outro lado, se perguntarmos aos portugueses:
"Agrada-vos a ideia de uma Ditadura Comunista?"
tendo a acreditar que a resposta não se modificaria.
 
Pois se tal constatação (que a mim parece óbvia!) de que são ambas indesejáveis parece tão clara e se o conceito de Ditadura é, por si só, prenúncio de tudo o que é mau seja qual for o nome que lhe chamemos - porque é que hoje não é também dia da Liberdade? Porque é que não nos ensinam na escola que a Liberdade, em Portugal, foi assim uma espécie de conquista em II Actos, que começou num 25 de Abril e "terminou" num 25 de Novembro?
 
Não estará na altura de desmistificar certos aspectos, Srs. Portugueses?
Pois eu, que prezo muito a Liberdade e não tenho pudores melindrosos em jeito de fantasma com esta questão, acho que está.
E os Psicóticos?
 
Feliz Dia 25 de Novembro - Dia da Liberdade, Acto II
 
Psico-Convidada: Joana Barata Lopes


uma psicose de PsicoConvidado às 15:51
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XX Congresso Nacional JSD

E chega a semana do Congresso.
Pela primeira vez um novo modelo anima a reunião magna da JSD.
A meu ver, é algo que se deve receber com espírito positivamente crítico e de mudança.
Eu já não sou Jota mas tenho o meu dedo nas moções que este blogue muito bem defenderá através do Diogo e do Guilherme. Duas pessoas de uma secção que se está a tornar incontornável neste blogue!

Ambas têm assuntos que me são caros, mas! o Diogo terá a honra de defender um dos assuntos que penso ser mais crasso no futuro da Jota; as eleições directas.
Os candidatos têm-se multiplicado em visitas de norte a sul, e os seus apoiantes em sites de apoio, ataque, e etc.
Ora, fica aqui disponibilizado um local equidistante das duas candidaturas, mas próximo da Jota de alma e coração, para que se troquem ideias, conversa, piropos, etc.


Que corra tudo pelo melhor a todos e que depois de Domingo, tenhamos uma Jota ainda mais forte, unida e que tenha em conta TODOS os seus militantes.

 

Viva a JSD, Viva Portugal!

 


: laranjinha!!!

uma psicose de jfd às 14:54
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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
Foram cardos foram (p)rosas

 O recente caso do BPN e o ainda mais recente "caso Dias Loureiro" vêm, quanto a mim, reanimar uma polémica que me diz muito - a do Arguido político. É que, com os constantes zun-zuns que se ouvem, com as declarações dúbias vindas de toda a parte e com o subsequente aproveitamento político, quer por via tácita, quer por comportamentos explícitos, há um anátema que se cria sobre a pessoa e que dificilmente se supera pela mera explicação da própria.

 

Não me entendam mal, não estou aqui a defender Dias Loureiro, nem me cabe a mim fazê-lo, muito menos acusá-lo, agora o que me parece inadmissível é que se deixe o lancinante boato crescer ou morrer consoante as necessidades políticas mais abjectas.

 

Neste sentido, as declarações do deputado socialista Ricardo Rodrigues são tristemente paradigmáticas quando "justifica a decisão por só agora a opinião pública ter manifestado de forma inequívoca motivos para avançar com o inquérito.

«Na verdade ainda não tinha havido na opinião pública e na comunicação social as afirmações dos últimos dias, que são contraditórias e que deixam os portugueses incrédulos sobre quem fala a verdade», afirmou Ricardo Rodrigues."

Portanto, são a opinião pública e a comunicação social a comandar o timing e relevância das comissões parlamentares?! Parece-me um critério assassino, tanto mais que no domínio do direito, quem se sentir violentado por suspeitas, pode pedir para ser constituído arguido (59.º/2 CPP) e ver cabalmente esclarecidas as dúvidas que se levantam sobre si, enquanto que na política mando o critério de César (ser e parecer) e não existe qualquer hipótese de quem vê o seu nome chafurdado na lama defender-se por idêntico instrumento.

 



uma psicose de João Marques às 18:56
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O meu umbigo

A semana que passou foi a semana da solidariedade. Desculpe? Soli…quê? Alguém reparou?

 

De facto, estamos a viver muito e apenas para o nosso próprio umbigo. Falta-nos um espírito de partilha e de entreajuda, cada vez mais a nossa sociedade caminha para o individualismo, para o isolamento. Falta fé a muitos de nós. Fé e compaixão.

 

O culto do ateísmo e agnosticismo são preocupantes, não por questões religiosas, mas para a sociedade em geral. A negação da existência de algo superior emerge na nossa sociedade, em que cada um procura assumir o lugar de topo sem olhar a meios. Todos querem mais e mais, a ganância é o principal valor de uma sociedade que se fecha cada vez mais.

 

Vivemos em crise? Porquê? Porque a ética desapareceu. Hoje todos são impunes, a justiça não funciona e é claro para todos que não existe uma conduta de ética transversal no mundo.

 

Falta Governança a este mundo que vive em “Anarquia madura” para citar o Prof. Adriano Moreira.

 

É urgente incutir um espírito de solidariedade, podemos ser os maiores sozinhos, não vamos precisar de palmas, de grandes palmadinhas nas costas, pois basta actualmente um espelho para muitos se sentirem felizes, mas na mó de baixo, aí sim, o individualismo não conta para nada, aí sim precisamos de alguém que nos estenda a mão.

 

Quantos de nós apenas se preocupam com o seu bem-estar? Quantos de nós param um minuto a ajudar alguém que realmente necessite? Quantos de nós olham para o Umbigo do lado?

 

Vale a pena pensar nisso…



uma psicose de Diogo Agostinho às 18:18
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Não me tinha ocorrido

Fiquei agora mesmo a saber (confiando na fonte!) que o Presidente da República não pode destituir os membros do Conselho de Estado por si mesmo designados.
Estes perdem mandato por diversos motivos (morte, renúncia, impossibilidade física permanente…), sendo que a generalidade cessa funções com o termo do mandato do Presidente que os designou.
 
Cavaco “desmente” assim Dias Loureiro que dissera que o seu mandato estava nas mãos do PR.
 
Sobre este tema, duas perguntas:
- Por motivos de perda de confiança, ou outro atendível, não deveria o PR poder destituir um Conselheiro de Estado por si indicado?
- Dias Loureiro ainda não percebeu que, neste momento, faz mais mal que bem a Cavaco? Ou quer repetir a façanha da Ponte? No passado foi uma carga policial e agora é uma suspeita grave. O terceiro prejudicado é o mesmo: Cavaco Silva.

 



uma psicose de Paulo Colaço às 17:34
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Botão Terra? Vem aí o Elevador de Jesus Cristo?

 

O professor Marcelo Rebelo de Sousa admitiu no domingo recandidatar-se à liderança do PSD após as legislativas de 2009.
 

 

“Não sou candidato à liderança do PSD certamente até 2009. Em nenhum momento isso está na minha intenção, mas sei lá se isso não acontece”, afirmou o comentador no programa ‘As Escolhas de Marcelo’, na RTP1.

 

Retomando a célebre frase proferida em 1996, de que não se candidataria à liderança dos ‘laranja’ “nem que Cristo desça à Terra”, acabando contudo por concorrer e ganhar, o professor Marcelo acrescentou: “Cristo não desce, por minha vontade até 2009. Seria uma grande surpresa para mim e um mau sinal para o partido”.

 

Vem aí o Elevador de Jesus Cristo? Tempo Previsto? 2009! Antes ou depois das Legislativas?



uma psicose de Diogo Agostinho às 13:12
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Quem brinca com o fogo…

 

Uma das situações da vida mais cheia de esperanças é aquela em que estamos tão mal, que já não poderíamos estar pior.
Thomas Mann (1875 – 1955)
 
A Defesa Nacional é dever de todo o cidadão português, na exacta medida em que cabe a cada um de nós, no exercício efectivo do conceito de cidadania, contribuir para o progresso do país, nos mais variados sentidos, e para a defesa dos princípios e valores fundamentais da Nação portuguesa e daquilo que nos define, enquanto portugueses.
 
Esta interpretação pessoal daria mote para um post inteiramente dedicado a ela, mas o tema que trago para este espaço, para que fui convidado, muito amavelmente, a contribuir, é o da defesa nacional, tal qual é definida no art. 273º da Constituição. Especificamente, quero levantar a questão do descontentamento generalizado das Forças Armadas Portuguesas.
 
Pergunto aos psicóticos: É de mim, ou há qualquer coisa de errado com os recentes acontecimentos na esfera militar portuguesa? É normal haver manifestações recorrentes das forças de segurança do Estado? É comum ver trocas de acusações entre Governo e entidades representativas dos militares?
Não acredito que seja este o caminho…
 
Recentemente, ouvimos o Gen. Loureiro dos Santos afirmar que, face ao descontentamento, alguns militares poderiam cometer “actos disparatados” e que o poder político teria de “resolver os problemas das forças armadas”. É um aviso sério de que algo está mal, da parte de uma autoridade militar. Declarações proferidas, numa ocasião em que os oficiais generais eram recebidos pelo Gen. Ramalho Eanes, numa “confraternização”, cujo mote desconheço. Ainda hoje, a Associação Nacional de Sargentos levou os seus associados para a rua, manifestando-se contra as políticas deste governo e pugnando por mais condições de progressão na carreira, juntando-se a tantas outras manifestações que, nos últimos tempos, têm levado uns milhares de militares para as ruas, gritando por mais apoio no acesso à saúde, por melhores sistemas remuneratórios e pela dignificação da sua actividade.
 
O Presidente da República, atento que está a esta realidade, já veio dizer que é preciso olhar para as Forças Armadas conforme as especificidades que as suas funções exigem que sejam tomadas em conta. Falta o Governo ver que algo vai mal e que o motivo, se calhar, vem mesmo do seu esquecimento dos militares.
 
No que diz respeito ao Ministério da Defesa, quantos dos psicóticos conseguem apontar uma medida ou uma alteração de fundo na área?
As Forças Armadas são, recorrentemente, esquecidas pelo poder político.
Os nossos militares merecem melhor governo e melhores políticas! A dignidade da vida militar assim o exige!
Mais um ano passa e mais um Orçamento deixa de lado os nossos militares… Até agora, só ouvi falar da possível privatização do arsenal do Alfeite, que nem sequer está em cima da mesa, mas pelo menos discute-se, dá-se importância.
 
Sócrates tem brincado com tudo isto, mas vamos ver no que dá esta brincadeira com os militares. A bem do país, espero que os “disparates”, de que falava Loureiro dos Santos, não passem disso mesmo.
 
Prof. Severiano Teixeira, acorde para a vida, porque quem brinca com o fogo…
 
Psico-Convidado: André S. Machado


uma psicose de Paulo Colaço às 00:04
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Sábado, 22 de Novembro de 2008
Ai faz?

O BE está prestes a anunciar que Sá Fernandes deixou de fazer falta.

Durou duas eleições a amizade.

Não sobreviveu ao enebriamento do vereador.

O Poder namorou-o e Sá Fernandes retribuiu.

Começou a defender o Poder, aceitou pelouros, amigou-se do grande capital.

 

Não creio que o BE esteja surpreendido com isso porque o BE também é amigo do capital. As suas campanhas não são baratas...

O problema do BE é que Sá Fernandes deixou de respeitar a hierarquia bloqueira.

 

Quem, sim, está perplexo são aqueles que, incautos, achavam que Sá Fernandes fazia realmente falta à política portuguesa.
 



uma psicose de Paulo Colaço às 23:40
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
Pé de lã ou pé-de-salsa?

"Durão Barroso es tan débil que será premiado con otro mandato" - afirma Joschka Fischer, antigo MNE alemão, numa entrevista ao El País.

 

A possibilidade do português ser reconduzido no cargo que actualmente ocupa, algo que, até hoje, só aconteceu com Jacques Delors, é apontada por uns como o resultado de provas de habilidade política invejável no seu exercício.

 

Já outros, como Fischer, referem que tal se pode ficar mais a dever a uma excessiva subserviência da Comissão a interesses que visa contrabalançar.

 

Mais 5 anos? Porquê?


: Europês
: Quero ver Portugal na CEE - GNR

uma psicose de José Pedro Salgado às 22:24
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Coisas do meu tempo


uma psicose de Paulo Colaço às 14:47
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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
E ontem foi assim:



uma psicose de Paulo Colaço às 18:00
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Menino guerreiro is back – parte … desculpem, já perdi a conta!

1.Santana Lopes está de regresso (pelo menos, para os mais ingénuos que alguma vez acreditaram que ele pudesse abandonar a política…). Pois é, o que há bem pouco tempo não passaria de uma mera anedota, capaz de pôr o mais céptico dos homens a esboçar um sorriso de troça e perplexidade, é hoje uma realidade consumada. E note-se que Santana não está de regresso apenas à política – poderá estar de regresso à Câmara Municipal de Lisboa.

 
2. Admito que para a actual direcção do PSD, nomeadamente para Manuela Ferreira Leite, Santana é a personalização de um autêntico pesadelo. Daí o incómodo da líder do PSD em abordar esta temática. Sejamos claros: a candidatura de Santana representa um sapo difícil de engolir na perspectiva da estratégia e pensamento de Ferreira Leite e seus séquitos mais próximos. Com efeito, as marcas características da actual presidente do PSD eram a seriedade, a credibilidade e a relutância à política-espectáculo. Todos nos recordamos do seu papel preponderante na crítica ao (des)governo de Santana. Ora, de repente, a cruzada anti-populista vai ser interrompida e – ironia do destino! – Santana e Ferreira Leite vão estar juntos, lado e lado, a tentar persuadir os eleitores lisboetas. As voltas que o mundo político dá…
 
3. Dir-me-ão que o nome de Santana ainda não foi oficialmente anunciado, que a hesitação de Ferreira Leite indicia um recuo estratégico. Nada disto me convence. Como se explicaria, então, que Santana deixasse de denunciar os esquemas concertados entre o Presidente Cavaco e a direcção do PSD para passar a elogiar efusivamente as virtudes de Ferreira leite, no seu espaço de opinião no SOL? Mudou de posição após reflexão profunda e esclarecida? Se fosse outra pessoa em causa, ainda poderia acreditar – com Santana, tais argumentos são pura música celestial. Desiludam-se aqueles que ainda acreditam que Passos Coelho, Morais Sarmento ou qualquer outro militante do PSD pode ser o escolhido: Lisboa é mesmo para o menino guerreiro.
 
4. Dito isto, devo acrescentar que acredito que Santana poderá vencer a maior câmara do país. De facto, os portugueses, de norte a sul, gostam sempre da redenção, do arrependimento – e Santana tem aparecido com um perfil completamente distinto, a criticar a vida social (acreditamos?), a fazer a apologia do lar, doce lar, a garantir que ficará em Lisboa até ao fim do mandato (os Lisboetas acreditam?). Por outro lado, António Costa tem pautado o seu mandato pela inércia, pela passividade. Nada de novo se fez, tudo se manteve. Assim, Santana poderá ser encarado, com as suas virtudes oratórias e de contacto com os eleitores, como uma nova fase, uma nova dinâmica para Lisboa. E se António Costa cometer o pecado capital de desvalorizar e ignorar Santana na campanha, ridicularizando-o, dando oportunidade a que este se vitimize (o que sabe fazer com mestria), então aí Santana tem a eleição garantida.
 
Veremos o que se irá passar em 2009. Advirto desde já que qualquer semelhança com Dezembro de 2001 será pura coincidência…
 
Psico-Convidado:
João Esteves


uma psicose de PsicoConvidado às 03:13
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
Psico-moção à Lupa: as imagens de ontem



uma psicose de Paulo Colaço às 11:09
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 08:52
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Gaffe ou ironia? Ou desabafo?

 

 

 

"Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia [pausa]. Quando não se está em democracia é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se [pausa]. E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia", afirmou Manuela Ferreira Leite



uma psicose de Diogo Agostinho às 09:57
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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008
Imigração, responsabilidade e prosperidade

A temática da imigração em Portugal não é exclusiva aos partidos de esquerda representados no hemiciclo e quem pensa o contrário, alinha e concorda com a actual política irresponsável neste domínio. Sempre fomos um país exportador de imigrantes e que participou activamente na construção de muitas sociedades, dando um forte contributo para a interculturalidade presente em muitos espaços.

 

No entanto temos hoje uma política inconsciente de “porta quase escancarada” para todos os que aqui se pretendem fixar ou que estão apenas de passagem em território nacional.

O país precisa do ponto de vista económico e também social, da vinda de imigrantes com o intuito de tornarem a sociedade portuguesa cada vez mais “aberta ao mundo” e contribuindo também, para uma riqueza de recursos que só o “melting pot” proporciona.

Contudo a inoperacionalidade que tem pautado a acção governativa neste domínio tem de acabar. Não existe um acompanhamento efectivo sobre quem entra, quem sai, como entra e como sai, o que pretende fazer, de onde veio e para onde vai. O SEF é hoje uma estrutura que funciona mal, não estando também as forças policiais e os serviços de informações aptos a lidar com esta enorme missão, pela clara falta de meios e de apoio governativo. Neste como em outros casos, não basta a solidariedade e as palavras “amigas” do Ministro Rui Pereira apelando à abnegação dos agentes no terreno. São precisos mais meios e investimentos concretos e eficazes, não só para regular o fluxo de imigração, como para apoiar cabalmente todos aqueles que precisam de ajuda.

É necessário acompanhar mais de perto este fenómeno deixando “a porta aberta” a quem vier por bem, a quem realmente precise por questões humanitárias e a quem pretenda construir o seu futuro trabalhando dignamente em Portugal.

Ao contrário do que dizia Sócrates, eu acredito que os imigrantes podem contribuir para que Portugal se torne num país mais justo, mais rico e mais próspero.



uma psicose de Luís Nogueira às 16:44
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O pior Ministro da UE...

Mais uma vez Portugal está de parabéns.

 

"O «Financial Times» atribui o lugar de pior ministro das Finanças de um conjunto de 19 países da União Europeia a Fernando Teixeira dos Santos.

 

O jornal britânico usa três critérios principais: economia (segundo vários indicadores económicos), política (baseado nas opiniões de um painel de economistas e comentadores) e estabilidade."

 

No topo do Ranking do «Financial Times» está o Ministro das Finanças da Finlândia, Jyrki Katainen.

 

Mais uma vez a governação Sócrates atinge o expoente máximo da mediocridade e vê ser atribuído ao seu Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, o primeiro (!!!!) lugar na classificação de Pior Ministro da UE! Não há muito a dizer sobre isto, até porque, infelizmente, estamos a começar a ficar habituados a este tipo de «prémios»...

 

Notícia completa AQUI...



uma psicose de Carlos Carvalho às 15:47
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Balanço 2ª Universidade Europa

Terminou a 2º edição da Universidade Europa.

Foram 3 dias de intensa aprendizagem, partilhada por 60 jovens de elevado potencial e com grande ambição. Foi um privilégio fazer parte deste grupo. Ficam, desde já, os parabéns ao Senhor Reitor e todo o seu staff e apoio, e também as felicitações pela pertinência no casting dos oradores. Foram temas excelentes, e que em muitos dos casos continuaram a animar as divertidas conversas Camelianas :) Um grande obrigado segue também para os nossos Eurodeputados, que foram muito mais que oradores!!!

Fica realmente a saber a pouco, embora considere que seja a dose certa.

São 3 dias que passam a voar,  em que se vive intensamente a Europa, mas que também proporcionam o saudável convívio e partilha de experiências entre os companheiros. Aqui é de se felicitar o presidente da JSD, Pedro Rodrigues, e todos os demais que proporcionam e acarinham todas estas iniciativas e não deixam de apostar nos seus quadros.

Eu já não sou da jota, mas vejo um grande futuro no PSD com os grandes quadros que a JSD teima em formar. E vejo isto como caso único em Portugal. E estamos todos de parabéns. É um trabalho de muitos, a bem na Nação.

Agora, temos todos um sentido de missão, como tão bem nos foi transmitido pelo Pedro Rodrigues, pelo Carlos Coelho e pela nossa Presidente, Manuela Ferreira Leite; temos de levar uma maior consciência do que é a cidadania europeia ao nosso círculo mais intimo, ou onde pensamos ser necessário.

É urgente travar o divórcio dos jovens com os assuntos Europeus, e nós temos a responsabilidade e o dever de tomarmos essa missão e leva-la a bom porto.

Viva a JSD, viva o PSD, viva Portugal, viva a Europa ;)

 

 

 



uma psicose de jfd às 08:41
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
Crise (também) no Superior

 

Em Setembro deste ano, depois de várias negociações com o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) apresenta o Financiamento para as Instituições do Ensino Superior (IES). Nesse mesmo mês, em sede de Senado da Universidade de Lisboa (UL), a Academia tomou conhecimento das opções político-financeiras, em concreto o decrescente financiamento público para as IES desde 2005, previstas pelo MCTES.
 
Este desinvestimento constante vem colocar a Universidade de Lisboa, como outras IES, numa situação dramática, à beira da ruptura financeira, pondo em causa a qualidade de ensino, o desenvolvimento de políticas estratégicas e os seus recursos humanos.

De forma oficial, o Governo anunciou um aumento do financiamento do Ensino Superior (78%), realidade essa que se pode classificar de muito desigual, em que as maiores Universidades (como a UL) têm um aumento de 2%, enquanto no oposto do quadro tem instituições com aumentos no nível dos 24%.
 
O quadro é suficientemente esclarecedor das opções tomadas pelo Governo:
- tentativa de imposição do modelo de Fundação Pública de Direito Privado, utilizando critérios pouco claros, e que, pelas suas consequências, podemos classificar de discriminatórios.
- Este Executivo procura, também, que as Instituições caminhem para a ruptura financeira e, deste modo, se tornem totalmente dependentes de dotações públicas, pondo em causa o princípio constitucional da Autonomia Universitária, prevendo-se que, atingindo esse nível de financiamento, seja nomeado um “controlador financeiro”, como já acontece noutras universidades portuguesas (UTAD, Évora, Algarve e Açores).

Além do mais, temos de compreender o valor do aumento do financiamento da Universidade de Lisboa – 2% -, como das outras três maiores Universidades do país – Porto, Coimbra e Técnica de Lisboa - à luz da taxa de inflação, sendo a previsão oficial do Executivo de 2,5%, mais o aumento da função pública em 2,9%, provando-se assim um aumento totalmente virtual.
 
Acresce, a este facto, as obrigações das Universidades para com a Caixa Geral de Aposentações, que correspondem a 11% do seu orçamento total, de forma a que o Estado dá primeiro para depois tirar
.
A fórmula seguida para o Financiamento do Ensino Superior não é, de nenhum modo, a mais adequada. Este ano, o governo decidiu retirar da fórmula os critérios de qualidade, penalizando assim as instituições mais qualificadas e agindo, deste modo, em sentido contrário às tendências internacionais de valorização da qualidade e da excelência. A base do cálculo da fórmula segue o número de alunos declarados pelas instituições, sendo, obviamente, um critério que pode dar origem a registos menos correctos e completamente desajustados da realidade. Este tipo de metodologia levanta receios de um tratamento desigual das instituições.

Para se compreender a realidade actual, a quase totalidade das despesas diz respeito ao pagamento de salários, no caso da Universidade de Lisboa, o total da dotação transferida pelo Estado mais as propinas já não cobrem as despesas com pagamento de salários.

A pretensa má gestão das IES que o Ministro vem a afirmar como causa principal da falta de financiamento é uma questão falsa, pois quando as receitas provenientes do investimento público não cobrem as próprias despesas de estrutura, nunca dá hipótese a má gestão.
 
Neste sentido, foram já apresentadas soluções de outros rumos a tomar em termos de política para o Ensino Superior:
- Uma reorganização da Rede de Ensino Superior, actualmente desfasada face à realidade e geradora de grande despesismo, necessitando-se, assim, a coragem política de racionalização de recursos com esta medida;
- Financiamento público tendo em conta a taxa de inflação e os aumentos da função pública, para não originar desequilíbrios;
- Mudança da fórmula de financiamento público das IES, privilegiando-se, não um orçamento em que só tem em conta o número de estudantes declarados, mas sim um orçamento programático plurianual, para promover, nas IES, vontade em atingir metas de excelência.
 
O próprio Reitor da UL é partidário desta posição, mas a sua demissão não vem no sentido de contestar as opções políticas do MCTES, mas sim na senda da reforma a que a UL se encontra, e que faz sentido que, também o seu próprio cargo, estivesse sujeito a sufrágio, para que tudo pudesse mudar, inclusive a liderança da instituição.
 
A Universidade de Lisboa, em concreto através dos seus estudantes, sabe que este é o momento para se reivindicar melhores políticas, que promovam a democracia, a autonomia e qualidade no Ensino Superior, pois o futuro do nosso país assim o exige!
 
Psico-Convidado: Paulo Pinheiro
Presidente da Associação Académica da Universidade de Lisboa


uma psicose de PsicoConvidado às 18:07
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Para quem ainda tinha dúvidas que o gajo é um tangas...

José Sócrates promoveu uma acção de propaganda em que entrgou computadores Magalhães aos alunos da Escola do Freixo que foram obrigados a devolvê-los depois da cerimónia.

 

Enfim...



uma psicose de Bruno Ribeiro às 17:09
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(psico-moção II) PORTUGAL 2030: DA CAUDA DA EUROPA PARA OS CORNOS DO TOIRO

Objectivamente falando

O verdadeiro problema nacional para os próximos 30 anos não é a produtividade mas sim a falta de poupança na economia portuguesa e a falta de ligação entre esta e o investimento na economia, o que nos colocará três desafios para as próximas décadas.
 
Antes de mais, é imperativo que resolvamos o problema da Segurança Social! E este problema é bem maior do que o simples facto de, quando chegar a nossa vez, já não haver dinheiro – em 2050 o sistema irá falir, fruto da demografia! Muita gente ainda não pensou no óbvio: as contribuições sociais são, para efeitos práticos, poupança forçada, e poupança é igual a Investimento. No caso em mãos, estamos a falar de mais de 25 mil milhões de euros por ano. As contribuições para a Segurança Social ficam pouco aquém dos 20% do PIB, por ano. E eis que se revela que a taxa de poupança nacional não é os “anémicos” 5.5% actuais mas sim uns gordos 20% do PIB, por ano.
 
Como?
Estima-se que as responsabilidades com os actuais pensionistas ascendam hoje a 200 mil milhões de euros e, numa passagem para um sistema de capitalização, estes ficam sem o financiamento para as suas reformas. Esse valor terá de ser financiado “via” dívida pública. Mas atenção: este valor já está implícito nas contas nacionais, ou seja, não terá efeito no “prémio de risco” nacional, muito pelo contrário. Os juros podem ser pagos com as contribuições do orçamento para o actual sistema, que ascendem a 8 mil milhões de euros (5% PIB) Isto permite passar o sistema a “capitalização”, garantindo as pensões antigas. E eis que começa a entrar 20% do PIB/ano para dentro da economia nacional, para os mercados recém criados. Não há TGV ou Alcochete que bata isto!
 
Onde?
Temos de incentivar a criação de mercados que façam a ponte entre a poupança e o investimento. Afinal, dizemos que são três desafios! E a resolução do primeiro vai-nos conduzir ao segundo: descentralização financeira. Basicamente, temos de criar um mercado de obrigações municipais. Neste, as autarquias poderiam apresentar os seus projectos de desenvolvimento regional. A única condicionante deixa de ser “quantos amigos se tem no Terreiro do Paço”, mas sim, “viabilidade do projecto”. As melhores autarquias terão juros mais baixos, por serem menos arriscadas.
 
Câmaras altamente endividadas seriam forçadas a reduzir um pouco o tamanho. Criar-se-ia um mecanismo de responsabilização autárquica. Estes, em vez de “irem ao Totta” iriam ao mercado. Mas mais importante ainda: criar-se-ia um veículo de poupança e aforro para os portugueses. Estes, no limite, passariam a votar com as poupanças!
 
Países com assimetrias regionais (República Checa, Polónia, África do Sul, Indonésia, Índia), com "bolsas" de populações na pobreza (em alguns casos extrema) têm utilizado estes mercados para conseguir atrair o capital que precisam para modernizar infra-estruturas comuns como vias de comunicação, saneamento, parques escolares, entre outros. Com grande sucesso acrescente-se, e sem o custo inicial tão elevado.
 
Falta outro mercado essencial: obrigações hipotecárias. Basicamente, toda a compra de casa a crédito passa a ser financiada por uma emissão de obrigações correspondente e não depósitos. Para evitar brincadeiras, estas seriam estandardizadas e o valor do empréstimo não poderia ultrapassar um limite do valor da casa. Além de ser outro veículo de poupança bem remunerado e seguro, [e passando ao lado do facto de os bancos não virem a achar piada, pois a competição retirar-lhes-á o monopólio da poupança e forçá-los a baixar spreads], tem um efeito muito prático: permite “mobilidade das casas”.
 
No limite, pode-se pagar parte da casa comprando as obrigações no valor que se quer amortizar. Impede também que o consumidor acabe a dever um crédito pessoal ao banco depois de devolver a casa. O melhor exemplo a seguir é o mercado dinamarquês. É o mais antigo ainda em funcionamento, e o mais estável. Não sofreu com esta crise. Em quase 250 anos de história, a sua integridade sistémica nunca foi posta em causa, estando a ser “exportado” para outros países (como por exemplo, o México).
 
Plano de emagrecimento?
Sobra a “nuvem negra” de nome Estado. Este gasta, em despesa, 40% do PIB. É demasiado dinheiro. Só em salários à função pública são 12 por cento do PIB por ano, face a uma média europeia de 4 a 5 por cento do PIB em salários. Algo está aqui muito errado! Mas se vamos assumir as responsabilidades da Segurança Social, porque não juntar a função pública? Acima dos 55 anos dá direito a pré-reforma. Afinal, a responsabilidade já lá estava, apenas não tinha sido explicitamente assumida pelo Estado Português. Isto permite reformar a função pública sem a hostilizar, tornando-a mais jovem. E não se esqueçam: a maior parte da massa salarial está concentrada nos trabalhadores já perto da (pré)reforma, pois “a idade era um posto”.
 
Mas, mais importante ainda, os dois desafios anteriores dão margem para um terceiro desafio: resolver, de uma vez por todas, as contas do Estado. É estimado que, num país médio da OCDE, passar de 35% para 30% de ratio de impostos, aumenta a produtividade em 0,4%. Começa-se a perceber uma das principais causas do “clima” português de baixa produtividade. E a solução deve passar por um princípio: Keep it simple!
 
Antes de mais, limpemos o código fiscal. Percebe-se que, sendo pagos à hora, os fiscalistas gostem de redigir artigos e mais artigos, mas isso tem de parar. Não podemos ter um código fiscal onde o cidadão médio não sabe a quantidade de impostos que tem de pagar.
 
Limpe-se a loja: IRS, IRC e IVA. Chega e sobra. Que sejam fáceis de pagar e fáceis de calcular, de modo a ser fácil controlar quem foge ao fisco. Que se elimine a aberração chamada Pagamento Especial por Conta, onde o Estado vai buscar lucros que as empresas ainda não cobraram! E mais importante: reforme-se o IVA, de uma vez por todas. Permita-se o “ajuste directo” nas contas, ou seja, a empresa faz as contas ao saldo líquido. Se tem a receber, espera (e recebe juros pelos atrasos do Estado), se tem a pagar, transfere o dinheiro. Fácil, feito em “sistema de compensação”, no Ministério das Finanças. Isto retiraria um dos maiores custos do nosso sistema fiscal, os custos de contexto. O tempo, e dinheiro, que um particular ou empresa perde a calcular os impostos é aberrante em Portugal (excepto para os Técnicos Oficiais de Contas). Depois, podemos ver onde é possível baixar e sentir os reais efeitos dessa baixa, em conjunto com menos custos de funcionamento do sistema fiscal. Não podemos ter um regime fiscal alto. Temos de ser mais “suíços” ou “irlandeses”, e menos “franceses” nas taxas.
 
Um desafio para uma geração
Temos vindo a atravessar uma “década perdida” de baixo crescimento e desenvolvimento. Um pouco por todo o país se sente, e isso reflecte-se nas estatísticas. Somos hoje mais pobres do que éramos há uma década atrás.
 
Teremos de ser audazes e arrojados nas soluções, e construir para o nosso país um motor de criação de riqueza.
 
Decerto que, com a vontade de uma geração empreendedora como a nossa, se faz as reformas em 20 anos e no fim, em 2030, deixamos – a nós e aos nossos filhos e netos – um país bem melhor do que o encontrámos. E mais importante, a moral da história: o desafio-base é criar as escolhas e dar a liberdade às pessoas para as tomar. Retirar o peso de um Estado possessivo e autoritário de cima de quem trabalha, produz e cria riqueza e desenvolve o país. O resto – produtividade, empreendedorismo, tecnologia – não se faz por decreto! Deixem lá o mercado fazê-lo... pois ele faz!
 
Uma proposta de:
Guilherme Diaz-Bérrio e os membros do blog Psicolaranja: Bruno Ribeiro, Carlos Carvalho, Diogo Agostinho, Elisabete Oliveira, Elsa Picão, Inês Rocheta Cassiano, João Marques, Jorge Fonseca Dias, José Pedro Salgado, Luís Nogueira, Margarida Balseiro Lopes, Paulo Colaço, Tânia Martins e Tiago Sousa Dias.

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uma psicose de Paulo Colaço às 00:15
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 08:50
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Sábado, 15 de Novembro de 2008
O papel do Estado Socialista

 

O engenheiro técnico que lidera o Partido Socialista e que ocupa temporariamente o cargo de Primeiro-Ministro aclarou hoje de que é feito o seu pensamento.
O Governo fazer ou não fazer obra “pode ser a diferença entre as empresas irem ou não à falência e as pessoas terem, ou deixarem de ter, emprego”.
Como? O Governo serve para isso?
E, servindo para isso, faz sentido o tempo que se leva a pagar a fornecedores? (já para não falar nas devoluções de impostos...)


uma psicose de Paulo Colaço às 19:28
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Já na próxima quarta: Promete!



uma psicose de Paulo Colaço às 01:54
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 08:45
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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008
Já que anda tudo a inaugurar as decorações de Natal...

...que dia 25 de Dezembro começamos a pensar no dia de S. Valentim!!


:

uma psicose de José Pedro Salgado às 18:53
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80 anos depois...


:

uma psicose de José Pedro Salgado às 18:15
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Para proteger outras meninas como eu

 

Nojood Mohammed, menina de 10 anos, foi agraciada com o prémio “Women of the Year 2008”, partilhando-o com Hillary Clinton, Condoleezza Rice, Nicole Kidman, entre outras galardoadas.
 
Motivo: Nojood e a sua advogada (também premiada) abriram o caminho às meninas que no Iémen querem libertar-se de casamentos forçados.
 
A história: o pai entregou-a a um homem de 30 anos.
"Eu corria de sala em sala para tentar fugir, mas ele acabava sempre por me apanhar", revelou Nojood. "Chorei tanto, mas ninguém me ouvia. Sempre que eu queria brincar no pátio, ele vinha, batia-me e obrigava-me a ir para o quarto com ele. Um dia fugi."
 
Fugiu e um dia entrou sozinha num tribunal. Tão pequenina que ninguém reparou nela. Até que um juiz que passava lhe perguntou o que fazia sentada num dos bancos. A resposta foi: "Eu vim pedir o divórcio." O juiz, ficou comovido.
 
Final da história: marido e pai foram detidos. Com a ajuda da sua advogada, e muita coragem de ambas, Nojood conseguiu a anulação do casamento.
 
A menina regressou à escola. Quer ser advogada. "Para proteger outras meninas como eu", diz ela.
Que o consiga, digo eu.


uma psicose de Paulo Colaço às 16:27
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Afinal havia ostras!..

In this Tuesday, Nov. 4, 2008 file photo, Sen. Hillary Rodham ...

 

Será esta a nova cara da América para o mundo?

 

Será que à terceira é que é?


:

uma psicose de José Pedro Salgado às 11:27
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
Conversa amena

Vem debater o teor da psico-moção.
 
Bruno Ribeiro, Diogo Agostinho e Tiago Sousa Dias, moderados por José Pedro Salgado, apresentam as propostas do Psico para a JSD.
 
Temas: directas, voto das inerências, incompatibilidades, limitação de mandatos, modelo do Congresso, ...
Próxima terça-feira // Secção B-Lisboa // 22h


uma psicose de Paulo Colaço às 15:35
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 08:52
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14ª notícia em 4 segundos

 

A nossa Presidente falou. E explicou que afinal a mensagem não passa. Mas há uma razão:

 

Manuela Ferreira Leite citou o exemplo de uma acção recente realizada pelo partido, realçando que nesse dia essa foi a décima quarta notícia a ser apresentada na televisão, numa peça com quatro segundos de duração. “No momento da décima quarta notícia ninguém vê já a notícia. A décima quarta notícia não se vê em Telejornal e ainda por cima foi transmitida no momento exacto em que começou o jogo do Sporting”.

 

Tem razão? O Sporting cativa assim tanto os Portugueses? E a ERC? Só retira minutos ao Prof. Marcelo? E porque só há uma voz do Partido? E os nossos Barões?



uma psicose de Diogo Agostinho às 10:39
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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
Mais vale agora, que nunca!

 

Aproxima-se o fim da sua brilhante passagem de 8 anos pela Casa Branca.

Oito anos de alegria, paz e prosperidade.

Que venha a história e escreva o papel deste grande homem.

 

Finalmente a sua consciência entra em contacto com a dura realidade.

 

E até calculem, louva, repito, louva! Obama, como um comum Europeu de palas nos olhos...

 

 

 

"The president said he wishes he had not spoken in front of a "Mission Accomplished" banner he declared an end to major combat operations in Iraq on May 1, 2003. The now-infamous moment occurred aboard the aircraft carrier U.S.S. Abraham Lincoln only a month after U.S. troops in Iraq were deployed."

 

Continua em http://politicalticker.blogs.cnn.com/2008/11/11/bush-names-his-regrets-praises-obama/

 

 

 



uma psicose de jfd às 10:23
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008
Nuke, just do it!!!

Ao bom estilo rafeiro: Ei-si-o! O verdadeiro cowboybama.

 

O mundo tapou os olhos com a luminosidade politica de Obama, o grande orador, o encantador de multidões, o inspirador da nação americana.

 

Hipnotizou os americanos e o mundo.

 

E eis que enquanto todos andam de sorriso na boca porque Obama tem poderes sobrenaturais, o Super-Obama lá diz pelo meio de uma conferência de imprensa, a primeira enquanto President-elect, que tem duas prioridades:

 

- resolver a crise económica mundial em concertação com a comunidade internacional; e

- travar o avanço nuclear do Irão.

 

Parece-me muito bem que estas medidas sejam tomadas. É preciso parar com a derrapagem económica global e não podemos excluir ninguém. Adicionalmente é preciso dar cabo do Irão. O Bush não teve coragem, é um menino. Claro que é preciso ir para cima do Irão senão vejamos:

 

1- A intervenção no Iraque é criticável porque não se encontraram (..........) as ADMs;

2- Os EUA têm que sair do Iraque porque aperta no orçamento e o Super Obama prometeu;

3- Mas se saírem do Iraque já criam um desequilibrio regional que favorecerá o fortalecimento militar do Irão;

4- Logo, damos cabo do Irão e pomos o país de rastos tal como os vizinhos todos do Irão.

 

Nivelar por baixo.

 

Viva o Obama. Bombardeamentos no Irão já!!! Vamos salvar o Mundo.

 

Gritem todos comigo: Nuke, just do it!

 

A sério.... acreditam mesmo que ele é diferente?

 



uma psicose de Tiago Sousa Dias às 12:42
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Balsemão alertou

 

"Com as imposições da ERC caminha-se para apenas uma Televisão e Rádio no País."

 

Este clima tem que ser denunciado. Sócrates controla tudo e todos, impõe as regras telefona para jornais.

 

Mas que país é este?

 

Onde até o senhor Presidente da Autoridade da Concorrência, um lugar de independência total, é amigo e advogado do Ministro Manuel Pinho?

 

Foi procurador de Manuel Pinho, em negócios particulares, em que dava explicitamente a Manuel Sebastião "poderes para celebrar contratos de promessa de compra e venda nos termos que entender por convenientes".
 

Seria condição de exclusão do posto, não ser amigo do Ministro? Alguém me apresenta o Manuel Pinho?



uma psicose de Diogo Agostinho às 11:00
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008
Psico-Moção "Não basta ter o título: é preciso mantê-lo"

A JSD é a maior e melhor organização política de juventude em Portugal.

Por várias razões: quantidade de militantes, qualidade da acção política, relevância no seio do PSD e por melhorar, efectivamente, a vida dos jovens sempre que os seus militantes ocupam lugares públicos.
 
Mas ser a melhor é diferente de ser a que funciona melhor, coisa que depende das melhorias que os anos aconselham introduzir.
 
Assim, os signatários, apresentam algumas ideias para debate num futuro processo de revisão estatutária.
 
Inerência sem voto
Defendemos a extinção do direito ao voto de todas as inerências, deixando estas também de contar para o quórum de funcionamento.
Porquê?
Só os membros eleitos para um determinado órgão devem nele poder votar. O Governo vota na Assembleia da República?
 
Limitação de mandatos
Ninguém pode ser presidente de um órgão por mais de 3 mandatos consecutivos.
Porquê?
Em democracia, a perpetuação é sempre suspeita.
Haja fé na capacidade dos militantes e nunca teremos fome de líderes.
 
Incompatibilidade executiva
Defendemos a impossibilidade de acumulação em órgãos executivos de diferentes níveis na JSD, por via de eleição.
Porquê?
A JSD tem imensos quadros, todos eles aptos para assumir funções. A incompatibilidade impede a acumulação de funções e permite que a riqueza humana da JSD não fique subaproveitada.
No entanto:
Conscientes das realidades muito díspares na JSD, e inteirados das dificuldades de militância com que muitas secções se deparam, propomos que a revisão estatutária contemple um regime de excepção que não tolha a sua vida.
 
Quórum: até ao lavar dos cestos é vindima
A verificação de faltas deve ser feita no momento das votações.
Porquê?
Em conselhos nacionais, distritais e outros plenários, muitas vezes a sala começa a esvaziar. Na altura das votações já se perdeu o quórum. As reuniões não são eventos sociais em que apenas se aparece ao início para se ser visto. É preciso participar nos trabalhos de fio a pavio.
 
O regime de faltas e a Lei das Sesmarias
Defendemos que se reduza o número de faltas (não justificadas) que podem ser dadas em órgãos de tipo assembleia pelos seus membros eleitos: duas, seguidas ou interpoladas.
Porquê?
As funções existem para ser exercidas. Se não for pelo seu titular, que seja porque quem o substitua.
 
Uma Justiça funcional
Deve debater-se sobre as Jurisdições de Primeira Instância.
Porquê?
A ideia é muito boa no papel mas a aplicação prática não a favorece.
Repense-se.
 
O Presidente da Mesa não atende o telefone?
O maior poder das Mesas (locais, distritais e nacional) é o de convocação. O irónico é que este poder é muitas vezes usado na negativa. Ou seja, a Mesa deve convocar um plenário, ou eleições, e não o faz. Por inércia ou estratégia, impunemente, impede que uma Secção seja eleita, provoca a perda de mandato de uma Comissão Política, não convoca uma moção de censura, etc.
Sugerimos:
a) prazos claros para actos de convocação e similares
b) transferência de competências pela Mesa superior em caso de não prática do acto, findo o prazo
Porquê?
Porque não deve haver órgãos com poderes supremos.
 
Uma secção para toda a vida… para quem o quiser
Muitos propõem a liberdade de filiação numa secção mesmo sem qualquer vínculo (natal, profissional, residencial ou escolar).
Pelo contrário, nós defendemos que deve continuar a existir obrigatoriedade de vínculo.
Porquê I?
É o melhor obstáculo à militância de conveniência ou de favor.
Mas…
Propomos que, feita a inscrição numa secção, o militante deve poder manter-se sempre nessa secção, ainda que se desfaça o vínculo inicial. (mudança de residência, de emprego, fim de curso, etc)
Porquê II?
Porque há laços que se criam (de trabalho, de ligação com a terra, de amizade) que a mera alteração do vínculo não deveria poder ceifar.
 
Honorários, somos todos!
Defendemos a extinção da figura do militante honorário.
Porquê?
Se no final da nossa militância não formos todos honorários, então foi inglória a nossa passagem pela JSD. Além do mais, em alguns dos “honorários” não se vislumbra ponta de “honorabilidade”.
 
Modelo de Congresso
O actual modelo de Congresso favorece a discussão temática, diminuindo o tempo de antena para puro combate interno.
Mas…
Propomos que os candidatos a líderes da JSD devam apresentar uma Moção de Estratégia Política e submeter moções em todos os grupos temáticos definidos no Regulamento.
Os textos finais dos vários grupos de trabalho guiarão as politicas a defender pela CPN eleita.
 
Secções temáticas
Fenómenos como a Internet, Universidade de Verão e outros mecanismos de criação de laços permitem que os militantes travem conhecimento com companheiros de outros pontos do País e queiram fazer política nesses grupos.
A área da secção é obsoleta e a política nesse formato desmotiva muita gente.
Defendemos secções temáticas com os seguintes princípios:
- Liberdade de criação
- Liberdade temática
- Liberdade de funcionamento
- Não representatividade nos órgãos da JSD
- Não vinculação orgânica nem financeira à JSD
 
Directas na JSD
“Um Homem, um voto” parece-nos a base de qualquer democracia.
Envolver toda a JSD no processo da sua principal votação é valorizar a militância, vitalizar o debate e fortalecer a liderança.
 
Uma proposta dos membros do blog Psicolaranja:
Bruno Ribeiro, Carlos Carvalho, Diogo Agostinho, Elisabete Oliveira, Elsa Picão, Inês Rocheta Cassiano, João Marques, Jorge Fonseca Dias, José Pedro Salgado, Luís Nogueira, Margarida Balseiro Lopes, Paulo Colaço, Tânia Martins e Tiago Sousa Dias.

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uma psicose de Paulo Colaço às 03:38
editado por Essi Silva em 12/12/2012 às 08:50
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Domingo, 9 de Novembro de 2008
Psico-Foto-Reportagem da Manifestação dos Professores

Ontem realizou-se mais uma manifestação dos professores. Na qualidade de psico-insider, fiz o acompanhamento de um dos autocarros que saíram de Leiria, com destino ao Terreiro do Paço.

Um dos sindicatos, a FENPROF, anunciava que levava 700 autocarros: o número de 100 mil professores da manifestação de Março seria suplantado.
As palavras de ordem eram: deixem-nos ser professores.
Vários abaixo-assinados, folhas de presenças, contactos eram explicados e calcorreavam o autocarro: propunham o fim do novo estatuto da carreira docente, o fim do congelamento dos salários (mais um compromisso que o PM não cumpriu) e, inevitavelmente, o fim do novo regime de avaliação.
As referências à Ministra da Educação eram uma constante: à medida que a speaker entregava tantos papeis e abaixo-assinados justificava-se que tinha aprendido com a “Milu”.
Durante o dia, a organização receava que a chuva estragasse os protestos, mas seriam as declarações de intransigência da Ministra da Educação o verdadeiro balde de água fria.


uma psicose de Margarida Balseiro Lopes às 17:50
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Sábado, 8 de Novembro de 2008
Branco no preto

Numa conferência de imprensa Obama conseguiu, com três palavras apenas, demonstrar o potencial da sua presidência.

 

Falava o Presidente-Eleito de arranjar um cachorro para as suas filhas, aquando da mudança para a Casa Branca.

 

O dilema que se coloca à família Obama é que uma das suas filhas sofre de alergias, pelo que tem de ser um cão cuja raça não seja propensa a piorar o problema. No entanto, queriam adoptar um cão num canil público. O problema, segundo Obama, é que os cães dos canis são, na sua maioria "rafeiros como eu" - "muts like me".

 

E foi assim que, numa fracção de segundo, o 44º Presidente dos EUA conseguiu derrubar os complexos de se falar na questão racial, que vêm a substituir o racismo desde que Lincoln aboliu a escravatura em 1863.



uma psicose de José Pedro Salgado às 22:59
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